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Reportagem assinada por Jamie Lafferty apresenta o evento como alternativa ao Carnaval do Rio e convida leitores a conhecer a cultura e natureza do Amazonas
O tradicional Festival Folclórico de Parintins e outras expressões culturais do Amazonas ganharam destaque internacional em uma reportagem do jornal britânico The Times, assinada pelo jornalista Jamie Lafferty e publicada na editoria de viagens do veículo, na última segunda-feira (9).
A matéria apresenta o evento parintinense, celebrado na Ilha de Tupinambarana, como uma alternativa “espetacular” ao Carnaval do Rio de Janeiro, e convida leitores estrangeiros a conhecerem a pluralidade cultural e natural da região.
Segundo a reportagem, o Festival de Parintins é uma das maiores festas culturais da América do Sul, reunindo cerca de 100 mil pessoas ao longo de três dias de competição entre as agremiações Garantido e Caprichoso que encenam narrativas inspiradas na lenda do Boi-Bumbá “com exuberância de cores, totems gigantes e performances artísticas de grande escala”, diz o jornalista.
Lafferty ressalta que a festividade, que ocorre tradicionalmente no último fim de semana de junho, não é apenas um espetáculo folclórico, mas uma “celebração da identidade local e da cultura amazônica”. Na visão da reportagem, enquanto o Carnaval carioca é conhecido mundialmente, a festa de Parintins oferece ao visitante uma experiência igualmente intensa, porém enraizada em tradições indígenas e na vibrante cultura regional.
O The Times também ampliou o olhar sobre o Amazonas ao destacar outras experiências disponíveis para quem visita o estado, como roteiros pela floresta amazônica a partir de Manaus, com hospedagens em lodges nas ilhas do Rio Negro e passeios pelos igarapés repletos de vida selvagem. Além de encontros com botos e jacarés e observação da espetacular biodiversidade da região.
A reportagem menciona também o contraste entre a energia contagiante do Festival de Parintins e a tranquilidade dos ambientes naturais próximos a Manaus, ressaltando que o estado oferece ao viajante tanto grandes festas culturais quanto uma imersão profunda na floresta tropical, um dos biomas mais ricos e únicos do planeta.
Fonte: Acrítica
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