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	<title>Universitários - Portal NDC</title>
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		<title>Universitários com mais de 40 anos: segundo MEC, quase 600 mil brasileiros nessa faixa estão matriculados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 11:56:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um vídeo mostrando três estudantes de uma universidade particular de Bauru (SP) debochando de uma mulher que também estuda na instituição, pelo fato de ela ter &#8220;40 anos&#8221;, viralizou no último sábado (11), (veja vídeo abaixo). No entanto, o último Censo da Educação Superior, do Ministério da Educação (MEC), mostra que em 2021 599.977 pessoas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2944897808" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Um vídeo mostrando três estudantes de uma universidade particular de Bauru (SP) debochando de uma mulher que também estuda na instituição, pelo fato de ela ter &#8220;40 anos&#8221;, viralizou no último sábado (11), (veja vídeo abaixo). No entanto, o último Censo da Educação Superior, do Ministério da Educação (MEC), mostra que em 2021 599.977 pessoas nessa faixa etária foram matriculadas.<br /><br />O número representa um aumento de 171,1% nos últimos dez anos, entre 2012 e 2021. Somente no Distrito Federal, em 2021, 28.578 pessoas com 40 anos ou mais se matricularam em instituições de ensino superior.<br /><br />Com a maior expectativa e qualidade de vida no mundo todo, a idade já não se mostra mais como um empecilho para a realização de sonhos. A bióloga e estudante Aline Pomnitz, de 44 anos, voltou a estudar em 2021 e diz: &#8220;Me dedico com paixão&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu sempre quis ser veterinária. Mas quando era mais nova, não passei no vestibular e não consegui. Então, estudei biologia e depois acabei trabalhando no serviço público&#8221;, conta a moradora de <a class="" href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/cidade/brasilia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Brasília</a>.</p>
<p>Aline conta que ficou muito chateada quando viu o vídeo das estudantes de Bauru. &#8220;O jovem parece que tem uma resistência com o mais velho. Eles ficam meio enciumados, mas acho que até sem entender&#8221;, diz ela.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="46" data-block-id="13">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Na verdade, nesse ambiente universitário, essa troca pode ser muito boa. De um jovem poder conversar com uma pessoa mais velha que não é o pai ou a mãe e, para os mais velhos, é possível se revigorar com essa energia do jovem&#8221;, diz a estudante.</blockquote>
<p><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Etarismo</span></p>
</div>
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<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/GvWpmjo7iwafQUlYDPWs167NPEc=/0x0:1600x900/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/d/Y/Pb5dSSTm28fRSLENerUw/whatsapp-image-2023-03-14-at-14.12.01.jpeg" alt="Aline Pomnitz, de 44 anos, com os colegas do curso de veterinária — Foto: Arquivo pessoal" /></figure>
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<p class="content-media__description ">Aline Pomnitz, de 44 anos, com os colegas do curso de veterinária — Foto: Arquivo pessoal</p>
</div>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quem nunca ouviu a frase &#8220;<strong>você não tem mais idade para isso</strong>&#8220;? De acordo com a psicoterapeuta Helena Abdalla, esse tipo de frase pode ser classificada como etarismo, &#8220;<span class="highlight highlighted">que consiste no preconceito, na intolerância, na discriminação contra pessoas com idade avançada. Ou seja, um preconceito que se refere a essas pessoas como se elas fossem incapazes e incompetentes, frágeis, inadequadas</span>&#8220;.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="63" data-block-id="18">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Nós sabemos que a idade não retira nada de nós. Ela não exclui a nossa capacidade de aprender, de sonhar, nossa capacidade de viver a vida de maneira que nos agrade. Como se as pessoas de idade avançada, fossem inadequadas para realizar sonhos, que são destinados e designados, pela própria construção da sociedade, para grupos de jovens adultos, por exemplo&#8221;, diz a psicoterapeuta.</blockquote>
<p>Para Helena, as pessoas mais velhas tem a capacidade de sonhar e de olhar para a vida de outra forma. &#8220;Muito diferente dos jovens adultos, que por causa da idade, e do nosso meio cultural geracional, têm uma dificuldade ainda de entender o que eles querem para a vida, as pessoas de idade avançada não tem. Elas conseguem, de forma mais refinada, olhar pra dentro e despertar sonhos e caminhos que ainda estão vivos e que elas querem, de uma forma muito mais competente, realizar&#8221;, aponta a especialista.</p>
</div>
</div>
</div>
<p>*g1</p>
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