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	<title>União Europeia - Portal NDC</title>
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	<title>União Europeia - Portal NDC</title>
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		<title>Governo negocia importação de antídoto do metanol em meio ao aumento de casos de intoxicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 14:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[metanol]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Fomepizol bloqueia a formação de substâncias tóxicas que causam danos graves aos sistemas nervoso e hepático O governo brasileiro está em uma corrida para adquirir fomepizol, um medicamento essencial no tratamento de intoxicações por metanol. O esforço é uma resposta ao aumento de casos de envenenamento, relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. O principal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-205827441" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Fomepizol bloqueia a formação de substâncias tóxicas que causam danos graves aos sistemas nervoso e hepático<br /><br />O governo brasileiro está em uma corrida para adquirir fomepizol, um medicamento essencial no tratamento de intoxicações por metanol. O esforço é uma resposta ao aumento de casos de envenenamento, relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. O principal obstáculo é a ausência de registro do fármaco na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que torna importação um processo urgente e complexo.<br /><br />O metanol é um álcool de uso industrial que, quando consumido, se transforma em substâncias tóxicas que causam danos graves aos sistemas nervoso e hepático. O fomepizol age como um antídoto, bloqueando a formação desses compostos prejudiciais. Embora o Brasil tenha acesso ao etanol farmacêutico, que também retarda os efeitos do veneno, ele é considerado menos seguro e eficaz que o fomepizol.<br /><br />Para garantir o acesso rápido ao medicamento, a Anvisa publicou um edital de chamamento internacional, buscando fabricantes e distribuidores com estoque disponível. O Ministério da Saúde também procurou diretamente produtoras estrangeiras, incluindo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para uma possível doação. Agências reguladoras de dez países, como Estados Unidos, União Europeia, Canadá e Argentina, foram contatadas para acelerar os trâmites de importação.<br /><br />Em paralelo, o governo está investindo na identificação de bebidas adulteradas. Três laboratórios foram mobilizados para analisar amostras suspeitas e as fiscalizações de campo estão em andamento em diversos estados, em parceria com as vigilâncias sanitárias locais. Segundo o Ministério da Saúde, 59 casos de possível intoxicação por metanol foram notificados até o momento, com 11 já confirmados. Uma morte foi registrada e outras sete estão sob investigação.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Acordo UE/Mercosul deve aumentar comércio do Brasil em R$ 94 bilhões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/acordo-ue-mercosul-deve-aumentar-comercio-do-brasil-em-r-94-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2024 10:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil O governo federal estima que o acordo de livre comércio anunciado nesta sexta-feira (6) entre o Mercosul e a União Europeia (UE) deve aumentar o fluxo de comércio entre o Brasil e o bloco europeu em R$ 94,2 bilhões, o que representa um impacto de 5,1% no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3596718113" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil</p>
<p>O governo federal estima que o acordo de livre comércio anunciado nesta sexta-feira (6) entre o Mercosul e a União Europeia (UE) deve aumentar o fluxo de comércio entre o Brasil e o bloco europeu em R$ 94,2 bilhões, o que representa um impacto de 5,1% no comércio atual. O governo ainda estima um impacto de R$ 37 bilhões sobre o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), ou seja, cerca de 0,34% da economia brasileira.  <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1622743&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1622743&amp;o=node" /></p>
<p>Como a redução das tarifas de importação é gradual, o impacto estimado pela equipe econômica é para o ano de 2044. Com a redução das tarifas, o governo estima que haverá um aumento de R$ 42,1 bilhões das importações da UE e um crescimento de R$ 52,1 bilhões das exportações brasileiras para o bloco.</p>
