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	<title>vacina - Portal NDC</title>
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	<title>vacina - Portal NDC</title>
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		<title>Rússia anuncia vacina contra o câncer para 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/russia-anuncia-vacina-contra-o-cancer-para-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 15:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Nacional de Pesquisa Médica do Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[previsão]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Dose suprime desenvolvimento de tumores e metástases O governo russo anunciou esta semana que desenvolveu uma vacina contra o câncer. A previsão é que o imunizante comece a ser distribuído para pacientes de forma gratuita a partir do início de 2025. De acordo com a agência russa de notícias, a vacina foi desenvolvida em colaboração [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1817205273" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Dose suprime desenvolvimento de tumores e metástases<br /><br />O governo russo anunciou esta semana que desenvolveu uma vacina contra o câncer. A previsão é que o imunizante comece a ser distribuído para pacientes de forma gratuita a partir do início de 2025.<br /><br />De acordo com a agência russa de notícias, a vacina foi desenvolvida em colaboração com diversos centros de pesquisa. Ensaio pré-clínicos demonstraram que a dose suprime o desenvolvimento de tumores e de potenciais metástases.<br /><br />O <strong>Centro Nacional de Pesquisa Médica do Ministério da Saúde</strong> russo informou que trabalha com duas linhas de vacinas oncológicas. Uma delas é uma vacina personalizada que utiliza tecnologia mRNA, a mesma utilizada em doses contra a covid-19.<br /><br />“Com base na análise genética do tumor de cada paciente, uma vacina única é criada para ‘ensinar’ o sistema imunológico a reconhecer células cancerígenas”, detalhou o centro de pesquisa russo.<br /><br />O segundo imunizante é a Enteromix, formulada com base numa combinação de quatro vírus não-patogênicos que têm a habilidade de destruir células malignas e, simultaneamente, ativar a imunidade de pacientes contra um tumor.<br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>AstraZeneca admite à Justiça efeito colateral raro na vacina da Covid</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/astrazeneca-admite-a-justica-efeito-colateral-raro-na-vacina-da-covid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 16:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AstraZeneca]]></category>
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		<category><![CDATA[COVID]]></category>
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		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[A farmacêutica AstraZeneca admitiu, pela primeira vez, a existência de um efeito colateral raro na vacina que produz contra a Covid-19 A gigante farmacêutica AstraZeneca admitiu à Justiça, pela primeira vez, a ocorrência de um “efeito colateral raro” na vacina que produz contra a Covid-19. A informação foi incluída em uma ação coletiva movida por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-858145778" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A farmacêutica AstraZeneca admitiu, pela primeira vez, a existência de um efeito colateral raro na vacina que produz contra a Covid-19<br /><br />A gigante farmacêutica AstraZeneca admitiu à Justiça, pela primeira vez, a ocorrência de um “efeito colateral raro” na vacina que produz contra a Covid-19. A informação foi incluída em uma ação coletiva movida por pessoas que desenvolveram trombose após a vacinação na Inglaterra. No processo, 51 famílias pedem uma indenização de até R$ 700 milhões.<br /><br />A AstraZeneca reconheceu que a vacina “pode, em casos muito raros, causar síndrome de trombose com trombocitopenia (TTS)”. Essa condição é caracterizada pela formação de coágulos de sangue, o que aumenta os riscos de entupimento de veias e artérias.<br /><br />No Brasil, a vacina foi produzida em consórcio com a Fiocruz e aplicada em 153 milhões de pessoas, sobretudo em 2021 e 2022. A admissão dos efeitos colaterais pela farmacêutica virou, agora, alvo de comentários no meio político.<br /><br />O Ministério da Saúde afirma que a vacina da AstraZeneca para a Covid-19 já salvou milhares de vidas, e que a não imunização seria o pior caminho.</p>
<h4>Ministério da Saúde</h4>
<p>“A vacina fabricada pela empresa AstraZeneca/Oxford, desenvolvida no início da pandemia, e produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi extremamente importante para o controle dos casos e a redução de óbitos por Covid-19 no país e no mundo, salvando milhares de vidas. Desde dezembro de 2022, essa vacina é indicada para pessoas a partir de 40 anos, de acordo com as evidências científicas mais recentes”, diz a pasta.</p>
