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	<title>Trump - Portal NDC</title>
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	<title>Trump - Portal NDC</title>
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		<title>Crime de genocídio: Trump ameaça eliminar civilização de 3 mil anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente dos EUA anuncia crime de guerra contra população iraniana “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, anunciou nesta terça-feira (7) o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, em mais uma ameaça de genocídio contra o Irã, caso o país não reabra o Estreito de Ormuz....]]></description>
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<p>Presidente dos EUA anuncia crime de guerra contra população iraniana</p>
<p>“Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, anunciou nesta terça-feira (7) o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, em mais uma ameaça de genocídio contra o Irã, caso o país não reabra o Estreito de Ormuz.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685047&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685047&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Estima-se que a civilização persa, da qual o Irã é herdeiro, tenha entre 2,5 mil e 3 mil anos de história</strong>, com inúmeras contribuições culturais, filosóficas e científicas deixadas para toda a humanidade.</p>
<p>Agora, o presidente da maior potência militar e nuclear do planeta vem, repetidamente, ameaçando destruir o Irã como nação, dizendo que vai devolver o país à “idade das pedras”.</p>
<p>Em entrevista à<strong> Agência Brasil</strong>, <strong>o professor de direito internacional da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) Gustavo Vieira avaliou que as ameaças de Trump são gravíssimas e colocam em risco toda a paz mundial.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Essa fala vai contra todas as bases que fundam o direito internacional, que busca a coexistência das nações. Isso é uma ameaça de um crime de genocídio, de crimes contra a humanidade e de guerra que já foram categorizados desde o Tribunal de Nuremberg e estão normatizados pelo Estatuto do Tribunal Penal Internacional Permanente”, explicou o especialista.</p>
</blockquote>
<p><strong>Convenções internacionais, como a Convenção de Genebra ou a Convenção sobre Prevenção do Genocídio, proíbem o ataque contra infraestruturas civis ou ações que causem danos a civis, exigindo que os Estados usem ainda a proporcionalidade em suas ações militares.</strong></p>
<p><strong>Vieira ponderou que é desproporcional aniquilar uma nação para poder abrir o Estreito de Ormuz. </strong>“O legado disso para a comunidade internacional é muito preocupante. A gente vai ver uma escalada de investimentos em armas e sistemas de defesa”, completou.</p>
<p>Para a professora de direito internacional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Elaini Silva, a ameaça de Trump viola a Carta da ONU.</p>
<blockquote>
<p>“É a imagem da barbárie. Quando a ameaça é mais do que um uso da força pontual para coação, mas de extermínio de um povo, já estamos falando de crimes tão graves que podem envolver a responsabilidade pessoal dos governantes”, disse Elaini Silva, doutora pela Universidade de São Paulo (USP).</p>
</blockquote>
<p><strong>A avaliação do antropólogo Paulo Hilu, coordenador do Núcleo de Estudos do Oriente Médio da Universidade Federal Fluminense (UFF), é de que guerra e as ameaças de Trump têm o efeito de fortalecer a República Islâmica devido ao nacionalismo da população.</strong></p>
<p>“Os iranianos são uma sociedade com uma identidade nacional e com uma consciência nacional muito forte. Então, essa ideia de que o Irã vai ser destruído, humilhado ou subjugado, obviamente, faz com que as pessoas prefiram apoiar qualquer regime que defenda a soberania nacional”, disse.</p>
<p>O antropólogo acrescentou que, ainda que a ameaça de Trump não se concretize, a destruição já está em curso. <strong>A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) calcula que 160 monumentos históricos tenham sido danificados ou destruídos pelos ataques dos EUA e de Israel.</strong></p>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<figure style="width: 754px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Arte/EBC" src="https://imagens.ebc.com.br/fH5Qs01iZkJbOObKIxadgkIxcy8=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/28/captura_de_tela_2026-02-28_135214_copy.jpg?itok=GJvD45_M" alt="Mapa Estreito de Ormuz. Foto: Arte/EBC" width="754" height="464" /><figcaption class="wp-caption-text">Mapa do Estreito de Ormuz &#8211; Arte/EBC</figcaption></figure>
</div>
</div>
<h2>Trump evita comentar crime de guerra</h2>
<p>Questionado nessa segunda-feira (6) por um jornalista nos jardins da Casa Branca sobre a ameaça ser um crime de guerra, o presidente Donald Trump ignorou a pergunta.</p>
