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	<title>vegetação - Portal NDC</title>
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	<title>vegetação - Portal NDC</title>
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		<title>Alerta das florestas: vegetação pode estar perdendo capacidade de absorver carbono</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/alerta-das-florestas-vegetacao-pode-estar-perdendo-capacidade-de-absorver-carbono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 17:08:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[capacidade]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[vegetação]]></category>
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					<description><![CDATA[Problema é ainda mais sério porque maioria dos países conta com florestas para impedir aumento da temperatura global Florestas e outros biomas terrestres não conseguiram absorver gás carbônico em ritmo suficiente para fazer frente às emissões de combustíveis fósseis em 2023, levando a uma taxa de crescimento de CO2 na atmosfera 86% maior do que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-990730952" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Problema é ainda mais sério porque maioria dos países conta com florestas para impedir aumento da temperatura global</p>
<p>Florestas e outros biomas terrestres não conseguiram absorver gás carbônico em ritmo suficiente para fazer frente às emissões de combustíveis fósseis em 2023, levando a uma taxa de crescimento de CO2 na atmosfera 86% maior do que no ano anterior, segundo estudo europeu publicado na revista National Science Review, em outubro. </p>
<p>Os pesquisadores concluíram que a alta foi provocada por um enfraquecimento na capacidade dos ecossistemas de absorver o gás do efeito estufa. Isso ocorreu em um ano que foi extremamente quente, com secas intensas na floresta amazônica e enormes incêndios florestais no Canadá. </p>
<p>O estudo acendeu um alerta logo antes da 29ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP29), que começou na segunda-feira, 11 de novembro, em Baku, capital do Azerbaijão. Dos 143 países com metas de redução de emissões, que serão novamente discutidas a partir da COP, pelo menos 118 deles dependem de suas florestas para atingir os objetivos e evitar que a Terra aqueça mais de 1,5 ºC na comparação com a temperatura média do período pré-industrial. </p>
<p>Por décadas a fio, as florestas, a vegetação e o solo dos biomas vêm ajudando a humanidade nessa tarefa, absorvendo grande parte – cerca de 30% – das emissões de gás carbônico provocadas pela queima de combustíveis fósseis. Isso acontece naturalmente por meio da fotossíntese – processo de “alimentação” das plantas, por meio do qual elas absorvem o CO2 na atmosfera para produzir a matéria-prima necessária para seu crescimento. </p>
<p>O estudo europeu e outras pesquisas, no entanto, apontam que essa absorção pode estar enfraquecendo, pelo menos em algumas partes do mundo.</p>
<p>Ainda há muitas dúvidas na comunidade científica sobre o tamanho desse enfraquecimento, suas causas, se ele varia ao longo do tempo e se seria reversível. Mas as evidências preliminares, caso confirmadas, preocupam.</p>
<p>“Se as florestas e os oceanos deixarem de remover o gás carbônico como vinham removendo há décadas, nossas metas teriam que ser muito mais ambiciosas, teríamos que dar uma superacelerada no corte de emissões – e estamos muito longe disso”, diz o meteorologista Carlos Nobre, um dos maiores especialistas brasileiros em mudanças climáticas. </p>
<p>No ano passado, as emissões cresceram 1,3%. Segundo o relatório mais recente da ONU sobre o tema, se todas as metas dos países fossem realmente cumpridas, ainda estaríamos caminhando para um aquecimento de 2,6 ºC até o fim do século na comparação com a era pré-industrial. </p>
<p>Se 2023 já tinha sido o ano mais quente registrado na história, este ano promete ser ainda pior. Segundo levantamento do observatório Copernicus, da União Europeia, 2024 deve se tornar o primeiro ano a registrar um aumento da temperatura média global acima de 1,5 ºC. </p>
<p>Nesse cenário – e enquanto falhamos miseravelmente em cortar as emissões – estamos todos contando com a absorção realizada pelas florestas.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Amazônia pode estar se tornando fonte de carbono</strong></h2>
<figure class="wp-block-image size-full">
