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	<title>vaga rejeitada - Portal NDC</title>
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		<title>Jovem perde vaga de medicina na USP por não ser considerado pardo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Mar 2024 02:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[estudante]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudante de 18 anos, morador de Cerqueira César (SP) perdeu a vaga no curso de medicina da Universidade de São Paulo (USP) após uma banca julgadora não o considerar pardo. A família do jovem entrou na Justiça para reverter a decisão. Alison dos Santos Rodrigues foi aprovado na primeira chamada pelo Provão Paulista no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3705392056" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Um estudante de 18 anos, morador de Cerqueira César (SP) perdeu a vaga no curso de medicina da Universidade de São Paulo (USP) após uma banca julgadora não o considerar pardo. A família do jovem entrou na Justiça para reverter a decisão.</p>
<p>Alison dos Santos Rodrigues foi aprovado na primeira chamada pelo Provão Paulista no curso mais concorrido da USP. Ele descobriu que perdeu a vaga na segunda-feira (26), no que seria o primeiro dia de aula dele, após decisão da banca de heteroidentificação.</p>
<p>Ao g1, Alison contou que sempre se autodeclarou como pessoa parda. “Tive o desprazer de saber da notícia que eu não fui aprovado, mesmo me identificando formalmente como pardo. E tudo aquilo que aconteceu me deixou sem chão, parece que o mundo acabou porque foi algo muito difícil de conquistar”.Para não perder a oportunidade, ele e a família entraram com recursos para conseguir a rematrícula.</p>
<p>“A gente (família) entrou na Justiça e vamos conseguir, pela Defensoria Pública. E eu vou estar lá, como pardo, porque é isso que eu sou.”</p>
<p>Segundo a advogada do jovem, Giulliane Jovitta Basseto Fittipald, um processo de tutela antecipada antecedente foi aberto. A ação é uma alternativa processual que permite às partes buscarem medidas provisórias de forma rápida.</p>
<p>&#8220;Creio que os documentos que juntamos no feito demonstram bem os requisitos e, por isso, estamos esperançosos no deferimento da medida&#8221;, afirmou Giulliane.</p>
<h3>O que diz a faculdade?</h3>
<p>A Universidade de São Paulo declarou que a análise das fotografias é feita através de duas bancas de cinco pessoas e é baseada somente em fatores fenotípicos: a cor da pele morena ou retinta, o nariz de base achatada e larga, os cabelos ondulados, encaracolados ou crespos e se os lábios são grossos.</p>
<p>Caso a foto do candidato não seja aprovada na primeira avaliação, ela é direcionada automaticamente para a outra banca. &#8220;Nenhuma banca sabe se a foto está sendo analisada pela primeira ou segunda vez, o que garante uma dupla análise cega das fotografias&#8221;, afirma a USP em nota.</p>
<p>Ainda de acordo com a instituição, se as duas bancas não aprovarem a foto por maioria simples, o candidato é automaticamente chamado para uma oitiva presencial.</p>
<p>&#8220;Em relação ao caso específico do estudante Alison dos Santos Rodrigues, a deliberação final se deu na última sexta-feira (23) e foi enviada no dia subsequente. Importante frisar que todos os candidatos que estavam com recursos sendo analisados sabiam que a matrícula estava condicionada ao resultado das bancas de heteroidentificação. O que o estudante tinha era uma pré-matrícula condicionada ao resultado do processo de heteroidentificação&#8221;, finaliza a instituição.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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