<p>“O atual cenário da Covid-19 no país, com redução de casos graves e óbitos pela doença, é resultado da população vacinada. Os eventos adversos, inerentes a qualquer medicamento ou imunizante, são raros e ocorrem, em média, um a cada 100 mil doses aplicadas, apresentando risco significantemente inferior ao de complicações causadas pela infecção da Covid-19”, completou o Ministério da Saúde, em comunicado emitido ainda no ano passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
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		<title>Nova vacina contra a covid-19 chega à população em 15 dias</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/nova-vacina-contra-a-covid-19-chega-a-populacao-em-15-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Apr 2024 22:58:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Saúde confirmou compra de 12,5 milhões de doses da Moderna O Ministério da Saúde confirmou a compra de 12,5 milhões de doses de vacina contra a covid-19 da farmacêutica Moderna. Os imunizantes devem chegar à população nos próximos 15 dias. O contrato foi fechado na sexta-feira (19). A pasta informou que iniciou o processo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3973511105" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Saúde confirmou compra de 12,5 milhões de doses da Moderna</p>
<p>O Ministério da Saúde confirmou a compra de 12,5 milhões de doses de vacina contra a covid-19 da farmacêutica Moderna. Os imunizantes devem chegar à população nos próximos 15 dias. O contrato foi fechado na sexta-feira (19).<br /><br />A pasta informou que iniciou o processo de aquisição emergencial em dezembro de 2023, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a versão mais atualizada do imunizante. <br /><br />Em nota, o ministério diz que essa é a primeira vez que empresas farmacêuticas disputam o fornecimento de vacinas contra a covid-19 no Brasil. Todas as aquisições anteriores foram feitas em um ambiente sem concorrência. A medida, segundo o governo, possibilitou uma economia de R$ 100 milhões.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Amazonas vai receber mais de 70 mil doses de vacina contra dengue, segundo Ministério da Saúde</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-vai-receber-mais-de-70-mil-doses-de-vacina-contra-dengue-segundo-ministerio-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2024 16:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Em todo o estado, 12 municípios, incluindo a capital Manaus, devem receber doses da vacina Qdenga. O Ministério da Saúde deu início à distribuição de vacinas contra a dengue. Há previsão de chegada de doses para o Amazonas. De acordo com o ministério, o Amazonas deve receber 78 mil doses. A capital terá a maior [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1757768096" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em todo o estado, 12 municípios, incluindo a capital Manaus, devem receber doses da vacina Qdenga.</p>
<div id="chunk-2qk5n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Ministério da Saúde deu início à distribuição de vacinas contra a dengue. Há previsão de chegada de doses para o Amazonas.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o ministério, o Amazonas deve receber 78 mil doses. A capital terá a maior quantidade, 65 mil vacinas. As demais cidades a receber são:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dl1o1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="54" data-block-id="6">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Manaus &#8211; 65.037</li>
<li>São Gabriel da Cachoeira &#8211; 2.310</li>
<li>Iranduba &#8211; 2.242</li>
<li>Autazes &#8211; 1.771</li>
<li>Careiro &#8211; 1.238</li>
<li>Presidente Figueiredo &#8211; 1.213</li>
<li>Nova Olinda do Norte &#8211; 1.155</li>
<li>Rio Preto da Eva &#8211; 909</li>
<li>Barcelos &#8211; 835</li>
<li>Careiro da Várzea &#8211; 722</li>
<li>Manaquiri &#8211; 673</li>
<li>Santa Isabel do Rio Negro &#8211; 650</li>
</ul>
</div>
</div>
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<div id="chunk-a8g1n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Neste primeiro momento, apenas crianças de 10 e 11 anos podem se vacinar. Chamada de <a class="" href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2024/02/09/qdenga-quanto-nova-vacina-da-dengue-protege-quem-pode-tomar-e-outros-3-pontos-chave.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Qdenga</a>, a vacina contra a dengue foi incorporada este ano no Programa Nacional de Imunizações (PNI) pelo Ministério da Saúde.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: G1 AM</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Vacina contra dengue: entenda por que idosos precisam de receita</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/vacina-contra-dengue-entenda-por-que-idosos-precisam-de-receita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 14:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casos de dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Geriatra explica que não há estudos de eficácia nessa faixa etária   A população idosa concentra, atualmente, as maiores taxas de hospitalização por dengue no Brasil. O grupo, entretanto, ficou de fora da faixa etária considerada prioritária para receber a vacina contra a dengue por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Isso porque a própria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1511482511" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><div class="row">
