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	<title>tentativa de golpe - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>tentativa de golpe - Portal NDC</title>
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		<title>Cid confirma que Bolsonaro presenciou apresentação de minuta golpista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cid-confirma-que-bolsonaro-presenciou-apresentacao-de-minuta-golpista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 18:58:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[golpista]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Cid]]></category>
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		<category><![CDATA[tentativa de golpe]]></category>
		<category><![CDATA[trama]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-ajudante de ordens diz que presenciou mas não participou dos fatos O tenente-coronel do Exército Mauro Cid confirmou nesta segunda-feira (9) que esteve presente em uma reunião na qual foi apresentado ao ex-presidente Jair Bolsonaro um documento que previa a decretação de medidas de estado de sítio e prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3697183367" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ex-ajudante de ordens diz que presenciou mas não participou dos fatos</p>
<p><strong>O tenente-coronel do Exército Mauro Cid confirmou nesta segunda-feira (9) que esteve presente em uma reunião na qual foi apresentado ao ex-presidente Jair Bolsonaro um documento que previa a decretação de medidas de estado de sítio e prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de outras autoridades, em 2022.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1646044&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1646044&amp;o=node" /></p>
<p>Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Cid foi o primeiro réu do núcleo 1 da trama golpista a ser interrogado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal do golpe. O militar também está na condição de delator nas investigações.</p>
<p>Durante o depoimento, <strong>Cid confirmou que foram realizadas pelo menos duas reuniões em que Felipe Martins, o ex-assessor de assuntos internacionais de Bolsonaro, levou ao ex-presidente um documento com a proposta golpista para reverter o resultado das eleições de 2022.</strong></p>
<p><strong>No encontro, Bolsonaro leu a minuta e propôs alterações no documento, segundo o militar. </strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Foi levado esse documento ao presidente. O documento consistia em duas partes. A primeira parte eram os considerandos. Dez, onze, doze páginas, muito robusto. Esses considerandos listavam as possíveis interferências do STF e TSE no governo Bolsonaro e nas eleições. Na segunda parte, entrava em uma área mais jurídica, estado de defesa, estado de sítio e prisão de autoridades&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Mauro Cid também confirmou o conteúdo dos depoimentos de delação premiada prestados à Polícia Federal (PF) e negou ter sofrido qualquer tipo de pressão para assinar o acordo de delação premiada.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Presenciei grande parte dos fatos, mas não participei deles&#8221;, declarou.</p>
</blockquote>
<p>Durante o interrogatório, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e as defesas dos demais acusados também poderão fazer perguntas aos réus. O depoimento deve prosseguir até as 20h.</p>
<h2>Interrogatórios</h2>
<p>Entre os dias 9 e 13 de junho, Alexandre de Moraes vai interrogar o ex-presidente Jair Bolsonaro, Braga Netto e mais seis réus acusados de participarem do &#8220;núcleo crucial&#8221; de uma trama para impedir a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após o resultado das eleições de 2022.</p>
<p>Confira a ordem dos depoimentos:</p>
<p>Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;</p>
<p>Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</p>
<p>Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;</p>
<p>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;</p>
<p>Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;</p>
<p>Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;</p>
<p>Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;</p>
<p>Walter Braga Netto, general do Exército e ex-ministro de Bolsonaro. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Por unanimidade, STF torna réus mais 6 denunciados por trama golpista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/por-unanimidade-stf-torna-reus-mais-6-denunciados-por-trama-golpista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 13:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
		<category><![CDATA[réus]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[tentativa de golpe]]></category>
		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[Placar pelo recebimento da denúncia foi obtido com o voto de Moraes Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (22) tornar réus seis denunciados do núcleo 2 da trama golpista. São eles: Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do então presidente Jair Bolsonaro; Marcelo Câmara, também ex-assessor de Bolsonaro; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1730359758" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Placar pelo recebimento da denúncia foi obtido com o voto de Moraes</p>
