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	<title>terra indígena - Portal NDC</title>
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	<title>terra indígena - Portal NDC</title>
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		<title>Indígenas morrem carbonizadas após incêndio em aldeia no MS</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/indigenas-morrem-carbonizadas-apos-incendio-em-aldeia-no-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 15:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dourados]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Polícia suspeita de ação criminosa com ao menos dois autores Um incêndio em uma aldeia da etnia indígena Bororó, na região de Dourados, no Mato Grosso do Sul, causou a morte de três pessoas na madrugada desta segunda-feira (31). De acordo com informações oficiais, as vítimas são uma mulher idosa, de aproximadamente 60 anos, uma mulher de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-890021228" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Polícia suspeita de ação criminosa com ao menos dois autores</p>
<p>Um incêndio em uma aldeia da etnia indígena Bororó, na região de Dourados, no Mato Grosso do Sul, causou a morte de três pessoas na madrugada desta segunda-feira (31). <strong>De acordo com informações oficiais, as vítimas são uma mulher idosa, de aproximadamente 60 anos, uma mulher de 36 anos e um bebê de cerca de 1 ano de idade.</strong> As identidades não foram reveladas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1636936&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1636936&amp;o=node" /></p>
<p>As polícias Civil e Militar do Mato Grosso do Sul trabalham, desde a manhã, na apuração da ocorrência, e o local já teria sido examinado por peritos criminais. Até o momento, segundo a Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), ao menos três testemunhas já foram ouvidas e outras diligências estão em andamento.  </p>
<p>&#8220;Não há qualquer evidência, no momento, da presença ou participação de não indígenas no fato em apuração. <strong>Averigua-se a tese de incêndio criminoso com a participação de pelo menos dois autores, ainda sem identificação concluída</strong>&#8220;, informou a pasta.</p>
<p>A aldeia onde ocorreu esse incêndio fica em uma localidade chamada Avaeté, uma área de retomada indígena, reivindicada por povos originários, mas que sofre por conflitos históricos com proprietários rurais pela posse das terras.</p>
<p>O corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Dourados, que fica a cerca de 230 quilômetros (km) de Campo Grande.</p>
<p>A deputada federal Célia Xabriabá (PSOL-MG) se manifestou sobre o caso em uma postagem nas redes sociais.</p>
<p>&#8220;O caso está sob investigação, mas ocorre em um território onde a violência contra os povos indígenas tem sido constante e brutal. A região sofre ataques recorrentes de latifundiários, que incluem o uso de produtos químicos contra as comunidades, queima de casas, a destruição de roças e a criminalização de lideranças indígenas. Além disso, a violência policial agrava ainda mais a insegurança e a impunidade na luta pela terra&#8221;, afirmou a parlamentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Ianomâmis: PF prende financiadores de garimpeiros na terra indígena</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ianomamis-pf-prende-financiadores-de-garimpeiros-na-terra-indigena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 19:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[garimpeiros]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo]]></category>
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		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Taurus Aureus]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal realiza a Operação Taurus Aureus para desarticular o garimpo ilegal. Nesta terça-feira (3/9), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Taurus Aureus, com o objetivo de combater a logística e o financiamento das organizações que favorecem o garimpo ilegal na Terra Indígena Ianomâmi. A ação resultou no cumprimento de 15 mandados de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1774230046" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Polícia Federal realiza a Operação Taurus Aureus para desarticular o garimpo ilegal.<br /><br />Nesta terça-feira (3/9), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Taurus Aureus, com o objetivo de combater a logística e o financiamento das organizações que favorecem o garimpo ilegal na Terra Indígena Ianomâmi. A ação resultou no cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão, além de 5 mandados de prisão preventiva nos estados de Roraima e Rondônia.<br /><br />A operação está diretamente ligada à Operação Libertação, iniciada em fevereiro de 2023, e faz parte de ações permanentes para expulsar garimpeiros invasores do território Ianomâmis.<br /><br /><br />Entre as medidas adotadas, a apreensão e o bloqueio de bens, incluindo veículos e uma fazenda, visam reparar os danos ambientais causados pelo garimpo ilegal e enfraquecer financeiramente as organizações criminosas envolvidas.