<div id="attachment_297321" style="width: 792px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-297321" class="wp-image-297321" src="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Queimadas_carbono.jpg" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" srcset="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Queimadas_carbono.jpg 782w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Queimadas_carbono-600x397.jpg 600w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Queimadas_carbono-768x508.jpg 768w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Queimadas_carbono-150x99.jpg 150w" alt="florestas,absorver carbono" width="782" height="517" /><p id="caption-attachment-297321" class="wp-caption-text">Pesquisadores concluíram que a alta foi provocada por um enfraquecimento na capacidade dos ecossistemas de absorver o gás do efeito estufa (Foto: Mayangdi Inzaulgarat / Ibama)</p></div>
</figure>
<p>Para Philippe Ciais, um dos autores do estudo publicado em outubro e diretor do Laboratório para Ciências Climáticas e Ambientais, instituto de pesquisa francês, a grande pergunta é como essa capacidade de absorção varia no tempo e se ela continuará retirando da atmosfera a mesma quantidade de gás carbônico das emissões humanas como fez no passado. </p>
<p>Em artigo publicado em agosto, outro grupo de pesquisadores europeus indicou uma perda de força de 25% na absorção de florestas e vegetação da Europa entre 2000 e 2010. </p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Essa redução parece ser impulsionada por uma combinação de fatores: aumento na intensidade do manejo florestal (extração controlada de madeira e outros produtos florestais) e uma elevação na frequência e gravidade de distúrbios naturais”, explicou Ronny Lauerwald, da universidade francesa Paris-Saclay e um dos autores do estudo, em entrevista à Pública. </p>
</blockquote>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“No entanto, quantificar com precisão a contribuição de cada um desses fatores para a capacidade decrescente de absorção de CO₂ das florestas europeias continua sendo um desafio significativo”, disse ele.</p>
</blockquote>
<p>No Brasil, alguns levantamentos científicos também apontam para um enfraquecimento da floresta amazônica.</p>
<p>Pior ainda: algumas partes da floresta, principalmente as mais afetadas por queimadas e desmatamento, já estariam se tornando fonte de carbono, como mostram os trabalhos conduzidos pela cientista Luciana Gatti, coordenadora do Laboratório de Gases de Efeito Estufa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“As estimativas do balanço de carbono da Amazônia na última década indicam que a Amazônia como um todo é agora uma fonte de carbono (ou seja, perde carbono para a atmosfera) na ordem de 1,1 Gt CO2 por ano”, diz um artigo recente assinado por Gatti e outros pesquisadores.</p>
</blockquote>
<p>“A Amazônia vem atuando historicamente como sumidouro [absorvendo carbono], porém isso vem perdendo força, uma redução de 30% desde os anos 1990”, diz o ecólogo David Lapola, pesquisador do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Unicamp e coordenador do AmazonFACE, um experimento de campo inédito que quer, justamente, entender até onde vai a absorção de CO2 pela floresta. </p>
<p>Por meio de grandes torres equipadas com sensores em uma área de floresta madura, o experimento vai expor a vegetação a uma concentração maior de CO2 do que a atual para entender o que pode acontecer com a floresta no futuro. Em tese, quanto mais CO2, mais eficiente é a fotossíntese.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mas as observações estão mostrando que esse efeito tem seus limites”, diz Lapola.</p>
</blockquote>
<p>O pesquisador explica que as principais hipóteses para essa limitação são duas: a primeira seria a da falta de nutrientes no solo, que impede a absorção efetiva do carbono pela planta. Na Amazônia, o principal problema pode ser a ausência de fósforo. </p>
<p>A segunda hipótese é a mudança climática, com o aumento dos extremos (mais dias de temperaturas muito altas, secas intensas seguidas por chuvas também extremas), que estaria afetando a capacidade da floresta de funcionar como funcionou por milhares de anos. </p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quando falamos da Amazônia como sumidouro [que absorve CO2], estamos falando o quanto a floresta vai nos ajudar a conter a mudança do clima. Mas tem o outro lado dessa moeda, que é a floresta em si estar vulnerável à mudança climática”, afirma Lapola.</p>
</blockquote>
<figure class="wp-block-image size-full is-resized">