<p>“Você está se comprometendo a cometer um crime de guerra?”, disse o profissional de imprensa em áudio captado pela transmissão oficial. O presidente apenas virou o rosto e pediu novas perguntas aos jornalistas. “O que mais?”, desconversou.</p>
<p>Em coletiva de imprensa no mesmo dia, um jornalista do <em>New York Times</em> questionou Trump se ele não estaria violando o direito internacional ao ameaçar atacar infraestruturas civis.</p>
<p>O presidente estadunidense acusou o jornal de “falta de credibilidade” e disse que não permitiria que o Irã desenvolva armas nucleares, uma das tantas justificativas da guerra. Porém, mesmo os serviços de inteligência dos EUA apontam que Teerã não buscava desenvolver esses armamentos.</p>
<p>Na mesma postagem em que promete um genocídio no Irã, Trump diz que não quer que isso aconteça, “mas provavelmente acontecerá”.</p>
<p>“Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo”, completou. Contraditoriamente, Trump finaliza o comunicado pedindo para Deus abençoar “o grande povo do Irã”.</p>
<p><strong>Confira mais informações sobre a guerra no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/d2dcfpqtuhM?si=p_9RSGqQurSsJJcr&amp;start=1190" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>A civilização persa</h2>
<p>O antropólogo Paulo Hilu explicou que, se for considerada a língua persa, a história da civilização que Trump promete eliminar tem entre 2,5 mil e 3 mil anos. Porém, desde o período neolítico existe ocupação humana na região do atual Irã, o que pode chegar a até 10 mil anos atrás.</p>
<p>Um dos principais legados da civilização persa, esta com até 3 mil anos de história, é a noção filosófica-teológica de que a divindade é boa e que se opõe às forças malignas, sendo essa uma herança passada do zoroastrismo, com origem no atual Irã, para o judaísmo e depois o cristianismo.</p>
<p>“A ideia de que existe um bem absoluto que se opõe a um mal absoluto é uma ideia filosófico-teológica que foi criada com Zoroastro, que teria vivido no Irã.  Isso vai passar para o judaísmo e depois para o cristianismo. A nossa civilização também é herdeira da civilização do império persa, não é uma civilização exótica”, ponderou Hilu.</p>
<h2>Crimes de guerras anunciados</h2>
<p>Entre os tantos crimes de guerra cometidos por Estados nacionais ao longo da história, entre eles, os EUA, <strong>o professor Gustavo Vieira avalia que a novidade, sob Trump, seria o desrespeito aberto e reiterado ao direito internacional.</strong></p>
<p>“Mesmo o caso do Putin [presidente da Rússia], quando ele ataca a Ucrânia, ele se senta com o secretário-geral da ONU e justifica suas operações com base no direito internacional”, comparou.</p>
<p>O professor da Unila destaca que o direito internacional foi construído com muito sangue, após crimes contra humanidade graves, como os da 2ª Guerra Mundial, numa tentativa de construir um consenso para superar o imperialismo.</p>
<blockquote>
<p>“São todos anúncios de violações ao direito internacional, em menor ou maior grau. O direito internacional é construído a duras penas, com muito esforço, e acaba sendo resultado de muita dor e muito sangue. Os Estados entram em certos entendimentos e consensos, por vezes, depois de gravíssimos erros já consolidados”, completou Vieira.</p>
</blockquote>
<p>Segundo autoridades iranianas, pelo menos 300 unidades de saúde e cerca de 600 centros educacionais, incluindo escolas e<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/eua-e-israel-atacam-principal-universidade-de-tecnologia-do-ira" target="_blank" rel="noopener"> universidades</a>, foram atacados por Israel e pelos EUA desde o dia 28 de fevereiro. Dezenas de unidades e profissionais de saúde também foram atacados no Líbano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>EUA recuam sobre acusação de que Maduro liderava cartel de drogas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 21:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[acusação]]></category>
		<category><![CDATA[Cartel]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova denúncia do Departamento de Justiça rebaixa papel do ditador para beneficiário de sistema de corrupção e admite que suposto grupo não é uma organização centralizada Após a captura e transferência de Nicolás Maduro para os Estados Unidos, o governo Trump alterou a narrativa judicial contra o venezuelano. Em uma revisão da acusação apresentada pelo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nova denúncia do Departamento de Justiça rebaixa papel do ditador para beneficiário de sistema de corrupção e admite que suposto grupo não é uma organização centralizada</p>
<p>Após a captura e transferência de <strong>Nicolás Maduro</strong> para os <strong>Estados Unidos</strong>, o governo <strong>Trump</strong> alterou a narrativa judicial contra o venezuelano. Em uma revisão da acusação apresentada pelo Departamento de Justiça, as autoridades norte-americanas deixaram de classificar o ditador deposto como o líder máximo do Cartel de Los Soles.</p>
