Amazonas
Antes de jogar corpo de ex-vocalista do Água Cristalina, homens atiraram nele
A investigação feita pela Polícia Civil do Amazonas faz novas revelações sobre o caso ex-vocalista do Água Cristalina, Armando Lessa, que desapareceu ao viajar para a cidade de São Gabriel da Cachoeira. A polícia apurou que os dois suspeitos de matar o jovem atiraram nele antes de jogar o corpo no rio.
A arma que pode ter sido usada para executar o ex-cantor foi apreendida. Ela estava escondida debaixo da arquibancada do ginásio Quirinão, no município. O centro de eventos é o mesmo onde os suspeitos Charlys dos Anjos Bezerra e Mário Barros de Assunção, trabalharam durante um evento.
Dia do desaparecimento
Em depoimento, testemunhas contaram que Mario e Charlys começaram a consumir bebidas alcoólicas logo após a lancha partir do porto do São Raimundo, em Manaus, na tarde do dia 26. Durante a madrugada do dia 27, Armando teria ido até a área onde eles estavam e se aproximou da porta.
Ao ver o cantor, Charlys fez uma pergunta a ele, que não conseguiu ouvir. Em seguida, ele tomou o celular da mão da vítima enquanto gritava: “fala a verdade, fala a verdade”.
Charlys passou a acusar Armando de roubo ao mesmo tempo que pedia para Mario checar no celular de Armando para saber se ele era “filho de quem ele tava falando”. “Charlys colocou Amando ajoelhado e lhe apontou o revólver”, contou o suspeito, afirmando que assim que saiu para olhar o celular da vítima com outra pessoa ouviu o disparo da arma.
Charlys teria jogado o corpo de Armando e os dois limparam o local onde ocorreu o disparos. A maioria dos passageiros estava dormindo e diz não ter ouvido o barulho. Os celulares e os calçados deles, além da própria embarcação, passaram por perícia.
*Com informações do Amazonas Noticias.
