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	<title>Vale do Javari - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Vale do Javari - Portal NDC</title>
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		<title>Animais silvestres são apreendidos em embarcação no Vale do Javari</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/animais-silvestres-sao-apreendidos-em-embarcacao-no-vale-do-javari/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 19:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[apreendidos]]></category>
		<category><![CDATA[embarcação]]></category>
		<category><![CDATA[Exército]]></category>
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					<description><![CDATA[Animais são provenientes da caça ilegal na região, segundo o Exército. O Exército Brasileiro encontrou 15 jacarés mortos em uma embarcação, na Vale do Javari, provenientes da caça ilegal na região, neste fim de semana. Durante o patrulhamento dos militares, também foi apreendida uma espingarda calibre 16 e munições. A legislação ambiental brasileira prevê que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3062149141" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Animais são provenientes da caça ilegal na região, segundo o Exército.<br /><br />O Exército Brasileiro encontrou 15 jacarés mortos em uma embarcação, na Vale do Javari, provenientes da caça ilegal na região, neste fim de semana. Durante o patrulhamento dos militares, também foi apreendida uma espingarda calibre 16 e munições.<br /><br />A legislação ambiental brasileira prevê que a caça de animais da fauna silvestre, sem a devida permissão legal, é crime com pena de seis meses a um ano de detenção e multa.<br /><br />A ação do Exército faz parte do combate aos delitos transfronteiriços e ambientais na fronteira com o Peru.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: G1 AM</p>
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		<title>Criança indígena de 3 anos morre com pneumonia e cacique denuncia descaso no Vale do Javari, no AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/crianca-indigena-de-3-anos-morre-com-pneumonia-e-cacique-denuncia-descaso-no-vale-do-javari-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 11:47:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma criança indígena da etnia Kanamari, de apenas três anos, morreu com pneumonia na última quarta-feira (5), em Atalaia do Norte, no interior do Amazonas. O caso está sendo apurado pelo Ministério da Saúde. O município fica localizado no Vale do Javari, onde aconteceram os assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips. Ao g1, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2730155467" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<div id="chunk-14vgd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma criança indígena da etnia Kanamari, de apenas três anos, morreu com pneumonia na última quarta-feira (5), em <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/cidade/atalaia-do-norte/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Atalaia do Norte</a>, no interior do Amazonas. O caso está sendo apurado pelo Ministério da Saúde. O município fica localizado no <a class="" href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/amazonia/noticia/2022/06/06/vale-do-javari-2a-maior-terra-indigena-do-pais-tem-historico-de-assassinato-de-agente-da-funai-e-e-palco-de-conflitos-tipicos-da-amazonia.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Vale do Javari, onde aconteceram os assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips</a>.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-9nqa2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">g1</a>, o cacique Tamaruki Kanamari disse que a morte da criança aconteceu enquanto os pais esperavam benefícios sociais do Governo Federal em Atalaia do Norte. O líder indígena expõe, ainda, a falta de ação dos órgãos de proteção e saúde com os povos tradicionais.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="68" data-block-id="6">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Eles saíram da Aldeia São Luís e vieram para Atalaia do Norte em busca de benefícios, e ficaram aguardando atendimento, dependendo da Funai, quando não dependendo do CRAS, do município. E sempre é assim, demora os atendimentos e como os indígenas que vem do interior não tem onde ficar, eles ficam nas canoas, todos agrupados no porto. Por serem leigos, muitos não sabem quem procurar&#8221;, explicou o cacique.</blockquote>
<p>Para o cacique, a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) do Vale do Javari, além da Funai, precisam fazer buscas ativas dentro das comunidades. A medida, segundo ele, evitaria que o quadro de saúde de muitos indígenas agravasse para o óbito.</p>
</div>
