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	<title>Tesouro Nacional - Portal NDC</title>
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	<title>Tesouro Nacional - Portal NDC</title>
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		<title>Tesouro Direto destinará R$ 4,5 milhões a empresas inovadoras</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/tesouro-direto-destinara-r-45-milhoes-a-empresas-inovadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 14:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Direto]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Títulos Públicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Terão prioridade negócios voltados para educação e inclusão financeira As pessoas físicas que compram títulos públicos pela internet passarão a ajudar indiretamente empreendimentos sociais. O Tesouro Direto destinará R$ 4,5 milhões a até 14 startups com negócios de impacto, cuja atividade principal ofereça educação financeira e soluções financeiras inclusivas. As empresas interessadas podem se inscrever a partir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-764586793" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Terão prioridade negócios voltados para educação e inclusão financeira</p>
<p>As pessoas físicas que compram títulos públicos pela internet passarão a ajudar indiretamente empreendimentos sociais. <strong>O Tesouro Direto destinará R$ 4,5 milhões a até 14<em> startups c</em>om negócios de impacto, cuja atividade principal ofereça educação financeira e soluções financeiras inclusivas.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1648169&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1648169&amp;o=node" /></p>
<p><strong>As empresas interessadas podem se inscrever a partir desta terça-feira (24) até o próximo sábado (28)</strong>, no <em>site</em> <a href="http://www.tdimpacta.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">www.tdimpacta.com.br</a>. A montagem da plataforma teve o apoio da Artemisia, organização que apoia negócios de impacto fundada em 2005 e que beneficiou mais de 800 empresas por meio de programas de aceleração, apoio em projetos-piloto de inovação aberta (soluções que podem ser reproduzidas por outras empresas) e articulação de investimentos. A organização também ajudará na escolha dos projetos.</p>
<p>Essa é a segunda edição do Tesouro Direto Impacta (TD Impacta). A primeira edição do programa, realizada entre junho do ano passado e fevereiro deste ano, distribuiu R$ 5,2 milhões a 40 <em>startups</em> com soluções inovadoras para problemas sociais e ambientais.</p>
<p>Os recursos virão da taxa de custódia de 0,2% ao ano sobre o saldo das aplicações que os investidores do Tesouro Direto, programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas, pagam à B3, a bolsa de valores brasileira. Pelo contrato entre o Tesouro Nacional e a B3, 20% da receita projetada com a arrecadação da taxa, limitada a R$ 50 milhões por ano, tem de ser repassada a projetos sociais e de sustentabilidade.</p>
<h2>Capacitação</h2>
<p><strong>As 14 empresas escolhidas receberão tanto apoio financeiro como capacitação gratuita e <em>on-line </em>aos gestores</strong>. O Tesouro, a B3 e a Artemisia buscam <em>startups</em> maduras, capazes de contribuir com soluções inovadoras diante de três desafios lançados pelo programa.</p>
<p>O primeiro desafio é o estímulo a professores de escolas públicas a desenvolverem competências práticas para ensinar educação financeira de forma engajada. O segundo é o desenvolvimento de assistentes educacionais baseados em inteligência artificial para matemática e educação financeira.</p>
<p>O terceiro desafio é a busca por novos usos do Tesouro Direto Garantia, serviço que permite a investidores pessoas físicas usar títulos do Tesouro Direto como garantia em operações financeiras como aluguel imobiliário e empréstimos. Terão prioridade empresas que proponham o uso das garantias em segmentos com potencial de impacto social e inclusão financeira.</p>
<h2>Avaliação</h2>
<p>As <em>startups</em> participantes devem obedecer aos seguintes requisitos:</p>
<ul>
<li>Estar em estágio de tração ou escala;</li>
<li>Ter faturamento mínimo de R$ 1 milhão nos últimos 12 meses;</li>
<li>Ter capacidade de implementar as soluções propostas em grande escala.</li>
</ul>
