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	<title>Venezuelanos - Portal NDC</title>
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	<title>Venezuelanos - Portal NDC</title>
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		<title>VÍDEO: irmãos colidem moto com micro-ônibus na avenida das Torres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 14:32:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As vítimas são dois adolescente venezuelanos. O trânsito na avenida apresentou lentidão nesta quarta Manaus – Dois irmãos cidadãos venezuelanos se envolveram em um acidente de trânsito, na manhã desta quarta-feira (13), na avenida das Torres que acessa a avenida das Flores, no sentindo bairro/Centro, em Manaus. As vítimas estava em uma motocicleta modelo Pop, de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2172928377" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>As vítimas são dois adolescente venezuelanos. O trânsito na avenida apresentou lentidão nesta quarta<br /><br /><strong>Manaus</strong> – Dois irmãos cidadãos venezuelanos se envolveram em um acidente de trânsito, na manhã desta quarta-feira (13), na avenida das Torres que acessa a avenida das Flores, no sentindo bairro/Centro, em Manaus.<br /><br />As vítimas estava em uma motocicleta modelo Pop, de cor vermelha, placa QZQ 6G46, trafegando na faixa da direita, no início da avenida das Torres, quando colidiram com a traseira de um micro-ônibus que faz parte de uma empresa do ramo de transporte para indústria e comércio.<br /><br />Conforme as informações, o micro-ônibus teria parado na via para que um grupo de estudantes atravessasem. Com a colisão, os irmãos, sendo dois adolescentes, ficaram estirados no chão.<br /><br />Os dois estavam sem capacete. O impacto foi taõ forte que o para-choque do micro-ônibus foi arrancado. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para atender a ocorrência.<br /><br />Os irmãos foram encaminhados para uma unidade hospitalar com ferimentos, mas conscientes. O trânsito no local foi afetado e apresentou lentidão.<br /><br /><strong>Veja vídeo:</strong></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-46327-1" width="480" height="800" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/acidente-manaus-7.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/acidente-manaus-7.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/acidente-manaus-7.mp4</a></video></div>
<p><br /><br /><br />Fonte: D24am</p>
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		<title>Venezuelanos em situação análoga à escravidão são resgatados em fábrica de alimentos em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/venezuelanos-em-situacao-analoga-a-escravidao-sao-resgatados-em-fabrica-de-alimentos-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2024 16:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuelanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Resgate foi parte de operação da Polícia Civil do Amazonas, que também resultou na apreensão de 20 toneladas de alimentos impróprios. Seis trabalhadores de origem venezuelana foram resgatados em situação análoga à escravidão dentro de uma fábrica de alimentos situada na Zona Leste de Manaus. O resgate foi realizado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2533087773" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Resgate foi parte de operação da Polícia Civil do Amazonas, que também resultou na apreensão de 20 toneladas de alimentos impróprios.<br /><br />Seis trabalhadores de origem venezuelana foram resgatados em situação análoga à escravidão dentro de uma fábrica de alimentos situada na Zona Leste de Manaus. O resgate foi realizado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), na terça-feira (14), como parte da Operação Alforria, que também resultou na apreensão de alimentos impróprios para consumo.<br /><br />Os homens foram encontrados em um galpão frigorífico no bairro Mauazinho. No momento da operação, eles estavam trancafiados sem acesso à água potável ou banheiro.<br /><br />No local, as autoridades constataram que os trabalhadores eram obrigados a adulterar produtos alimentícios impróprios para consumo, para serem revendidos clandestinamente em mercados de médio porte da capital.<br /><br />Foram apreendidos alimentos industrializados como carne para hambúrguer, salsicha e outros tipos de processados, totalizando aproximadamente 20 toneladas de alimentos impróprios. A mercadoria será descartada.<br /><br />Conforme o delegado Cícero Túlio, titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), as investigações começaram há três semanas, após a apreensão de produtos com sinais de adulteração durante uma ação de fiscalização da Vigilância Sanitária.<br /><br />A apuração policial revelou que um empresário de 56 anos era o responsável pelo esquema criminoso. Ele comprava produtos vencidos de grandes supermercados de Manaus sob a falsa alegação de descarte.<br /><br />Em seguida, o homem levava os produtos para o galpão, onde obrigava os estrangeiros a adulterarem as datas de validade para serem revendidos clandestinamente.<br /><br />O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de redução à condição análoga à de escravo, falsificação, corrupção e adulteração de substâncias ou produtos alimentícios. Após os procedimentos cabíveis, ele ficará à disposição da Justiça.<br /><br />Até o fechamento da matéria, a Polícia Civil não informou os procedimentos tomados com os trabalhadores resgatados.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: G1 AM</p>
