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Amazonas

Lista sêxtupla do Quinto Constitucional é definida no Amazonas; confira os escolhidos

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Seis escolhidos terão os nomes encaminhados ao Tribunal de Justiça do Amazonas. Depois disso, os desembargadores do TJAM vão formar uma lista tríplice.

A Ordem dos Advogados do Brasil no Amazonas (OAB-AM) definiu, na noite desta quinta-feira (14), a lista sêxtupla do Quinto Constitucional. Na prática, foram escolhidos os seis advogados que sguem na disputa pela vaga de desembargador do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).

A votação ocorreu na Arena da Amazônia, em Manaus, e mobilizou milhares de advogados em todo o estado. Mais de 8 mil profissionais estavam aptos a votar e cada eleitor pôde escolher até três homens e três mulheres entre os 17 candidatos, modelo adotado pela primeira vez na eleição.

O Quinto Constitucional é um mecanismo previsto na Constituição Federal que reserva parte das vagas dos tribunais para membros da advocacia e do Ministério Público.

Confira os nomes escolhidos para compor a lista sêxtupla:

Mulheres

  • Gisele Falcone — 2.214 votos;
  • Grace Benayon — 1.309 votos;
  • Carmen Romero — 1.220 votos.

Homens

  • Marco Choy — 1.927 votos;
  • Carlos Alberto Almeida — 1.482 votos;
  • Aniello Aufiero — 1.376 votos.

Os seis escolhidos terão os nomes encaminhados ao Tribunal de Justiça do Amazonas. Depois disso, os desembargadores do TJAM vão formar uma lista tríplice. A decisão final caberá ao governador do Amazonas, Roberto Cidade, responsável por escolher o novo desembargador da Corte.

A vaga foi aberta após a aposentadoria do desembargador Domingos Jorge Chalub Pereira, que deixou o cargo ao completar 75 anos.

 

A eleição ocorreu durante todo o dia desta quinta-feira. Em Manaus, a votação contou com 25 urnas eletrônicas cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM). No interior, advogados também votaram em cidades como Parintins, Itacoatiara, Manacapuru, Tefé, Tabatinga, Humaitá e Apuí.

Durante a votação, alguns candidatos estiveram acompanhados de apoiadores com roupas padronizadas e passaram o dia em busca dos votos de advogados indecisos. Apesar de o voto não ser obrigatório, a participação foi considerada expressiva.

 

 

Fonte: G1