<p>A mudança marca um recuo em relação ao documento original de 2020. Anteriormente descrito como “chefe de uma organização narcoterrorista”, Maduro agora é apontado como alguém que “participa, protege e perpetua” uma cultura de corrupção estatal voltada para o enriquecimento ilícito via tráfico de drogas.</p>
<h3><strong>Redefinição do grupo criminoso</strong></h3>
<p>O novo texto judicial também modifica o entendimento sobre o próprio Cartel de Los Soles. Onde antes havia a descrição de uma estrutura hierárquica rígida, agora a justiça americana admite que o termo é uma designação genérica — ou “guarda-chuva” — utilizada para descrever uma rede difusa de oficiais militares, civis e da inteligência que lucram com o narcotráfico. A menção ao nome do cartel, que aparecia mais de 30 vezes na acusação antiga, foi reduzida a apenas duas citações no novo documento.</p>
<p>Especialistas em segurança e crime organizado na América Latina apontam que a nova versão é mais fiel à realidade, uma vez que órgãos como a DEA e a <strong>ONU</strong> nunca listaram o “Los Soles” em seus relatórios de grandes organizações de tráfico, diferentemente de cartéis centralizados como os de Sinaloa ou Medellín. A existência do grupo como uma entidade formal sempre foi questionada, sendo vista academicamente como um sistema de clientelismo e governança criminal híbrida.</p>
<h3><strong>Acusações mantidas</strong></h3>
<p>Apesar do ajuste técnico nos tribunais, a retórica política permanece inalterada. <strong>Marco Rubio</strong>, Secretário de Estado, continua a referir-se publicamente ao grupo como um cartel real e a Maduro como seu líder. Além disso, a nova acusação tenta vincular Maduro à gangue prisional “Tren de Aragua”, uma conexão considerada tênue e politicamente motivada por analistas, já que agências de inteligência indicam falta de provas concretas dessa aliança.</p>
<p>Mesmo com a mudança na descrição de seu papel hierárquico, a situação legal de Maduro permanece crítica. <strong>Ele se declarou inocente em audiência em Nova York</strong>, mas segue respondendo a quatro acusações graves: conspiração para narcoterrorismo, conspiração para tráfico de cocaína e duas acusações relacionadas ao uso e posse de armamento pesado e explosivos.</p>
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<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Trump pede prisão do prefeito democrata de Chicago e do governador de Illinois</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 19:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chicago]]></category>
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					<description><![CDATA[Líderes se opõem à ordem do presidente americano para que agentes do ICE realizem incursões contra imigrantes na cidade O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (8) que o prefeito de Chicago e o governador de Illinois deveriam estar presos por sua falta de colaboração para impedir...]]></description>
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<p>Líderes se opõem à ordem do presidente americano para que agentes do ICE realizem incursões contra imigrantes na cidade<br /><br />O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (8) que o prefeito de Chicago e o governador de Illinois deveriam estar presos por sua falta de colaboração para impedir os protestos contra as operações de imigração, em uma mensagem na plataforma Truth Social. “O prefeito de Chicago deveria estar na prisão por não proteger os agentes do ICE! O governador Pritzker também!”, declarou Trump referindo-se às críticas ao serviço de imigração e fiscalização de fronteiras do país (ICE, na sigla em inglês).<br /><br />Segundo um funcionário americano do Departamento de Defesa na terça-feira, 200 guardas nacionais se aproximaram de Chicago depois que o governo descreveu esta grande cidade do norte do país como uma “zona de guerra”. Trump havia autorizado, no fim de semana, o envio de 700 guardas nacionais.<br /><br />Os arredores do centro de detenção do ICE nos subúrbios de Chicago são palco de protestos diários realizados por dezenas de ativistas, que tentam bloquear a saída dos veículos dos agentes. Em alguns casos, houve lançamento de pedras e garrafas.<br /><br />A oposição democrata contestou a legalidade da ordem nos tribunais, acusando o presidente americano de “punir seus inimigos políticos”. A juíza federal responsável pelo caso marcou uma audiência para quinta-feira (9).<br /><br />No último fim de semana, uma juíza bloqueou provisoriamente uma mobilização semelhante em Portland (estado do Oregon, noroeste), outra cidade democrata que registra protestos diários.<br /><br />Trump vem criticando Chicago há semanas e classifica a cidade como “toca de ratos” ou mesmo a “capital mundial do assassinato”, devido às dezenas de disparos que ocorrem por semana. O presidente republicano já enviou a Guarda Nacional para outras cidades democratas como Los Angeles, Washington e Memphis (sul), sempre contra a opinião das autoridades locais.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Trump propõe ‘grandes sanções’ à Rússia, mas só se europeus pararem de comprar petróleo russo</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2025 20:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o republicano, as compras desse combustível da Rússia por países da Otan ‘enfraquecem enormemente’ a posição de negociação do bloco O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou estar disposto a impor “sanções severas” contra a Rússia, mas condicionou a medida ao apoio integral dos países-membros da Organização do...]]></description>
