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	<title>votação da urgência - Portal NDC</title>
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		<title>Após atraso, urgência para corte de gastos segue na pauta da Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 17:06:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pacote do corte de gastos]]></category>
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					<description><![CDATA[Ela não foi votada na noite dessa terça-feira O pacote de corte de gastos que limita o aumento real do salário mínimo e cria restrições para acesso ao Bolsa Família e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) segue na pauta da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (4). Colocada como prioridade para o Congresso e o Executivo, a urgência para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3060375607" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ela não foi votada na noite dessa terça-feira</p>
<p>O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-11/entenda-pacote-fiscal-de-r-70-bi-anunciado-por-haddad" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pacote de corte de gastos</a> que limita o aumento real do salário mínimo e cria restrições para acesso ao Bolsa Família e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) segue na pauta da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (4). Colocada como prioridade para o Congresso e o Executivo, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-11/governo-e-congresso-esperam-votar-corte-de-gastos-ainda-neste-ano" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">urgência para votação do pacote </a>não foi votada na noite dessa terça-feira (3). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1622349&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1622349&amp;o=node" /></p>
<p>O atraso ocorre ao mesmo tempo em que o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-12/por-unanimidade-stf-valida-decisao-de-dino-que-liberou-emendas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Supremo Tribunal Federal (STF) definiu, por unanimidade</a>, as regras para a liberação das emendas parlamentares com critérios não previstos na lei sobre o tema aprovada no Parlamento. </p>
<p>Por liminar expedida em agosto deste ano, o ministro do STF Flávio Dino suspendeu o pagamento dos recursos usados pelos parlamentares para demandas em suas bases eleitorais. Ele alegou falta de transparência e rastreabilidade dos recursos.</p>
<p>Após o julgamento ontem (3) que autorizou a liberação das emendas, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a revisão dos trechos que tratam da aprovação de um plano de trabalho para liberação das emendas, da identificação nominal dos parlamentares solicitantes e do que trata do crescimento do volume total de emendas para 2025.</p>
<p>O AGU sustenta que a lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva corrigiu os problemas apontados pelo STF. “O que estamos fazendo, portanto, é apenas buscar um melhor entendimento sobre três pontos específicos da decisão que, em nossa compreensão, já estão contemplados na norma e refletem aquilo que foi pactuado entre o Governo Federal e o Congresso sobre a matéria”, afirmou o advogado-geral da União, Jorge Messias.</p>
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<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/2lxIwgM2med9L-mlT11gRnUblvg=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/25/lula-acordo-mariana_mcamgo_abr_25102024-21.jpg?itok=ObjpNKOj" alt="Brasília (DF), 25/10/2024 - O advogado-geral da União, Jorge Messias, participa de cerimônia de assinatura do novo acordo de repactuação da reparação dos danos da tragédia de Mariana (MG). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" width="365" height="243" /><p class="wp-caption-text">O advogado-geral da União, Jorge Messias. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</p></div>
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</div>
<p>Em um desses pontos, o que trata das chamadas emendas pix (transferências especiais), a AGU assegura que a lei atribuiu ao estado ou município beneficiado pelo dinheiro a competência para aprovação do plano de trabalho, e não ao ministério setorial que libera o recurso, conforme definiu o STF.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>Na sessão plenária dessa terça-feira, parlamentares criticaram as regras definidas pelo STF para transparência e rastreabilidade das emendas. O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) lamentou que “agora, até para aplicar a emenda orçamentária, tem que pedir licença para o Dino. Se ele deixar, é sim. Quer dizer, eu virei deputado de meia colher”.</p>
<p>Já o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) destacou que o Congresso está preocupado em como conseguir de volta as emendas. “É a única coisa de que se fala aqui: como vamos pegar de volta as emendas que o Flávio Dino, amigo do Lula, impediu lá no STF”, disse. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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