<p>As empresas participantes deverão executar Provas de Conceito (POC) ou propor parcerias estruturadas, adaptando as soluções e construindo novas formas para atender, de maneira personalizada, as necessidades técnicas e operacionais exigidas. Ao longo da jornada, as empresas serão avaliadas por critérios de desempenho e engajamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Dívida Pública sobe 1,8% em outubro e volta a superar R$ 7 trilhões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/divida-publica-sobe-18-em-outubro-e-volta-a-superar-r-7-trilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2024 16:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>
		<category><![CDATA[sistema financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Correção de juros e demanda por títulos atrelados à Selic puxaram alta Influenciada pelo alto nível de juros, a Dívida Pública Federal (DPF) subiu em outubro e voltou a ficar acima de R$ 7 trilhões, pela primeira vez desde agosto. Segundo números divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 6,948 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2955994468" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Correção de juros e demanda por títulos atrelados à Selic puxaram alta</p>
<p>Influenciada pelo alto nível de juros, a Dívida Pública Federal (DPF) subiu em outubro e voltou a ficar acima de R$ 7 trilhões, pela primeira vez desde agosto. Segundo números divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 6,948 trilhões em setembro para R$ 7,073 trilhões no mês passado, alta de 1,8%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1621906&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1621906&amp;o=node" /></p>
<p>Com a alta, a DPF voltou a ficar dentro da banda prevista. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no fim de janeiro e revisado em outubro, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/divida-publica-pode-alcancar-ate-r-74-trilhoes-em-2024" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">estoque da DPF deve encerrar 2024</a> entre R$ 7 trilhões e R$ 7,4 trilhões.</p>
<p>A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) subiu 1,62%, passando de R$ 6,64 trilhões em setembro para R$ 6,748 trilhões em outubro. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 42,5 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis corrigidos pela Taxa Selic (juros básicos da economia). No entanto, o principal fator de variação foi a apropriação de R$ 64,84 bilhões em juros.</p>
<p>Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic em 11,25% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.</p>
<p>No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 109,8 bilhões em títulos da DPMFi e resgatou R$ 67,29 bilhões. A maior parte, R$ 70,33 bilhões, ocorreu para atender à demanda de títulos corrigidos pela Taxa Selic. A emissão compensou parcialmente os altos vencimentos dos papéis prefixados, os com juros definidos no momento da emissão, que totalizaram R$ 63,84 bilhões.</p>
<p>A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 5,82%, passando de R$ 307,34 bilhões em setembro para R$ 325,22 bilhões no mês passado. A alta foi puxada pela valorização do dólar, que subiu 6,05% no mês passado. O dólar começou a disparar em junho, influenciado pelo atraso no início da queda dos juros nos Estados Unidos e pelas eleições no país.</p>
<h2>Colchão</h2>
<p>Após cair em setembro, o colchão da dívida pública &#8211; reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos &#8211; subiu em outubro,passando de R$ 785 bilhões em setembro para R$ 822 bilhões no mês passado.</p>
<p>Atualmente, o colchão cobre 6,86 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de cerca de R$ 1,28 trilhão da DPF.</p>
<h2>Composição</h2>
<p>Por causa da demanda por títulos vinculados à Selic, a proporção dos papéis corrigidos pelos juros básicos subiu de 45,33% em setembro para 45,91% em outubro. A revisão do PAF prevê que o indicador feche 2024 entre 44% e 47%, contra estimativa anterior de 40% a 44%. Esse tipo de papel atrai o interesse dos compradores por causa do nível alto da Taxa Selic. O percentual pode subir ainda mais nos próximos meses por causa da perspectiva de alta nos juros básicos da economia.</p>
<p>Por causa do alto volume de vencimentos, típicos do primeiro mês de cada trimestre, a proporção dos títulos prefixados, os com rendimento definido no momento da emissão, caiu de 23,01% em setembro para 22,19% em outubro. A nova versão do PAF indica que feche 2024 entre 22% e 26%, contra a meta anterior de 24% a 28%.</p>
<p>No início do ano, o Tesouro tinha voltado a lançar mais papéis prefixados. No entanto, a volta das instabilidades no mercado comprometeu as emissões, porque esses títulos têm demanda menor em momento de instabilidade econômica e de alta nos juros.</p>
