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	<title>Zanin - Portal NDC</title>
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	<title>Zanin - Portal NDC</title>
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		<title>Zanin será novo relator de pedido de criação da CPI do Banco Master</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/zanin-sera-novo-relator-de-pedido-de-criacao-da-cpi-do-banco-master/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 22:42:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[CPI]]></category>
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					<description><![CDATA[Dias Toffoli se declarou suspeito para analisar o caso O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF) foi escolhido nesta quarta-feira (11) novo relator da ação para obrigar a Câmara dos Deputados a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as fraudes no Banco Master. Zanin foi escolhido após Dias Toffoli se declarar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3488770536" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Dias Toffoli se declarou suspeito para analisar o caso</p>
<p><strong>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF) foi escolhido nesta quarta-feira (11) novo relator da ação para obrigar a Câmara dos Deputados a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as fraudes no Banco Master.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1681572&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1681572&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Zanin foi escolhido após Dias Toffoli se declarar suspeito para analisar o caso e deixar a relatoria do mandado da segurança</strong>. O sorteio foi feito pelo sistema eletrônico de distribuição de processos da Corte.</p>
<p>No mês passado, Toffoli também deixou a relatoria do inquérito que investiga as fraudes no Master após a Polícia Federal (PF) informar o presidente do STF, Edson Fachin, que há menções a ele em mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, que teve o aparelho apreendido durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada no ano passado.</p>
<p>O ministro é um dos sócios do resort Tayayá, localizado no Paraná. O empreendimento foi comprado por um fundo de investimentos que é ligado ao Master e investigado pela PF.</p>
<h2>CPI</h2>
<p>O mandado de segurança para garantir a abertura da CPI foi protocolado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). O parlamentar alega que o requerimento para a criação da comissão já foi protocolado e cumpriu os requisitos legais.</p>
<p>Segundo o parlamentar, há omissão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), ao deixar de instalar a CPI.</p>
<p>“O requerimento obteve um total de 201 assinaturas, cumprindo o requisito de mais de 1/3 (um terço) dos membros da Câmara dos Deputados, possui objeto certo e prazo definido, preenchendo, assim, todos os requisitos previstos no art. 58, § 3º, da Constituição Federal”, disse o deputado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Nomes de Moraes e Zanin constavam em anotações de grupo de extermínio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/nomes-de-moraes-e-zanin-constavam-em-anotacoes-de-grupo-de-exterminio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 16:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Zanin]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação da PF mira grupo que cobrava até R$ 250 mil para monitorar e assassinar autoridades Os nomes dos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), aparecem em anotações apreendidas pela Policia Federal (PF) no âmbito da operação que investiga um grupo que cobrava até R$ 250 mil para monitorar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3975118541" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Operação da PF mira grupo que cobrava até R$ 250 mil para monitorar e assassinar autoridades<br /><br />Os nomes dos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), aparecem em anotações apreendidas pela Policia Federal (PF) no âmbito da operação que investiga um grupo que cobrava até R$ 250 mil para monitorar e assassinar autoridades. A investigação ainda apura se houve monitoramento dos magistrados.<br /><br />Segundo fontes ligadas à investigação do caso, a tabela de preços para o monitoramento das autoridades também previa o valor de R$ 150 mil se a vítima fosse senador e R$ 100 mil se a vítima fosse deputado.<br /><br />A operação prendeu cinco integrantes da organização criminosa e cumpriu mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais. A operação foi autorizada por Zanin.<br /><br />As ações fazem parte de um inquérito que tramita sob sigilo e que apura também a venda de sentenças judiciais envolvendo servidores do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT).<br /><br />O grupo investigado era composto por civis e militares da ativa e da reserva, e se autodenominava “Comando C4” — sigla para Comando de Caça a Comunistas, Corruptos e Criminosos. <br /><br />A facção tem ligação com a execução do advogado Roberto Zampieri, assassinado em 2023 em Cuiabá (MT). Ele era apontado como figura central em um esquema de intermediação de sentenças judiciais.<br /><br />A investigação da PF indica que o grupo atuava também para lavar dinheiro por meio de uma rede empresarial e financeira, com origem em supostas propinas pagas para a compra de decisões judiciais no STJ.<br /><br />Entre os alvos da apuração estão advogados, lobistas, empresários, assessores parlamentares, chefes de gabinete e magistrados. Os crimes investigados incluem organização criminosa, corrupção, exploração de prestígio e violação de sigilo funcional.<br /><br /><br /><em>Fonte: CNN</em></p>
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