<br /><br />A situação na Terra Indígena Ianomâmi<br /><br />A Terra Indígena Ianomâmi, localizada nos estados do Amazonas e de Roraima, enfrenta uma emergência de saúde desde janeiro de 2023.<br /><br />O governo federal tem implementado diversas ações para apoiar os cerca de 31 mil indígenas que vivem em 370 comunidades espalhadas pelos quase 10 milhões de hectares do território.<br /><br />Entre as ações, destacam-se o envio de profissionais de saúde e cestas básicas, além do reforço na segurança para conter a atuação de garimpeiros.<br /><br />O Ministério da Saúde informou que, desde o início das operações, sete polos de saúde foram reabertos, totalizando 37 unidades de saúde em funcionamento, com 1.497 profissionais atuando na região.<br /><br />Leia mais no <a href="https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2024/09/03/pf-deflagra-operacao-contra-financiadores-do-garimpo-ilegal-na-terra-yanomami.ghtml?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=share-bar-mobile&amp;utm_campaign=materias" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">g1</a></p>
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		<item>
		<title>Cantor Alexandre Pires é alvo de operação da Polícia Federal contra garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cantor-alexandre-pires-e-alvo-de-operacao-da-policia-federal-contra-garimpo-ilegal-na-terra-indigena-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 01:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Famosos e Tv]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Disco de Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[mineradora]]></category>
		<category><![CDATA[operação]]></category>
		<category><![CDATA[R$ 1 milhão]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomâmi]]></category>
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					<description><![CDATA[O cantor Alexandre Pires foi alvo de busca e apreensão, nesta segunda-feira (4), em uma operação da Polícia Federal contra o esquema de financiamento e logística do garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. O artista teria recebido pelo menos R$ 1 milhão de uma mineradora investigada. A Operação ganhou o nome de Disco de Ouro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1000314483" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O cantor Alexandre Pires foi alvo de busca e apreensão, nesta segunda-feira (4), em uma operação da Polícia Federal contra o esquema de financiamento e logística do garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami.</p>
<p>O artista teria recebido pelo menos R$ 1 milhão de uma mineradora investigada.</p>
<p>A Operação ganhou o nome de Disco de Ouro e cumpriu mandados expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Roraima.</p>
<p>Entre os crimes investigados, está o de lavagem de dinheiro. A polícia rastreou as movimentações financeiras de uma mineradora investigada e chegou a contas bancárias, como a do cantor. A rede incluiria ainda pilotos de aeronaves, postos de combustíveis e lojas de máquinas.</p>
<p>Para cumprir a ordem de buscas, equipes da PF foram até um cruzeiro onde Alexandre Pires se apresentava, no litoral de Santos, nesta segunda. A informação foi publicada pelo portal Metrópoles e confirmada pela CNN.</p>
<p>Sem vincular diretamente ao nome de Alexandre Pires, nem de outras pessoas, mais cedo, a PF divulgou que o esquema contaria com um cantor que recebeu a cifra milionária e também um empresário do ramo musical, de expressão nacional, “que seria um dos responsáveis pelo núcleo financeiro dos crimes”.</p>
<p>Na ação, também foi determinado o sequestro de mais de R$ 130 millhões dos suspeitos.</p>
<p>A operação é um desdobramento de uma ação da PF deflagrada em janeiro de 2022, quando 30 toneladas de cassiterita extraída da Terra Indígena Yanomami se encontravam depositadas na sede de uma empresa investigada e estariam sendo preparadas para remessa ao exterior.</p>
<p>O inquérito policial indica que o minério seria declarado como originário de um garimpo regular no Rio Tapajós, em Itaituba/PA, e supostamente transportado para Roraima para tratamento. De acordo com investigadores, no entanto, a operação seria somente no papel, já que o minério teria sido explorado do próprio estado de Roraima.</p>
<p>A CNN procurou o cantor Alexandre Pires, por meio de sua assessoria, e até a publicação da reportagem não se manifestou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Avá-Canoeiro: conheça terra indígena em Goiás demarcada por Lula</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ava-canoeiro-conheca-terra-indigena-em-goias-demarcada-por-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Apr 2023 12:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Avá-Canoeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