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<p>Para o republicano, as compras desse combustível da Rússia por países da Otan ‘enfraquecem enormemente’ a posição de negociação do bloco<br /><br />O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou estar disposto a impor “sanções severas” contra a Rússia, mas condicionou a medida ao apoio integral dos países-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).<br /><br />Em uma carta divulgada neste sábado (13), por meio da sua rede social, a Truth Social, Trump criticou a compra de petróleo russo por alguns aliados e sugeriu tarifas elevadas contra a China como forma de acelerar o fim da guerra na Ucrânia.<br /><br />Segundo Trump, as compras de petróleo russo por países da Otan “enfraquecem enormemente” a posição de negociação do bloco. Ele declarou que só adotará novas sanções se todos os membros pararem de importar energia da Rússia e aplicarem tarifas de 50% a 100% sobre produtos chineses.<br /><br />“Estou pronto para impor sanções severas à Rússia quando todas as nações da OTAN tiverem concordado e começado a fazer o mesmo, e quando todas as nações da OTAN PARAREM DE COMPRAR PETRÓLEO DA RÚSSIA”, disse o presidente norte-americano.<br /><br />“Como vocês sabem, o compromisso da OTAN com a VITÓRIA tem sido muito menos que 100%, e a compra de petróleo russo, por alguns, tem sido chocante! Isso enfraquece enormemente sua posição de negociação e poder de barganha sobre a Rússia”, completou Trump.<br /><br />Ele disse que poderia acabar com a guerra em 24 horas. Depois, enquanto negociava com a Rússia, ameaçou cortar o fornecimento de armas à Ucrânia. Em julho, sinalizou um novo entusiasmo em apoiar os ucranianos.<br /><br />Trump já chamou Vladimir Putin de “gênio”, enquanto culpava a Ucrânia pela guerra e humilhava seu presidente diante da imprensa mundial. Depois de uma reunião com o chefe da Otan em 14 de julho, Trump disse estar “decepcionado” com o líder russo, que ignorou seus apelos pela paz, enviou mais soldados para o campo de batalha e lançou uma chuva de mísseis sobre as cidades ucranianas.<br /><br />Na sequência, Trump deu um ultimato de 50 dias para a Rússia encerrar os combates ou enfrentar punições econômicas, com os Estados Unidos, impondo tarifas secundárias a qualquer país que comprar produtos russos, principalmente petróleo.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Julgamento de Bolsonaro: ‘Trump não tem medo de usar meios militares para proteger liberdade de expressão’, diz Casa Branca</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 15:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar do tom duro, porta-voz Karoline Leavitt destacou que, no momento, não há decisão sobre novas ações contra o governo brasileiro A Casa Branca afirmou nesta terça-feira (9) que o governo de Donald Trump está preparado para adotar até mesmo “meios militares” para proteger a liberdade de expressão em todo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Apesar do tom duro, porta-voz Karoline Leavitt destacou que, no momento, não há decisão sobre novas ações contra o governo brasileiro<br /><br />A Casa Branca afirmou nesta terça-feira (9) que o governo de Donald Trump está preparado para adotar até mesmo “meios militares” para proteger a liberdade de expressão em todo o mundo. A declaração foi feita pela porta-voz Karoline Leavitt em resposta a uma pergunta sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF).<br /><br />Questionada se Washington poderia adotar novas medidas retaliatórias caso Bolsonaro seja condenado, Leavitt afirmou: “O presidente [Donald Trump] não tem medo de usar meios econômicos nem militares para proteger a liberdade de expressão ao redor do mundo.”</p>
<p>A porta-voz classificou a liberdade de expressão como “a questão mais importante dos nossos tempos” e disse que Trump trata o tema com “máxima seriedade”. Apesar do tom duro, Leavitt destacou que, no momento, não há decisão sobre novas ações contra o governo brasileiro. A Embaixada dos EUA em Brasília compartilhou a fala nas redes sociais. A declaração ocorreu horas depois de o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, votar pela condenação de Bolsonaro e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado. Eles são acusados de tentar manter o ex-presidente no poder e impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>
<p><strong>O julgamento</strong></p>
