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	<title>Vírus respiratório - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Vírus respiratório - Portal NDC</title>
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		<title>Vírus respiratório: 95% dos casos de VSR no ano são em crianças de 0 a 4 anos; conheça o &#8216;vilão&#8217; da temporada</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/virus-respiratorio-95-dos-casos-de-vsr-no-ano-sao-em-criancas-de-0-a-4-anos-conheca-o-vilao-da-temporada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 13:56:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus respiratório]]></category>
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					<description><![CDATA[O vírus sincicial respiratório (VSR) esteve presente em 30% dos casos de doenças respiratórias registradas no Brasil nos primeiros três meses de 2023. Entre janeiro e março, foram mais de 3,3 mil infecções &#8211; dessas, 95% atingiram apenas bebês e crianças de 0 a 4 anos. Os dados do Ministério da Saúde, coletados e monitorados pela iniciativa Infogripe, da Fundação Oswaldo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-185366298" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<div id="chunk-aad4i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="3">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-24670" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/04/120542706-d9caee8c-5119-408b-a640-1d74660cb3fd.webp" alt="" width="984" height="554" /></p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <strong>vírus sincicial respiratório</strong> (VSR) esteve presente em <strong>30%</strong> dos casos de doenças respiratórias registradas no Brasil nos primeiros três meses de 2023. Entre janeiro e março, foram mais de <strong>3,3 mil infecções </strong>&#8211; dessas, 95% atingiram apenas bebês e crianças de 0 a 4 anos.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-799r0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os dados do Ministério da Saúde, coletados e monitorados pela iniciativa Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostram uma <strong>mudança de padrão</strong> na circulação do VSR, um vírus muito transmissível e bastante perigoso. Conhecido por ser o &#8220;vilão&#8221; da temporada outono e inverno, ele aparecia pouco nos meses mais quentes, mas o comportamento mudou nos últimos anos.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="55" data-block-id="6">
<ul class="content-unordered-list">
<li>No primeiro trimestre deste ano, o VSR causou <strong>mais infecções</strong> que o vírus da <strong>gripe</strong>;</li>
<li>Ele só perde para a <strong>Covid-19</strong>, que ainda representa mais de 50% dos casos positivos entre doenças respiratórias;</li>
<li>Em 2022, foram registrados <strong>14.489</strong> casos de VSR no Brasil &#8211; 13.542 (93%) somente na faixa etária de 0 a 4 anos.</li>
</ul>
<p>↪️ Ao que tudo indica, a Covid-19 &#8220;quebrou&#8221; a sazonalidade do VSR de forma indireta, fazendo com que os casos do vírus sejam registrados em níveis por vezes elevados durante o ano todo.</p>
</div>
<div id="chunk-4r7de">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">⚠️ A infecção causada pelo VSR pode ser grave em grupos de risco, como bebês, crianças, idosos e portadores de distúrbios cardíacos congênitos ou doenças pulmonares crônicas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1iuof">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="9">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/1LUQEKJHsAOBZH27b70nkfJCwqQ=/0x0:300x400/984x0/smart/filters:strip_icc()/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/02/27/virus_vsr_banco_de_imagens_abbvie.jpg" alt="Crianças prematuras devem ser imunizadas contra o Vírus Sincicial Respiratório — Foto: Banco de imagens/AbbVie" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Crianças prematuras devem ser imunizadas contra o Vírus Sincicial Respiratório — Foto: Banco de imagens/AbbVie</p>
<div id="chunk-ddein">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Confira abaixo mais detalhes sobre o vírus e como se proteger:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="12">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">O que é o VSR?</span></p>
<p>Apesar de ser pouco conhecido, o VSR sempre esteve presente no Brasil, circulando junto com outros vírus respiratórios, e é bem semelhante ao vírus influenza, causador da gripe.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="70" data-block-id="14">
<ul class="content-unordered-list">
<li>? Os sintomas são parecidos como os de um resfriado comum: febre, tosse, espirros, coriza e mal-estar.</li>
<li>? Em adultos com imunidade elevada e boas condições de saúde, eles desaparecem em poucos dias.</li>
<li>? Mas, entre os pequenos e os mais velhos, a infecção pode evoluir e atingir brônquios, alvéolos e pulmões, o que pode ser fatal. Entre os sinais, estão febre alta, muita tosse e, principalmente, dificuldade para respirar.</li>
</ul>