<div id="chunk-44u5a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Eles ficaram esperando e foi quando a criança piorou. Por serem leigos, não procuraram posto de saúde e o próprio município não fez busca (ativa), em áreas onde existem pessoas que não podem chegar ao hospital por contra própria&#8221;, denunciou.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-740lr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O cacique conta ainda que, após o quadro da criança piorar e os pais não saberem o que fazer, um indígena foi até o hospital da cidade pedir que uma ambulância fosse buscar a criança para que ela fosse atendida pela equipe médica do local.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="22" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">No entanto, com o quadro de saúde já debilitado, a criança não resistiu e faleceu antes de chegar ao hospital do município.</blockquote>
<p>Para o cacique, a situação mostra o descaso dos órgãos para com os povos originários. <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/02/27/ministra-chega-ao-am-para-visitar-o-vale-do-javari-regiao-onde-bruno-e-dom-foram-mortos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Ele fala ainda que os líderes da etnia chegaram a se reunir com a ministra dos povos originários, Sônia Guajajara, durante sua passagem pelo Amazonas em fevereiro</a>, e indicaram nomes do próprio povo para presidir a Sesai e o DSEI do Vale do Javari, mas que até o momento não foram atendidos.</p>
</div>
<div id="chunk-fe3tg">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="13">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/ua9ltRmGyw7nHid8oBdm0XJGKGk=/0x0:1432x706/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/4/a/qkM8DGRIewTIJ5qCIqmA/ministra-sonia-guajajara.jpeg" alt="Ministra Sonia Guajajara visitou Atalaia do Norte em fevereiro. — Foto: Rede Amazônica" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description  ">Ministra Sonia Guajajara visitou Atalaia do Norte em fevereiro. — Foto: Rede Amazônica</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-84ls7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;A gente está sem coordenador da Funai, da Sesai. As coisas estão ficando cada vez mais precárias. Quando a gente tinha o nosso coordenador da Sesai, ele fazia busca ativa, ia nos bairros, nas casas, nas comunidades. A ministra Sônia veio aqui em Atalaia, prometeu que ia colocar o nosso coordenador da Funai e da Sesai e até agora não tomou providência em relação a isso&#8221;, falou.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="27" data-block-id="16">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Estamos na esperança de ver esses coordenadores atuando em nossas comunidades. A gente está sofrendo, passando por necessidade e esperando que o governo olhe por nós&#8221;, finalizou.</blockquote>
<p>Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Amazonas (OAB-AM) disse que a morte da criança Kanamari foi fruto de uma série de omissões, que se reproduzem e vitimam, com teor genocida, as populações indígenas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="18">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Prefeitura se pronuncia</span></p>
<p>Ao <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">g1</a>, a Prefeitura de Atalaia do Norte se pronunciou sobre o caso e disse que a criança deu entrada no hospital do município por volta das 12h da quarta-feira (5). Ela foi avaliada por um médico plantonista, que constatou de imediato o óbito.</p>
</div>
<div id="chunk-79brf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Aos agentes de saúde, a avó da criança relatou que a mesma apresentava dores e gemidos desde o dia anterior e que a família não procurou uma unidade de saúde &#8216;porque o rezador estava curando&#8217; o menino.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-rviv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">g1 </a>também entrou em contato com o Ministério da Saúde e o Ministério dos Povos Originários. O Ministério da Saúde disse que apura o caso e deve esclarecer a situação até esta quarta-feira (12).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-btfdg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já o Ministério dos Povos Originários não respondeu os questionamentos sobre as denúncias feitas pelo cacique até o fechamento da matéria.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1 AM</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Polícia Federal instala base fluvial e destrói balsas do garimpo no Vale do Javari</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/policia-federal-instala-base-fluvial-e-destroi-balsas-do-garimpo-no-vale-do-javari/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 13:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[base fluvial]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal no Amazonas realizou durante esta quinta-feira (23), a Operação Tucandeira, com objetivo de identificar, abordar e inutilizar balsas/dragas que operam a atividade de garimpo ilegal de ouro no Vale do Javari/AM. A operação teve como resultado a destruição total de três balsas/dragas utilizadas à prática de garimpo ilegal, e contou com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-319255619" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Polícia Federal no Amazonas realizou durante esta quinta-feira (23), a Operação Tucandeira, com objetivo de identificar, abordar e inutilizar balsas/dragas que operam a atividade de garimpo ilegal de ouro no Vale do Javari/AM.