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					<description><![CDATA[A terra Avá-Canoeiro, localizada nos municípios de Minaçu e Colinas do Sul, no norte goiano, foi uma das seis terras indígenas demarcadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A área de mais de 31,4 mil hectares é lar de nove avá-canoeiros, conforme o chefe da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em Goiás, Marcello Moura. Entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3525121122" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<div id="chunk-6jslq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A terra Avá-Canoeiro, localizada nos municípios de <a class="" href="https://g1.globo.com/go/goias/cidade/minacu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Minaçu</a> e <a class="" href="https://g1.globo.com/go/goias/cidade/colinas-do-sul/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Colinas do Sul</a>, no norte goiano, foi uma das seis terras indígenas demarcadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A área de mais de 31,4 mil hectares é lar de nove avá-canoeiros, conforme o chefe da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em Goiás, Marcello Moura.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="4">
<p>Entre os moradores estão crianças, adultos e idosos, segundo Marcello. A população, porém, vai aumentar, visto que uma das indígenas está grávida do quarto filho.</p>
</div>
<div id="chunk-1gf7q">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Ela é casada com um indigena da Tribo Tapirapé, do Mato Grosso, eles têm uma união e três filhos. Agora estão esperando o quarto filho. Eles moram aqui, mas sempre estão vindo e voltando do Mato Grosso. Eles têm a língua meio parecida”, explicou.</p>
<div id="chunk-av6cv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os indígenas goianos, de acordo com o chefe da Funai, falam o Avá Canoeiro do tronco da língua Tupi, que é uma ramificação da língua Tupi.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1a71c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“A convivência com eles é bem tranquila, são gente boa demais. Eles tem algumas roças, gostam de plantar e recebem alguns recursos próprios”, explicou.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="12">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Demarcação de terras</span></p>
<p>O Palácio do Planalto informou na sexta-feira (28), que o presidente assinou a homologação do processo de demarcação de seis terras indígenas.</p>
</div>
<div id="chunk-42hoa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="6" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foram oficializadas as seguintes terras indígenas:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="15">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Arara do Rio Amônia (AC), do povo Arara</li>
<li>Kariri-Xocó (AL), do povo Kariri-Xocó</li>
<li>Rio dos Índios (RS), do povo Kaingang</li>
<li>Tremembé da Barra do Mundaú (CE), do povo Tremembé</li>
<li>Avá-Canoeiro (GO), do povo Avá-Canoeiro</li>
<li>Uneiuxi (AM), do povo Maku Nadëb</li>
</ul>
<p>Segundo o governo, as primeiras demarcações do terceiro mandato de Lula encerram um período de cinco anos sem homologações.</p>
</div>
<div id="chunk-ab4cd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A homologação da demarcação, feita por decreto assinado pelo presidente da República, é o último ato antes do registro formal da terra indígena.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Reprodução/Governo Federal</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*G1</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ouro e diamante: PF prende &#8216;Rainha do Sararé&#8217; apontada como líder de garimpo ilegal em terra indígena</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ouro-e-diamante-pf-prende-rainha-do-sarare-apontada-como-lider-de-garimpo-ilegal-em-terra-indigena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2022 11:35:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Rainha do Sararé]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal prendeu, nesta terça-feira, Marlene de Jesus Araújo, de 47 anos, apontada como a chefe de uma organização criminosa familiar que montou um esquema de garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. Outras três pessoas também foram presas na operação batizada de &#8220;Rainha do Sararé&#8221;, que, segundo a PF, era como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-353224850" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Polícia Federal prendeu, nesta terça-feira, Marlene de Jesus Araújo, de 47 anos, apontada como a chefe de uma organização criminosa familiar que montou um esquema de garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. Outras três pessoas também foram presas na operação batizada de &#8220;Rainha do Sararé&#8221;, que, segundo a PF, era como a mulher se autodenominava. Um quarto alvo da operação segue foragido.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Marlene e seus parentes são do município de Jaru, no estado vizinho de Rondônia, e usavam uma empresa de terraplanagem como fachada. Os mandados de busca e apreensão e prisão preventiva foram cumpridos na cidade de Pontes e Lacerda, no Mato Grosso, que fica uma hora de distância da terra indígena.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A operação teve como objetivo desarticular organização criminosa responsável pelo financiamento da exploração ilegal de ouro, assim como a receptação e comercialização ilegal — disse o delegado Jorge Vinícius Gobira Nunes.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na residência, que a mulher usava quando estava na região, foram encontradas joias de ouro de uso pessoal de Marlene. Diamantes, escondidos em papelotes, também estavam entre os pertences apreendidos, de acordo com as autoridades.</p>