<div class="penci-tpadding-1">Geriatra explica que não há estudos de eficácia nessa faixa etária</div>
<div> </div>
</div>
<div>
<p>A população idosa concentra, atualmente, as maiores taxas de hospitalização por dengue no Brasil. O grupo, entretanto, ficou de fora da faixa etária considerada prioritária para receber a vacina contra a dengue por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Isso porque a própria bula da Qdenga estipula que o imunizante é indicado somente para pessoas com idade entre 4 e 60 anos. Ainda assim, em laboratórios particulares, o imunizante é aplicado em idosos, desde que seja apresentado pedido médico.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1579801&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1579801&amp;o=node" /></p>
<p>A pergunta é: há risco para o idoso que recebe a vacina? Em entrevista à Agência Brasil, o geriatra Paulo Villas Boas explicou que a bula da Qdenga não inclui pessoas acima de 60 anos porque não foram feitos estudos de eficácia nessa faixa etária. O membro do Comitê de Imunização da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia destacou, entretanto, que a dose foi liberada para toda a população acima de 4 anos pela Agência Europeia de Medicamentos e a Agência Argentina de Medicamentos.</p>
<p>“Em médio prazo, acredito que haverá uma discussão sobre a liberação da vacina contra a dengue para a população com mais de 60 anos”, disse. “No presente momento, os idosos não são elegíveis. Se a dose for utilizada na população com mais de 60 anos, mesmo que seja recomendada por um médico, é considerado o que a gente chama de prescrição <em>off label</em>, ou seja, que não consta na liberação oficial. Alguns medicamentos são prescritos assim porque há estudos que mostram benefício.”</p>
<p>“Existe essa possibilidade da prescrição <em>off label</em>. Mas o que está acontecendo no Brasil hoje em dia? Há uma demanda muito grande da população idosa com desejo de se vacinar contra a dengue. Porém, mesmo nas clínicas privadas, não se encontra mais a vacina. Como ela foi liberada, o próprio laboratório não está conseguindo suprir a demanda para o SUS. Temos uma previsão, até o final do ano, de um aporte de cerca de 6 milhões de doses. Então o laboratório provavelmente não vai conseguir suprir a demanda para clínicas privadas.”</p>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arte/EBC" src="https://imagens.ebc.com.br/NDFfziLdTvqwfZkjEMPheaZ9RAs=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/eliminar-criadouros_copy.jpg?itok=9D87FALK" alt="A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC" width="754" height="1013" /><p class="wp-caption-text">A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC &#8211; Arte/EBC</p></div>
</div>
</div>
</div>
<p>Villas Boas lembrou que os idosos são considerados grupo de risco para agravos decorrentes da infecção pela dengue. O maior número de óbitos, segundo o geriatra, acontece exatamente nessa faixa etária. Dados da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul, por exemplo, mostram que, no ano passado, das 11 mortes registradas pela doença, oito foram em pessoas com mais de 60 anos. Em 2022, 79% dos óbitos provocados pela dengue no estado também foram entre idosos.</p>
<p>“A gente sabe que os indivíduos idosos são portadores de doenças crônicas como hipertensão, diabetes, doença do coração. Muitos têm estado em imunossupressão, ou seja, quebra da imunidade. E esses são fatores de risco para complicações da infecção pela dengue. Por isso, acredito que a médio prazo, ou mesmo a curto prazo, teremos dados cientificamente robustos que indiquem a vacinação contra a dengue para essa população.”</p>
<p>O geriatra reforçou que não há risco iminente para idosos que, com a prescrição médica em mãos, recebem a vacina contra a dengue, mas destacou aspectos considerados importantes quando o assunto é a imunização de pessoas com mais de 60 anos, como um estado de perda de imunidade normal da idade, chamado imunossenescência, e a tomada de medicações que podem aumentar a imunodeficiência, como o uso crônico de corticoides e outros tratamento específicos.</p>
<p>“Se eventualmente esse indivíduo idoso desejar ser vacinado, é importante que ele converse muito bem com o médico que irá prescrever a vacina. Um bom contexto de saúde desse indivíduo idoso, para que ele possa receber a vacina com total segurança. A gente tem que lembrar que a Qdenga é uma vacina com vírus atenuado e não com vírus morto. Se o indivíduo estiver com a imunidade mais baixa, pode ter uma resposta ou reação vacinal maior, desenvolvendo efeitos colaterais inerentes à vacinação, como mal-estar geral e febre. Não vai desenvolver um quadro de dengue clássico. Mas pode ter uma série de efeitos colaterais, descritos na própria bula da vacina.”</p>