<p>Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (22) tornar réus seis denunciados do núcleo 2 da trama golpista. São eles:<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1639829&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1639829&amp;o=node" /></p>
<ul>
<li>Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do então presidente Jair Bolsonaro;</li>
<li>Marcelo Câmara, também ex-assessor de Bolsonaro;</li>
<li>Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal;</li>
<li>Mário Fernandes, general da reserva;</li>
<li>Marília de Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça;</li>
<li>Fernando de Sousa Oliveira, ex-diretor de Operações do Ministério da Justiça.</li>
</ul>
<p>Com a decisão, os acusados do núcleo passam a responder a uma ação penal pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p><strong>O placar de 5 votos a 0 pelo recebimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) foi obtido com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes</strong>. Ele foi acompanhado pelos ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin.</p>
<p>Durante o julgamento, Alexandre de Moraes apresentou seu voto por tópicos e concordou com as acusações da PGR.</p>
<p>O ministro citou a participação dos denunciados na elaboração da minuta do golpe, documento no qual justificam a decretação de estado de sítio, a operação de Garantia da Lei e de Ordem (GLO) pelas Forças Armadas, além do plano &#8220;Punhal Verde Amarelo&#8221; para matar Alexandre de Moraes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e as ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para dificultar a circulação de eleitores do Nordeste durante as eleições de 2022.</p>
<p><strong>Ações da PRF nas eleições:</strong> O ministro concordou com a acusação da PGR e disse que Silvinei Vasques, Marília de Alencar e Fernando de Sousa atuaram para viabilizar as operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para dificultar a circulação de eleitores do Nordeste no segundo turno do pleito de 2022.</p>
<p>Segundo o ministro, Marília e Fernando produziram informações sobre os locais onde Bolsonaro obteve baixa votação no primeiro turno das eleições. Com base nas planilhas, a PRF realizou as operações.</p>
<p><strong>Plano Punhal Verde Amarelo:</strong> Moraes também citou que o plano foi apreendido com  o general da reserva Mário Fernandes e previa &#8220;ações para neutralizar&#8221; e matar o próprio ministro, além de Lula e Alckmin. Segundo as investigações, o plano foi impresso no Palácio do Planalto para iniciar as tratativas com Bolsonaro.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Não há dúvida sobre a violência praticada. Cada um dos denunciados terá toda a ação penal para provar que eles não participaram, mas não é possível negar que houve, no dia 8 de janeiro de 2023, a tentativa de golpe de Estado&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Minuta do golpe: </strong>O relator também destacou que Bolsonaro tinha conhecimento da minuta do golpe, que foi apreendida pela Polícia Federal na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O próprio réu, Jair Bolsonaro, logo após o recebimento da denúncia por esta turma, em entrevista coletiva, disse que recebeu a minuta do golpe, manuseou e analisou porque iria pensar sobre a decretação de um estado de sítio ou de defesa. O que importa é que não há mais dúvida de que essa minuta passou a mão em mão, chegando ao presidente da República&#8221;, disse.</p>
</blockquote>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>Com a abertura do processo criminal, os acusados passam a responder pelos seguintes crimes:</p>
<ul>
<li>organização criminosa armada,</li>
<li>tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito,</li>
<li>golpe de Estado,</li>
<li>dano qualificado pela violência,</li>
<li>grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</li>
</ul>
<p>A ação penal também marca o início da instrução processual, fase na qual os advogados poderão indicar testemunhas e pedir a produção de novas provas para comprovar as teses de defesa. Os acusados também serão interrogados ao final dessa fase. Os trabalhos serão conduzidos pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>Após o fim da instrução, o julgamento será marcado e os ministros vão decidir se os acusados serão condenados à prisão ou absolvidos. <strong>Não há data definida para o julgamento.</strong></p>
<p>Até o momento, somente as denúncias contra os núcleos 1 e 2 foram julgadas, totalizando 14 réus. <strong>No mês passado, por unanimidade, o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete acusados viraram réus. Ainda serão analisadas as denúncias contra os núcleos 3,4 e 5</strong>.</p>
<h2>Defesas</h2>
<p>Durante a primeira parte do julgamento, realizada nesta manhã, os advogados dos denunciados negaram as acusações e qualquer ligação com a trama golpista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Associação de Juristas lança campanha contra anistia a golpistas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/associacao-de-juristas-lanca-campanha-contra-anistia-a-golpistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 14:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[contra anistia]]></category>