<br /><br />A operação teve como resultado a destruição total de três balsas/dragas utilizadas à prática de garimpo ilegal, e contou com a participação de Policiais do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal e fiscais do IBAMA.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A SR/PF/AM esclarece que atualmente toda a atividade de lavra de ouro no Vale do Javari é ilegal e que, portanto, as ações objetivando a desintrusão dessa importante hidrovia continuarão a ser realizadas, assim como serão estendidas a outras regiões de garimpo ilegal detectadas no estado do Amazonas.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Base Fluvial</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Sobre a implementação da Base Fluvial da Polícia Federal no Vale do Javari: O Diretor da Amazônia e Meio Ambiente &#8211; DAMAZ, Humberto Freire, o Superintendente Regional da Polícia Federal no Amazonas, Umberto Ramos, e equipe policial deram início a diversas ações no Vale do Javari na mesma data.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">As atividades iniciaram pela manhã com a deflagração da Operação Tucandeira, no município de São Paulo de Olivença/AM. Durante a tarde, o Superintendente Regional e o Diretor da DAMAZ se deslocaram para o município de Atalaia do Norte/AM, para reunião com lideranças indígenas da UNIVAJA. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A finalidade do encontro foi debater sobre questões referentes à segurança pública e pautas prioritárias para os povos da região. A base fluvial da Polícia Federal foi deslocada de Manaus ao Vale do Javari no dia 18/03 e cumprirá diversas diligências no decorrer dos próximos dias. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Outros órgãos que atuam na repressão aos delitos que ocorrem no Vale do Javari também terão o suporte da Base Fluvial, que ficará instalada no município de Atalaia do Norte/AM.</p>
<p>*Acritica.com</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Líder do Javari diz que presença do Estado garantiu paz muitos anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lider-do-javari-diz-que-presenca-do-estado-garantiu-paz-muitos-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 13:09:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
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					<description><![CDATA[A Terra Indígena (TI) Vale do Javari ganhou foco após o assassinato brutal do indigenista Bruno Pereira, também servidor da então Fundação Nacional do Índio (Funai), e do jornalista britânico Dom Phillips, correspondente do jornal britânico The Guardian, em junho de 2022. Entre o movimento indígena e antropólogos, o nome da região já havia se tornado referência muito antes, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3514287079" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Terra Indígena (TI) Vale do Javari ganhou foco após o assassinato brutal do indigenista Bruno Pereira, também servidor da então Fundação Nacional do Índio (Funai), e do jornalista britânico Dom Phillips, correspondente do jornal britânico <em>The Guardian</em>, em junho de 2022. Entre o movimento indígena e antropólogos, o nome da região já havia se tornado referência muito antes, por ter a maior concentração de indígenas isolados do mundo e ser arena de disputas de poder. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1512930&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1512930&amp;o=node" /></p>
<p>O território fica localizado nos municípios de Atalaia do Norte e Guajará, no oeste do estado do Amazonas. Os povos indígenas que vivem na região nem sempre conviveram com a violência, e o que evitou isso foi a proteção de órgãos públicos, conta Eliesio Marubo, procurador jurídico da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja).</p>
<p>&#8220;Por volta do fim de 2009, a Polícia Federal (PF) trabalhava com uma equipe de inteligência do Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis]. Atuavam muito na região. Foi uma época de paz, por muitos anos&#8221;, lembra</p>
<p>Eliesio conta também que, embora tenha havido sossego em outra época, no período que antecedeu o homicídio de Dom e Bruno, uma tensão pairava no ar. &#8220;Havia um clima de hostilidade, por conta dos trabalhos que a Univaja já vinha fazendo, e culminou com o aumento dessa hostilidade e da criminalidade na região. Ou seja, mais interesses. E ele [Bruno] era uma pedra de tropeço&#8221;, diz o procurador.</p>
<p>Hoje, uma comitiva de primeiro e segundo escalão do governo inicia força-tarefa no território, a fim de restabelecer a sensação de guarida e cooperação entre o Poder Público e os povos que habitam o local. Participam do grupo representantes dos ministérios dos Povos Indígenas, da Justiça e Segurança Pública, dos Direitos Humanos e Cidadania, além da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai). Também confirmaram presença o Ibama, a PF, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Força Nacional e o Ministério Público Federal (MPF).</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Comunicação Social – SR/PF/AM" src="https://imagens.ebc.com.br/efVY8hqUxkJsxaCBaMSUVmeajf4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/9.jpg?itok=-mTtgkV-" alt="Operação Javari" /></div>