<p>Na ausência de uma dose contra a dengue formalmente indicada para idosos, Villas Boas ressaltou que a prevenção da doença nessa faixa etária deve ser feita por meio dos cuidados já amplamente divulgados para o combate ao mosquito <em>Aedes aegypti</em>: impedir o acúmulo de água parada; usar repelentes sobretudo pela manhã e no final da tarde, horários de maior circulação do <em>Aedes aegypti</em>; e utilizar roupas de manga longa e em tons mais claros.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arte/EBC" src="https://imagens.ebc.com.br/x6SbMOIniuY_7h-OPWC5T0r7ovY=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/protecao_copy.jpg?itok=XNQgjY2c" alt="Medidas de proteção individual para evitar picadas de mosquitos. Foto: Arte/EBC" width="754" height="518" /><p class="wp-caption-text">Medidas de proteção individual para evitar picadas de mosquitos. Foto: Arte/EBC &#8211; Arte/EBC</p></div>
</div>
</div>
</div>
<p>“A prevenção da dengue para a população idosa é idêntica à prevenção da população em geral. Não há nada específico. São aquelas orientações que a gente cansa de ouvir e cansa de ver que as pessoas não fazem”, disse. “Tudo o que possa evitar o indivíduo de ser picado contribui”, concluiu. </p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Novo medicamento que combate a diabetes é aprovado pela Anvisa</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/novo-medicamento-que-combate-a-diabetes-e-aprovado-pela-anvisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 02:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes 2]]></category>
		<category><![CDATA[GIP]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (25) um novo medicamento para tratamento de diabetes tipo 2. O Mounjaro, da farmacêutica Eli Lilly, tem como princípio ativo a tirzepatida, que age no controle do açúcar no sangue em adultos com a doença, combinado com dieta e exercícios físicos. O remédio está disponível [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1095070760" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (25) um novo medicamento para tratamento de diabetes tipo 2. O Mounjaro, da farmacêutica Eli Lilly, tem como princípio ativo a tirzepatida, que age no controle do açúcar no sangue em adultos com a doença, combinado com dieta e exercícios físicos. O remédio está disponível em formato de caneta injetável.</p>
<p>De acordo com a Anvisa, estudos mostram que a tirzepatida reduz de forma significativa a quantidade de hemoglobina glicada no sangue, o que indica o controle de açúcar. Essa redução contribui para queda do risco de doença microvascular, cegueira, insuficiência renal e amputação de membros.</p>
<p>“Outro benefício dessa droga é a mudança favorável do peso corporal (perda de peso), uma vez que o sobrepeso e a obesidade contribuem para a fisiopatologia do DM2 (diabetes tipo 2)”, informa publicação da Anvisa</p>
<p>A tirzepatida funciona como o primeiro receptor de dois hormônios produzidos no intestino: o polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose (GIP) e o peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1). Com isso, aumenta a quantidade de insulina produzida pelo pâncreas, ajudando no controle glicêmico no sangue.</p>
<h3><strong>Diabetes tipo 2</strong></h3>
<p>Estima-se que quase 463 milhões de pessoas no mundo, de (20) a (79) anos, têm diabetes. Desse total, o diabetes tipo 2 é responsável por quase 90% dos casos. No Brasil, são quase 17 milhões de adultos com a doença.</p>
<p>A doença é caracterizada pela produção insuficiente de insulina, hormônio que mantém o metabolismo da glicose. É uma das principais causadoras de insuficiência renal, cegueira, amputação e doença cardiovascular, complicações que podem levar à morte.</p>
<p>Pelas projeções, 578,4 milhões de pessoas estarão vivendo com diabetes em 2030, e mais de 700 milhões em 2045. O aumento está relacionado à tendência crescente de obesidade da população, alimentação não saudável e falta de atividade física.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte: Agência brasil</p>
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		<title>Febre Amarela não pode ser extinta a vacina é o único modo de controlar o vírus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/febre-amarela-nao-pode-ser-extinta-a-vacina-e-o-unico-modo-de-controlar-o-virus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 22:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arbovirose]]></category>
		<category><![CDATA[CIVP]]></category>
		<category><![CDATA[Febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[PNI]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes que sanitaristas como Vital Brazil e Oswaldo Cruz liderassem mudanças no cenário da saúde pública no Brasil, no final do século 19 e início do século 20, o país tinha uma fama assustadora no exterior: “Túmulo de estrangeiros”. O motivo era a enorme quantidade de doenças infecciosas que incidiam de forma epidêmica sobre sua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-755310182" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Antes que sanitaristas como Vital Brazil e Oswaldo Cruz liderassem mudanças no cenário da saúde pública no Brasil, no final do século 19 e início do século 20, o país tinha uma fama assustadora no exterior: “Túmulo de estrangeiros”. O motivo era a enorme quantidade de doenças infecciosas que incidiam de forma epidêmica sobre sua população, causando milhares de vítimas.</p>
