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	<title>Violência sexual - Portal NDC</title>
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	<title>Violência sexual - Portal NDC</title>
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		<title>Violência sexual contra crianças e adolescentes cresce no Amazonas; maioria dos casos ocorre dentro de casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 21:38:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Violência sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento aponta que na maioria dos casos, o agressor é um familiar ou alguém de confiança da família. O Amazonas registrou 197 casos de estupro de vulnerável nos três primeiros meses de 2025, um aumento de quase 4% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados revelam um cenário preocupante de violência contra crianças [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-429892681" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Levantamento aponta que na maioria dos casos, o agressor é um familiar ou alguém de confiança da família.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Amazonas registrou <strong><span class="highlight highlighted">197 casos de estupro de vulnerável nos três primeiros meses de 2025, um aumento de quase 4% em relação ao mesmo período do ano passado</span></strong>. Os dados revelam um cenário preocupante de violência contra crianças e adolescentes, que tem a própria casa como o principal local das agressões.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-9881v">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com um levantamento do Disque 100, <strong><span class="highlight highlighted">mais de 80% das ocorrências acontecem dentro da residência da vítima</span></strong>. Na maioria dos casos, o agressor é um familiar ou alguém de confiança da família.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fs1ip">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Esses dados são confirmados pelo Atlas da Violência, divulgado este mês e que analisou notificações entre 2013 e 2023. Entre as vítimas mais jovens, como infantes (0 a 4 anos) e crianças (5 a 14 anos), a residência é o local mais frequente dos registros: 67,8% e 65,9% dos casos, respectivamente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c4mbv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O levantamento também mostra que, em todas as faixas etárias, a violência familiar é a forma mais recorrente de agressão.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c1vl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="59" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Além disso, os números de violência não letal contra crianças e adolescentes — incluindo negligência, agressões físicas, psicológicas e abusos sexuais — vêm crescendo de forma preocupante. Em 2023, o Brasil contabilizou 26.259 casos apenas entre crianças de 5 a 14 anos, segundo dados preliminares do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan/MS), coletados em fevereiro de 2025.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-63ja">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Um dos casos mais recentes desse tipo de crime ocorreu em Manaus, onde uma adolescente de 16 anos encontrou na escola um espaço para romper o silêncio. <strong><span class="highlight highlighted">Durante uma atividade de redação, a jovem relatou os abusos sexuais que sofria do próprio pai desde os 14 anos</span></strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8mppb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No texto, ela descreveu os episódios que aconteciam todas as noites, após a irmã dormir, e incluiu um desenho para ilustrar a violência. No final, fez um pedido: <strong><span class="highlight highlighted">&#8220;Eu não quero viver esse sofrimento que ele faz todas as noites comigo&#8221;.</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9rgpk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Após a revelação, a direção da escola, localizada no bairro Colônia Antônio Aleixo, acionou o Conselho Tutelar da região, que imediatamente tomou as providências legais para proteger a adolescente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ggmj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="44" data-block-id="16">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Lamentavelmente, recebemos uma denúncia muito forte. Uma adolescente escreveu uma carta e entregou na escola informando que estava sendo abusada sexualmente pelo próprio pai — aquele que deveria proteger, que deveria cuidar, era exatamente quem fazia o oposto&#8221;, destacou o conselheiro tutelar Marcos Lima.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-5k6s8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Casos como esse evidenciam a importância de escutar crianças e adolescentes, como explica a titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), Juliana Tuma.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-enke6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="47" data-block-id="18">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Se não sente seguro para contar dentro da sua casa, conte para um adulto de confiança, procure alguém na escola. Tenha em si aquela confiança que será protegido. E se alguém te pedir segredo, pedindo pra esconder, conte, não existe segredo entre adulto e criança&#8221;, afirmou Tuma.</blockquote>
<em>Fonte: G1</em></div>
</div>
</div>
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		<title>Boate é fechada após mulheres relatarem estupro coletivo no Rio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/boate-e-fechada-apos-mulheres-relatarem-estupro-coletivo-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 16:32:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[boate]]></category>
		<category><![CDATA[denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Violência sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o Corpo de Bombeiros, a situação da boate está irregular. Polícia realizou perícia na casa de shows, que fica na Lapa (RJ) A boate Portal Club, onde duas mulheres afirmam que foram estupradas, foi interditada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública do Rio de Janeiro (Seop), na noite dessa quinta-feira (4/4). O Corpo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4284489732" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Segundo o Corpo de Bombeiros, a situação da boate está irregular. Polícia realizou perícia na casa de shows, que fica na Lapa (RJ)<br /><br />A boate Portal Club, onde duas mulheres afirmam que foram estupradas, foi interditada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública do Rio de Janeiro (Seop), na noite dessa quinta-feira (4/4).<br /><br />O Corpo de Bombeiros já havia informado que o local estava com a situação irregular, já que não tinha o Certificado de Vistoria Anual (CVA), que garante a segurança contra incêndio e pânico.<br /><br />“A medida administrativa foi tomada preventivamente para preservar a segurança e a ordem pública. O local permanecerá fechado até o encerramento das investigações pela polícia”, informou a Seop.<br /><br />Na quarta-feira (3/4), a Delegacia da Mulher do Centro do Rio fez uma perícia na boate. Os proprietários entregaram as imagens das câmeras de segurança do local, e os investigadores afirmam que já têm pistas de um dos suspeitos.</p>
<h4>Denúncia de estupro</h4>
<p>Duas mulheres denunciaram que foram estupradas na boate. A primeira é uma universitária estrangeira de 25 anos. Segundo ela, o estupro coletivo foi no último domingo (31/3), no quarto escuro do estabelecimento, também conhecido como dark-room, que fica praticamente sem luz.</p>
<p>A mulher, que já deixou o país, divulgou uma carta. “Estou de volta em casa e só quero descansar e esquecer. Não sei se haverá justiça ou não. Espero que a minha história ajude outras mulheres que passaram pela mesma coisa a serem encorajadas a falar, que saibam que não estão sozinhas.”</p>
<p>No texto, a universitária também esclarece que foi levada por um rapaz que conheceu na festa para o quarto escuro. Conforme afirma, a estrangeira achava que estava indo para uma outra pista de dança. Nesse espaço, ela conta que acabou violentada por outros homens. E chegou a falar, inclusive, que perdeu a consciência durante o abuso.</p>
<h4>Violência sexual em boate</h4>
<p>Com a repercussão do caso, outra mulher afirmou ter sido violentada na boate, em novembro do ano passado.</p>
<p>“Eu fui assistir a um grupo de pagode, que eu conhecia. E, neste dia, tinha um open-bar, e eu bebi normalmente. Quando eu fui ao banheiro, não me senti bem, tonta, e não me lembro mais do que aconteceu. Desse não lembrar o que aconteceu, eu acordei no quarto preto, com um homem na minha frente, um homem do meu lado sem calça”, conta a mulher ao RJ1, da TV Globo.</p>
<p>“Quando eu fui urinar, saíram algumas coisas pelas minhas partes, um líquido pelas minhas partes. Só que, assim que eu saí, veio uma funcionária e perguntou: ‘Você sabe onde você estava?”. Não, não sei. “Você estava num ‘dark room’. Mas eu nunca entraria no ‘dark room&#8217;”, revela.</p>
<h4>Punição</h4>
<p>Em nota, a boate Portal Club disse que repudia veementemente o crime e que nunca irá apoiar qualquer tipo de intolerância, opressão ou violência contra as mulheres.</p>
<p>A casa de shows ainda afirmou que está comprometida com a investigação e que deseja que os responsáveis sejam “devidamente punidos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
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