<p>A fatia de títulos corrigidos pela inflação na DPF subiu levemente, passando de 27,25% para 27,31%. O PAF revisado prevê que os títulos vinculados à inflação encerrarão o ano entre 25% e 29%, enquanto a meta anterior estava entre 27% e 31%.</p>
<p>Composto por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa, o peso do câmbio na dívida pública subiu de 4,41% para 4,58%, motivado principalmente pela correção de juros da dívida externa. A dívida pública vinculada ao câmbio está dentro dos limites estabelecidos pelo PAF para o fim de 2024, entre 3% e 7%.</p>
<h2>Prazo</h2>
<p>O prazo médio da DPF caiu de 4,18 para 4,16 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio em que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.</p>
<h2>Detentores</h2>
<p>As instituições financeiras seguem como principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 28,6% de participação no estoque. Os fundos de pensão, com 23,7%, e os fundos de investimento, com 22,4%, aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.</p>
<p>Mesmo com as turbulências no mercado financeiro global, a participação dos não residentes (estrangeiros) subiu de 10,5% em setembro para 10,7% em outubro. O percentual está no maior nível desde dezembro de 2018. Os demais grupos somam 14,6% de participação.</p>
<p>Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).</p>
<p><em>* Matéria alterada às 17h31 para corrigir informação no primeiro parágrafo. A Dívida Pública ficou acima de R$ 7 trilhões, pela primeira vez desde agosto, e não junho, como informado.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dívida Pública Federal sobe 2,25% e fecha junho em R$ 7,067 trilhões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/divida-publica-federal-sobe-225-e-fecha-junho-em-r-7067-trilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 12:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Divida]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Pública Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Pública Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) subiu 2,25% em junho e fechou o mês em R$ 7,067 trilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29/7), pelo Tesouro Nacional. Em maio, o estoque estava em R$ 6,912 trilhões. A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 73,80 bilhões no mês passado, enquanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3596179866" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) subiu 2,25% em junho e fechou o mês em R$ 7,067 trilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29/7), pelo Tesouro Nacional. Em maio, o estoque estava em R$ 6,912 trilhões.<br /><br />A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 73,80 bilhões no mês passado, enquanto houve uma emissão líquida de R$ 82,20 bilhões.<br /><br />A DPF inclui a dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) teve alta de 1,93% em junho e fechou o mês em R$ R$ 6,754 trilhões. Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 9,86% maior no mês, somando R$ 313,61bilhões ao fim de junho.<br /><br />Participação de estrangeiros<br />A participação dos investidores estrangeiros no total da Dívida Pública teve alta em junho. De acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional, a parcela dos investidores não residentes no Brasil no estoque da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) passou de 9,76% em maio para 10,03% no mês passado.<br /><br />No fim de 2023, a fatia estava em 9,48%. O estoque de papéis nas mãos dos estrangeiros somou R$ 677,72 bilhões em junho, ante R$ 647,08 bilhões em maio.<br /><br />A maior participação no estoque da DPMFi continuou com as instituições financeiras, com 30,70% em junho, ante 30,41% em maio. A parcela dos fundos de investimentos passou de 22,73% para 21,99% em junho. Na sequência, o grupo Previdência passou de uma participação de 22,90% para 23,07% de um mês para o outro Já as seguradoras passaram de 3,89% para 3,94% na mesma comparação.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: RealTime1</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Banco Central tem prejuízo de R$ 114,2 bilhões em 2023</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/banco-central-tem-prejuizo-de-r-1142-bilhoes-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 23:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[CMN]]></category>