<p>Entre elas, uma das mais temidas era a febre amarela urbana, arbovirose cuja letalidade ainda hoje pode beirar os 50% em casos graves. Somente na capital federal da época, o Rio de Janeiro, a doença matava mais de mil pessoas por ano no início do século 20.</p>
<p>Os esforços para combater essa doença incluíram uma caça aos mosquitos e fizeram com que ela fosse eliminada em 1942. O que trouxe maior resultado para manter essa conquista, porém, foi a vacinação, desenvolvida em 1937 e disponível no calendário infantil do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que completa 50 anos em 18 de setembro. A indicação para as aplicações é aos 9 meses e aos 4 anos de idade. Acima dos 5 anos, a recomendação é de apenas uma dose.</p>
<p>A vacina contra a febre amarela utilizada pela rede pública é produzida pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e também pela farmacêutica Sanofi Pasteur, que fornece tanto para o PNI quanto para as clínicas privadas. Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações, as duas têm perfis de segurança e eficácia semelhantes, estimados em mais de 95% para maiores de 2 anos.</p>
<h3>Doença não vai desaparecer</h3>
<p>Apesar do sucesso no caso da febre amarela urbana, a doença em sua forma silvestre não pode ser erradicada. O vírus causador da febre amarela não depende dos seres humanos para continuar existindo &#8211; ele infecta primatas e outros mamíferos em florestas, onde é transmitido pelo mosquito Haemagogus sabethes. Esses mosquitos também picam humanos que entram nas matas, e o risco é que, com o retorno dessas pessoas às cidades, elas sejam picadas por mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, que podem fazer o vírus voltar a circular em áreas urbanas.</p>
<p><div id="attachment_30560" style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-30560" class="size-full wp-image-30560" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/09/1112115-rj_tmazs_abr_031420188965.jpg" alt="" width="754" height="502" /><p id="caption-attachment-30560" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro &#8211; Rio Imagem abre posto de vacinação contra a febre amarela, no centro do Rio, com funcionamento das 7 às 22h. Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil</p></div></p>
<p>A coordenadora da Assessoria Clínica de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Lurdinha Maia, ressalta que, por esse motivo, é preciso que a cobertura vacinal contra a doença seja mantida em todo o país, uma vez que o ecoturismo, a pesca, o desmatamento e outros fatores têm aumentado o contato entre o ser humano e os mosquitos que transmitem a febre amarela silvestre.</p>
<p>“O Brasil é um país endêmico. Isso significa que a gente não vai acabar com a febre amarela. Ela está nas matas. Em 1942, a gente acabou com a febre amarela urbana, mas ainda é um risco, principalmente porque hoje há muitas entradas nas matas”, afirma.</p>
<p>“Anteriormente, o Programa Nacional de Imunizações preconizava a vacinação em vários estados e dizia que não era obrigatório no Nordeste. Mas, o PNI já atualizou o calendário de vacinação e todo o Brasil tem a recomendação de ser vacinado contra a febre amarela.”</p>
<p>Ser um país endêmico faz com que alguns países só permitam a entrada de viajantes brasileiros que apresentem o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP), com registro de dose aplicada no mínimo dez dias antes da viagem.</p>
<h3>Hemorragias</h3>
<p>O vírus da febre amarela demora de três a seis dias incubado no corpo. Quando a infecção gera sintomas, os mais comuns são febre, dores musculares com dor lombar proeminente, dor de cabeça, perda de apetite, náusea ou vômito. A maioria das pessoas melhora em até quatro dias.</p>
<p>Uma pequena parte dos pacientes, porém, evolui para um segundo estágio da doença, 24 horas após essa melhora. A febre alta retorna, e a infecção afeta o fígado e os rins. Por isso, um sintoma comum nessa fase é a icterícia (“amarelamento” da pele e dos olhos), urina escura e dores abdominais com vômitos.</p>
<p>A letalidade entre esses pacientes é elevada, e metade dos que apresentam essas complicações morre em até dez dias. A doença evolui até causar hemorragias graves, com sangramentos a partir da boca, nariz, olhos ou estômago.</p>
<p><div id="attachment_30561" style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-30561" class="size-full wp-image-30561" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/09/ffraz_abr_18091923237.jpg" alt="" width="754" height="502" /><p id="caption-attachment-30561" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro &#8211; Câmara de resfriamento onde são armazenadas vacinas no Centro Especial de Vacinação Álvaro Aguiar. Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil</p></div></p>