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		<item>
		<title>Polícia Federal resgata 33 migrantes venezuelanos em situação de exploração</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/policia-federal-resgata-33-migrantes-venezuelanos-em-situacao-de-exploracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 00:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[DPU]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[migrantes]]></category>
		<category><![CDATA[Pacaraima]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuelanos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) resgatou, nesta terça-feira (19), 33 migrantes venezuelanos em situação de exploração em um abrigo em Pacaraima, na fronteira do Brasil com a Venezuela. Eles eram forçados a trabalhar e pagavam R$ 100 para ficar no abrigo, segundo a PF. A ação foi em conjunto com Defensoria Pública da União (DPU) e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3061985739" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Polícia Federal (PF) resgatou, nesta terça-feira (19), 33 migrantes venezuelanos em situação de exploração em um abrigo em Pacaraima, na fronteira do Brasil com a Venezuela. Eles eram forçados a trabalhar e pagavam R$ 100 para ficar no abrigo, segundo a PF.</p>
<p>A ação foi em conjunto com Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público do Trabalho. A fiscalização ocorreu após denúncias de que os migrantes venezuelanos estavam sendo vítimas de trabalho análogo ao escravo.</p>
<p>No local, foi identificada a situação de exploração dos migrantes. Eles estavam em processo de entrada no território nacional. O abrigo é vinculado a uma instituição religiosa e os venezuelanos eram obrigados a participar das atividades.</p>
<p>Além de trabalhar e pagar para ficar no local, eles só poderiam sair com autorização dos proprietários e eram proibidos de trabalhar em outros lugares. Eles também tiveram parte dos documentos retidos, foram fichados e ameaçados.</p>
<p>Uma pessoa foi presa em flagrante por posse ilegal de arma. Os proprietários do abrigo não estavam no local.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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		<item>
		<title>Número recorde de venezuelanos se arrisca em uma das travessias mais perigosas do mundo rumo aos EUA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/numero-recorde-de-venezuelanos-se-arrisca-em-uma-das-travessias-mais-perigosas-do-mundo-rumo-aos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 14:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fuga em Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuelanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Nem a fome, sede e cansaço, o risco de contrair doenças ou de sofrer violência física ou sexual ao longo de uma jornada de 106 km no meio da selva entre o Panamá e a Colômbia impediram que, até o fim de setembro, mais de 151 mil migrantes, a grande maioria venezuelanos, se arriscassem pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2614717890" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Nem a fome, sede e cansaço, o risco de contrair doenças ou de sofrer violência física ou sexual ao longo de uma jornada de 106 km no meio da selva entre o Panamá e a Colômbia impediram que, até o fim de setembro, mais de 151 mil migrantes, a grande maioria venezuelanos, se arriscassem pela travessia do Tampão de Darién rumo aos EUA, uma das mais perigosas do mundo. O número já ultrapassa o recorde do ano passado, de mais de 133 mil pessoas — superior ao total acumulado em toda a década anterior. Não bastassem a selva densa e todos os obstáculos naturais, circulam por ali traficantes armados que levam grande parte da cocaína da América do Sul para os EUA.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="94" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além do número sem precedentes de migrantes que se arriscam na travessia, há ainda uma mudança de perfil. Se, até o ano passado, os <a href="https://oglobo.globo.com/mundo/tentando-chegar-aos-eua-milhares-de-haitianos-causam-crise-migratoria-em-cidade-da-colombia-1-25131960" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">haitianos eram maioria</a>, agora são os venezuelanos, correspondendo a mais de 70% do total. Segundo o Serviço de Migração do Panamá, houve um crescimento impressionante de 6.690% de venezuelanos atravessando o Darién quando comparados os dados de janeiro a setembro do ano passado e o mesmo período deste ano: de 1.586 para 107.692. No ano passado inteiro, os venezuelanos somaram 2.819. Já os haitianos totalizam 8.600 até agora neste ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="14" data-block-id="5">
<p>Desde 2015, mais de 6,8 milhões de venezuelanos deixaram o país, segundo a ONU, rumo, principalmente, a outros países sul-americanos. Mas o agravamento da instabilidade econômica em toda a região levou aqueles que já haviam conseguido se estabelecer financeiramente em países como Colômbia e Equador a tentar a sorte nos EUA. Não por acaso, o número de venezuelanos apreendidos na fronteira Sul dos EUA bateu níveis recordes nos últimos meses.</p>