<p>Entre os réus estão o ex-presidente Jair Bolsonaro, ex-ministros militares e civis de seu governo, além de aliados próximos. Eles respondem por cinco crimes, incluindo tentativa de golpe, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e participação em organização criminosa. As penas, somadas, podem chegar a 43 anos de prisão.</p>
<p>Na segunda-feira (8), Moraes defendeu a condenação dos acusados e argumentou que houve uma “nova modalidade de golpe”, articulada a partir de discursos e mobilizações digitais, sem o uso direto de armas pelas Forças Armadas. O julgamento segue no STF com expectativa para os próximos votos dos ministros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Saúde e soberania não se negociam&#8221;, diz Padilha após sanção dos EUA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/saude-e-soberania-nao-se-negociam-diz-padilha-apos-sancao-dos-eua/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 11:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Médicos]]></category>
		<category><![CDATA[Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Visto]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo Trump revogou visto de secretário ligado ao Mais Médicos Após o governo dos Estados Unidos revogar os vistos de integrantes do governo ligados ao Mais Médicos, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu na noite desta quarta-feira (13) o programa. Segundo o ministro, o Mais Médicos &#8220;sobreviverá aos ataques injustificáveis de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Governo Trump revogou visto de secretário ligado ao Mais Médicos</p>
<p><strong>Após o governo dos Estados Unidos revogar os vistos de integrantes do governo ligados ao Mais Médicos, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu na noite desta quarta-feira (13) o programa.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1654330&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1654330&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o ministro, o <strong>Mais Médicos &#8220;sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja&#8221;, assim como o Pix</strong>, sistema de pagamento brasileiro que também já foi alvo de críticas do governo de Donald Trump.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira. Não nos curvaremos a quem persegue as vacinas, os pesquisadores, a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como Ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman&#8221;, disse em postagem nas redes sociais.</p>
</blockquote>
<p>Mais cedo, <strong>o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou a revogação dos vistos de funcionários do governo brasileiro, ex-funcionários da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e seus familiares.</strong></p>
<p>De acordo com comunicado,<strong> foram revogados os vistos de Mozart Julio Tabosa Sales, secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, e Alberto Kleiman, ex-assessor de Relações Internacionais do ministério e atual coordenador-geral para COP30.</strong></p>
<p>A justificativa do governo de Donald Trump foram que <strong>eles desempenharam um papel na implementação do programa enquanto trabalhavam no Ministério da Saúde do Brasil e que são cúmplices &#8220;com o trabalho forçado do governo cubano&#8221; por meio do programa. </strong></p>
<p>Nas redes sociais, Padilha afirmou ainda que, nos últimos dois anos, o número de profissionais no programa dobrou.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Temos muito orgulho de todo esse legado que leva atendimento médico para milhões de brasileiros que antes não tinham acesso à saúde. Seguiremos firmes em nossas posições: saúde e soberania não se negociam. Sempre estaremos do lado do povo brasileiro&#8221;, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p>Criado em 2013, o Programa Mais Médicos atende regiões remotas, de difícil acesso, vulneráveis e com escassez desses profissionais. Na época, foram contratados médicos cubanos por meio de cooperação com a Opas, até 2018. Em 2023, o governo federal retomou o programa, rebatizado de Mais Médicos para o Brasil, com prioridade para profissionais brasileiros e abertura de vagas para outras áreas de saúde, como dentistas, enfermeiros e assistentes sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Secretário dos EUA diz que entrada em vigor de tarifas não será adiada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 17:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxação aos produtos brasileiros deve começar em 1º de agosto O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que as tarifas aos produtos brasileiros previstas para iniciarem em 1º de agosto não serão adiadas. Os produtos importados do Brasil pelos EUA serão taxados em 50%. A afirmação foi...]]></description>