<p>Uma dificuldade para os serviços de saúde é diagnosticar a febre amarela em seus estágios iniciais. É comum que seja confundida com malária, leptospirose, hepatite viral, ou outras febres hemorrágicas, como a dengue.</p>
<p>Por todos esses motivos, a infectologista Eliana Bicudo destaca que a doença é uma ameaça de saúde pública grave, e que a vacinação precisa ser objeto de atenção da população.</p>
<p>“Qualquer pessoa não imunizada está ameaçada pela febre amarela, porque ela tem alta letalidade. Um número bem grande de pacientes vem a óbito.”</p>
<h3>Contraindicações</h3>
<p>A vacina da febre amarela é eficaz e segura, mas utiliza a tecnologia do vírus atenuado, o que significa que restringe seu uso às pessoas com boa capacidade imunológica. O Ministério da Saúde contraindica essa vacina para: crianças menores de 9 meses de idade; mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade; pessoas com alergia grave ao ovo; pessoas que vivem com HIV e que têm contagem de células CD4 menor que 350; pessoas em tratamento com quimioterapia/ radioterapia; e pessoas submetidas a tratamento com imunossupressores (que diminuem a defesa do corpo).</p>
<p>Caso essas pessoas vivam ou precisem se deslocar para áreas de maior risco de transmissão, é necessário que profissionais de saúde façam uma avaliação de risco-benefício, uma vez que as complicações ao adoecer podem ser ainda mais graves. Essa avaliação também deve ser feita para a vacinação de pessoas com 60 anos ou mais contra a doença.</p>
<p>Além da vacinação, a prevenção da febre amarela deve contar com os esforços para conter outras arboviroses, como a dengue e a zika. Deve-se evitar que água parada fique exposta em lugares públicos, casas e estabelecimentos empresariais, para que os mosquitos vetores desses vírus não a utilizem como criadouro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Tecnologia da vacina contra a Covid-19 é estudada para prevenção ao HIV e combate ao câncer, com pesquisas no Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/tecnologia-da-vacina-contra-a-covid-19-e-estudada-para-prevencao-ao-hiv-e-combate-ao-cancer-com-pesquisas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Aug 2022 11:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora alvo de pesquisas há mais de 30 anos, a tecnologia de RNA mensageiro (RNAm) parecia ainda distante de se tornar realidade. Porém, com a pandemia e o investimento nunca antes visto na história das vacinas, vieram duas conquistas inéditas para a área: os primeiros imunizantes com a tecnologia inovadora a serem aprovados e aplicados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2917295228" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Embora alvo de pesquisas há mais de 30 anos, a tecnologia de RNA mensageiro (RNAm) parecia ainda distante de se tornar realidade. Porém, com a pandemia e o investimento nunca antes visto na história das vacinas, vieram duas conquistas inéditas para a área: os primeiros imunizantes com a tecnologia inovadora a serem aprovados e aplicados em larga escala, e a produção de vacinas desenvolvidas em tempo recorde, em menos de um ano.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="80" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Agora, que além de consolidada e segura a tecnologia se mostrou altamente eficaz, já estão em testes estratégias com a técnica para a prevenção inédita de doenças como HIV, zika, ebola, herpes, além de novas vacinas mais eficazes para tuberculose, malária, dengue e gripe. Há até mesmo estudos promissores que implementam o RNAm para o combate ao câncer e de diagnósticos como diabetes e anemia falciforme. Os pesquisadores traçam um cenário otimista para grandes avanços científicos na próxima década.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="95" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">E o Brasil deve ganhar destaque com a produção própria de imunizantes e terapias que adotam a tecnologia. Na Bahia, já é desenvolvida uma nova vacina contra a Covid-19 que utiliza a plataforma, por cientistas do Senai Cimatec, que está em testes clínicos. Em 2021, <a href="https://oglobo.globo.com/saude/fiocruz-selecionada-pela-oms-para-desenvolver-vacina-de-rna-mensageiro-25207005" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Bio-Manguinhos, da Fiocruz, foi escolhido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como parte de uma seleção mundial para incentivar a criação de imunizantes com o RNAm. </a>Além de também desenvolver uma nova vacina para a Covid-19 com a tecnologia, o instituto pesquisa terapias para câncer e prevenção de outras doenças.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="85" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Nós estávamos trabalhando com tecnologia de RNAm por alguns anos, principalmente focado em vacinas terapêuticas para o tratamento do câncer, mas com a pandemia passamos também a desenvolver nossa própria vacina para a Covid-19 de RNAm, que está em testes. Essa tecnologia estava em estudos há décadas, mas deu esse salto com a crise sanitária e se mostrou de fato muito eficaz. Agora esperamos que vamos ter resultados positivos semelhantes com outras doenças — afirma o vice-diretor de Desenvolvimento Tecnológico de Bio-Manguinhos, Sotiris Missailidis.</p>