</div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Operação Javari &#8211; <strong>Comunicação Social – SR/PF/AM</strong></div>
</div>
</div>
<p>A maior parte da TI Vale do Javari fica em Atalaia do Norte (AM). A <strong>Agência Brasil</strong> quis saber de Eliesio o que considera estratégico para o combate aos crimes na região. &#8220;Acho que a criação de uma base em Atalaia do Norte é mais eficaz do que eles [agentes das forças de segurança e fiscalização ambiental] ficarem em Tabatinga, porque são muitos quilômetros de distância. Então, se tomarem o cuidado de ficar mais próximos do Vale do Javari ou, quem sabe, montar uma base móvel no Rio Javari, entendemos que diminui um pouco a criminalidade&#8221;, defende.</p>
<h2>Violência e ambição</h2>
<p>Homologada em 2001, a TI Vale do Javari tem 8,5 milhões de hectares e as ameaças com as quais convive têm complexidade proporcional à sua extensão. Trata-se da segunda maior área indígena do Brasil, que perde, em tamanho, apenas para a TI Yanomami, com 9,6 milhões de hectares, e divide alguns dos problemas, como o garimpo ilegal. Pesquisadores e entidades como o Instituto Socioambiental (ISA), a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), o Observatório dos Direitos Humanos dos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato (OPI) e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) têm advertido constantemente as autoridades quanto à presença de narcotraficantes, madeireiros, caçadores, pescadores e garimpeiros ilegais. </p>
<p>Na fronteira com o Peru, a TI Vale do Javari é também alvo de exploração de petróleo, contra a qual têm se erguido os matsés. Segundo registro do Cimi, foi criada, em 2021, a Equipe de Vigilância da Univaja (EVU) para diminuir a fragilidade dos povos da região.</p>
<p>Em setembro de 2019, quando o governo Bolsonaro ainda não havia restringido tão fortemente o alcance do trabalho do Ibama, a autarquia desativou cerca de 60 balsas que faziam garimpo ilegal nas TIs Vale do Javari, Katuquina do Rio Biá e na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Cujubim, no oeste do Amazonas. Esse foi o saldo da Operação Korubo, feita em conjunto com a Funai e a PF e colocada em prática após cinco meses de planejamento e preparo logístico.</p>
<p>Os korubo são um dos povos da TI Vale do Javari. Também se encontram ali mais 25 povos, dos quais 19 são de isolamento voluntário, de acordo com o ISA, como os mayuruna/matsés, os matis, os kulina pano, os kanamari e os tsohom-dyapa. Conforme o Centro de Trabalho Indigenista (CTI), esses povos, juntamente com os korubo e os marubo, compartilham alguns traços socioculturais, como a língua pano, e, ao mesmo tempo, apresentam diferenças relevantes entre si. A população total é de mais de 6,3 mil pessoas, pela contagem do Distrito Sanitário Especial Indígena (Disei) local.</p>
<p>Parte dos povos é de recente contato. Os kanamari e os marubo, por exemplo, mantêm contato com não indígenas há cerca de um século.</p>
<p>Um <a href="https://acervo.socioambiental.org/acervo/documentos/boletim-sirad-isolados-marco-abril-2022" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">boletim do ISA</a> mostrou que, entre o primeiro e o segundo bimestre de 2022, o desmatamento em terras indígenas com presença de povos isolados aumentou. Em janeiro deste ano, o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) divulgou o <a href="https://ipam.org.br/bibliotecas/isolados-por-um-fio-riscos-impostos-aos-povos-indigenas-isolados/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">estudo</a> <em>Isolados Por um Fio: Riscos Impostos aos Povos Indígenas Isolados</em>, que ressalta que territórios da Amazônia em que vivem povos isolados são mais ameaçados do que os que não têm a presença dessa população.</p>
<p>Em informe técnico, o instituto relaciona cinco riscos que afetam direitos fundamentais de indígenas em isolamento voluntário: desmatamento, incêndios, grilagem, mineração e desestruturação de políticas públicas específicas, considerada um risco jurídico-institucional e um agravante na exposição de territórios aos demais processos.</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Assassino disse ter trocado &#8216;bom dia&#8217; com Bruno Pereira na véspera do crime; veja detalhes dos depoimentos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/assassino-disse-ter-trocado-bom-dia-com-bruno-pereira-na-vespera-do-crime-veja-detalhes-dos-depoimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2022 11:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Federal (MPF) apresentou, nesta sexta-feira (22), à Justiça Federal de Tabatinga (AM), denúncia pelos crimes de duplo homicídio qualificado e ocultação dos corpos contra os três principais suspeitos de participação nas mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, em 5 de junho. Baseiam o documento, principalmente, os depoimentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1423394956" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O