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	<title>trabalhadores - Portal NDC</title>
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		<title>Saiba como vai funcionar o crédito consignado CLT</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/saiba-como-vai-funcionar-o-credito-consignado-clt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 13:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[crédito consignado CLT]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de juros de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa lançado pelo governo começa em 21 de março O governo federal lançou nesta quarta-feira (12) o Programa Crédito do Trabalhador na Carteira Digital de Trabalho, que promete facilitar e baratear os juros do empréstimo consignado a trabalhadores registrados com carteira assinada (CLT). Assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Programa lançado pelo governo começa em 21 de março</p>
<p>O governo federal lançou nesta quarta-feira (12) o Programa Crédito do Trabalhador na Carteira Digital de Trabalho, que promete facilitar e baratear os juros do empréstimo consignado a trabalhadores registrados com carteira assinada (CLT).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1634348&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1634348&amp;o=node" /></p>
<p>Assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em evento no Palácio do Planalto, a Medida Provisória (MP) que cria o sistema de crédito foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). <strong>Em até quatro meses, o texto precisará ser aprovado pelo Congresso Nacional para se transformar em lei federal e seguir valendo.</strong></p>
<p>Ao todo, mais de 47 milhões de trabalhadores poderão ser beneficiados com o novo programa<strong>, </strong>que abrange empregados CLT em geral, incluindo empregados domésticos, trabalhadores rurais e contratados por microempreendedores individuais (MEIs), desde que formalizados.</p>
<blockquote>
<p>O programa permitirá o acesso de mais de 80 bancos e instituições financeiras ao perfil de trabalhadores com carteira assinada através do eSocial, sistema eletrônico obrigatório que unifica informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais de empregadores e empregados de todo o país.</p>
</blockquote>
<p><strong>Na prática, o novo consignado entra em vigor no próximo dia 21 de março, por meio da <a href="https://www.gov.br/pt-br/temas/carteira-de-trabalho-digital" target="_blank" rel="noopener">página da Carteira de Trabalho Digital</a></strong> <strong>na internet e em aplicativos de celulares.</strong> A seguir, confira os principais pontos do sistema de crédito, que deve reduzir pela metade os juros cobrados no crédito pessoal.  </p>
<h2>Como acessar o crédito</h2>
<p><strong>Na primeira fase do programa, que entrará em vigor no dia 21 de março, o empregado que tiver interesse em obter um empréstimo consignado deverá acessar a Carteira de Trabalho Digital.</strong> Nesta plataforma, ele vai solicitar ofertas de crédito, autorizando o compartilhamento dos dados do eSocial diretamente com instituições financeiras habilitadas pelo governo federal.</p>
<p>Entre os dados que ficarão acessíveis aos bancos estão nome, CPF, margem do salário disponível para consignação e tempo de empresa, em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A partir daí, o interessado receberá ofertas em até 24 horas, analisará a melhor opção e fará a contratação no canal do banco.</p>
<blockquote>
<p>A partir de 25 de abril, os bancos também poderão operar a linha do consignado privado dentro de suas plataformas digitais.</p>
</blockquote>
<h2>Portabilidade do crédito</h2>
<p><strong>A portabilidade de crédito entre os bancos, para os clientes que desejem migrar para empréstimos mais baratos, poderá ser realizada a partir de 6 de junho.</strong> Em até 120 dias, quem já tem um consignado ativo poderá fazer a migração para a nova linha de crédito na mesma instituição financeira.</p>
<h2>Redução de juros</h2>
<p><strong>A previsão é que as taxas de juros de crédito aos trabalhadores caiam de cerca de 103% ao ano para 40% ao ano, menos da metade do que é cobrado hoje em dia, em média.</strong> Segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a estimativa é que, em até quatro anos, cerca de 19 milhões de celetistas optem pela consignação dos salários, o que pode representar mais de R$ 120 bilhões em empréstimos contratados.</p>
<p>Atualmente, o consignado do setor privado conta com cerca de 4,4 milhões de operações contratadas, somando mais de R$ 40,4 bilhões em recursos. É bem inferior aos mais de R$ 600 bilhões disponíveis a servidores públicos e aposentados e pensionistas do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS).</p>