		<category><![CDATA[tentativa de golpe]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa envolve atos presenciais e publicações nas redes sociais A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) lançou, nesta semana, campanha contra a anistia de pessoas condenadas por envolvimento no ato golpista de 8 de janeiro de 2023. A campanha Anistia não, golpistas na prisão! é contra a tentativa de setores da sociedade de aprovar projetos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4239274837" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Iniciativa envolve atos presenciais e publicações nas redes sociais</p>
<p>A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) lançou, nesta semana, campanha contra a anistia de pessoas condenadas por envolvimento no ato golpista de 8 de janeiro de 2023.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1634912&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1634912&amp;o=node" /></p>
<p>A campanha <em>Anistia não, golpistas na prisão!</em> é contra a tentativa de setores da sociedade de aprovar projetos de lei que anistiam os envolvidos no caso. A iniciativa envolve atos presenciais e publicações nas <a href="https://www.instagram.com/abjdbr/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">redes sociais</a>.</p>
<blockquote>
<p>“A ideia é pressionar pela não anistia e pela responsabilização das pessoas que participaram da tentativa de golpe de Estado no nosso país. Essa anistia representaria um aval para que outros golpes pudessem acontecer”, explica a advogada Tereza Mansi, que integra a executiva nacional da ABJD.</p>
</blockquote>
<p>Tereza lembra que o país tem uma história de golpes de Estado.</p>
<blockquote>
<p>“Foi justamente a falta de responsabilização, principalmente em relação ao golpe de 64, que abriu as portas para uma tentativa de golpe agora em 2023”.</p>
</blockquote>
<p><strong>No último domingo (16), apoiadores do ex-presidente da República Jair Bolsonaro fizeram manifestação na orla da praia de Copacabana defendendo a anistia. </strong></p>
<h2>Atos de 8 de janeiro</h2>
<p>No <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2023-01/vandalos-invadem-sedes-dos-tres-poderes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">dia 8 de janeiro de 2022</a>, uma semana após a posse do atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, milhares de pessoas que estavam acampadas em frente ao Quartel General do Exército Brasileiro, em Brasília, rumaram para a Praça dos Três Poderes e invadiram as sedes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, promovendo atos de vandalismo. </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/vNE394mfzp_gvJNGsnzDZVRR6rM=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/atos_golpistas_48.jpg?itok=8Fw1GXHS" alt="08.01.2023-Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto." width="365" height="243" /><p class="wp-caption-text">Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto. Foto &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>Até dezembro de 2024, 370 pessoas já haviam sido condenadas pelos crimes relacionados ao ataque, entre eles golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e dano qualificado. Além disso, mais de 500 pessoas haviam assinado acordos na Justiça. No último dia 7, mais 63 pessoas foram condenadas a penas que chegam a 14 anos de prisão.</p>
<p>A Polícia Federal e a Procuradoria Geral da República afirmam que o atentado fez parte de uma tentativa de golpe de Estado articulada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, que foram indiciados e denunciados à Justiça, em fevereiro deste ano. </p>
<p><strong>Na terça-feira (25), o Supremo Tribunal Federal (STF) irá julgar se Bolsonaro e parte dos denunciados virarão réus neste caso. </strong></p>
<p>Quando a denúncia foi revelada, o advogado de defesa de Jair Bolsonaro, Paulo Cunha Bueno, divulgou nota na qual afirma que o ex-presidente “jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado Democrático de Direito ou as instituições que o pavimentam”.</p>
<p>Segundo o advogado, nenhum elemento que conectasse minimamente o presidente à narrativa construída na denúncia foi encontrado. “Não há qualquer mensagem do então presidente da República que embase a acusação”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Moraes retira sigilo de inquérito de tentativa de golpe</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/moraes-retira-sigilo-de-inquerito-de-tentativa-de-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 19:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[sigilo]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[tentativa de golpe]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro enviou relatório da PF à Procuradoria-Geral da República O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta terça-feira (26) o sigilo do relatório no qual a Polícia Federal (PF) indiciou na semana passada o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 36 acusados por golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-321678755" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro enviou relatório da PF à Procuradoria-Geral da República<br /><br />O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta terça-feira (26) o sigilo do relatório no qual a Polícia Federal (PF) indiciou na semana passada o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 36 acusados por golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O documento deve ser divulgado pelo STF nas próximas horas. <br /><br />Na mesma decisão, o ministro enviou o relatório à Procuradoria-Geral da República (PGR). Com o envio do relatório, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, vai decidir se o ex-presidente e os demais acusados serão denunciados ao Supremo pelos crimes imputados pelos investigadores da PF. <br /><br />Devido ao recesso de fim de ano na Corte, que começa no dia 19 de dezembro e termina em 1° de fevereiro de 2025, a expectativa é a de que o julgamento da eventual denúncia da procuradoria ocorra somente no ano que vem.<br /><br />O caso poderá ser julgado pela Primeira Turma da Supremo, colegiado composto pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux. Se maioria dos ministros aceitar a eventual denúncia, Bolsonaro e os outros acusados viram réus e passam a responder a uma ação penal no STF. <br /><br />Pelo regimento interno do STF, cabe as duas turmas do tribunal julgar ações penais. Como o relator faz parte da Primeira Turma, a eventual denúncia será julgada pelo colegiado.<br /><br />A Segunda Turma é composta pelos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Edson Fachin, além de André Mendonça e Nunes Marques, ambos indicados ao STF pelo ex-presidente Bolsonaro. <br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Defesa de Braga Netto ressalta lealdade do general a Bolsonaro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/defesa-de-braga-netto-ressalta-lealdade-do-general-a-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2024 22:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Braga Netto]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Operação contragolpe]]></category>
		<category><![CDATA[tentativa de golpe]]></category>
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					<description><![CDATA[Nota diz que nunca houve plano de assassinar alguém A defesa de Walter Souza Braga Netto, general da reserva do Exército, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro, divulgou nota neste sábado (23) dizendo que o general mantém lealdade ao ex-presidente da República. &#8220;Durante o governo passado foi um dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3484119349" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Nota diz que nunca houve plano de assassinar alguém<br /><br />A defesa de Walter Souza Braga Netto, general da reserva do Exército, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro, divulgou nota neste sábado (23) dizendo que o general mantém lealdade ao ex-presidente da República. &#8220;Durante o governo passado foi um dos poucos, entre civis e militares, que manteve a lealdade ao presidente Bolsonaro até o final do governo, em dezembro de 2022 e a mantém até os dias atuais, por crença nos mesmos valores e princípios inegociáveis.”<br /><br />Os advogados Luís Henrique César Prata, Gabriella Leonel Venâncio e Francisco Eslei de Lima, do escritório Prata Advocacia (sediado em Brasília), assinam a nota de Braga Netto, que foi candidato a vice-presidente da chapa de Bolsonaro, derrotada nas eleições de outubro de 2022.<br /><br />Braga Netto é um dos 37 indiciados na última quinta-feira (21) pela Polícia Federal no inquérito sobre “associação criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito e golpe de Estado&#8221;. A PF apurou que uma das reuniões para tratar de suposto plano golpista para impedir a posse e matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, e o ministro Alexandre de Moraes (STF) teria sido realizada na casa de Braga Netto em novembro de 2022.<br /><br />Ao postar a nota em perfil na rede social X, Braga Netto afirma que “nunca se tratou de golpe, e muito menos de plano de assinar alguém. Agora parte da imprensa surge com essa tese fantasiosa e absurda de ‘golpe dentro do golpe’. Haja criatividade&#8230;”<br /><br />No dia do indiciamento, a defesa de Braga Netto reclamou da falta de acesso ao relatório entregue pela Polícia Federal ao ministro Alexandre de Moraes e criticou o vazamento de informações do documento pela imprensa.<br /><br />Leia a seguir a íntegra da nota:<br /><br />A Defesa técnica do General Walter Souza Braga Netto repudia veementemente a criação de uma tese fantasiosa e absurda em parte da imprensa de que haveria &#8220;um golpe dentro do golpe&#8221;.<br /><br />Apesar do silêncio de muitos setores institucionais da nossa sociedade, o General Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil, General de Exército que comandou tropas do Comando Militar do Leste no RJ, a inédita Intervenção Federal na área de Segurança Pública no Estado do RJ e foi Chefe do Estado-Maior do Exército destaca que ao longo de sua trajetória, sempre primou pela correção ética e moral na busca de soluções legais e constitucionais.