		<category><![CDATA[prejuízo]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[BC receberá R$ 111,2 bilhões do Tesouro Nacional Pelo segundo ano seguido, o Banco Central (BC) fechou o balanço no negativo. Depois de registrar prejuízo de R$ 298,5 bilhões em 2022, o BC teve prejuízo de R$ 114,2 bilhões em 2023. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (28), em Brasília, o balanço do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2242500472" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>BC receberá R$ 111,2 bilhões do Tesouro Nacional</p>
<p>Pelo segundo ano seguido, o Banco Central (BC) fechou o balanço no negativo. Depois de registrar prejuízo de R$ 298,5 bilhões em 2022, o BC teve prejuízo de R$ 114,2 bilhões em 2023. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (28), em Brasília, o balanço do banco no ano passado.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1587992&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1587992&amp;o=node" /></p>
<p>Em 2023, houve prejuízo de R$ 123 bilhões que se referem a operações cambiais, como <em>swap</em> (venda de dólares no mercado futuro) e variação das reservas internacionais. Isso ocorre porque o dólar caiu 7,86% no ano passado, o que provoca perdas na hora de converter as operações cambiais em reais.</p>
<p>O prejuízo de 2023 só não foi maior porque o Banco Central teve lucro operacional (ganhos com o exercício da atividade) de R$ 8 bilhões em 2023. Ao somar os resultados cambiais e operacionais, chega-se ao prejuízo final de R$ 114,2 bilhões.</p>
<h2>Cobertura</h2>
<p>Por causa da legislação de 2019 que regulamenta a relação entre o Banco Central e o Tesouro, a destinação dos lucros da autoridade monetária mudou. Do prejuízo total, o Tesouro terá de cobrir R$ 111,2 bilhões com títulos públicos. Do restante, R$ 3 bilhões serão cobertos por meio de redução de patrimônio do BC.</p>
<p>O último resultado positivo apurado pelo BC foi em 2021, quando ele teve lucro recorde de R$ 85,9 bilhões.</p>
<p>Na ocasião, o Banco Central criou uma reserva de lucros para cobrir perdas nos anos seguintes. Essa reserva foi esgotada no ano passado. Em 2022, a Lei Complementar 179 alterou a apuração de resultado do BC de semestral para anual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38144</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Vendas do Tesouro Direto sobem 13% em janeiro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/vendas-do-tesouro-direto-sobem-13-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 22:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Direto]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Títulos]]></category>
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					<description><![CDATA[No mês passado, foram vendidos R$ 3,649 bi em títulos As vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet somaram R$ 3,649 bilhões em janeiro, divulgou nesta sexta-feira (23) o Tesouro Nacional. O valor subiu 13% em relação a dezembro, mas caiu 16,46% em relação a janeiro do ano passado. O recorde mensal histórico do Tesouro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2011455247" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>No mês passado, foram vendidos R$ 3,649 bi em títulos</p>
<p>As vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet somaram R$ 3,649 bilhões em janeiro, divulgou nesta sexta-feira (23) o Tesouro Nacional. O valor subiu 13% em relação a dezembro, mas caiu 16,46% em relação a janeiro do ano passado.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1582649&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1582649&amp;o=node" /></p>
<p>O recorde mensal histórico do Tesouro Direto ocorreu em março do ano passado, quando as vendas somaram R$ 6,842 bilhões. O mês passado foi marcado por algumas instabilidades no mercado financeiro global, o que reduziu o interesse de alguns investidores.</p>
<p>Os títulos mais procurados pelos investidores em janeiro foram os corrigidos pela Selic (juros básicos da economia), cuja participação nas vendas atingiu 66,3%. Os títulos vinculados à inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA) corresponderam a 20,3% do total, enquanto os prefixados, com juros definidos no momento da emissão, foram 9,9%.</p>
<p>Destinados ao financiamento de aposentadorias, o Tesouro Renda+, lançado no início de 2023, respondeu por 2,5% das vendas. Criado em agosto do ano passado, o novo título Tesouro Educa+, que pretende financiar uma poupança para o ensino superior, atraiu apenas 0,9% das vendas.</p>