</div>
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<p class="content-media__description ">Imagem aérea mostra território indígena alvo de garimpeiros — Foto: Reprodução</p>
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<div id="google_ads_iframe_85042905/info.web.oglobo/brasil/epoca/materia_2__container__">Menos luxuosos, peças de maquinários destruídos em operações anteriores na Terra Indígena também estavam nos locais visitados pelos agentes.</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A &#8216;MF &#8211; Horas Máquinas e Terraplanagem&#8217;, empresa de Marlene, era usada como fachada pelo grupo. Nas redes sociais, ela anunciava o serviço de aluguel de pá carregadeira através da empresa.</p>
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<section id="gallery-0afb41da-351b-4db2-a652-1c610d41d048" class="galeria-fotos">
<h3 class="gallery-mosaic-title ">Terror ianomâmi: mulheres e adolescentes indígenas são alvos de garimpeiros</h3>
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<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-first-item landscape"><img loading="lazy" decoding="async" id="image-id-tumb-c8a6b26c-6647-4c9f-9eb1-f7581d620227" tabindex="0" role="button" src="https://s2.glbimg.com/PANO2hQeIokM22vPITe5UI1hM7A=/0x0:1265x760/648x248/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/g/m/qbfCyrRsAmUMYGiGnCpQ/img-6931.jpg" alt="Com fome, indígenas relatam que ao pedirem comida aos garimpeiros são humilhados ao receberem ofertas de sexo em troca de alimento.  — Foto: Arquivo Pessoal" width="1265" height="760" data-posicao="1" /></div>
<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-seccond-item landscape"><img loading="lazy" decoding="async" id="image-id-tumb-520b76e9-60f0-42fa-ae18-843f7faf657c" tabindex="0" role="button" src="https://s2.glbimg.com/detuo2VkA4_iGdC7gohcbuDY8Bo=/0x0:1265x760/323x182/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/5/M/iaqdqMQLuqpPm1ueMLkQ/img-2381.jpg" alt="Indígenas sofrem com doenças e a destruição do meio ambiente  — Foto: Arquivo Pessoal" width="1265" height="760" data-posicao="2" /></div>
<div class="gallery-mosaic-last-item-overlay landscape" tabindex="0" role="button"><i class="gallery-mosaic-icon"></i><span class="gallery-mosaic-img-label ">7 fotos</span></div>
<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-last-item landscape"><img loading="lazy" decoding="async" id="image-id-tumb-65440ae2-866b-404f-81cf-3df7692a72b0" tabindex="0" role="button" src="https://s2.glbimg.com/sRl9AyrN3do8ke8lD7aOzBW9f7s=/0x0:1265x760/323x182/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/C/A/gjdfl6SJ6vCRl20R8JNQ/img-2476.jpg.png" alt="Pesquisadores apontam que com o aprofundamento das relações com o garimpo, muitas famílias deixaram de cultivar suas roças e tornaram-se dependentes de trocas desiguais. — Foto: Arquivo Pessoal" width="1265" height="760" data-posicao="3" /></div>
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<div class="gallery-mosaic-subtitle">Relatório obtido pelo GLOBO denuncia novo terror em território indígena</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a PF, o esquema de garimpo ilegal era financiado pela utilização do maquinário e o recrutamento de pessoas. O minério extraído da reserva indígena era, então, comercializado de forma clandestina.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pá carregadeira de Marlene chegou a ser apreendida por um fiscal do Ibama durante a Operação Alfeu III, feita em conjunto com a Polícia Federal, que visava desocupar os garimpos ilegais de &#8220;Babalu&#8221; e Cooper Pontes, na terra indígena. Em março deste ano, o advogado de Marlene conseguiu uma liminar na Justiça que determinava a devolução da máquina à empresa da mulher.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo os depoimentos de agentes da PF que participaram da ação, em setembro de 2021, o maquinário estava deixando a área, com destino a cidade de Pontes e Lacerda, em um caminhão-prancha quando foi feita a abordagem. Dentro do veículo, além do motorista, estava um homem que foi preso em flagrante por levar consigo ouro. O motorista indicou Marlene como dona da pá carregadeira.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Reprodução</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: O Globo</p>
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