<p>A União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China. Em 2023, a corrente comercial entre Brasil e o bloco europeu representou 16% do comércio exterior brasileiro.</p>
<p>O professor Giorgio Romano Schutte, membro do Observatório da Política Externa e da Inserção Internacional do Brasil (Opeb), avaliou que o acordo está melhor que o negociado em 2019, entre outros motivos, pelo fato de o Brasil ter colocado salvaguardas para o setor automotivo, para impedir que as importações de carros europeus prejudiquem a indústria no Brasil. </p>
<p>“Mas isso vai depender do governo de plantão, se ele vai usar ou não o poder de salvaguarda”, disse. </p>
<p>Professor de relações internacionais da Universidade Federal do ABC paulista (UFABC), ele ponderou que os impactos econômicos do acordo demoram a ser sentidos e são limitados. Ele lembrou que apenas a China tem uma corrente comercial com o Brasil superior aos 27 países da União Europeia somado com o dos Estados Unidos.</p>
<p>“O impacto não é assim tão rápido. A geração de empregos deve demorar a dar resultados. Mas com esse acordo você aumenta o comércio. Além disso, com o acordo, aumenta o poder de negociação com a China e os Estados Unidos. Tem um elemento político também nesse acordo, para além do econômico. Agora, algumas poucas empresas brasileiras e do Mercosul vão conseguir aproveitar para fazer negócios na União Europeia, com certeza”, analisou Giorgio Romano.</p>
<p>O governo brasileiro estima ainda um aumento de R$ 13 bilhões em investimentos no Brasil, o que representa um crescimento de 0,76%. Espera-se ainda uma redução de 0,56% nos preços ao consumidor e aumento de 0,42% nos salários reais. Tudo apenas para 2044, disse Giorgio Romano.</p>
<h2>Cotas </h2>
<p>A redução das tarifas que o Mercosul cobra da UE pode ser imediata ou ao longo de prazos, que variam entre 4 anos a 15 anos. Para o setor automotivo, os períodos de redução tarifária são mais longos, variando de 18 anos a 30 anos para veículos eletrificados, movidos a hidrogênio e com novas tecnologias.</p>
<p>Do lado da UE, a redução tarifária também pode ser imediata ou por períodos que vão de 4 anos a 12 anos, a depender do produto. </p>
<p>Estão previstas ainda cotas para produtos agrícolas e agroindustriais do Brasil. Ou seja, acima de determinada quantidade, alguns produtos começam a pagar a tarifa cheia para entrar no bloco. Entram nessa categoria produtos como carne suína, etanol, açúcar, arroz, mel, milho e sorgo, queijos, entre outros.</p>
<p>Para o professor Giorgio Romano Schutte, essa é a principal assimetria do acordo. “No caso dos produtos industriais da União Europeia, eles entram sem cotas, sem restrições ao volume. E no caso dos produtos agrícolas do Mercosul, tem cotas”, lembrou.</p>
<p><strong>O Brasil exportou US$ 46,3 bilhões para a União Europeia em 2023:</strong></p>
<p>Alimentos para animais &#8211; 11,6%</p>
<p>Minérios metálicos e sucata &#8211; 9,8%</p>
<p>Café, chá, cacau, especiarias &#8211; 7,8%</p>
<p>Sementes e frutos oleaginosos &#8211; 6,4%</p>
<p>Ferro e aço &#8211; 4,6%</p>
<p>Vegetais e frutas &#8211; 4,5%</p>
<p>Celulose e resíduos de papel &#8211; 3,4%</p>
<p>Carne e preparações de carne &#8211; 2,5%</p>
<p>Tabaco e suas manufaturas &#8211; 2,2%</p>
<p><strong>O Brasil importou US$ 45,4 bilhões da União Europeia em 2023:</strong></p>
<p>Produtos farmacêuticos e medicinais &#8211; 14,7%</p>
<p>Máquinas em geral e equipamentos industriais &#8211; 9,9%</p>
<p>Veículos rodoviários &#8211; 8,2%</p>
<p>Petróleo, produtos petrolíferos &#8211; 6,8%</p>
<p>Máquinas e equip. de geração de energia &#8211; 6,1%</p>
<p>Produtos químicos orgânicos &#8211; 5,5%</p>
<p>Máquinas e aparelhos especializados para determinadas indústrias &#8211; 5,3%</p>
<p>Máquinas e aparelhos elétricos &#8211; 4,7%</p>
<p>Materiais e produtos químicos &#8211; 3,6%</p>
<p>Ferro e aço &#8211; 3,4%</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercosul e União Europeia firmam acordo comercial negociado há 25 anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercosul-e-uniao-europeia-firmam-acordo-comercial-negociado-ha-25-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 15:06:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[acordo comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Negociações de livre comércio somam 750 milhões de pessoas Os chefes de Estado do Mercosul e a representante da União Europeia (UE), Ursula von der Leyen, anunciaram, nesta sexta-feira (6), que foi firmado o acordo de livre comércio para redução das tarifas de exportação entre os países que compõe esses mercados. As negociações se arrastavam há [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1003889028" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Negociações de livre comércio somam 750 milhões de pessoas</p>
