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	<title>totoaba - Portal NDC</title>
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		<title>Peixe cobiçado por traficantes, totoaba é apelidado de &#8216;cocaína do mar&#8217; e pode ser extinto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 11:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[peixe]]></category>
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					<description><![CDATA[O Mar de Cortez, no norte do México, é um paraíso de biodiversidade. Mas a pesca ilegal da totoaba, um peixe muito procurado na China, está colocando em risco essa espécie, assim como a vaquinha do mar, um mamífero marinho do mesmo tamanho. Do outro lado do Pacífico, clientes asiáticos ricos desembolsam milhares de dólares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2226513966" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O Mar de Cortez, no norte do México, é um paraíso de biodiversidade. Mas a pesca ilegal da totoaba, um peixe muito procurado na China, está colocando em risco essa espécie, assim como a vaquinha do mar, um mamífero marinho do mesmo tamanho. Do outro lado do Pacífico, clientes asiáticos ricos desembolsam milhares de dólares para comer a bexiga da totoaba por suas propriedades supostamente curativas, mas nunca comprovadas. Um comércio clandestino que segue impune e ameaça a fauna local.<br /><br />No mercado negro, o preço da colheita da totoaba excede até mesmo o da cocaína, tornando-a um produto de luxo no comércio ilícito internacional. Os chineses, os principais clientes desse mercado clandestino e devastador, atribuem qualidades mágicas à bexiga desse peixe, e também ostentam o produto como um marcador social de riqueza.</p>
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<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/7ogv6XbLz9olh6tuWvB3idXLudU=/0x0:640x427/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/G/S/z95P4ATdmFkdc10bEisw/totoaba.jpg" alt="Imagem ilustrativa do peixe totoaba em fundo branco — Foto: NOAA/Reprodução" /></figure>
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<p class="content-media__description  ">Imagem ilustrativa do peixe totoaba em fundo branco — Foto: NOAA/Reprodução</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="74" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;A totoaba é um peixe encontrado apenas no Golfo da Califórnia, especialmente concentrado na parte norte da península. Esses peixes também são conhecidos como &#8216;roncadores&#8217;, pelo som que emitem. São capturados também por sua carne, porque são peixes que crescem até dois metros e são largos, sendo exibidos como troféus de pesca nos Estados Unidos&#8221;, explica Alejandro Olivera, representante da ONG norte-americana Center for Biological Diversity, localizada na Califórnia, que luta para proteger essa espécie. </p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="69" data-block-id="8">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Agora, a espécie é também caçada por outro motivo&#8221;, diz o especialista. &#8220;Eles possuem um órgão que se chama &#8216;bexiga natatória&#8217;, que garante a sua habilidade de flutuar na superfície, ou de manter o equilíbrio nas profundezas. Esse órgão é agora intensamente procurado por traficantes, porque é comercializado depois de seco e é consumido como produto de luxo pelos países asiáticos. Por isso é tão desejado&#8221;, detalha o ativista.</blockquote>
</div>
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</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="10">
<p>Diante do declínio da população da espécie, a pesca da totoaba foi completamente proibida em 1975. Desde então, essa atividade se tornou um negócio lucrativo para uma rede mafiosa, o chamado Cartel do Mar, como constatou o jornalista belga Hugo Von Offel, autor do documentário <em>The Godfather of the Oceans</em> (O Poderoso Chefão dos Oceanos), que estreou na televisão francesa em abril e investigou o comércio da totoaba, apelidada pelos cartéis mexicanos de &#8220;a cocaína do mar&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="106" data-block-id="12">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Os traficantes do cartel de Sinaloa pescam a totoaba e a vendem por US$ 3 mil ou US$ 4 mil o quilo. A bexiga pesa mais ou menos um quilo. Para se ter uma ideia, um quilo de camarão custa entre US$ 15 e 10. Então a totoaba é um produto que muda a vida deles. Eles o vendem a US$ 3 mil ou US$ 4 mil a um representante do cartel, que depois o colocam num freezer para cruzar o deserto e a fronteira para lugares como Tijuana, por exemplo, e vendem para a China a partir dos Estados Unidos, por avião&#8221;, explica Von Offel.</blockquote>
<p>&#8220;Uma vez na China, a bexiga da totoaba vale até US$ 50 mil por quilo. Isso é mais que a cocaína. Obviamente o cartel não vai deixar passar essa oportunidade; da mesma forma que se meteu no tráfico de drogas, armas e pessoas, agora ele se envolve no tráfico de totoaba, e tomaram o controle desse tráfico. No entanto, há uma guerra em curso muito perigosa entre o cartel de Sinaloa e outros grupos criminosos que também querem lucrar com este negócio&#8221;, diz o especialista.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="15">
<div class="content-intertitle">
<h2>Extinção de duas espécies</h2>
</div>
<p>Esse negócio, que contribui para a extinção de duas espécies, continua impune. De acordo com dados obtidos por um consórcio de mídia, o sistema judiciário mexicano julgou 42 casos de tráfico de totoaba entre 2012 e 2021. Desses, apenas dois casos resultaram em condenações. Oscar Parra, o suposto líder do cartel marítimo, está detido desde 2018, mas ainda não foi condenado.</p>
</div>
<div id="chunk-himp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O combate à pesca ilegal pode ser perigoso: inspetores ambientais foram atacados em 2014. A caça aos traficantes é complicada, uma vez que muitos deles contam com a cumplicidade das autoridades mexicanas, como relata Hugo Van Offel. Segundo o jornalista belga, &#8220;existe um homem misterioso, que sabemos estar metido no tráfico de pessoas na China, mas também na falsificação de documentos oficiais&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="76" data-block-id="18">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;No entanto, muitas fontes acreditam que ele mora hoje em Tijuana e controla vários restaurantes, inclusive na Califórnia, muito difícil de localizar, e conseguiu desviar de investigações na China. Mas como ele traficou um grande volume de totoabas, seu nome apareceu: Jungchan Wu. Ele ainda é um fugitivo da justiça, que emitiu um mandado de prisão por meio da Interpol. Jungchan poderia estar escondido no <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/mexico/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">México</a>, contando com a cumplicidade das autoridades locais&#8221;, argumenta Von Offel.</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2>Punição?</h2>
</div>
<p>A captura de milhares de toneladas de totoaba levou especialistas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) a classificar essa espécie como criticamente ameaçada de extinção. Em 2021, após uma nova estimativa populacional, a totoaba tornou-se vulnerável.</p>
</div>
<div id="chunk-bvtae">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo mexicano insiste em sua boa vontade para combater o tráfico de totoaba. Mas em 2021, especialistas da União Internacional para a Conservação da Natureza detectaram 117 barcos de pesca em um único dia na área de proteção marinha do Mar de Cortez. E em 2 de fevereiro, a ONG Sea Shepherd detectou 30 embarcações pescando com redes proibidas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1r3b4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No final de março deste ano, o <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/mexico/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">México</a> foi sancionado pela Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites) por não ter conseguido impedir a pesca ilegal da totoaba. Como resultado dessas sanções, o país perderá as permissões de exportação de dezenas de espécies de animais e plantas selvagens.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: AFP PHOTO/SEA SHEPHERD CONSERVATION SOCIETY</p>
</div>
</div>
<p>*g1</p>
</div>
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