<h2>Limites e garantias</h2>
<blockquote>
<p><strong>Após o empréstimo ser contratado, o desconto das parcelas será na folha de salários, mensalmente pelo eSocial</strong>, o que deve permitir que as taxas de juros sejam inferiores às praticadas atualmente no consignado por convênio. Após a contratação, o trabalhador acompanha mês a mês as atualizações do pagamento das parcelas.</p>
</blockquote>
<p>Os limites do consignado para trabalhadores celetistas terão o teto de 35% do salário comprometido com parcelas do empréstimo e a possibilidade de usar 10% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e o total da multa recebida por demissão sem justa causa (40% do saldo FGTS) para o pagamento dos débitos, em caso de desligamento do emprego.</p>
<p>Caso o saldo do empréstimo não seja quitado após o desligamento do emprego, a dívida fica vinculada à conta do eSocial e, quando o trabalhador estiver em um novo emprego CLT, a cobrança das parcelas volta a descontar diretamente em folha.</p>
<p>A Dataprev, empresa pública de tecnologia do governo federal, foi a responsável pelo desenvolvimento do sistema do Crédito do Trabalhador, que integra a carteira de trabalho digital, o <a href="https://[https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/servicos/empregador/fgtsdigital" target="_blank" rel="noopener">FGTS Digital</a> e o <a href="https://www.gov.br/esocial/pt-br" target="_blank" rel="noopener">eSocial</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Maioria dos trabalhadores leva marmita para o trabalho, diz estudo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/maioria-dos-trabalhadores-leva-marmita-para-o-trabalho-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 19:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aberc]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Marmita]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Maioria dos trabalhadores leva marmita para o trabalho, diz estudo A maior parte dos trabalhadores brasileiros (56% do total) leva marmita ou um lanche para se alimentar no ambiente de trabalho. Pesquisa Panorama da Alimentação no Trabalho foi realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore, multinacional brasileira de serviços...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Maioria dos trabalhadores leva marmita para o trabalho, diz estudo</p>
<p>A maior parte dos trabalhadores brasileiros (56% do total) leva marmita ou um lanche para se alimentar no ambiente de trabalho. Pesquisa Panorama da Alimentação no Trabalho foi realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore, multinacional brasileira de serviços de alimentação e facilities. Desse total apontado pelo estudo, 42% disseram levar marmita para o trabalho.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1617799&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1617799&amp;o=node" /></p>
<p>Os demais 14%, levam lanches ou salgados. O <a href="https://sapore.com.br/pesquisa/" target="_blank" rel="noopener">estudo</a>, que ouviu 816 pessoas de todas as regiões do país, foi apresentado ontem (30), durante o 2º Seminário Aberc (Associação Brasileira de Refeições Coletivas), realizado na capital paulista. Para esta pesquisa, os trabalhadores puderam escolher mais de uma opção.</p>
<p>De acordo com o estudo, outros 31% dos entrevistados afirmaram comprar marmitas ou lanches na rua, 28% disseram utilizar o vale refeição/alimentação, 21% os restaurantes corporativos e 7% respondeu que não se alimenta no ambiente de trabalho.</p>
<p>Levantamento teve como foco entender como se dá a alimentação dos trabalhadores em restaurantes corporativos. E apontou que 87% dos entrevistados consideram o restaurante corporativo um grande benefício para o trabalhador.</p>
<p>Segundo a Aberc, o setor de refeições coletivas movimenta mais de R$ 21 bilhões na economia brasileira a cada ano, alimentando mais de 37 milhões de pessoas em empresas, hospitais e instituições de ensino públicas e privadas.</p>
<h2>Gastos</h2>
<p>A pesquisa mostrou também que 45% dos trabalhadores brasileiros gastam entre R$ 220 e R$ 440 por mês para se alimentar no trabalho. Outros 18% responderam que gastam entre R$ 450 e R$ 660 e 23% declarou que não gasta porque tem acesso a restaurantes corporativos.</p>
<h2>Arroz e feijão</h2>
<p>O levantamento mostrou que o chamado prato feito, composto por arroz, feijão, proteína e acompanhamento é a preferência de 77% dos trabalhadores. Isso demonstra, segundo o estudo, a busca do trabalhador por uma alimentação equilibrada.</p>