<p>Os chefes de Estado do Mercosul e a representante da União Europeia (UE), Ursula von der Leyen, anunciaram, nesta sexta-feira (6), que foi firmado o acordo de livre comércio para redução das tarifas de exportação entre os países que compõe esses mercados. As negociações se arrastavam há 25 anos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1622667&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1622667&amp;o=node" /></p>
<p>O acordo foi anunciado em coletiva de imprensa em Montevidéu, no Uruguai, onde ocorre a 65ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul.</p>
<p>Com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; do presidente argentino, Javier Milei; do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou; e do Paraguai, Santiago Peña, foi anunciado que as negociações foram concluídas para regras de livre comércio entre os países dos blocos. Ao todo, o acordo envolve nações que somam mais de 750 milhões de pessoas.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia destacou que a medida marca o início de uma nova história. “Agora estou ansiosa para discutir isso com os países da UE. Este acordo funcionará para pessoas e empresas. Mais empregos. Mais escolhas. Prosperidade compartilhada”.</p>
<h2>Assinatura</h2>
<p>Apesar das negociações terem sido encerradas, ainda é necessário que o acordo seja assinado. Os textos negociados passarão por revisão jurídica e serão traduzidos para os idiomas oficiais dos países. Em seguida, o acordo precisa ser aprovado internamente em cada uma das nações. Não há prazo para a finalização desse processo.</p>
<p>“Após a assinatura entre as partes, o Acordo será submetido aos procedimentos de cada parte para aprovação interna – no caso do Brasil, o Acordo será submetido à aprovação pelo Poder Legislativo. Uma vez aprovado internamente, o Acordo pode ser ratificado por cada uma das partes, etapa que permite a entrada em vigor do Acordo”, informou o governo brasileiro.</p>
<h2>Oportunidade</h2>
<p>O presidente do Uruguai, anfitrião do encontro que anunciou o fim das negociações, lembrou que o acordo foi possível apesar das diferenças políticas entre os países do Mercosul. Para o mandatário uruguaio, é uma oportunidade.</p>
<p>“Um acordo desse tipo não é uma solução. Não há mais soluções mágicas. Não há burocratas ou governos para firmar a propriedade. É uma oportunidade. É muito importante que os passos sejam pequenos, mas seguros”.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia lembrou dos laços históricos entre os dois continentes e que o acordo é uma &#8220;necessidade política&#8221; em um mundo cada vez mais fragmentado e convulsionado.</p>
<blockquote>
<p>“Num mundo cada vez mais conflituoso, demonstramos que as democracias podem apoiar-se umas às outras. Este acordo não é apenas uma oportunidade econômica, é uma necessidade política. Somos parceiros com mentalidades comuns, que têm raízes comuns”, afirmou Ursula.</p>
</blockquote>
<p>Ursula von der Leyen disse ainda que está consciente da oposição de agricultores europeus, especialmente os franceses, preocupados que uma invasão de produtos do Mercosul lhes tomem mercado. “Este acordo inclui salvaguardas robustas para protegê-los”, comentou.</p>
<p>Segundo ela, o acordo deve beneficiar cerca de 60 mil empresas que exportam para os países do Mercosul, com uma economia de 4 bilhões de euros. “Se beneficiam de tarifas reduzidas, processos aduaneiros mais simples e também de acesso preferencial a algumas matérias-primas essenciais. Isso trará grandes oportunidades de negócios”.</p>
<h2>Meio Ambiente</h2>
<p>Para a representante europeia, o acordo firmado entre os blocos vai permitir que os investimentos feitos respeitem o meio ambiente.</p>
<p>“O acordo entre o Mercosul e a União Europeia é este primeiro passo para o acordo de Paris e para poder combater o desmatamento. O presidente Lula e seus esforços para proteger a Amazônia são bem-vindos e necessários, mas preservar a Amazônia é uma responsabilidade compartilhada de toda a humanidade”, completou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>União Europeia doará R$ 120 milhões para o Fundo Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/uniao-europeia-doara-r-120-milhoes-para-o-fundo-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 13:52:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Carta foi assinada pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e pela comissária da União Europeia, Jutta Urpilainen A União Europeia (EU) formalizou ontem (22) a doação ao Fundo Amazônia, no valor de 20 milhões de euros, aproximadamente R$ 120 milhões. Dessa forma, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a UE assinaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1541081549" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Carta foi assinada pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e pela comissária da União Europeia, Jutta Urpilainen<br /><br />A União Europeia (EU) formalizou ontem (22) a doação ao Fundo Amazônia, no valor de 20 milhões de euros, aproximadamente R$ 120 milhões.