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	<title>têm contaminação por mercúrio - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>têm contaminação por mercúrio - Portal NDC</title>
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		<title>Peixes consumidos pela população em 6 estados da Amazônia têm contaminação por mercúrio, indica estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes consumidos pela população]]></category>
		<category><![CDATA[têm contaminação por mercúrio]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo inédito identificou que peixes consumidos pela população em seis estados da Amazônia brasileira têm contaminação por mercúrio em 21,3% acima do permitido. Os piores índices estão em Roraima: 40% dos peixes analisados possuem índices do metal pesado altamente tóxico superior ao limite recomendado por regras sanitárias e de saúde. O dado foi divulgado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2255955059" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Um estudo inédito identificou que peixes consumidos pela população em seis estados da Amazônia brasileira têm contaminação por mercúrio em 21,3% acima do permitido. Os piores índices estão em Roraima: 40% dos peixes analisados possuem índices do metal pesado altamente tóxico superior ao limite recomendado por regras sanitárias e de saúde. O dado foi divulgado nessa terça-feira (30).<br /><br />Ao todo, foi identificado que peixes vendidos a consumidores que vivem no Acre, Amapá, Amazonas, Pará Rondônia e Roraima chegam às mesas das famílias com altos níveis de mercúrio &#8211; para os pesquisadores, essa alta tem relação com o avanço de garimpos de ouro. Foram coletadas amostras de 80 espécies de peixes em todas as capitais destes estados e de outros 11 municípios do interior.</p>
<div id="chunk-jdls">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO/WHO) e a Agência de Vigilância Sanitária brasileira estabelecem teor de 0,5 micrograma por grama. Essa foi a base de cálculo usada no estudo para chegar ao nível de contaminação. Roraima ultrapassou de 5,9 a 27,2 microgramas esse potencial ingestão de mercúrio pela população por meio de peixes.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cln0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No estado, a pesquisa se concentrou em peixes que seriam vendidos para a população na capital <a class="" href="https://g1.globo.com/rr/roraima/cidade/boa-vista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Boa Vista</a>. Pesquisadores coletaram 75 peixes de 27 espécies direto de pescadores em quatro rios: Uraricoera, Mucajaí, Branco e Baixo Rio Branco. Entre as espécies analisadas com maior contaminação estão o coroataí, barba chata, piracatinga, filhote e peixe cachorro.</p>
<div id="chunk-6314j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="71" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O estudo denominado &#8220;<strong>Análise regional dos níveis de mercúrio em peixes consumidos pela população da Amazônia Brasileira</strong>&#8221; foi desenvolvido de março de 2021 a setembro de 2022, com <strong>amostras de 1.010 peixes</strong> coletados nos 17 municípios, incluindo as capitais. O trabalho reuniu pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (<strong>Ensp/Fiocruz</strong>), da Universidade Federal do Oeste do Pará (<strong>UFOPA</strong>), <strong>Greenpeace</strong>, <strong>Iepé</strong>, <strong>Instituto Socioambiental </strong>e <strong>WWF-Brasil</strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4gitt">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="67" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para identificar o nível de contaminação dos peixes, os pesquisadores fizeram as coletas dos animais em mercados públicos, feiras-livres ou direto com pescadores &#8211; como foi o caso de Roraima. Depois, analisaram o impacto dessa contaminação na saúde humana, usando como parâmetro o consumo de peixe entre quatro grupos: homens adultos, mulheres em idade fértil, crianças de 2 a 4 anos, e de 5 a 12 anos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6t81m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Fizemos o cálculo médio do peso corporal de cada um desses grupos, avaliamos o consumo estimado padrão em grama por dia de pescado. Baseado nos níveis de mercúrio detectados, chegamos ao número que é uma estimativa da ingestão média diária de mercúrio. Com base nessa ingestão, comparamos esse número calculado com uma outra referência de ingestão&#8221;, explica o pesquisador da Fiocruz, Paulo Basta.</p>