<p>O interesse por papéis vinculados aos juros básicos é justificado pelo alto nível da Taxa Selic. Em janeiro de 2021, o Banco Central (BC) começou a elevar a Selic. A taxa, que estava em 2% ao ano, no menor nível da história, ficou em 13,75% ao ano entre janeiro de 2022 e agosto de 2023. Mesmo com as quedas recentes nos juros básicos, atualmente em 11,25% ao ano, as taxas continuam atrativas.</p>
<p>O estoque total do Tesouro Direto alcançou R$ 130,09 bilhões no fim de janeiro, aumento de 1,61% em relação ao mês anterior (R$ 128,23 bilhões) e de 22% em relação a janeiro do ano passado (R$ 105,67 bilhões). Essa alta ocorreu porque as vendas superaram os resgates em R$ 707,1 milhões no mês passado.</p>
<h2>Investidores</h2>
<p>Em relação ao número de investidores, 468,1 mil novos participantes se cadastraram no programa no mês passado. O número total de investidores atingiu 26.918.583. Nos últimos 12 meses, o número de investidores acumula alta de 23,1%. O total de investidores ativos (com operações em aberto) chegou a 2.524.954, aumento de 20,4% em 12 meses.</p>
<p>A utilização do Tesouro Direto por pequenos investidores pode ser observada pelo considerável número de vendas de até R$ 5 mil, que correspondeu a 84,3% do total de 657.379 operações de vendas ocorridas em janeiro. Só as aplicações de até R$ 1 mil representaram 63,8%. O valor médio por operação atingiu R$ 5.551,24.</p>
<p>Os investidores estão preferindo papéis de médio prazo. As vendas de títulos de até um ano representam 16,6% do total. As operações com prazo entre um e cinco anos representaram 43,4%; e aquelas com prazo entre cinco e dez anos, 16,3% do total. Os papéis de mais de dez anos de prazo representaram 23,7% das vendas.</p>
<p>O balanço completo do Tesouro Direto está disponível na página do Tesouro Transparente &lt;https://www.tesourotransparente.gov.br/publicacoes/balanco-do-tesouro-direto-btd/2022/7&gt;.</p>
<h2>Captação de recursos</h2>
<p>O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa semestral para a B3, a bolsa de valores brasileira, que tem a custódia dos títulos. Mais informações podem ser obtidas no site do Tesouro Direto.</p>
<p>A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis pré-fixados.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Pagamento de precatórios eleva déficit para R$ 230,54 bi em 2023</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pagamento-de-precatorios-eleva-deficit-para-r-23054-bi-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 16:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[déficit primário]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Central]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro Nacional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2009662091" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Apenas em dezembro, resultado primário ficou negativo em R$ 116,15 bi</p>
<p>A quitação de precatórios após um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) fez o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – fechar 2023 com o segundo maior déficit primário desde o início da série histórica. No ano passado, o resultado ficou negativo em R$ 230,54 bilhões, só perdendo para 2020, quando o déficit atingiu R$ 743,25 bilhões por causa da pandemia de covid-19.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1578309&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1578309&amp;o=node" /></p>
<p>O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo sem os juros da dívida pública. Segundo o Tesouro Nacional, sem o pagamento dos precatórios, as contas do Governo Central teriam fechado o ano passado com resultado negativo de R$ 138,1 bilhões, equivalente a 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país). Sem o socorro financeiro de cerca de R$ 20 bilhões para estados e municípios, o déficit teria caído para R$ 117,2 bilhões, 1,1% do PIB.</p>
<p>Apenas em dezembro, o déficit primário somou R$ 116,15 bilhões, impulsionado pela quitação dos precatórios em atraso. Dívidas do governo com sentença judicial definitiva, os precatórios foram parcelados ou adiados após uma emenda constitucional em 2021. No ano passado, o governo quis quitar a dívida para evitar um passivo de R$ 250 bilhões no fim de 2026.</p>
<p>O déficit de dezembro foi o maior já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997. Sem os precatórios, informou o Tesouro, o resultado negativo ficaria em R$ 23,8 bilhões. Esse valor ficaria abaixo da estimativa das instituições financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Fazenda, os analistas de mercado esperavam resultado negativo de R$ 35,5 bilhões, sem considerar o pagamento de precatórios.</p>