<p><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 32px;font-weight: bold">Fuga em massa</span></p>
</div>
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<h2>Venezuelanos são 71% dos migrantes em Darién</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entre as causas citadas por Giuseppe Loprete, chefe da Missão da Organização Internacional para as Migrações (OIM) no Panamá, estão o impacto socioeconômico da <a href="https://oglobo.globo.com/economia/emprego/baixo-crescimento-pandemia-podem-prolongar-crise-do-emprego-na-america-latina-ate-2024-diz-oit-25376329" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pandemia</a> e as tensões nas cadeias de suprimentos globais, causadas pela guerra na Ucrânia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Um número crescente vem realizando travessias perigosas a pé, inclusive através do Tampão de Darién, no Panamá, passando pela América Central e México para chegar aos EUA em busca de melhores oportunidades — afirmou ao GLOBO. — Não podemos descartar que o forte uso das redes sociais para compartilhar vídeos de migrantes que atravessam a selva também influencie a decisão de seguir essa perigosa rota.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Publicado esta semana, um relatório da ONU mostra que cerca de 4,3 milhões de refugiados e migrantes da <a href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/pais/venezuela" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Venezuela</a> têm dificuldades de acesso a alimentação, moradia e emprego formal nos países onde vivem atualmente. Para comprar comida ou evitar viver nas ruas, muitos são obrigados a recorrer ao trabalho sexual, pedir esmolas e se endividar.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Equador, por exemplo, segundo o documento, 86% dos migrantes venezuelanos dizem não ter renda suficiente para suprir suas necessidades básicas, enquanto no Chile 13% deles vivem abaixo da linha da pobreza.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Da Venezuela, vim para a Colômbia, trabalhei e trabalhei — disse ao New York Times Félix Garvett, de 40 anos, esperando sob uma tenda em uma praia de uma cidade litorânea colombiana antes de começar sua jornada, no mês passado. — Preciso de um futuro para meus filhos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Colômbia, onde começa a travessia, é o país que mais recebe migrantes venezuelanos — dois milhões —, já que ambos os países compartilham uma fronteira terrestre extensa e porosa de mais de 2.219 km. Fechada desde 2019, a <a href="https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2022/06/petro-anuncia-que-reabrira-fronteira-da-colombia-com-a-venezuela-fechada-desde-2019.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">divisa acaba de ser reaberta</a>, uma das promessas do novo presidente colombiano, Gustavo Petro, o primeiro de esquerda a governar o país.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="16">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Rota mais perigosa do mundo</span></p>
<p>O Tampão de Darién, região que marca a fronteira entre a Colômbia e o Panamá, é uma das rotas escolhidas pelos migrantes em direção ao Norte do continente. E uma das mais perigosas do mundo. São 5 mil km² de matas tropicais, montanhas íngremes e rios. O trajeto começa na rodovia Panamericana, que liga a maioria dos países do continente americano. Mas, nesse trecho específico, onde a rodovia é interrompida, não há estradas pavimentadas nem caminhos sinalizados.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Tampão de Darién, região que marca a fronteira entre a Colômbia e o Panamá, é uma das rotas escolhidas pelos migrantes em direção ao Norte do continente. E uma das mais perigosas do mundo. São 5 mil km² de matas tropicais, montanhas íngremes e rios. O trajeto começa na rodovia Panamericana, que liga a maioria dos países do continente americano. Mas, nesse trecho específico, onde a rodovia é interrompida, não há estradas pavimentadas nem caminhos sinalizados.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="18">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/9-PDvjlifVRTZJkVUNK3W9BEfmE=/0x0:620x408/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/t/i/8KPKiOT1yRilXBO7aSXg/mapa-panama-colombia.jpg" alt="Tampão de Darién fica entre o Panamá e a Colômbia, rota de muitos imigrantes que tentam chegar à América do Norte — Foto: Arte O Globo" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Tampão de Darién fica entre o Panamá e a Colômbia, rota de muitos imigrantes que tentam chegar à América do Norte — Foto: Arte O Globo</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em média, os migrantes levam de quatro a seis dias para cruzar a pé a floresta pouco sinalizada, que separa o povoado de Acandí, na Colômbia, e Bajo Chiquito, no sul do Panamá. Contudo, alguns chegam a levar dez dias na trilha.