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Uma loja de móveis de Minas Gerais foi condenada a pagar R$ 12 mil a uma ex-funcionária por forçá-la a gravar vídeos para o TikTok. Alguns conteúdos tinham conotação sexual.O que aconteceu:A ex-funcionária pediu indenização Imagem: Dado Ruvic/Reuters Do UOL, em São Paulo 17/04/2023 08h20 Atualizada em 17/04/2023 08h20 Uma loja de móveis de Minas Gerais foi condenada a pagar R$ 12 mil a uma ex-funcionária por forçá-la a gravar vídeos para o TikTok.
Alguns conteúdos tinham conotação sexual.
O que aconteceu: A ex-funcionária pediu indenização por uso indevido de imagem e alegou que os vídeos a colocavam em situações constrangedoras. Segundo ela, a gravação do conteúdo era”imposição” do empregador.
A ex-funcionária também diz que sua imagem era usada em”conteúdo apelativo” para”provocar graça” . Ela diz que se sentia motivo de chacota, principalmente pelo vídeo que fez grávida. A loja argumenta que a então funcionária concordou com a produção de conteúdos para o TikTok e que até sugeriu temas. headtopics.com
O juiz Fabrício Lima Silva, da Vara do Trabalho de Teófilo Otoni (MG), considerou que, ainda que o consentimento fosse real, há uma relação de”desequilíbrio” entre patrão e empregado.
Imagem: Dado Ruvic/Reuters
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