<div id="attachment_297326" style="width: 939px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-297326" class="wp-image-297326" src="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Floresta_torre-contemplacao.jpg" sizes="(max-width: 929px) 100vw, 929px" srcset="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Floresta_torre-contemplacao.jpg 929w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Floresta_torre-contemplacao-600x333.jpg 600w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Floresta_torre-contemplacao-768x426.jpg 768w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Floresta_torre-contemplacao-150x83.jpg 150w" alt="florestas,absorver carbono" width="929" height="515" /><p id="caption-attachment-297326" class="wp-caption-text">Experimento com grandes torres equipadas com sensores em área de floresta madura expõe a vegetação a uma concentração maior de CO2 para entender o que pode acontecer com a floresta no futuro. (Foto: Dado Galdieri / AmazonFACE)</p></div>
</figure>
<p>O pesquisador Marcos Costa, professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e um dos autores do último grande relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que reúne as evidências científicas de ponta sobre o clima, afirma que é preciso olhar para o balanço global para avaliar o tamanho do problema.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Aparentemente, os enfraquecimentos dos sumidouros de carbono [biomas que atuam absorvendo o gás] são locais, ainda não vemos uma tendência global.” </p>
</blockquote>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Na Amazônia está enfraquecendo? Muito provavelmente está, temos os artigos indicando até a mudança de sinal, de sumidouro para fonte, o que é muito preocupante. Mas globalmente o que importa é que, se perdeu a capacidade aqui, outras florestas ainda estão compensando”, explica Costa. </p>
</blockquote>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Faltou combinar com a floresta: modelos desatualizados e metas irreais</strong></h2>
<p>Em nível local, o enfraquecimento dos sumidouros importa para os países em seus esforços de conter emissões. O caso da Finlândia é ilustrativo. </p>
<p>O país nórdico se comprometeu a se tornar carbono neutro até 2035 – cortando emissões e compensando as restantes com a capacidade de absorção de sua vasta cobertura florestal.</p>
<p>Faltou, porém, combinar com a floresta. Entre 2009 e 2022, a absorção por floresta, vegetação e solo diminuiu 90%, segundo um levantamento do jornal britânico The Guardian.</p>
<p>Assim, apesar de o país ter cortado 43% das emissões em todos os setores, o balanço líquido está aproximadamente no mesmo nível da década de 1990. </p>
<p>Um alívio para os países que usam as remoções florestais para calcular suas metas de cortes de emissões é que ainda falta consenso científico sobre o tamanho das limitações na capacidade comprovada das florestas de absorver CO2. </p>
<p>Pelas diretrizes atuais, nas quais os países se baseiam para reportar suas emissões, florestas em pé absorvem carbono.</p>
<p>O Brasil, por exemplo, contabiliza as remoções feitas pela vegetação de áreas protegidas, como unidades de conservação e terras indígenas.</p>
<figure class="wp-block-image size-full">
<div id="attachment_297327" style="width: 793px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-297327" class="wp-image-297327" src="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Planta-floresta.jpg" sizes="(max-width: 783px) 100vw, 783px" srcset="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Planta-floresta.jpg 783w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Planta-floresta-600x397.jpg 600w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Planta-floresta-768x508.jpg 768w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Planta-floresta-150x99.jpg 150w" alt="florestas,absorver carbono" width="783" height="518" /><p id="caption-attachment-297327" class="wp-caption-text">Estudo acendeu alerta logo antes da 29ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (Foto: Rodrigo-Pozzebom / Agência Brasil)</p></div>
</figure>
<p>Marcos Costa, da UFV, aponta que faltam recursos para melhorar os modelos de vegetação, sobre os quais ainda há “grandes incertezas”.</p>
<p>Por anos ele trabalhou nesses cálculos, mas diz que, na última década, os investimentos caíram muito, estagnando o desenvolvimento. </p>
<p>E há ainda um passo anterior, diz Costa: para alimentar os modelos, seria necessário produzir muito mais dados com experimentos de campo sobre a capacidade de absorção das florestas e suas limitações – como o AmazonFACE, que deve começar a operar no ano que vem.</p>
<p>“Os modelos precisam considerar melhor o fogo, a degradação florestal e a mortalidade causada pelas secas, que estão no geral ausentes das equações”, diz Ciais, do Laboratório para Ciências Climáticas e Ambientais. Para ele, essas ausências tornam essas projeções “muito otimistas” em relação aos sumidouros terrestres.</p>