<div id="chunk-dpcuc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O levantamento tinha como ideia avaliar qual o risco para a saúde humana em caso do consumo de peixe contaminado por mercúrio. O resultado em todas as regiões analisadas coloca em alerta a saúde pública, avaliação os pesquisadores.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8pklg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os pesquisadores afirmam que é necessário que o governo brasileiro desenvolva políticas públicas e programas que visem a garantia da segurança alimentar das populações mais afetadas, respeitando a soberania alimentar e o modo de vida de casa região.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="79" data-block-id="15">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Este é o primeiro estudo que avalia os principais centros urbanos amazônicos espalhados em seis estados. Ele reforça um alerta para um assunto já conhecido, mas não resolvido, que é o risco à segurança alimentar na região amazônica gerado pelo uso de mercúrio na atividade garimpeira. É preocupante que a principal fonte de proteína do território, se ingerida sem controle, provoque danos à saúde por estar contaminada”, ressalta Decio Yokota, coordenador do Programa de Gestão da Informação do Iepé.</blockquote>
<p>Do total geral de peixes estudados, 110 eram herbívoros, 130 detritívoros, 286 onívoros e 484 carnívoros. Os carnívoros, mais apreciados pelos consumidores finais, apresentaram níveis de contaminação maiores do que as espécies não-carnívoras.</p>
</div>
<div id="chunk-26lbn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A análise comparativa entre espécies indicou que a contaminação é 14 vezes maior nos peixes carnívoros, quando comparados aos não-carnívoros</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="19">
<div class="content-intertitle">
<h2>Riscos à saúde</h2>
</div>
<p>Altamente tóxico, o mercúrio é usado por garimpeiros que atuam ilegalmente na Amazônia durante a exploração de ouro, principalmente em territórios indígenas, como a Terra Yanomami. O metal é utilizado para separar o ouro de outros sedimentos e, assim, deixá-lo &#8220;limpo&#8221;.</p>
</div>
<div id="chunk-5kqq9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Depois desse processo, o mercúrio é despejado no ambiente e, sem qualquer cuidado, e se acumula nos rios e entra na cadeia alimentar por meio da ingestão de água e peixes.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a4hdq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como consequência, o mercúrio no organismo pode causar graves problemas de saúde que afetam o sistema nervoso (potencial neurotóxico), fica retido no organismo devido à capacidade de bioacumulação, além disso, a concentração aumenta em cada nível da cadeia alimentar.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e3sr0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Considerando a população de Roraima, o estudo indicou que estão mais vulneráveis à contaminação mulheres em idade fértil, que estariam ingerindo até oito vezes mais mercúrio do que a dose indicada, e crianças de 2 a 4 anos, com até 27 vezes mais do que o recomendado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6lqcl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Estamos diante de um problema de saúde pública. Sabemos que a contaminação é mais grave para as mulheres grávidas, já que o feto pode sofrer distúrbios neurológicos, danos aos rins e ao sistema cardiovascular. Já as crianças podem apresentar dificuldades motoras e cognitivas, incluindo problemas na fala e no processo de aprendizagem.&#8221;</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="47" data-block-id="26">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;De forma geral, os efeitos são perigosos, muitas vezes irreversíveis, os sintomas podem aparecer após meses ou anos seguidos de exposição. É urgente a criação de políticas públicas para atender as pessoas já afetadas pela contaminação por mercúrio e medidas preventivas, de controle de uso”, reforça Basta.</blockquote>
<p>A contaminação de mercúrio em Roraima já havia sido identificado em estudos anteriores. Um deles, revelou <a class="" href="https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2022/08/22/peixes-de-rios-em-roraima-tem-alta-contaminacao-de-mercurio-usado-em-garimpos-ilegais-na-terra-yanomami-aponta-estudo.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">índices altos de contaminação de peixes em trecho do Rio Branco</a> na cidade de Boa Vista (25,5%), Baixo rio Branco (45%), rio Mucajaí (53%) e rio Uraricoera (57%). Outro, detectou que rios na Terra Yanomami, onde há forte exploração de ouro com uso de mercúrio, estavam com <a class="" href="https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2022/08/22/peixes-de-rios-em-roraima-tem-alta-contaminacao-de-mercurio-usado-em-garimpos-ilegais-na-terra-yanomami-aponta-estudo.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">8600% de contaminação por mercúrio</a>.</p>
<p> Foto: Fiocruz/UFOPA/Greenpeace/Iepé/ISA/WWF-Brasil/Divulgação</p>
<p>*Leia mais no g1</p>
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</div>
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