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<p>Taxação aos produtos brasileiros deve começar em 1º de agosto<br /><br />O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que as tarifas aos produtos brasileiros previstas para iniciarem em 1º de agosto não serão adiadas. Os produtos importados do Brasil pelos EUA serão taxados em 50%.<br /><br />A afirmação foi feita neste domingo (27) durante entrevista do secretário ao programa Fox News Sunday. <br /><br />&#8220;Com certeza não haverá mais prorrogações, não haverá mais [período de] carência. As tarifas estão programadas para o dia 1º de agosto. Colocaremos a Alfândega para começar a coletar o dinheiro&#8221;, disse. <br /><br />Lutnick afirmou que o presidente Donald Trump estará aberto a &#8220;negociar e conversar com as grandes economias&#8221;. Ele, no entanto, ponderou que tais conversas podem esbarrar em dificuldades. <br /><br />&#8220;Obviamente, após 1º de agosto, as pessoas ainda poderão falar com o presidente Trump. Ele está sempre disposto a ouvir. Até lá, acho que o presidente vai falar com muitas pessoas. Se elas podem fazê-lo feliz é outra questão&#8221;, acrescentou. <br /><br />Entenda<br />No dia 9 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que anuncia a imposição de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao país norte-americano a partir do dia 1º de agosto.<br /><br />No documento, Trump diz ter adotado a medida sob a justificativa de que o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, estaria sofrendo perseguição política.<br /><br />Os Estados Unidos também iniciaram uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram supostamente “desleais”. Entre elas, o Pix.<br /><br />O governo de Trump também revogou os vistos do ministro Alexandre de Moraes, seus familiares e “aliados na Corte”.<br /><br />Na última sexta-feira (25), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que está aberto a negociar com Trump e disse que o presidente dos Estados Unidos foi induzido a acreditar “em uma mentira”. O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é ministro da Indústria, Comércio e Serviço, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, lideram as iniciativas para uma solução diplomática com o país norte-americano. O governo também criou um comitê para discutir as taxações com o setor produtivo brasileiro.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Estados Unidos monitoram Pix desde 2022</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/estados-unidos-monitoram-pix-desde-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2025 14:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento de agência federal cita sistema de pagamento O Pix está sob o escrutínio das autoridades estadunidenses desde, pelo menos, 2022. Há três anos, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, do inglês) já revelava, em um documento oficial, que o país estava preocupado com os impactos da popularização da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Documento de agência federal cita sistema de pagamento</p>
<p>O <strong>Pix está sob o escrutínio das autoridades estadunidenses desde, pelo menos, 2022</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1651288&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1651288&amp;o=node" /></p>
<p>Há três anos, o <strong>Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, do inglês) já revelava, em um documento oficial, que o país estava preocupado com os impactos da popularização da plataforma brasileira de pagamentos instantâneos</strong>, em uso desde novembro de 2020.</p>
<blockquote>
<p>“Os Estados Unidos estão monitorando de perto os desenvolvimentos relacionados ao mercado de pagamentos eletrônicos de varejo no Brasil para garantir que o Banco Central [BC] brasileiro facilite condições equitativas para todos os participantes do mercado, dado o papel duplo do BC como regulador e operador do Pix, um serviço de pagamento de varejo em tempo real”, apontou o <a href="https://ustr.gov/sites/default/files/2022%20National%20Trade%20Estimate%20Report%20on%20Foreign%20Trade%20Barriers.pdf" target="_blank" rel="noopener">USTR em seu relatório anual</a> sobre as perspectivas das exportações.</p>
</blockquote>
<p>No documento, o <strong>USTR tece comentários sobre o que classifica como “barreiras comerciais estrangeiras” com o potencial de afetar as exportações</strong>, os investimentos e o comércio eletrônico dos EUA com 63 nações, incluindo o Brasil, mais o Reino Unido.</p>
<p>A edição de 2022 do relatório foi a primeira – e única &#8211; a mencionar nominalmente o Pix, embora documentos posteriores tenham voltado a mencionar o sistema financeiro brasileiro.</p>
<p>O USTR é uma agência federal que integra o gabinete executivo da presidência dos EUA. Responsável pelo desenvolvimento e coordenação da política de comércio internacional, o escritório tornou público, nesta quinta-feira (16), que instaurou uma investigação para apurar, entre outras ações comerciais brasileiras, o estímulo governamental ao uso do Pix.</p>
<p>Segundo o principal dirigente do USTR, Jamieson Greer, a investigação foi solicitada pelo próprio presidente Donald Trump para apurar “os ataques do Brasil às empresas de mídia social americanas, bem como outras práticas comerciais desleais que prejudicam empresas, trabalhadores, agricultores e inovações tecnológicas” dos Estados Unidos.</p>