<p>Enquanto isso, diferentes países, como o Brasil, continuam contando com a capacidade de suas florestas de absorver carbono para limitar o aquecimento global. </p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A pergunta prática mais urgente é se medidas eficazes podem ser implementadas para evitar a degradação adicional dos sumidouros de carbono”, afirma o pesquisador Lauerwald. “Abordar essa questão pode fornecer orientações críticas para a política climática.” </p>
</blockquote>
<p>No caso brasileiro, garantir que a Amazônia continue absorvendo carbono passa, obrigatoriamente, por conter o desmatamento e a degradação da floresta.</p>
<p>A boa notícia é que pelo menos a primeira parte dessa tarefa vem sendo cumprida. Segundo os dados oficiais do Inpe, a taxa de desmatamento na Amazônia Legal caiu 30,6% entre agosto de 2023 e julho de 2024, atingindo a menor área desde 2015.</p>
<p>Trata-se da terceira queda consecutiva, um ganho indispensável para a manutenção da floresta. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <em><a href="https://apublica.org/2024/11/alerta-das-florestas-vegetacao-pode-estar-perdendo-capacidade-de-absorver-carbono/?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=transmissao&amp;utm_campaign=alertafloresta#_" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow" data-type="link" data-id="https://apublica.org/2024/11/alerta-das-florestas-vegetacao-pode-estar-perdendo-capacidade-de-absorver-carbono/?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=transmissao&amp;utm_campaign=alertafloresta#_">Agência Pública</a></em></p>
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		<item>
		<title>Manaus é a capital com maior perda de vegetação urbana nos últimos 20 anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/manaus-e-a-capital-com-maior-perda-de-vegetacao-urbana-nos-ultimos-20-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 15:13:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[maior perda]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[perda]]></category>
		<category><![CDATA[vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[vegetação urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[Em vinte anos, Manaus foi a capital brasileira que mais perdeu vegetação urbana proporcionalmente. Entre 2003 e 2023, a capital amazonense registrou uma redução de 1.157,6 hectares em suas áreas verdes, o equivalente a mais de 1.100 campos de futebol. Os dados fazem parte do levantamento “Mapeamento Anual de Cobertura e Uso da Terra no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3016404434" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em vinte anos, Manaus foi a capital brasileira que mais perdeu vegetação urbana proporcionalmente. Entre 2003 e 2023, a capital amazonense registrou uma redução de 1.157,6 hectares em suas áreas verdes, o equivalente a mais de 1.100 campos de futebol.<br /><br />Os dados fazem parte do levantamento “<strong>Mapeamento Anual de Cobertura e Uso da Terra no Brasil – Coleção 9</strong>”, da rede MapBiomas, e abrange as áreas de vegetação urbana das cidades, incluindo parques, praças e áreas privadas com vegetação, além de fragmentos de vegetação incorporados pelo crescimento urbano.<br /><br />Em 2003, Manaus possuía 28,8% de vegetação urbana. Essa proporção caiu para 22,1%, em 2023. Mesmo com essa perda de vegetação, proporcionalmente, Manaus é a sétima capital que tem mais área verde totalizando 6.263 hectares.<br /><br />Proporcionalmente, a capital amazonense fica atrás de Brasília (22,6%), São Luís (23%), Florianópolis (23,9%), Vitória (25,5%), Salvador (26,2%) e Rio Branco que lidera com 32,8% e é a capital com maior proporção de vegetação urbana.<br /><br />Das 27 capitais brasileiras, 19 aumentaram o percentual de vegetação em suas áreas urbanas, enquanto as outras oito, incluindo Manaus, perderam.<br /><br />Brasília, com um aumento de 9.335,9 hectares, e São Paulo, com 5.479,4 hectares a mais, foram as capitais que mais expandiram a vegetação em suas áreas urbanas.<br /><br />Em contrapartida, Manaus e São Luís registraram as maiores perdas, com reduções de 1.157,6 e 851 hectares, respectivamente.<br /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-46218" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/340AC799-EFD6-4913-9991-639A817C3A35.webp" alt="" width="1135" height="599" /></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Confira na íntegra o Mapeamento Anual de Cobertura e Uso da Terra no Brasil:</strong></h2>
<p><div><iframe loading="lazy" class="embed-pdf-viewer" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Mapeamento-Anual-de-Cobertura-e-Uso-da-Terra-no-Brasil-1.pdf" height="1000" width="100%" title="Mapeamento Anual De Cobertura E Uso Da Terra No Brasil (1)"></iframe>
