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	<title>traficante do Pará - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>traficante do Pará - Portal NDC</title>
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		<title>Luxo de traficante do Pará era bancado com sequestros-relâmpago e extorsão via Pix</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2023 12:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[traficante do Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do Pará mostraram que, além do tráfico de drogas, a quadrilha de Leonardo Costa Araújo, o Léo 41, se especializou em um outro tipo de crime na região em que ele e seu bando atuavam: sequestros-relâmpago com extorsão via Pix. Era assim que o traficante, um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-826860332" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do Pará mostraram que, além do tráfico de drogas, a quadrilha de Leonardo Costa Araújo, o Léo 41, se especializou em um outro tipo de crime na região em que ele e seu bando atuavam: sequestros-relâmpago com extorsão via Pix.<br /><br />Era assim que o traficante, um dos mais procurados do país, bancava seus luxos com joias, carros, motoaquáticas e muito dinheiro.<br /><br />Além do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo – onde foi morto após uma operação policial na quinta-feira (23) –, Léo 41 expandiu seus negócios no tráfico para o Município de Itaboraí.</p>
<p>Ali também percebeu que em determinado trecho da <strong>BR-101</strong>, que corta aquele município, os motoristas tinham que reduzir a velocidade para <span class="highlight highlighted">passar em dois pardais que ficam na altura de Duques</span>.</p>
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/lMYLaENy7m6TvU6ZniRQmQFPE6Y=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/Y/P/rUnPuZRlCFySdBmJ99HQ/globo-canal-4-1-3-frame-402724.jpeg" alt="Pardais na Niterói-Manilha: ponto de assaltos — Foto: Reprodução" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Pardais na Niterói-Manilha: ponto de assaltos — Foto: Reprodução</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="11">
<div class="content-intertitle">
<h2>Crime sincronizado com o horário do Pix</h2>
</div>
<p>O local virou ponto estratégico para bandidos sequestrarem motoristas, roubarem seus carros e tirar tudo o que podiam deles mediante <span class="highlight highlighted">transferências via Pix, cartão de crédito ou DOC/TED.</span></p>
</div>
<div id="chunk-9nupu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma das vítimas, que foi alvo em abril de 2021, contou na 71ª DP, em Itaboraí, que após ter feito duas transferências <strong>de R$ 3,5 mil e R$ 1,5 mil por Pix</strong>, ouviu os bandidos dizerem que era para pegar o cartão de crédito e usar para comprar uísque.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="15">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Disseram que depois dava para vender”, relatou na delegacia.</blockquote>
<p>Outro detalhe da tática da quadrilha era manter as vítimas por várias horas em seu poder para esperar que o horário com limite de operações do Pix mudasse e eles pudessem extorquir ainda mais das pessoas rendidas.</p>
</div>
<div id="chunk-94sda">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma resolução do Banco Central limita as transferências via <span class="highlight highlighted">Pix em R$ 1 mil das 20h às 6h, todos os dias.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d7u85">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Assim, era comum para a vítima ficar até cinco horas em poder dos bandidos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1c70l">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="19">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/bxovQBlgWhKmDoeLuWMQs6LhH_E=/0x0:1229x702/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/B/U/V5yDjwSFyWHGqrorxpRg/novo-projeto-2023-03-23t203752.583.png" alt="Léo 41: colar com a bandeira do Pará e seu apelido no mundo do crime — Foto: Reprodução/Redes sociais" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Léo 41: colar com a bandeira do Pará e seu apelido no mundo do crime — Foto: Reprodução/Redes sociais</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2>Pano no rosto e abandono em matagal</h2>
</div>
<p>Uma das vítimas foi levada para dentro da comunidade <strong>Apolo II</strong>, em Itaboraí. Lá, viu criminosos fazerem compras com seus cartões no valor de R$ 5 mil. Também teve o celular e o carro em que trafegava roubados. Por fim, foi deixada em um matagal perto da empresa Usinando Caldeiraria.</p>
<div id="chunk-907ub">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A abordagem também seguia sempre o mesmo ritual: o carro da vítima era fechado por um outro com três a cinco bandidos, eles pegavam a vítima, a colocava no banco de trás de seu carro e mandava que cobrisse o rosto para que assumissem a direção do veículo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dmfa9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em outro caso, a vítima só não foi levada para dentro de uma favela para ser extorquida porque viajava com um amigo e tinha malas no banco traseiro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7m9vo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na hora da abordagem, quando foi mandado com o amigo para o banco de trás e não conseguiu ir por causa das malas, teve uma arma apontada para a nuca. Desesperado, em um momento de descuido dos bandidos, correu com a outra vítima para fora do carro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d5of">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Deixou para trás o carro, as malas, 400 dólares do amigo que era americano, e ficou com um trauma da BR-101, também conhecida como Nitéroi-Manilha.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d7i4l">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="27">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/kbKASjWRy4Z5vmgEtwfh-bOZXO4=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/g/i/6AIoVHSaeCgS7r0XtVgg/globo-canal-4-1-3-frame-400957.jpeg" alt="Áreas de atuação de Leo 41 — Foto: TV Globo" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Áreas de atuação de Leo 41 — Foto: TV Globo</p>
<p>*g1</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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