</div>
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<div id="google_ads_iframe_85042905/info.web.oglobo/saude/vacina-e-saude/materia_0__container__">As altas expectativas que envolvem o RNA mensageiro se dão por alguns fatores. O primeiro deles é a forma de atuação. Basicamente, trata-se de um código com instruções para que as células do corpo produzam determinada proteína. No caso das vacinas da Covid-19, em vez de o imunizante introduzir o vírus inativado ou uma parte dele para que o sistema imunológico produza as defesas, o RNAm utiliza o próprio organismo como “fábrica” da proteína S do coronavírus, que então é lida pelo corpo para produzir as células de defesa e anticorpos.</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="99" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Sem dúvida o RNAm revolucionou a vacinologia, porque você consegue através de um código levar o indivíduo que recebe a vacina a produzir a própria proteína. Isso é uma revolução porque permite que produzamos proteínas contra qualquer coisa, então anticorpos contra alguma doença, proteínas que inviabilizam tumores, doenças degenerativas. Em teoria, a tecnologia é aplicável para diabetes, Alzheimer, câncer, não apenas doenças infecciosas. É uma esperança para muitas outras doenças que até então nós ou não temos vacina ou que precisamos de alternativas melhores — explica o infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="84" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele conta que, desde 1990, a plataforma é estudada, mas era considerada instável em testes. A situação mudou em 2005, quando uma equipe de pesquisadores americanos desenvolveu cápsulas de gordura, chamadas de lipossomos, que envolvem o RNAm e conseguem levá-lo integralmente ao organismo. Um dos cientistas responsáveis pela descoberta escreveu inclusive um artigo na revista científica Nature Reviews Drug Discovery, em 2018, intitulado “Vacinas de RNAm &#8211; Uma nova era na vacinologia”, em que listou uma série de estudos com resultados promissores da tecnologia.</p>
</div>
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<div id="google_ads_iframe_85042905/info.web.oglobo/saude/vacina-e-saude/materia_3__container__">Além do amplo potencial, as vacinas de mRNA têm demonstrado eficácia superior aos modelos convencionais e têm um potencial para fabricação com menor custo. Isso porque, pela plataforma ser sintética, e não envolver vírus vivos, não exige, por exemplo, um laboratório de biossegurança. Além disso, podem ser desenvolvidas e adaptadas de forma mais rápida, o que possibilitou que os imunizantes da Covid-19 tivessem os testes clínicos iniciados menos de seis meses após o Sars-CoV-2 ter sido descoberto na China, em 2019.</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="86" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://oglobo.globo.com/saude/epoca/noticia/2022/04/conheca-as-novas-armas-da-ciencia-contra-hiv-25459743.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Um dos resultados mais aguardados para a nova geração de vacinas que começam a ser testadas é a do imunizante contra o HIV.</a> Neste ano, a Moderna – farmacêutica criada com foco no RNAm e responsável por uma das vacinas da Covid-19 – <a href="https://oglobo.globo.com/saude/farmaceutica-moderna-inicia-testes-em-humanos-para-vacina-contra-virus-hiv-25370610" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">deu início à fase 1 dos testes clínicos com algumas candidatas.</a> Estão também na primeira etapa os estudos com um imunizante para o Nipah henipavírus (NiV), patógeno altamente letal, originalmente de animais, que provoca surtos pontuais em humanos na Índia e em Bangladesh.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="93" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Porém, essas não devem ser as próximas a saírem do papel. O laboratório conduz ainda testes com uma vacina para o vírus da Zika, que já estão em fase 2, e para uma nova versão do imunizante contra o vírus Influenza, causador da gripe, que está na fase 3. Há também estudos para versões conjuntas de vacina da gripe com a da Covid-19 e uma proteção para o vírus sincicial respiratório (VSR), microrganismo que causa um alto número de hospitalizações e óbitos em crianças pequenas e ainda não pode ser combatido com imunizantes.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="13" data-block-id="17">
<h2>Potencial de produção no Brasil</h2>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="18">
<p>Missailidis, da Fiocruz, destaca que, embora a produção de vacinas com a nova tecnologia esteja começando principalmente em países do exterior, eventualmente Bio-manguinhos pode se tornar autônomo na fabricação de terapias com RNAm.</p>
</div>