<br /><br />Dessa forma, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a UE assinaram carta de intenções para o fortalecimento de parcerias. Sobretudo, com foco no apoio ao desenvolvimento sustentável e aos investimentos no Brasil.<br /><br />Assim, a carta foi assinada pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e pela comissária da União Europeia (UE) para Parcerias Internacionais, Jutta Urpilainen.<br /><br />O ato ocorreu no Rio de Janeiro, durante o IV Fórum Brasil – União Europeia – “O Brasil e a União Europeia: Políticas e Economias nas Transições Verde e Digital para um Desenvolvimento Justo e Inclusivo”.<br /><br />Conforme o presidente Mercadante, a disposição da União Europeia em contribuir para o Fundo é resultado da boa gestão dos recursos e do resultado que o Brasil já apresentou ao mundo na redução do desmatamento.<br /><br />Essa sinalização é muito importante porque é uma contribuição do conjunto dos 27 países que fazem a União Europeia. Tem um significado maior, dá muito respaldo e credibilidade ao Fundo Amazônia, que se consolidou por ter uma gestão transparente, eficiente, responsável e por responder a uma das principais demandas, que é dramática crise climática do planeta. Nós reduzimos em 50% o desmatamento, é por isso que essas contribuições estão sendo fortalecidas afirmou Mercadante.<br /><br />O presidente do BNDES destacou a importância da preservação da Amazônia, uma área que abriga 25% da cobertura de florestas tropicais do planeta. Mas que também tem responsabilidade com uma população de aproximadamente 29 milhões de habitantes.<br /><br />“Além de ser a maior floresta tropical existente, a Amazônia é decisiva no equilíbrio do clima e esses recursos permitem, ainda, a conectividade das populações ribeirinhas, comunidades indígenas e quilombolas que vivem na Amazônia”, disse.<br /><br />“A Comissão Europeia vai oferecer 20 milhões de euros ao Fundo Amazônia e está feliz em se juntar aos estados-membros da União Europeia, que recentemente anunciaram contribuições. Nosso compromisso deverá respaldar os esforços do governo brasileiro e vai possibilitar a aceleração da luta contra o desmatamento”, disse a comissária da União Europeia para Parcerias Internacionais, Jutta Urpilainen.<br /><br />Carteira<br />Nesse sentido, o Fundo Amazônia tem hoje R$ 3,9 bilhões em recursos. No ano passado, o Fundo bateu recorde de investimentos em novos projetos, após quatro anos desativado. <br /><br />Hoje o Fundo apoia 114 projetos, que vão do Arco da Restauração (maior projeto de restauro de florestas nativas) ao fortalecimento do Corpo de Bombeiros no enfrentamento a incêndios e o combate ao crime organizado na região.<br /><br />Os recursos destinados aos projetos são não reembolsáveis. Cerca de 240 mil pessoas são beneficiadas com atividades produtivas sustentáveis.<br /><br />Leia mais<br />União Europeia investirá 450 milhões de euros na Amazônia<br />BEI<br />Ao mesmo tempo, além da doação da EU ao Fundo Amazônia, o presidente do BNDES também anunciou que foram concluídas as negociações com o Banco Europeu de Investimentos (BEI).<br />Trata-se do financiamento, “em condições muito favoráveis” de 300 milhões de euros, também vinculado à transição energética, economia verde e transição digital.<br /><br />É um empréstimo bem importante. Nós já concluímos também a garantia soberana do Ministério da Fazenda e, agora, vai para o Senado Federal. Assim que for aprovado pela comissão, estarão liberados os recursos. É mais dinheiro para nossa economia”, explicou Mercadante, destacando que a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cenário internacional abre o país para novos investimentos. “O Brasil está no centro da diplomacia global e o presidente Lula tem uma liderança que nós nunca tivemos em nenhum momento da história.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: BNC AMAZONAS</p>
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