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	<title>Vírus - Portal NDC</title>
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		<title>Vírus comum em macacos pode estar prestes a &#8220;saltar&#8221; para humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 11:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[Um vírus comum em macacos tem mantido cientistas em estado de alerta. Responsável pela febre hemorrágica símia, o vírus da família dos arterivírus já causou surtos mortais em colônias de macacos em cativeiro e tem sintomas semelhantes aos do ebola. Publicada na última sexta-feira (30) no periódico Cell, a análise foi conduzida por Sara Sawyer e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2897186033" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Um vírus comum em macacos tem mantido cientistas em estado de alerta. Responsável pela febre hemorrágica símia, o vírus da família dos arterivírus já causou surtos mortais em colônias de macacos em cativeiro e tem sintomas semelhantes aos do ebola.</p>
<p>Publicada na última sexta-feira (30) no periódico <a href="https://www.cell.com/cell/fulltext/S0092-8674(22)01194-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>Cell</em></a>, a análise foi conduzida por Sara Sawyer e Cody Warren, pesquisadores na Universidade do Colorado em Boulder, nos Estados Unidos. </p>
<p>O estudo demonstra que o receptor CD163 desempenha um papel fundamental na <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Biologia/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">biologia</a> dos arterivírus símios, permitindo que invadam e causem infecção de células-alvo. Por meio de uma série de experimentos de laboratório, os pesquisadores descobriram, para sua surpresa, que o vírus também é notavelmente hábil em se agarrar à versão humana do CD163, entrando nas nossas células e rapidamente fazendo cópias de si mesmo.</p>
<p>“Esse vírus animal descobriu como obter acesso a <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2022/06/em-estudo-celulas-humanas-absorvem-menos-proteina-vegetal-do-que-animal.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">células humanas</a>, multiplicar-se e escapar de alguns dos importantes mecanismos <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2022/09/terapia-contra-cancer-mostra-potencial-para-tratar-casos-graves-de-covid.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">imunológicos </a>que esperaríamos para nos proteger de um vírus animal. Isso é muito raro”, comenta Sawyer, em <a href="https://www.eurekalert.org/news-releases/966454" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">nota</a>.</p>
<p>Outro fato chamou a atenção dos pesquisadores. Assim como o <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2022/01/anticorpo-monoclonal-usado-contra-cancer-pode-reverter-latencia-do-hiv.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">vírus da imunodeficiência humana</a> (HIV) – o qual se iniciou como<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/12/vacina-experimental-contra-hiv-e-segura-e-tem-bons-resultados-em-animais.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> vírus da imunodeficiência símia</a> (SIV) –, o responsável pela febre em macacos também parecem atacar as células imunes. Esse processo ocorre quando o vírus desativa os principais mecanismos de defesa e toma o controle do hospedeiro.</p>
<p>Até o momento, os autores enfatizam ainda é incerto qual o possível impacto do vírus para a humanidade. Entretanto, defendem que a comunidade global de saúde priorize um estudo mais aprofundado de vírus símios. </p>
<p>Isso porque uma gama de<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2022/05/anvisa-pede-uso-de-mascara-para-adiar-chegada-da-variola-dos-macacos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> macacos africanos </a>já carregam altas cargas virais de diversos arterivírus, muitas vezes assintomáticos. E algumas espécies têm uma interação frequente com humanos, aumentando o risco de transmissão.</p>
<p>&#8220;Nossa esperança é que, ao aumentar a <a href="https://revistagalileu.globo.com/Um-So-Planeta/noticia/2022/09/mais-de-11-milhao-de-tartarugas-marinhas-morreram-nos-ultimos-30-anos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">conscientização </a>sobre os vírus pelos quais devemos estar atentos, possamos nos antecipar a isso para que, se infecções humanas começarem a ocorrer, possamos agir rapidamente”, defende a autora.</p>
<p>Foto: pixabay</p>
<p>*Galileu</p>
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