Ministério Público Federal (MPF) apresentou, nesta sexta-feira (22), à Justiça Federal de Tabatinga (AM), denúncia pelos crimes de duplo homicídio qualificado e ocultação dos corpos contra os três principais suspeitos de participação nas mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, em 5 de junho. Baseiam o documento, principalmente, os depoimentos dados à polícia por Amarildo da Costa Oliveira, vulgo Pelado, Jeferson da Silva Lima, o Pelado da Dinha, e de Oseney da Costa Oliveira, o Dos Santos, acerca do crime, além de relatos de testemunhas. Todos eles são ligados à prática de pesca ilegal na região, sobretudo em território indígena do Vale do Javari. As narrativas detalhadas reforçam a frieza e a crueldade dos executores. Amarildo, por exemplo, conta ter dado &#8220;bom dia&#8221; a Bruno na manhã anterior ao assassinato, e diz que o tiro dado na cabeça do indigenista, já baleado e desfalecido, foi &#8220;um confere&#8221;, para assegurar-se de que ele estava realmente morto.<br /><br />Dom e Bruno: Um mês após mortes, insegurança persiste no Vale do Javari: &#8216;Quem vai ser o próximo colega que vamos enterrar? &#8216;, lamenta servidor<br /><br />Ação criminosa: MPF investiga retorno de balsas de garimpo ilegal aos rios amazônicos após megaoperações da PF<br /><br />Na manhã do dia 4 de junho, um sábado, Pelado contou aos policiais que foi até a casa de seu tio, Raimundo Bento da Costa, conhecido como Raimundinho, na entrada do Lago do Jaburu, para &#8220;pedir benção&#8221;. Dom e Bruno estavam hospedados lá: pernoitavam antes de seguir viagem rumo a Atalaia do Norte (AM), após o jornalista ter feito algumas entrevistas com indígenas na sede da Funai. Amarildo narrou à polícia que, no momento em que chegou ao local, &#8220;Bruno estava em pé na varanda da casa de Raimundinho&#8221;, e que &#8220;cumprimentou Bruno falando &#8216;bom dia&#8217;, e que o mesmo respondeu&#8221;. É nesse momento, no entanto, que o pescador cita que, &#8220;quando baixou com sua canoa&#8221;, ouviu Bruno falar para Phillips: &#8220;Tira a foto dele&#8221;.<br /><br />Sabe-se, no entanto, que Amarildo já conhecia Bruno. O próprio confessou conhecê-lo &#8220;de vista&#8221;, mas um vídeo da TV Al Jazeera, divulgado no último dia 16 de junho, já mostrava um encontro entre os dois em outra oportunidade, quando Bruno e membros da Univaja abordaram a embarcação de Pelado. Uma conversa num grupo de fiscalização da Univaja, que também consta na denúncia, mostra o momento em que, no mesmo dia 4 de junho, não se sabe se antes ou depois no suposto encontro na varanda de Raimundo, Orlando Possuelo, fiscal da Univaja, conta, através de mensagem por satélite, que a embarcação onde ele, Bruno e Dom estavam foi ameaçada por Pelado, e que o indigenista teria feito vídeos da ação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4684" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/captura-de-tela-2022-07-22-as-17.31.39.jpg" alt="" width="1000" height="654" /></p>
<h5>Membro da Univaja alertou sobre ameaça de Pelado um dia antes do crime — Foto: Reprodução</h5>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="10">
<div class="content-intertitle">
<h2>&#8216;Bora matar ele?&#8217;</h2>
</div>
<p>O depoimento de Amarildo segue e ele narra que, no dia seguinte – dia 5, data do crime –, por volta das 7h da manhã, estava em sua casa, na comunidade São Gabriel, passando gasolina do tambor para umas latas, quando viu Bruno Pereira e Dom Phillips passando, numa embarcação do União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja). Ele afirma que &#8220;observou que Bruno tirou foto de seu bote&#8221; e teria dito &#8220;esse é o bote do invasor&#8221;, o que teria provocado sua ira. Ele conta, então, que imediatamente &#8220;chamou Jeferson, também conhecido pelo apelido de Pelado, e disse: &#8220;lá vai o cara, bora matar ele?&#8221;. Segundo o relato, ele não hesitou. Pegaram cada um uma espingarda e foram atrás de indigenista e do jornalista.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="12">
<h2 class="content-text__container">&#8216;Pego de surpresa&#8217;: a dinâmica do crime pelos executores</h2>
<p>Os depoimentos dão conta de que Amarildo, o Pelado, foi em busca de parentes que fossem com ele atrás de Bruno. Uma testemunha, que tem a identidade mantida sob proteção, contou que escovava os dentes naquela manhã, quando, após ter visto a embarcação branca de Dom e Bruno passando no rio em direção a Atalaia do Norte, ouviu Pelado indo até a casa de Jeferson e falando: &#8220;Bora, Chico (Jeferson), é hoje que vou me vingar desse cara!&#8221;. A testemunha conta que Jeferson desiste de sair para pescar com a esposa e o filho e busca espingarda e um cartucho de munição. Ambos, então, saem no barco de Amarildo e só retornam no fim do dia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="107" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pelado narra que ele e Jeferson seguiram em embarcação atrás de Dom e Bruno e que os alcançaram minutos depois. Ele afirma em depoimento que é neste momento que Jeferson atira em Bruno pelas costas com a espingarda calibre .16, enquanto ele pilota o barco com sua espingarda entre as pernas. Em seu depoimento, Jeferson diz ter atirado três vezes, mas não confirma que foi o seu tiro o primeiro que atingiu o indigenista, porque Amarildo também fez disparos. Pelado revela ainda que &#8220;o tiro foi disparado a aproximadamente 20 metros de distância&#8221; e que &#8220;Bruno foi pego de surpresa quando o primeiro disparo foi feito&#8221;.</p>