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="80" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Sob o clima extremamente úmido da floresta, há rios nada tranquilos e extensos pântanos — muitos dos imigrantes são levados pelas águas ou acabam se contaminando. Para piorar, correm o risco de serem atacados por gangues, que roubam e violentam as mulheres. Segundo Helmer Charris, que atuou com Médicos Sem Fronteiras (MSF) no Panamá até março, 396 mulheres foram atendidas por violência sexual de abril de 2021 a março de 2022, 68 delas apenas de janeiro a março deste ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="70" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Estamos particularmente preocupados com a situação das mulheres abusadas sexualmente e que são incapazes de obter a profilaxia e o tratamento médico e psicológico de que precisam com rapidez suficiente — disse Charris, acrescentando: — As venezuelanas também se queixam de maus-tratos brutais, infligidos com a intenção de humilhar, quase como em busca de vingança. [Tudo] isso obviamente afeta sua saúde física e mental e causa sofrimento psicológico significativo.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="23">
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<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/6MF80204wDwfMR_ViuvySjO1i-s=/0x0:3300x2200/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/c/X/M1LCUKSAefFIpDYpeF4g/venez-migrants-peril-3.jpg" alt="Olga Ramos, uma enfermeira venezuelana (esquerda), e sua família se arriscam na travessia do Tampão do Darién  — Foto: FEDERICO RIOS/AFP" /></figure>
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<p class="content-media__description ">Olga Ramos, uma enfermeira venezuelana (esquerda), e sua família se arriscam na travessia do Tampão do Darién — Foto: FEDERICO RIOS/AFP</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="69" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo autoridades colombianas, mais de mil migrantes chegam diariamente ao Terminal de Transportes do Norte de Medellín, no Departamento de Antioquia — antes o fluxo era de menos de 200 por dia. De lá, seguem para a cidade fronteiriça de Acandí , onde começa a travessia. Na semana passada, o ministro da Segurança panamenho, Juan Pino, confirmou que aproximadamente 2.500 pessoas chegam diariamente na fronteira, a maioria venezuelanos.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Refugiados e migrantes de várias nacionalidades cruzam a região há décadas, mas o número disparou nos dois últimos anos. De 2010 a 2020, a média anual de travessias era de até 11 mil pessoas, segundo autoridades panamenhas. Na época, a maioria dos que se arriscavam eram cubanos.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Agora, perante o crescente número de pessoas cruzando o Tampão de Darién, a OIM, o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur) e parceiros locais estão aumentando a resposta no Panamá, fornecendo abrigos temporários em centros de recepção do governo, bem como colchões, cobertores, lâmpadas.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— É necessário e urgente fortalecer a cooperação regional com todos os países afetados por esses fluxos migratórios, tanto os países de origem quanto os de trânsito e destino — afirma o chefe da missão da OIM no Panamá.</p>
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<section id="gallery-9804c944-3321-49c3-bf42-5859426097ff" class="galeria-fotos">
<h3 class="gallery-mosaic-title ">Sem contraceptivos: o drama das venezuelanas em imagens</h3>
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<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-first-item landscape"><img loading="lazy" decoding="async" id="image-id-tumb-c8b97e90-fa88-4bf4-8caa-eac7076c4bb1" role="button" src="https://s2.glbimg.com/DUFDMGxCRVFNPL7ibeltZTo-ViQ=/0x0:4500x3004/648x248/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/8/D/Ofm1oSQkqZng4i4YF5Ow/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2021-3-10-10-1615383754182.jpg" alt="Mães, cujas famílias passam fome, esperam por uma refeição em Caracas, na Venezuela (08.12.2020). Contraceptivos não são acessíveis para a maioria das venezuelanas, o que as leva a gravidezes indesejadas em um momento em que mal conseguem alimentar os filhos que já têmNYT" width="4500" height="3004" data-posicao="1" /></div>
<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-seccond-item landscape"><img loading="lazy" decoding="async" id="image-id-tumb-9f0eb254-ba65-4fba-abbf-f15daf9325b9" role="button" src="https://s2.glbimg.com/B6zs-LfMxiliSVPQZcyVmrTpg3A=/0x0:8500x5674/323x182/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/5/j/BY25MfSL2hgjqALKQl2Q/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2021-3-10-10-1615383859331.jpg" alt="Johanna Guzman, 25 anos, cuida dos filhos em sua casa nos arredores de Caracas (07.12.20). Contraceptivos não são acessíveis para a maioria das venezuelanas, o que as leva a gravidezes indesejadas em um momento em que mal conseguem alimentar os filhos que já têmNYT" width="8500" height="5674" data-posicao="2" /></div>