<p>Apesar da preferência pelo arroz e feijão, a curiosidade pode levar o brasileiro a se arriscar. Quando perguntados sobre qual a opinião de ter à disposição pratos temáticos &#8211; tais como comida oriental, italiana ou mineira &#8211; 72% dos usuários de restaurantes corporativos disseram que seria ótimo, pois poderiam conhecer outros tipos de culinária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Saiba como funcionarão as alterações na isenção do Imposto de Renda na Tabela Progressiva Mensal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/35372-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 01:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[salario]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[A elevação da isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até dois salários mínimos, editada na última terça-feira (6), desencadeou uma série de mudanças para quem declara e paga o tributo. A mudança provocou alterações na tabela progressiva mensal. Assim como em 2023, apenas o limite...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A elevação da isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até dois salários mínimos, editada na última terça-feira (6), desencadeou uma série de mudanças para quem declara e paga o tributo. A mudança provocou alterações na tabela progressiva mensal.</p>
<p>Assim como em 2023, apenas o limite de isenção, que corresponde ao piso da tabela progressiva, foi elevado. As demais faixas de tributação permanecem sem mudanças desde 2015.</p>
<p>Oficialmente, o limite máximo da alíquota zero está fixado em R$ 2.259,20. No entanto, para garantir a isenção para quem recebe até R$ 2.824, equivalente a dois salários mínimos, haverá um desconto simplificado de R$ 564,80 da renda sobre a qual deveria incidir o imposto. Esse desconto corresponde à diferença entre os dois valores: limite de isenção e dois salários mínimos.</p>
<p>A Receita Federal esclarece que esse desconto simplificado é opcional. Para quem tem direito a deduções maiores pela legislação atual, como dependentes, pensão alimentícia, gastos com educação e saúde, nada mudará.</p>
<p>Confira a tabela progressiva mensal do IRPF, já com o desconto aplicado ao salário:</p>
<p><figure id="attachment_35373" aria-describedby="caption-attachment-35373" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-35373 size-full" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/02/81980bdd-0b4f-4c7b-8206-fa62e91ca291-e1707440546563.jpg" alt="" width="600" height="902" /><figcaption id="caption-attachment-35373" class="wp-caption-text">Fonte: Receita Federal</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na noite de terça-feira, a medida provisória já está em vigor. No entanto, para que o novo limite de isenção se torne definitivo, o texto precisará ser aprovado pelo Congresso em até 120 dias.</p>
<p>Desde maio do ano passado, o teto para a isenção de IRPF estava em R$ 2.640, correspondente a dois salários mínimos pelos valores de 2023. Caso a faixa de isenção não fosse corrigida, quem recebesse entre R$ 2.640,01 e R$ 2.824 pagaria alíquota de 7,5% sobre essa diferença.</p>
<h3>Benefícios para todos</h3>
<p>Segundo o Ministério da Fazenda, a elevação beneficiará diretamente 15,8 milhões de brasileiros. No entanto, a medida beneficia, de forma indireta, todos os trabalhadores com carteira assinada. Mesmo quem recebe mais que dois salários mínimos será beneficiado. Isso porque o Imposto de Renda é progressivo.</p>
<p>O contribuinte não paga imposto sobre a parcela correspondente à faixa de isenção. Na tabela, isso pode ser verificado pelos valores maiores da parcela a deduzir. Antes da mudança, esses montantes eram R$ 158,40 para a alíquota de 7,5%, R$ 370,40 para a alíquota de 15%, R$ 651,73 para a alíquota de 22,5% e R$ 884,96 para a alíquota de 27,5%.</p>
<h3>Declaração</h3>
<p>A mudança não afetará quem declarará Imposto de Renda neste ano. Isso porque o documento se refere ao ano-base 2023, com a tabela em vigor no ano passado. Impostos a mais retidos na fonte entre janeiro e abril de 2023, quando ainda vigorava a faixa de isenção de 2015, serão devolvidos ao contribuinte na declaração de ajuste, seja por meio de restituição maior ou de menor imposto a pagar.</p>
<p>A medida não afeta os microempreendedores individuais (MEI). A legislação para a categoria não mudou, com a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 28.559,70 por ano. Esse valor está congelado desde 2015.</p>
<p>Esse foi o segundo aumento na faixa de isenção de cobrança do IRPF no atual governo. O primeiro ajuste ocorreu em maio de 2023. Na ocasião, o limite passou de R$ 1.903,98, em vigor desde 2015, para R$ 2.640.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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