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Polícia

Denúncia de invasão e roubo de R$ 15 mil levou à prisão de investigadora da Polícia Civil no Amazonas

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Viviane Monteiro Almeida foi abordada dirigindo carro denunciado por roubos no dia 19 de agosto. No veículo foram encontrados coletes balísticos, balaclavas e distintivos falsos.

A Operação Falso Mandado, que resultou na prisão da investigadora da Polícia Civil Viviane Monteiro de Almeida, no domingo (31), foi resultado de uma denúncia feita por uma vítima que teve a casa invadida e R$ 15 mil roubados pelo grupo criminoso da policial no dia 15 de agosto, revelou a Polícia Civil nesta segunda-feira (1º).

De acordo com o delegado Rafael Costa e Silva, responsável pela investigação, a vítima relatou que foi abordada em casa por dois homens e uma mulher que se apresentaram como policiais e exibiram um mandado de prisão, que era falso.

 

Durante a ação, o grupo roubou R$ 5 mil em espécie, fez uma transferência de R$ 10 mil via celular da própria vítima e ainda levou um notebook, um relógio e outros pertences.

A partir da denúncia, a equipe de investigação identificou que o grupo usou um carro no crime. Logo então, foi emitido um alerta para que o veículo fosse interceptado.

No dia 19 de agosto, policiais militares abordaram o carro em Manaus e encontraram a investigadora dentro dele. Com ela, foram apreendidos três coletes balísticos, cinco carregadores, mais de 60 munições, um pé de cabra, uma balaclava, três distintivos falsos e um relógio, reconhecido pela vítima.

A investigadora foi identificada como uma das envolvidas no crime. No entanto, como não havia flagrante, ela foi ouvida e liberada naquele momento. No dia seguinte, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva, que foi autorizada pela Justiça.

“Na manhã de domingo, a investigadora se entregou no 6° DIP, onde foi cumprido o mandado de prisão. Ela ficará à disposição da Justiça e o caso será encaminhado à Corregedoria-Geral da Polícia Civil”, informou o delegado.

A investigadora vai responder pelos crimes de roubo, falsificação e uso de documento falso, e associação criminosa.

 
 
 
Fonte: G1