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Em último debate para o governo, candidatos miram artilharia em Wilson Lima e Eduardo Braga

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Nos dois primeiros blocos do debate da Rede Amazônica, realizado na noite desta terça-feira (27), os candidatos Henrique Oliveira (Podemos) e Ricardo Nicolau (SD) miraram artilharia no governador Wilson Lima (UB) e Eduardo Braga (MDB), enquanto a candidata Carol Braz evitou embates com Wilson.

O candidato do Cidadania, Amazonino Mendes, atualmente atrás do governador nas pesquisas, não participou do debate. Alegou questão de foro íntimo para não comparecer. Esse é o primeiro debate com a presença do governador Wilson Lima (UB).

Henrique questionou Eduardo Braga sobre o apoio do ex-presidente Lula (PT) e se ele se envergonha de receber apoio do presidenciável. Antes de concluir a pergunta, o candidato tomou um gole de água e ironizou que a água não era a “pinga do Lula”.

Braga rebateu Henrique dizendo que o debate não é lugar para fazer brincadeira sobre cachaça e respondeu que a parceria com Lula gerou frutos como o Luz para Todos no interior do Amazonas. 

Na réplica, o candidato do Podemos acusou o medebista de criar as bandeiras tarifárias. O senador se defendeu respondendo que nenhum ministro e presidente da República decide sobre aumento de energia elétrica. 

“Quero lhe agradecer Henrique que você trouxe a mentira para dentro do programa e me permite desmacarracar. Isso é uma mentira, tanto é que é mentira que ganhei vários processos na Justiça para desmentir esse caluniador. E agora estou desmentindo você, porque não tenho nenhuma participação. Ao contrário, quando governador insentei a energia de ICMS”, respondeu Braga. 

Em seguida, numa dobradinha com Ricardo Nicolau, Braga questionou Nicolau sobre a existência de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) no interior do Estado. Nicolau aproveitou o questionamento para atacar o governador. 

No bate bola com Henrique Oliveira, ao perguntar para o candidato sobre o funcionamento limitado das delegacias de polícia, Carol Braz evitou atacar o governador frontalmente. Braz foi secretária da Sejusc nos dois primeiros anos da gestão do governador. 

A única menção feita por ela durante o primeiro bloco foi que o atual governo não cumpriu o escalonamento dos escrivães e investigadores da Polícia Civil. 

*Acritica.com

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