<br /><br />Lembra, ainda que, durante o governo passado foi um dos poucos, entre civis e militares, que manteve a lealdade ao Presidente Bolsonaro até o final do governo, em dezembro de 2022 e a mantém até os dias atuais, por crença nos mesmos valores e princípios inegociáveis.<br /><br />A defesa do General Braga Netto acredita que a observância dos ritos do devido processo legal elucidarão a verdade dos fatos e as responsabilidades de cada ente envolvido nos referidos inquéritos, por suas ações e omissões.<br /><br />Por fim, é vital levantar a questão a quem interessa este tipo de ilação e suposição fora do contexto do inquérito legal, que ainda não foi disponibilizado oficialmente para as defesas dos interessados.<br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>PF vai indiciar Bolsonaro e ex-ministros no inquérito que apura tentativa de golpe</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pf-vai-indiciar-bolsonaro-e-ex-ministros-no-inquerito-que-apura-tentativa-de-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 19:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[tentativa de golpe]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1916530999" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Polícia Federal tem elementos que mostram a participação dos ex-governistas na trama golpista colocada em prática ao longo de 2022<br /><br />A Polícia Federal (PF) vai indiciar, em meados de novembro, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), os ex-ministros e generais Augusto Heleno e Walter Braga Netto, o ex-comandante da Marinha e almirante Almir Garnier Santos, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, e o ex-ministro Paulo Sérgio Nogueira, entre outros, no inquérito que apura a trama do golpe. <br /><br />A informação foi divulgada neste sábado (19) pelo jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles.<br /><br />Os seis serão indiciados no inquérito que apura a tentativa de golpe após a derrota de Bolsonaro para Lula da Silva (PT), em 2022.<br /><br />Segundo a publicação, a PF tem elementos que mostram a participação dos ex-governistas na trama golpista colocada em prática ao longo de 2022, e, em especial, após o resultado do segundo turno.<br /><br />Mensagens encontradas recentemente pela PF ligam Bolsonaro à minuta golpista que implementava instrumentos jurídicos que permitiram contestar o resultado das eleições, à margem da Constituição.<br /><br />No texto, encontrado posteriormente com o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid, constava o decreto de Estado de Sítio e de uma Operação de Garantia da Lei e da Ordem.<br /><br />A situação de Bolsonaro também foi agravada pela confirmação dos ex-comandantes do Exército, general Marco Antonio Freire Gomes, e da Força Aérea Brasileira (FAB), tenente-brigadeiro do ar Carlos Baptista Júnior, de que Bolsonaro os pressionou a aderir a um golpe de Estado para se manter no poder.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: BNC Amazonas</p>
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		<title>Bolsonaro diz que não teme ser julgado desde que juízes sejam isentos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bolsonaro-diz-que-nao-teme-ser-julgado-desde-que-juizes-sejam-isentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Mar 2024 22:31:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[tentativa de golpe]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-presidente participou de evento político no Rio de Janeiro O ex-presidente da República Jair Bolsonaro disse, neste sábado (16), que não tem medo de ser julgado, mas disse que os juízes têm que ser imparciais. Ele participou de evento político de pré-candidaturas municipais na cidade do Rio de Janeiro. “Não faltarão pessoas para te perseguir, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-221266355" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ex-presidente participou de evento político no Rio de Janeiro<br /><br />O ex-presidente da República Jair Bolsonaro disse, neste sábado (16), que não tem medo de ser julgado, mas disse que os juízes têm que ser imparciais. Ele participou de evento político de pré-candidaturas municipais na cidade do Rio de Janeiro.<br /><br />“Não faltarão pessoas para te perseguir, para tentar te derrotar, para te acusar das coisas mais absurdas”, disse Bolsonaro em discurso no ato político. “Poderia estar muito bem em outro país. Preferi voltar para cá com todos os riscos que ainda corro. Não tenho medo de qualquer julgamento, desde que os juízes sejam isentos”.<br /><br />Nesta sexta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes suspendeu o sigilo sobre os depoimentos dos ex-comandantes do Exército, Marco Antônio Freire Gomes, e da Aeronáutica, Carlos Almeida Baptista Júnior<br /><br />Os dois militares do alto escalão da gestão de Bolsonaro afirmaram à polícia que participaram de reuniões com o então presidente no Palácio da Alvorada. Nesses encontros, foi apresentado o teor de uma minuta de decreto presidencial voltada para manter Bolsonaro no poder após a derrota no segundo turno da eleição presidencial de 2022.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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