<p>O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. Apesar da quitação dos precatórios, o déficit ficou dentro da meta de R$ 231,5 bilhões para o Governo Central estabelecida pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano passado.</p>
<p>Em janeiro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tinha anunciado um <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/haddad-anuncia-pacote-de-r-2427-bi-para-melhorar-contas-publicas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pacote</a> para aumentar a arrecadação e revisar gastos para melhorar as contas públicas e diminuir o déficit para cerca de R$ 100 bilhões em 2023. No fim de novembro, a Secretaria de Política Econômica informou que a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-11/previsao-de-deficit-primario-em-2023-sobe-para-r-2034-bilhoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">previsão oficial de déficit primário</a> estava em R$ 177,4 bilhões para este ano, podendo chegar a R$ 203,4 bilhões se considerada a metodologia do Banco Central. A previsão, no entanto, desconsiderava os precatórios.</p>
<h2>Receitas</h2>
<p>Na comparação com o ano passado, as receitas caíram, se descontada a inflação, mas as despesas aumentaram em volume maior por causa do Bolsa Família, dos gastos com a Previdência Social e dos precatórios. Em 2023, as receitas líquidas subiram 2,3% em valores nominais. Descontada a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no entanto, elas recuaram 2,2%. No mesmo período, as despesas totais subiram 17,7% em valores nominais e 12,5% após descontar a inflação.</p>
<p>Se considerar apenas as receitas administradas (relativas ao pagamento de tributos), houve queda de 1% em 2023 na comparação com 2022, já descontada a inflação, puxada principalmente pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. No entanto, houve aumento de R$ 11,7 bilhões (39,5% acima da inflação) em outras receitas administradas, por causa principalmente do programa de redução da litigiosidade, em que o contribuinte fechava acordos com o governo em troca de encerrar ações na Justiça.</p>
<p>Também houve aumento de R$ 32,9 bilhões (5,8%) na arrecadação da Previdência Social, decorrente da recuperação do mercado de trabalho.</p>
<p>Em relação às receitas não-administradas pela Receita Federal, os maiores recuos foram registrados nas receitas de dividendos de estatais, que caíram R$ 41,1 bilhões (-44,7%, descontada a inflação), em virtude do menor recebimento de repasses da Petrobras, da Caixa Econômica e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As receitas com concessões caíram R$ 40,7 bilhões (-82%, descontado o IPCA%) por causa de concessões de geração elétrica resultantes da privatização da Eletrobras, que não se repetiram em 2023.</p>
<p>As receitas com <em>royalties</em>, que caíram R$ 26,2 bilhões (-18,5%, descontada a inflação) em 2023 na comparação com 2022, por causa da queda do petróleo no mercado internacional. Atualmente, a cotação do barril internacional está em torno de US$ 82 após ter chegado a US$ 120 no meio de 2022, por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia.</p>
<h2>Despesas</h2>
<p>Turbinados pelo novo Bolsa Família, os gastos com programas sociais subiram R$ 75,4 bilhões (42,4%) acima da inflação no ano passado na comparação com 2023. Também subiram os gastos com a Previdência Social (+R$ 66,5 bilhões), com saúde (+R$ 20,6 bilhões) e gastos discricionários (não obrigatórios) com educação, transporte e assistência social (+R$ 23,6 bilhões).</p>
<p>Os gastos com o funcionalismo federal subiram R$ 10,2 bilhões (2,8%) acima da inflação em 2023 comparados com 2022. Apesar do aumento de 9% concedido aos servidores do Poder Executivo Federal, aprovado no fim de abril do ano passado pelo Congresso, o principal fator que impulsionou a despesa foi pagamento de precatórios, que consumiu R$ 8,3 bilhões no ano dos R$ 10,2 bilhões extras.</p>
<p>Em relação aos investimentos (obras públicas e compra de equipamentos), o governo federal investiu R$ 82,23 bilhões em 2023. O valor representa alta de 72,5% acima do IPCA em relação a 2022. Nos últimos meses, essa despesa tem alternado momentos de crescimento e de queda descontada a inflação. O Tesouro atribui a volatilidade ao ritmo variável no fluxo de obras públicas.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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