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	<title>tradição - Portal NDC</title>
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		<title>Tradição que divide a cidade: como a rivalidade entre Caprichoso e Garantido mudou a paisagem de Parintins</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 22:31:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parintins]]></category>
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<p>De um lado da cidade, o azul do Caprichoso toma conta das calçadas. Do outro, reduto do Garantido, casas e ruas são tomadas pela cor vermelha.<br /><br />No meio da floresta Amazônica, uma cidade se destaca. Lar de ribeirinhos e morada de quem nasce ou escolhe viver por lá, Parintins é também o berço de uma das principais identidades culturais do país. Banhada pelo imponente Rio Amazonas, é possível ver que essas águas e essa terra têm muito em comum.<br /><br />O gigante Amazonas recebe esse nome no estado devido ao encontro das águas dos rios Negro e Solimões e elas não se misturam. Parintins também é assim: ao mesmo tempo que se une pelo boi-bumbá, se divide pelas cores que cada um representa.<br /><br />A divisão não aparece no mapa, nem fica tão clara quando vista do alto, mas há um limite bem definido.<br /><br />“Tem uma linha imaginária que é a catedral. A catedral foi durante muito tempo o ponto mais alto da cidade, onde tem o mirante, então a catedral e a rua que sai dela até o bumbódromo acaba sendo essa linha imaginária e depois isso se transfere para o lado novo da cidade que é o próprio bumbódromo, isso se transfere pintando de um lado azul e do outro vermelho”, explica o professor universitário Diego Omar.<br /><br />A divisão da cidade fica evidente até nos detalhes. Na faixa de pedestre, um lado é vermelho, outro é azul. Bancos de praça, calçadas e placas de sinalização também ganham as cores dos bumbás, reforçando uma dualidade que se intensifica durante a semana do Festival de Parintins.<br /><br />O Boi Caprichoso nasceu na parte central da cidade, região conhecida como “francesa” e “urubuzal”. O Boi Garantido se fez em um bairro mais afastado, na “baixa da xanda”, hoje conhecida como “baixa do São José”. Os redutos ficam em lados opostos da cidade.<br /><br />Do lado do boi vermelho, uma casa azulada destoa da paisagem. Nela vive dona Maria, que junto da família, se mantém resistente em meio a rivalidade entre os bois há 27 anos.<br /><br />“Eu casei, aí tive que mudar. Logo nos primeiros momentos que meu marido disse que era aqui eu falei &#8216;logo no lado do garantido?&#8217;. Ele disse que foi onde achou então eu falei &#8216;bora&#8217;”, relembra ela, que não esconde o amor pelo boi azul. “Ninguém gosta mais desse boi do que eu”, brinca.<br /><br />E foi assim, em 12 de junho, data da tradicional saída às ruas do Garantido, que a família de dona Maria criou um pontinho azul no meio da festa vermelha.</p>
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<figure style="width: 648px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/ynwJID5HTLs5cgass9XDwxdgNBU=/0x0:1585x884/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/e/kBTBsQTkuThDhPSWAhmg/captura-de-tela-2024-06-27-120725.png" alt="Em clima de descontração, torcedores do Garantido provocam família de torcedores do Caprichoso que moram em reduto vermelho. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica" width="648" height="361" /><figcaption class="wp-caption-text">Em clima de descontração, torcedores do Garantido provocam família de torcedores do Caprichoso que moram em reduto vermelho. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica</figcaption></figure>
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<p>Pelas ruas da cidade, os triciclos são os principais meios de transporte. Eles levam moradores e visitantes do jeito bem típico de cidade pequena e aqui, são pintados para atender os dois lados.<br /><br />Hoje, cerca de 400 triciclos são cadastrados nas associações que representam esses trabalhadores e na semana do festival eles estão por todo canto da cidade.<br /><br />Muitos dos trabalhadores que pedalam dia e noite transportando as pessoas (popularmente chamados de “tricicleiros”) apostam em triciclos ornamentados para atender até os indecisos.<br /><br />Mesmo tão presente no dia a dia do parintinense, a rivalidade entre as duas torcidas se limita ao imaginário popular. Em uma disputa onde a violência dá lugar ao respeito, vence a cultura popular.</p>
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<figure style="width: 648px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/5KWwMlmcVjDymOCiHXTLS2FnWNw=/0x0:1037x736/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/d/B98C2iT0GRZ0RdiAZWTQ/captura-de-tela-2024-06-27-131357.png" alt="Meio de transporte mais popular em Parintins, triciclo ganha as cores azul e vermelho para agradar ambas as torcidas. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica" width="648" height="460" /><figcaption class="wp-caption-text">Meio de transporte mais popular em Parintins, triciclo ganha as cores azul e vermelho para agradar ambas as torcidas. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica</figcaption></figure>
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<p>O Festival de Parintins acontece sempre no último fim de semana de junho. Neste ano, a festa acontece nos dias 28, 29 e 30 de junho. A edição promete ser uma das maiores já realizadas e os bois se preparam com afinco para arrastar os foliões ao longo das três noites.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: G1 AM</p>
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		<title>Papa Francisco rompe tradição de Páscoa e lava apenas os pés de mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 15:04:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Papa]]></category>
		<category><![CDATA[PAPA FRANCISCO]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
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<p>Líder da Igreja Católica participou de celebração em presídio de Roma<br /><br />O Papa Francisco lavou os pés de 12 mulheres em uma prisão, em Roma, durante uma cerimônia de Páscoa, que enfatiza o ato de humildade. É a primeira vez que o papa lava os pés apenas das mulheres durante o serviço especial religioso.<br /><br />O pontífice, de 87 anos, que tem enfrentado problemas de saúde e mobilidade recentemente, liderou a cerimônia na prisão de Rebibbia, em Roma, lavando os pés de cada uma das mulheres de sua cadeira de rodas, muitas das quais estavam em lágrimas enquanto ele fazia isso.<br /><br />O ritual de lavagem dos pés ocorre na quinta-feira antes da Páscoa e procura imitar a lavagem dos pés de seus discípulos por Jesus Cristo na noite anterior à sua morte.<br /><br />Desde que assumiu a liderança da Igreja Católica, o papa retirou esta cerimônia do território do Vaticano e celebrou lavando os pés de prisioneiros, refugiados e deficientes.<br /><br />Ao longo dos anos, Francisco lavou os pés de mulheres e muçulmanos. No entanto, Michael Walsh, um proeminente historiador e autor da igreja, e o padre Anthony Ruff, um especialista litúrgico, disseram à CNN que acreditam que esta é a primeira vez que um papa lavou os pés de mulheres exclusivamente durante a cerimônia.<br /><br />Nadia Fontana, diretora da prisão feminina em Roma, onde o evento aconteceu, disse que foi a primeira vez que um papa entrou em suas instalações, que segundo ela mantém 360 prisioneiras e uma criança.<br /><br />Nos primeiros anos de seu pontificado, o papa mudou as regras da igreja para incluir oficialmente as mulheres na cerimônia, um movimento que encontrou resistência dentro do Vaticano.<br /><br />Seu antecessor, Bento XVI, só lavou os pés dos homens, e depois mudou as regras e lavou apenas os pés dos sacerdotes.<br /><br />Nas últimas semanas, o pontífice teve assessores que leram vários de seus discursos depois de sofrer com problemas de saúde. Em 28 de fevereiro, ele foi internado no hospital para testes. Durante os meses de inverno, Francisco teve bronquite, resfriado e gripe.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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