<p><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Mapeamento-Anual-de-Cobertura-e-Uso-da-Terra-no-Brasil-1.pdf" title="Mapeamento Anual De Cobertura E Uso Da Terra No Brasil (1)">Mapeamento Anual De Cobertura E Uso Da Terra No Brasil (1)</a></p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: RealTime1</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Manaus registra 14 incêndios em áreas de vegetação nas últimas 24 horas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/manaus-registra-14-incendios-em-areas-de-vegetacao-nas-ultimas-24-horas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 16:49:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[vegetação]]></category>
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					<description><![CDATA[Os incêndios em áreas de vegetação ocorridos na capital foram causados por ação humana Manaus &#8211; Ao longo desta quinta-feira (22), 14 incêndios em áreas de vegetação foram registrados em Manaus. Desde o mês de junho, as equipes da Operação Céu Limpo estão intensificando o combate aos incêndios na capital e o Corpo de Bombeiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-736100529" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Os incêndios em áreas de vegetação ocorridos na capital foram causados por ação humana<br /><br /><strong>Manaus </strong>&#8211; Ao longo desta quinta-feira (22), 14 incêndios em áreas de vegetação foram registrados em Manaus. Desde o mês de junho, as equipes da Operação Céu Limpo estão intensificando o combate aos incêndios na capital e o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM)  reforça medidas que devem ser adotadas pela população para evitar que os sinistros aconteçam.<br /><br />De acordo com o subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), coronel Reinaldo Menezes, os incêndios em áreas de vegetação ocorridos na capital foram causados por ação humana. Ele também pontua a importância dos cuidados que devem ser adotados pela população.<br /><br />“Ontem (quinta-feira) combatemos muitos incêndios na capital, sendo a maioria deles causado por ação humana. Então, fazemos o apelo para que a população seja nossa aliada não fazendo queima de lixo, não jogando pontas de cigarro em áreas de vegetação. Essas são medidas simples e que podem evitar incêndios”, enfatizou coronel Reinaldo Menezes, subcomandante-geral do CBMAM.<br /><br />Conforme dados do Centro de Operações Bombeiro Militar (Cobom), dos 14 incêndios, seis deles foram na zona centro-sul de Manaus, cinco na zona norte, dois na área oeste e um na zona leste. Todos os incêndios atendidos pela corporação foram combatidos com uso de picapes equipadas com kits de combate a incêndios e viaturas Auto Bombas Tanques (ABTs). Não houve registro de vítimas.<br /><br />No período da noite, um incêndio de maior proporção em área de vegetação ocorreu no bairro Compensa, zona oeste, quando as chamas atingiram uma área de, aproximadamente, 2 mil metros quadrados. Na ação, os bombeiros utilizaram 5 mil litros de água para extinguir as chamas.<br /><br />O incêndio de grandes proporções levou pânico aos moradores e comerciantes da área e pode ser visto até no Cacau Pirera, distrito do município de Iranduba, na outra margem do rio.<br /><br />Outra ocorrência do gênero ocorreu, por volta das 19h30, no bairro Adrianópolis, zona centro-sul. A partir do acionamento, as equipes se deslocaram rapidamente até o local e fizeram o combate das chamas com 2 mil litros de água. O fogo assustou os moradores da instituição e a vizinhança, deixando a região coberta por uma fumaça densa e tóxica, que se espalhou por alguns bairros vizinhos.<br /><br />Apesar de proibidas por lei desde 2018, as lixeiras viciadas se expandem sem fiscalização por parte da Prefeitura de Manaus. A proliferação desses amontoados irregulares de lixo e resíduos se agravou nos últimos três anos, quando a administração municipal deixou de promover mutirões de limpeza nos bairros.<br /><br />A multa para quem for flagrado jogando resíduos em logradouros públicos, igarapés, rios e lixeiras viciadas é de R$ 127,17.<br /><br />Confira vídeos dos incêndios:</p>

<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Incendios-assustam-moradores-5.mp4'>Incendio</a>
<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Incendios-assustam-moradores-3.mp4'>Incendio</a>
<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Incendios-assustam-moradores-2.mp4'>Incendio</a>

<p><br /><br /><br /><br />Fonte: D24am</p>
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