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<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-last-item landscape"><img loading="lazy" decoding="async" id="image-id-tumb-1bf2d5f4-8d3d-486f-8d36-c1eed0796720" role="button" src="https://s2.glbimg.com/ZHwyhSmBHEjFT8XW-PdJ3CYkeEo=/0x0:4500x3004/323x182/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/Q/7/wCEfVFQR6uPx4mDJDgBQ/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2021-3-10-10-1615384430538.jpg" alt="Os quatro filhos de Johanna Guzman, 25 anos, comem com o irmão mais moço da mãe (07.12.2020). Contraceptivos não são acessíveis para a maioria das venezuelanas, o que as leva a gravidezes indesejadas em um momento em que mal conseguem alimentar os filhos que já têmNYT" width="4500" height="3004" data-posicao="3" /></div>
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<div class="gallery-mosaic-subtitle">Sem contraceptivos: o drama das venezuelanas em imagens</div>
</section>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="31">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Doenças e estresse pós-traumático</span></p>
<p>A maioria dos atendidos pela MSF no país este ano chegava com doenças de pele e dores no corpo, infecções respiratórias e doenças do sistema digestivo. Também era comum encontrar pessoas com estresse pós-traumático, sintomas de ansiedade ou em situação de luto pela perda de um familiar na selva.</p>
<p>Há ainda o risco de os migrantes serem passado para trás pelos coiotes, que os conduzem em círculos na mata pouco sinalizada. O médico relata que alguns foram levados através da notória Loma de la Muerte, que é famosa pelas difíceis condições. Como a rota é mais longa, os guias também cobram mais. O custo triplicou: passou de US$ 300 (cerca de R$ 1.50) por pessoa para US$ 900 (cerca de R$ 4.570).</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="16" data-block-id="35">
<p>O número de mortos, por sua vez, é incerto, mas, segundo a OIM, pelo menos 30 pessoas perderam a vida no trajeto este ano. Destas, nove eram crianças — ao longo de 2022, 14.500 meninos e meninas cruzaram a rota.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— São famílias que deixam tudo para trás por desespero, em busca de uma vida melhor em outro lugar — contou Loprete. — Há poucas semanas, uma mulher chegou ao fim da trilha e não conseguiu encontrar o marido. Esses casos são frequentes, e muitas crianças chegam sem os pais também. Estamos testemunhando um número crescente dessas situações. Nossa prioridade ajudá-los o mais rapidamente possível.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="78" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas, apesar da dureza da jornada e dos riscos da travessia, a OIM no Panamá estima que até o final deste ano, pelo menos 200 mil pessoas, entre bebês e grávidas, terão atravessado a fronteira da selva entre Colômbia e Panamá. De lá, ainda terão de seguir até a fronteira com a Costa Rica, e, em seguida, passar por Nicarágua, Honduras, Guatemala, México até chegar aos <a href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/pais/estados-unidos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Estados Unidos</a>, em uma viagem que pode durar mais de dois meses.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Se eu tiver que vir mil vezes, virei mil vezes — disse ao New York Times a enfermeira venezuelana Olga Ramos, em um acampamento a vários dias de distância do fim da trilha, no meio da selva, ao lado de toda a família.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>*g1 Com New York Times</em></p>
</div>
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		<title>Venezuelanos são mortos a tiros na Gruta do Raio em Presidente Figueiredo, no AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/venezuelanos-sao-mortos-a-tiros-na-gruta-do-raio-em-presidente-figueiredo-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[mortos a tiros]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Figueiredo]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuelanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois venezuelanos, de 23 e 25 anos, foram mortos a tiros na Gruta do Raio, no município e Presidente Figueiredo, na noite de terça-feira (26). Os suspeitos de cometerem o crime fugiram do local e não foram localizados pela polícia. A Polícia Militar informou que foi acionada por volta de 19h30 para conter um tiroteio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-40488663" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Dois venezuelanos, de 23 e 25 anos, foram mortos a tiros na Gruta do Raio, no município e Presidente Figueiredo, na noite de terça-feira (26). Os suspeitos de cometerem o crime fugiram do local e não foram localizados pela polícia.<br /><br />A Polícia Militar informou que foi acionada por volta de 19h30 para conter um tiroteio entre vários criminosos que acontecia na rua Acácia, no bairro Aída Mendonça.<br /><br />Os policiais foram ao local para verificar a denúncia e, quando chegaram, foram informados que os suspeitos fugiram correndo por uma área de mata.<br /><br />Durante as buscas a equipe policial encontrou os corpos dos dois venezuelanos, na área conhecida como Gruta do Raio.</p>
<p>A polícia não conseguiu localizar os suspeitos de cometerem o crime. O caso foi registrado na 37ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), em Presidente Figueiredo, que deve investigar o ocorrido.</p>
<p>Foto: Francisco Carioca/Rede Amazônica</p>
<p>Fonte: G1 AM</p>
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