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<div id="google_ads_iframe_85042905/info.web.oglobo/saude/vacina-e-saude/materia_4__container__">— Nosso maior problema era ter a capacidade de desenvolver novas tecnologias sem depender dos Estados Unidos, da Europa, de países que normalmente chegam com os produtos primeiro e depois fazem uma transferência de tecnologia. O esforço que estamos fazendo nesse momento é para mudar esse paradigma. E nós podemos usar o RNAm para doenças raras, doenças negligenciadas, que muitas vezes não são de interesse de grandes farmacêuticas, mas que a Fiocruz, como uma instituição pública, tem a missão de poder atender essa parte da população — diz o vice-diretor de Desenvolvimento Tecnológico de Bio-manguinhos.</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O novo imunizante da Fiocruz para a Covid-19 de RNAm, que deve começar os testes clínicos no início do ano que vem, tem ainda o diferencial de despertar a resposta imune não apenas com a proteína S do coronavírus, mas também a N. Segundo Sotiris, a segunda proteína é mais conservada, então espera-se que ofereça uma maior imunidade para proteger contra novas variantes.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="16" data-block-id="23">
<p>Há também o desenvolvimento da tecnologia pelo Senai Cimatec, na Bahia, em parceria com a empresa HDT Bio Corp, dos Estados Unidos. O infectologista e pesquisador-chefe da instituição, Roberto Badaró, que lidera a pesquisa, explica que a vacina de RNAm utiliza ainda uma nanopartícula inédita capaz de proteger a molécula e aumentar a absorção no organismo, e celebra o projeto como um passo importante para o domínio da plataforma no Brasil.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Hoje nós temos capacidade de fabricar essa vacina aqui no Brasil, nós incorporamos essa tecnologia lá no Senai Cimatec e estamos terminando os estudos de fase 1. É uma revolução grande essa plataforma, então nós estamos muito animados que o Brasil vai ter uma participação competitiva no cenário internacional de uma vacina moderna — afirma Badaró.</p>
</div>
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<div id="google_ads_iframe_85042905/info.web.oglobo/saude/vacina-e-saude/materia_5__container__">Ele conta que há um imunizante com a tecnologia também em testes para leishmaniose, uma doença provocada por um protozoário e transmitida por mosquitos que, se não tratada, pode ser altamente fatal.</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— São milhares de pessoas que adquirem leishmaniose no Brasil e na América Latina, que é uma doença desfigurante que, quando pega a mucosa nasal, destrói o nariz, sendo uma doença séria, mas que não tem muita atenção por ser tropical. Só que essa tecnologia irá nos ajudar a fazer várias outras vacinas contra outras doenças — acrescenta o infectologista.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="14" data-block-id="29">
<h2>Nova arma contra o câncer</h2>
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<p>Badaró, do Senai Cimatec, conta que há ainda vacinas terapêuticas em desenvolvimento na instituição para câncer de mama, próstata e ovário, que devem ganhar fôlego após o fim dos testes com o imunizante para a Covid-19. O combate a tumores é de fato uma das grandes promessas para o avanço da tecnologia, explica o médico oncologista e professor da Universidade Nove (Uninove), em São Paulo, Ramon Andrade de Mello.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A expectativa da utilização do RNAm no tratamento do câncer é muito alta. Existem estudos com resultados muito promissores para o uso da tecnologia para que o próprio organismo produza proteínas que atuem com o sistema imune para combater o câncer de uma maneira mais eficaz — explica o especialista, que faz parte do corpo clínico do Hospital Albert Einstein, também em São Paulo.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Isso porque o câncer desenvolve uma proteína chamada de inibidora de checkpoint, que diz ao organismo que aquelas células são saudáveis, embora sejam cancerígenas – o que impede que o sistema imunológico combata o tumor. Porém, o oncologista explica que, com o RNAm, seria possível ensinar as células de defesa a reconhecerem a tal proteína, e então passarem a atacá-la.</p>
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<div id="google_ads_iframe_85042905/info.web.oglobo/saude/vacina-e-saude/materia_6__container__">Em junho de 2021, a BioNTech – que desenvolveu um dos imunizantes para a Covid-19 junto à Pfizer – anunciou que tratou o primeiro paciente com uma vacina de RNAm contra o câncer de pele, durante estudos clínicos da fase 2.</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Há uns 20 anos, o tratamento do câncer era muito voltado à quimioterapia, mas da última década para cá as novas tecnologias têm mudado a resposta ao problema. Cada vez mais, vamos chegando a melhores resultados e mais próximo de uma possível cura do câncer, ainda que seja um caminho complexo até lá. Para isso, o desenvolvimento de novas terapias, como o RNAm, é essencial. Creio que de 5 a 10 anos, vamos ter a plataforma incorporada às diretrizes médicas. Com certeza é uma tecnologia que merece atenção e investimento — afirma o oncologista.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
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