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	<title>trabalho análogo à escravidão - Portal NDC</title>
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	<title>trabalho análogo à escravidão - Portal NDC</title>
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		<title>&#8216;Foi por caridade&#8217;, diz médica que manteve idosa por 27 anos em trabalho análogo à escravidão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2022 12:05:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho análogo à escravidão]]></category>
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					<description><![CDATA[A médica que manteve uma idosa de 82 anos em trabalho análogo à escravidão em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, por 27 anos, alegou ao Ministério Público do Trabalho (MPT) que o fez por “caridade”. Maria de Fátima Nogueira Paixão tentou “justificar” que ajudava a vítima, que trabalhava há quase 30 anos sem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2381590612" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A médica que manteve uma idosa de 82 anos em trabalho análogo à escravidão em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, por 27 anos, alegou ao Ministério Público do Trabalho (MPT) que o fez por “caridade”. Maria de Fátima Nogueira Paixão tentou “justificar” que ajudava a vítima, que trabalhava há quase 30 anos sem salário e folgas.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Ela falou: ‘Eu estou fazendo uma caridade, porque nem a família dela quer ela — contou o procurador Henrique Correia, responsável por conduzir a força-tarefa que resgatou a vítima da casa da médica e de seu marido, o empresário Hamilton José Bernardo, ao portal Metrópoles.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda segundo o procurador, Maria de Fátima teria argumentado que remunerava a senhora “dando dinheiro picado” a ela.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— No entanto, não se comprovou que havia o pagamento dos direitos mínimos e a garantia de dignidade. Constatamos que ela nunca teve um pagamento. Ela nunca registrou essa senhora — afirmou o procurador.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nem mesmo ao cartão de saque do Benefício Previdenciário Continuado (BCP), seu direito devido à idade, ela tinha acesso.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Ela [a vítima] recebia um auxílio do governo, mas a gente não sabe onde está esse dinheiro. Ela [idosa] estava com uma bolsa, eu perguntei se ela estava com o cartão da aposentadoria. A senhora respondeu que ficava com a patroa — relatou o procurador.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Maria de Fátima e o marido são alvo de uma ação do MPT que pede mais de R$ 800 mil de indenização à vítima. Segundo a investigação, a vítima não tinha acesso a vida social, dinheiro e vivia em condições precárias. Eles foram acusados de exploração.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
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