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		<title>Juiz nega pedido de suspensão das retiradas dos flutuantes em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 16:34:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[flutuantes]]></category>
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					<description><![CDATA[O Juiz Moacir Pereira Batista, da Vara do Meio Ambiente da Justiça do Amazonas, negou 13 recursos que pediam a suspensão de uma decisão judicial que mandou retirar os flutuantes do Tarumã-Açu, em Manaus. A decisão inicial foi proferida em julho e, segundo o magistrado, todos os flutuantes também deverão ser desmontados. O prazo final [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3356999975" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O Juiz Moacir Pereira Batista, da Vara do Meio Ambiente da Justiça do Amazonas, negou 13 recursos que pediam a suspensão de uma decisão judicial que mandou retirar os flutuantes do Tarumã-Açu, em Manaus.</p>
<p>A decisão inicial foi proferida em julho e, segundo o magistrado, todos os flutuantes também deverão ser desmontados. O prazo final para que a Prefeitura de Manaus notifique os proprietários e faça a devida retirada das estruturas é até o dia (31) de dezembro.</p>
<p>Logo após a sentença, no processo que corre desde 2001, proprietários de flutuantes entraram com pedidos para &#8220;sustar a execução da decisão ou extinguir o processo&#8221;. No entanto, o juiz não acatou os pedidos e mandou que a prefeitura proceda com as retiradas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Foram um total de 13 (treze) proprietários de flutuantes que se utilizam do bem público igarapé do Tarumã-Açu, usando de alguma forma de recursos hídricos e objetivando a sua permanência no local, sem ter outorga ou sem ter licenciamento ambiental, sequer sem ter um plano para a bacia do Tarumã-Açu&#8221;, explicou.</p></blockquote>
<p>Em 12 páginas, o magistrado explicou o porquê de negar o provimento dos recursos e disse que &#8220;não se pode permitir a permanência infinita dos flutuantes sem uma ordenação&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Mantenho a necessidade de retirada dos flutuantes, por ordem da própria sentença dada ao Município, por ser impossível o licenciamento&#8221;, decidiu.</p></blockquote>
<p>Por fim, o magistrado também disse que caso os proprietários voltem a recorrer, poderão ter que pagar multa contra a dignidade da justiça.</p>
<p>&#8220;Advertidos todos os [&#8230;] peticionantes identificados nesta decisão a não peticionarem mais nos autos com a finalidade que objetivaram, sob pena de multa por ato atentatório à dignidade da justiça&#8221;, finalizou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1</p>
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