</div>
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<h2 id="banner_materia__0afee2a0-6efd-433e-aeef-c6e27284d0b9" class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload" data-id="banner_materia__0afee2a0-6efd-433e-aeef-c6e27284d0b9">&#8216;Confere&#8217;</h2>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="16">
<p>Eles contam que, após ter recebido o primeiro tiro, Bruno ainda teve forças para pegar sua pistola, disparando entre cinco e seis vezes contra os algozes, não tendo conseguido acertar nenhum dos disparos. Amarildo narra que &#8220;Jeferson deu mais um tiro contra Bruno, acertando novamente suas costas&#8221;, ocasião em que Bruno desmaiou no banco do barco. Em seguida, Pelado conta ter atirado na costela direita de Dom Phillips. É quando, segundo a narrativa, o barco dos dois perde o controle se choca na margem do Rio Itaquaí. Eles vão até a embarcação e, de acordo com Amarildo, &#8220;Jeferson dá mais um tiro &#8216;de confere&#8217; no rosto de Bruno&#8221;. Ele acredita que, a esta altura, Dom já estava morto.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os procuradores afirmam que a investigação, através do depoimento de uma testemunha mantida sob sigilo, também descobriu que Oseney, o Dos Santos, irmão de Pelado, também esteve no local, logo após o crime. A residência dele fica a apenas 2 minutos do local onde o barco de Dom e Phillips se chocaram após os disparos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="93" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Seguindo a linha de que o crime possivelmente não tenha tido um mandante, o MPF conclui que a decisão de Amarildo de matar Bruno &#8220;decorreu do fato de a vítima ter tirado fotografia de sua embarcação, afirmando que ela era embarcação de invasor&#8221;. &#8220;Motivo fútil, portanto&#8221;, escrevem os procuradores. &#8220;Ainda segundo suas próprias declarações, Amarildo e Jeferson seguiram a embarcação de Bruno e Dominic, sem que eles percebessem, efetuando os disparos fatais pelas costas das vítimas, dificultando a possibilidade de resistência. Mesmo Bruno já estando desfalecido, dispararam mais um tiro em seu rosto&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A investigação também destaca o relato de uma testemunha para reforçar o fato de que Bruno Pereira era o alvo, e não Dom Phillips. Em oitiva, esta pessoa afirmou &#8220;que ouviu Amarildo dizer que não queria matar o homem que estava com Bruno, mas não podia deixar testemunhas&#8221;.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="22">
<div class="content-intertitle">
<h2>Indígenas cobram investigação sobre mandante e outros suspeitos</h2>
</div>
<p>Após o encaminhamento da denúncia à Justiça, por parte do MPF, o procurador jurídico da Univaja, o advogado Eliesio Marubo se pronunciou sobre o conteúdo do documento. Ele afirma que faltam ainda conclusões sobre possíveis mandantes e cobra que as investigações continuem sobre outros envolvidos, além de Pelado, Pelado da Dinha e Dos Santos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="85" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">– Inicialmente, a consideração que nós fazemos é que é o início da justiça pelas mortes de Dom e Bruno. No entanto, eu entendo que a parte anterior, do inquérito policial, ainda esta inconclusiva, uma vez que não temos ainda a figura do mandante e há outras pessoas implicadas. Nós havíamos indicado isso para a autoridade policial, mas não vimos investigação sobre essa parte do inquérito: de elucidação se existe ou não a figura do mandante e se existem outras pessoas – diz Eliesio.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="112" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">– Nós inclusive acompanhamos o desdobramento de uma parte da investigação, que indicava a possibilidade de participação de políticos, comerciantes locais de pessoas que de alguma forma se beneficiavam desse esquema criminoso. Então, neste ponto, a Univaja não concorda e acredita que vai de alguma maneira estudar alguma possibilidade jurídica de indicar ainda essas possibilidades. Mas isso ainda pode acontecer. Agora, na marcha processual, teremos enfim um processo. Claro, vamos ver se a Justiça aceita a denúncia – acrescenta. – Nós esperamos que a justiça prevaleça e que as mortes de Dom e Bruno não fiquem paradas nas gavetas do judiciário. Queremos também a garantia da segurança no Vale do Javari.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="95" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além da participação de outros homens na ocultação dos corpos, que foram esquartejados, parcialmente queimados e enterrados em covas no meio da floresta, a Polícia Federal também investiga a participação no crime de Rubens Villar Coelho, peruano conhecido como Colômbia, preso este mês após apresentar-se à polícia com documentos falsos. Ele é tido como uma das principais lideranças do esquema de pesca ilegal na região e seria chefe de Amarildo. O homem nega participação nas mortes de Dom e Bruno. Há suspeita, inclusive, de que o peruano possa ter sido o mandante do crime.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Daniel Marenco</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: O Globo</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">4678</post-id>	</item>