<p>Em casos graves, o VSR causa <strong>bronquiolite</strong>, doença que dificulta a chegada do oxigênio aos pulmões, e <strong>pneumonia</strong>, principalmente em bebês prematuros ou no primeiro ano de vida.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="70" data-block-id="16">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;É um vírus que não dá imunidade duradoura. Você não pega só uma vez na vida. As reinfecções vão ser comuns. A segunda, a terceira, a quarta, a quinta vez que você se encontra com o vírus, a tendência é ter sintomas mais leves. Então, o risco maior é nos mais novos, que não tem imunidade, ou nos mais velhos, que perderam a imunidade&#8221;, disse o pediatra infectologista Renato Kfouri.</blockquote>
<p><strong>Transmissão</strong>: o VSR é MUITO contagioso e é transmitido pelo ar ou pelo toque de objetos contaminados.</p>
</div>
<div id="chunk-4id2s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Prevenção</strong>: é muito parecido com o que vivemos na pandemia. Evitar ambientes fechados com aglomeração, higienização das mãos e uso de máscaras ajudam na redução da transmissão.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="20">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Qual é a época do VRS?</span></p>
<p>De acordo com Kfouri, <span class="highlight highlighted">as infecções por VRS sempre precedem os casos de influenza no Brasil</span>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="42" data-block-id="22">
<ul class="content-unordered-list">
<li>A <strong>sazonalidade </strong>do vírus varia de acordo com a <strong>região</strong>: no Norte, por exemplo, começa em fevereiro. Já no Sul, em abril;</li>
<li>Em todos os casos, o período de prevalência das infecções vai, no máximo, até <strong>agosto</strong>, segundo o Ministério da Saúde.</li>
</ul>
<p>Porém, a pandemia desorganizou o protagonismo dessa circulação. No período de confinamento, muitas crianças não desenvolveram a imunidade necessária contra o VSR &#8211; segundo estudos, a maioria das crianças tem contato com o vírus até os 3 anos de idade, mas sem complicações graves.</p>
</div>
<div id="chunk-eh2v3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O distanciamento, as crianças fora da escola, fizeram com que a gente não tivesse esse vírus em circulação. Isso acumulou um número grande de suscetíveis a ele: aquelas crianças que se infectariam no primeiro ou segundo ano de vida não se infectaram, não se expuseram ao vírus&#8221;, disse o médico.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8f2eh"> </div>
<div id="chunk-c4p4l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Com a retomada das rotinas e a retirada da máscara, as crianças começaram a se infectar. E agora a gente está vendo um aumento na circulação de vírus e mais crianças infectadas&#8221;, explicou Kfouri, que também presidente o departamento de imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f7ssd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Isso justifica os casos de VSR registrados <strong>fora de época</strong>. Mas, mesmo com o vírus circulando em períodos não esperados, o pico sempre ocorre nos meses mais frios. <span class="highlight highlighted">Foram mais de </span><strong><span class="highlight highlighted">7,2 mil</span></strong><span class="highlight highlighted"> infecções por VSR entre </span><strong><span class="highlight highlighted">abril e julho de 2022</span></strong><span class="highlight highlighted"> contra </span><strong><span class="highlight highlighted">4,1 mil</span></strong><span class="highlight highlighted"> entre </span><strong><span class="highlight highlighted">outubro do mesmo ano e janeiro de 2023</span></strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-evqtb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o pediatra, a tendência é de que a sazonalidade &#8220;se reorganize&#8221; com o tempo.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="31">
<div class="content-intertitle">
<h2>Tem vacina contra VSR?</h2>
</div>
<p><strong>Ainda não</strong>. Farmacêuticas no mundo todo estão há anos trabalhando na criação de uma vacina contra o VSR por conta da letalidade do vírus em bebês e idosos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="57" data-block-id="34">
<ul class="content-unordered-list">
<li>? A Pfizer elabora uma vacina para <strong>gestantes</strong>, que protegem a mãe e o bebê contra o VSR, e outra para <strong>idosos</strong>. Testes clínicos de fase 3 mostraram uma eficácia de mais de <strong>80%</strong> nos dois imunizantes;</li>
<li>? A vacina da farmacêutica GSK se mostrou <strong>82,6% </strong>eficaz contra a doença em <strong>pessoas com 60 anos </strong>ou mais.</li>
</ul>
<p>Até o momento, não houve aprovação para uso dos imunizantes por agências reguladoras internacionais.</p>
</div>
<div id="chunk-431om">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Enquanto a vacina não chega, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece um medicamento para prevenir o VSR: é o <strong>palivizumabe</strong>, um anticorpo monoclonal que não permite que o vírus se hospede nas células humanas. Na rede pública, ele é indicado para bebês com menos de 1 ano de idade que nasceram prematuras e crianças com menos de 2 anos com doenças pulmonares crônica ou cardíaca congênita.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Banco de imagens/AbbVie</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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