<h2>Concorrência</h2>
<p>Conforme a <strong>Agência Brasil</strong> noticiou, analistas avaliam que as críticas do governo dos Estados Unidos podem ser explicadas pela concorrência que o sistema de pagamento eletrônico brasileiro, público e gratuito, faz aos serviços oferecidos por operadoras de cartão de crédito <strong>tradicionais e ao Whatsapp Pay, chegando mesmo a tornar-se uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais.</strong></p>
<p>De acordo com o Banco Central, só no ano passado, o Pix movimentou cerca de R$ 26,4 trilhões.</p>
<p>“O Brasil desenvolveu uma forma de meio de pagamento que oferece uma série de vantagens. O Pix é ágil, promoveu um processo de bancarização, de inclusão de pessoas que não tinham conta. E faz parte da lei de competência e de concorrência oferecer um produto cada vez melhor”, afirmou a economista Cristina Helena Mello, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p><strong>Um dos possíveis motivos para a reação tardia de Donald Trump é a possibilidade das autoridades estadunidenses entenderem que, ao lançar o Pix, em 2020, o Banco Central teria prejudicado os planos de negócios da Meta</strong>, empresa que pertence ao empresário Mark Zuckerberg, aliado de Trump, e que anunciou, em junho do mesmo ano, o lançamento da funcionalidade Whatsapp Pay no Brasil.</p>
<p>Na época, a Meta anunciou que os brasileiros seriam os primeiros usuários do WhatsApp a poder enviar e receber dinheiro utilizando cartões de crédito pré-cadastrados no aplicativo.</p>
<p>Uma semana depois do anúncio, o BC e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspenderam a função, com a justificativa de que seria necessário avaliar riscos da operação, potenciais riscos para a concorrência e garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamento Brasileiro (SPB).</p>
<p>“O WhatsApp criou uma forma de transferência de dinheiro de pessoas para pessoas, mas estava fazendo isso fora do sistema financeiro legal. Não estava fazendo com integração com o nosso sistema financeiro. Portanto, escapava da regulação do Banco Central, o que fere regras brasileiras de acompanhamento de transações monetárias”, acrescentou Cristina Helena, avaliando que a medida que o BC adotou à época foi correta.</p>
<p>A<strong> Agência Brasil</strong> consultou o Banco Central e o Ministério das Relações Exteriores sobre as menções do USTR ao Pix e ao setor financeiro brasileiro, mas não teve retorno até o momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Trump contra o Pix: entenda o que pode ter motivado críticas dos EUA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/trump-contra-o-pix-entenda-o-que-pode-ter-motivado-criticas-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 14:05:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Sistema de pagamento brasileiro funciona desde 2020 Os Estados Unidos iniciaram na terça-feira (15) uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram supostamente “desleais”. Entre elas, o Pix. As críticas ao sistema de pagamento brasileiro podem ser explicadas pela concorrência com Whatsapp Pay e bandeiras de cartão de crédito norte-americanas,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sistema de pagamento brasileiro funciona desde 2020</p>
<p>Os Estados Unidos iniciaram na terça-feira (15) uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram supostamente “desleais”. Entre elas, o Pix. <strong>As críticas ao sistema de pagamento brasileiro podem ser explicadas pela concorrência com Whatsapp Pay e bandeiras de cartão de crédito norte-americanas, e por ter se tornado uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1651018&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1651018&amp;o=node" /></p>
<p>A medida foi anunciada pelo representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em documento chamado “Investigação da Seção 301 sobre Práticas Comerciais Desleais no Brasil”. <strong>Não há menção direta ao Pix, mas o texto cita os &#8220;serviços de pagamento eletrônico do governo&#8221;.</strong></p>
<p>“O Brasil também parece se envolver em uma série de práticas desleais com relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, entre outras, a vantagem de seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo”, diz a única menção ao tema.</p>
<p><strong>Um dos motivos especulados para a medida é de que o Banco Central (BC) teria favorecido o Pix em detrimento do WhatsApp Pay em 2020</strong>. O aplicativo é da empresa Meta, do empresário Mark Zuckerberg, aliado de Trump.</p>
<p>Em junho de 2020, o WhatsApp anunciou que o Brasil seria o primeiro país a receber uma funcionalidade nova no aplicativo de mensagens: a possibilidade de enviar e receber dinheiro a partir de cartões cadastrados. Uma semana depois, o BC e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspenderam a função.</p>