		<item>
		<title>PF apreende &#8216;inúmeros&#8217; documentos com diferentes nomes e até registro indígena usados por &#8216;Colômbia&#8217;</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pf-apreende-inumeros-documentos-com-diferentes-nomes-e-ate-registro-indigena-usados-por-colombia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2022 01:55:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia']]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa de Ruben Dario da Silva Villar, conhecido como “Colômbia”, nesta sexta-feira (22). O endereço onde ação foi realizada não foi divulgado. O homem é investigado por uso de documento falso e é suspeito de chefiar uma quadrilha de pesca ilegal em áreas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3042180704" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Polícia Federal (PF) cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa de Ruben Dario da Silva Villar, conhecido como “Colômbia”, nesta sexta-feira (22). O endereço onde ação foi realizada não foi divulgado. O homem é investigado por uso de documento falso e é suspeito de chefiar uma quadrilha de pesca ilegal em áreas indígenas no Vale do Javari, no Amazonas, além de envolvimento com tráfico de drogas.<br /><br />Durante o cumprimento do mandado, a equipe encontrou inúmeros documentos com locais de nascimento e nacionalidades diversas.<br /><br />Também foi encontrado um Registro Administrativo de Nascimento de Índio (RANI) onde o investigado afirma ter nascido na Comunidade Indígena Boa Vista, Terra Indígena Boa Vista, tribo indígena Kokama.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com a PF, as apreensões comprovam que o suspeito utiliza de forma proposital documentos falsos para obter benefícios.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na propriedade também foi encontrado uma nota comercial (Factura) em que &#8220;Colômbia&#8221; se identifica como Rubens Eduardo Da Silva de Souza, porém nenhum documento oficial com esse nome foi encontrado na residência.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8216;<a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/07/08/policia-federal-entrevista-caso-dom-bruno-prisao-colombia.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Colômbia&#8217; está preso desde o dia 7 de julho, após ir até um prédio da Justiça Federal, em Tabatinga</a>. Em depoimento à PF, ele negou ser o mandante das mortes do indigenista e do jornalista e disse que não possui qualquer envolvimento no caso.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 9 de julho, <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/07/09/colombia-e-suspeito-desembarcam-em-manaus.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Colômbia foi transferido para Manaus junto com Amarildo da Costa de Oliveira</a>, o suspeito de envolvimento nas mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Polícia Federal ainda informou que os presos <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/07/21/caso-bruno-e-dom-ultimos-dois-suspeitos-presos-serao-transferidos-para-manaus-no-sabado-23-diz-pf.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Oseney da Costa Oliveira e Jeferson da Silva Lima, o &#8220;Pelado da Dinha&#8221;, serão transferidos para Manaus e terão previsão de chegada às 13h30.</a></p>
</div>
<div class="block-podcast">Foto: Divulgação</div>
<div>Fonte: g1 Am</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">4645</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Em 10 anos, 43 indígenas foram assassinados na Amazônia, a metade no governo Bolsonaro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/em-10-anos-43-indigenas-foram-assassinados-na-amazonia-a-metade-no-governo-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2022 13:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
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					<description><![CDATA[Em pouco mais de 10 anos, 43 indígenas foram assassinados na Amazônia Legal, dos quais 23 apenas nos três anos e meio do governo Jair Bolsonaro. Os mortos eram, em maioria, líderes de povos que vivem em terras indígenas homologadas pela União e se opunham a práticas criminosas como desmatamento, garimpo, tráfico de drogas e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-493339287" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em pouco mais de 10 anos, 43 indígenas foram assassinados na Amazônia Legal, dos quais 23 apenas nos três anos e meio do governo Jair Bolsonaro. Os mortos eram, em maioria, líderes de povos que vivem em terras indígenas homologadas pela União e se opunham a práticas criminosas como desmatamento, garimpo, tráfico de drogas e pesca ilegal. Os dados foram levantados pelo GLOBO com base nos relatórios de conflitos no campo da Comissão Pastoral da Terra (CPT).</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Este ano, foram registrados quatro casos: três na Terra Indígena Yanomami, que sofre com garimpeiros, e um em Mato Grosso, onde o povo Kanela denunciou ameaças e invasões de comerciantes no município de Confresa. Eliseu Kanela, de 44 anos, foi morto quando seguia para o trabalho numa fazenda.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="72" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em Rondônia, Ari Uru, de 32 anos, assassinado em 2020, denunciava a exploração ilegal de madeira na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau. No Pará, Isac Tembé, 24 anos, morto em fevereiro de 2021, era professor de história e havia fundado um grupo de jovens para fortalecer a cultura do seu povo. A suspeita é de que tenha sido executado por uma milícia de uma fazenda vizinha da Terra Indígena Alto Rio Guamá, onde atuava.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="7">
<div class="content-intertitle">
<h2>Cooptação</h2>
</div>
<p>No Maranhão, onde seis indígenas foram assassinados desde 2019, estão entre os mortos Paulo Paulino Guajajara, 26 anos, integrante do grupo Guardiões da Floresta, formado para proteger o território de invasão por madeireiros, e o professor Zezico Rodrigues Guajajara, um dos líderes da Terra Indígena Araribóia. Outra vítima foi Kwaxipuru Kaapor, 32 anos, cujo assassinato é atribuído a uma vingança de traficantes, após a destruição de uma plantação de maconha na terra indígena.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Há silenciamento dos indígenas, e é mais grave porque estão desprovidos de aparatos de Estado— diz Danicley de Aguiar, especialista em Amazônia do Greenpeace.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo ele, indígenas são cooptados para a exploração predatória. Os que aderem passam a ganhar dinheiro e bens como voadeiras (canoas com motor), combustível. São os cooptados, alerta Danicley, que entregam ameaças aos líderes indígenas. No Tapajós, segundo o especialista, nenhum líder que enfrenta o garimpo pode andar de barco de linha ou de ônibus:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A ameaça faz parte de um modo de agir que retira as pessoas da discussão.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entre as 37 pessoas ameaçadas por conflitos na Amazônia em 2021, segundo o Conselho Indigenista Missionário, está Txai Surui, 25 anos, a única brasileira a discursar na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP26, em Glasgow, na Escócia. Txai é filha de Almir Suruí, líder indígena de Rondônia que denuncia o desmatamento.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Gilmara Fernandes, antropóloga indigenista e integrante do Cimi, afirma que a Amazônia sempre foi lugar de conflito, mas a violência aumentou nos últimos anos. A TI Vale do Javari, onde o indigenista Bruno Pereira e o jornalista e Dom Phillips foram mortos, foi atacada cinco vezes de 2019 para cá. O elemento novo, segundo ela, são as facções criminosas.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Não há mais garimpeiros isolados e amadores. São grupos armados e financiados — diz.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na TI Vale do Javari, onde vivem pelo menos 18 povos isolados, lideranças indígenas já fizeram diversas denúncias de invasores. Segundo relatório do Cimi, a Associação dos Kanamari do Vale do Javari denunciou avanço do garimpo no Rio Jutaí. Mais de dez dragas atuam em área próxima à Aldeia Jarinal.</p>
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<h3 class="content-text__container">Indenização</h3>
<p>O Ministério Público Federal e a Defensoria Pública da União <a href="https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2022/07/mpf-e-dpu-pedem-que-uniao-seja-condenada-a-pagar-r-50-milhoes-para-proteger-indigenas-na-amazonia.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pediram ontem à Justiça Federal do Amazonas que a União pague R$ 50 milhões de indenização</a> por danos morais coletivos aos povos indígenas do Vale do Javari. A indenização seria por falta estrutura adequada de proteção.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma funcionária da Funai denunciou à polícia que, na sexta-feira, <a href="https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2022/07/visitas-suspeitas-de-dupla-colombiana-a-funai-e-a-indigenas-reforcam-clima-de-inseguranca-no-vale-do-javari-am.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">dois colombianos foram à sede da da autarquia em Ataliaia do Norte e à União dos Povos Indígenas do Vale do Javari</a> sem se identificar e procurando informações para entrar na TI.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Bruno Kelly / Amazonia Real</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Leia mais no O Globo</p>
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