<p>As justificativas eram de que seria necessário avaliar riscos, garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e existirem potenciais riscos para a concorrência.</p>
<p><strong>A economista Cristina Helena Mello, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), entende que a medida tomada à época foi correta.</strong></p>
<p>“O WhatsApp criou uma forma de transferência de dinheiro de pessoas para pessoas, mas estava fazendo isso fora do sistema financeiro legal. Não estava fazendo com integração com o nosso sistema financeiro. Portanto, escapava da regulação do Banco Central, o que fere regras brasileiras de acompanhamento de transações monetárias”, diz a economista.</p>
<p><strong>O Pix foi lançado oficialmente no Brasil no dia 16 de novembro de 2020, mas os estudos para a implementação do novo sistema de pagamento existiam pelo menos desde maio de 2018</strong>. <a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/13152573/DiarioOficialdaUniao" target="_blank" rel="noopener">Naquele ano, o BC instituiu um grupo de trabalho chamado “GT &#8211; Pagamentos Instantâneos”</a>.</p>
<p>Em dezembro do mesmo ano, <a href="https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/especialnor/Comunicado32927.pdf" target="_blank" rel="noopener">o BC divulgou um comunicado com os requisitos fundamentais para o que chamou de “ecossistema de pagamentos instantâneos brasileiro”</a>. O objetivo, segundo o texto oficial, era criar um sistema “de uma perspectiva neutra em relação a modelos de negócio ou participantes de mercado específico”, que fosse “eficiente, competitivo, seguro, inclusivo”.</p>
<h2>Alternativa ao dólar</h2>
<p>A economista da PUC-SP também entende que o Pix incomoda o governo norte-americano por ter se tornado uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais que envolvem brasileiros.</p>
<blockquote>
<p>“Alguns países aceitam pagamentos de brasileiros com Pix. Por exemplo, Paraguai e Panamá. Em alguns comércios, eles têm cartazes dizendo: ‘brasileiros, paguem com Pix’. Comerciantes abriram contas aqui no Brasil, recebem o pagamento aqui. E isso, antigamente, passava pelo dólar. Isso é prejudicial ao interesse de controle norte-americano. Quanto menor a demanda por uma moeda, menos ela vale”, diz.</p>
</blockquote>
<p><strong>Para Cristina Helena Mello, operadoras de cartão de crédito norte-americanas também podem se sentir ameaçadas com a nova funcionalidade do “Pix Parcelado”, previsto para começar a funcionar em setembro de 2025.</strong> Os usuários brasileiros vão poder parcelar transações de maneira semelhante ao cartão de crédito, enquanto o recebedor continua recebendo o valor total instantaneamente.</p>
<p>Independentemente das críticas e motivações norte-americanas, a economista da PUC-SP defende o Pix como um sistema de pagamento eficaz e inclusivo. <strong>Números do Banco Central mostram que o Pix movimentou R$ 26,4 trilhões em 2024.</strong></p>
<p>“Ele, de fato, permitiu que uma série de pessoas de menor renda tivesse acesso a uma forma de transação monetária barata. Os pequenos negócios, as pessoas mais simples mesmo, como pedreiros, faxineiras, mesmo pessoas em situação de rua”, defende a economista.</p>
<p>“O Brasil desenvolveu uma forma de meio de pagamento que oferece uma série de vantagens. O Pix é ágil, promoveu um processo de bancarização, de inclusão de pessoas que não tinham conta. E faz parte da lei de competência e de concorrência oferecer um produto cada vez melhor”, complementa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Trump admite que conflito entre Israel e Irã pode recomeçar em breve</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/trump-admite-que-conflito-entre-israel-e-ira-pode-recomecar-em-breve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 14:41:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente dos EUA deu coletiva de imprensa após participar de cúpula da Otan em Haia, na Holanda O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (25) que o conflito entre Israel e Irã pode recomeçar em breve. O comentário foi feito durante uma coletiva de imprensa depois da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Presidente dos EUA deu coletiva de imprensa após participar de cúpula da Otan em Haia, na Holanda<br /><br />O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (25) que o conflito entre Israel e Irã pode recomeçar em breve. O comentário foi feito durante uma coletiva de imprensa depois da cúpula da Otan, que acontece em Haia, na Holanda.<br /><br />&#8220;Lidei com os dois e ambos estão cansados, exaustos&#8230; e será que isso pode começar de novo? Acho que um dia, sim. Talvez comece em breve&#8221;, disse Trump aos repórteres.<br /><br />O conflito terminou na terça-feira (24) depois que os países concordaram com um cessar-fogo proposto pelos Estados Unidos. Logo após a trégua entrar em vigor, os país trocaram acusações de violação do acordo.<br /><br /><em>Fonte: CNN</em></p>
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