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	<title>tecnologia - Portal NDC</title>
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	<title>tecnologia - Portal NDC</title>
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		<title>Tecnologias monitoram biodiversidade, árvores e ar da Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/tecnologias-monitoram-biodiversidade-arvores-e-ar-da-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 14:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Em Defesa da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Monitoramento contínuo ajuda a avaliar se há sinais de alerta O canto dos pássaros. A vibração que a onça-pintada emite ao caminhar pela mata. A comunicação entre os pirarucus na profundeza dos rios. No interior da Amazônia, sons da floresta funcionam como uma orquestra harmônica. Mesmo ouvidos destreinados conseguem perceber...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Monitoramento contínuo ajuda a avaliar se há sinais de alerta</p>
<p>O canto dos pássaros. A vibração que a onça-pintada emite ao caminhar pela mata. A comunicação entre os pirarucus na profundeza dos rios. No interior da Amazônia, sons da floresta funcionam como uma orquestra harmônica. Mesmo ouvidos destreinados conseguem perceber a sinfonia. Mas, se um dos “instrumentos” desafina ou para de tocar, o descompasso também é evidente.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1626512&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1626512&amp;o=node" /></p>
<p>A analogia entre a música e a biodiversidade amazônica é do biólogo carioca Emiliano Ramalho, de 46 anos, que mora há mais de duas décadas na floresta. É a melhor forma que ele encontrou para explicar como o monitoramento contínuo dos animais ajuda a avaliar o funcionamento do ecossistema e se há sinais de alerta.</p>
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<figure style="width: 463px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Marcello Nicolato/Divulgação" src="https://imagens.ebc.com.br/Zpr9BF-5Vpfqdb0n8HGxBkIxvBM=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/01/10/pesquisador_emiliano_ramalho.jpg?itok=-gWj6XAa" alt="Rio de Janeiro (RJ) 10/01/2025 - Personagem - O pesquisador Emiliano Ramalho, especialista em onças-pintadas na Amazônia - Tecnologias monitoram biodiversidade, árvores e ar da Amazônia.
Foto: Marcello Nicolato/Divulgação" width="463" height="309" /><figcaption class="wp-caption-text">O pesquisador Emiliano Ramalho coordena o Projeto Providence, que monitora espécies amazônicas &#8211; Marcello Nicolato/Divulgação</figcaption></figure>
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<p>Ramalho é diretor técnico-científico do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, na cidade de Tefé, no Amazonas, uma entidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Ele coordena desde 2016 o Projeto Providence, que usa sistemas automatizados de som e imagem para estudar as espécies amazônicas. São mais de 40 sensores espalhados pela floresta, que realizam monitoramento em tempo real, 24 horas por dia e sete dias por semana.</p>
<p>“Por meio da tecnologia, conseguimos observar um número de espécies e tipos de comportamentos que seriam impossíveis de monitorar por meios naturais. Então, muda completamente a perspectiva de observação dos bichos. A tecnologia não exclui a necessidade, muitas vezes, de ter o ser humano indo em campo, mas ela se torna um tipo de sétimo sentido nosso”, diz o biólogo.</p>
<p>Emiliano Ramalho já trabalhou especificamente com a contagem de pirarucus, no início da carreira, e depois se tornou um dos maiores especialistas em ecologia e biologia de onças-pintadas, principalmente em ambientes de várzea. Em um cenário que sofre inundações durante três a quatro meses por ano, o felino se adapta e passa a viver no topo das árvores. O comportamento foi registrado cientificamente pela primeira vez pelo pesquisador.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered">
<figure style="width: 463px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Emiliano Ramalho/Divulgação" src="https://imagens.ebc.com.br/qMV708EkuLO-bejLHQaXPFEKAYg=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/01/10/cientistas_do_instituto_mamiraua_investigam_comportamentos_das_oncas_na_amazonia_foto_emiliano_ramalho.jpg?itok=HF432X1G" alt="Rio de Janeiro (RJ) 10/01/2025 - 
Cientistas do instituto mamiraua investigam comportamentos das onças na Amazônia -Tecnologias monitoram biodiversidade, árvores e ar da Amazônia.
Foto: Emiliano Ramalho/Divulgação" width="463" height="309" /><figcaption class="wp-caption-text">Cientistas do Instituto Mamirauá investigam comportamentos das onças-pintadas na Amazônia  &#8211; Emiliano Ramalho/Divulgação</figcaption></figure>
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<p>O biólogo costuma dizer que a “onça-pintada é fundamental para a conservação da floresta e a floresta é essencial para a sobrevivência da onça-pintada”. Nesse sentido, o equilíbrio social e natural passa, necessariamente, por estratégias de conservação da biodiversidade amazônica. É esse trabalho, aperfeiçoado pelos instrumentos tecnológicos, que move Ramalho a acreditar em um futuro melhor.</p>
<blockquote>
<p>“Para trabalhar na Amazônia, você precisa ter esperança. Sou otimista, porque a nossa geração e a próxima ainda vão ter chance de mudar o cenário de crise. Mas hoje a situação é muito crítica, porque não temos de fato mais zona de amortecimento. Se não mudar o paradigma de como deve ser o desenvolvimento da floresta, a gente vai perder a Amazônia”, analisa o biólogo.</p>
</blockquote>
<h2>Ecologia digital</h2>
<p>Uma outra forma de entender as dinâmicas climáticas da Amazônia é olhar para árvores e vegetações. Esse tem sido o caminho percorrido pelo cientista paulista Thiago Sanna Freire Silva, ecologista digital, como gosta de se intitular, que leciona informática ambiental na Universidade de Stirling, na Escócia, e coordena projetos de monitoramento de florestas inundáveis.</p>
<p>O foco principal do cientista está em entender como mudanças na hidrologia, no nível da água durante secas e cheias, afeta o ecossistema, principalmente em um cenário em que esses fenômenos se tornaram mais extremos. Para ter uma visão analítica mais ampla, ele escaneia extensões grandes da floresta com a tecnologia <em>light detection and ranging</em> (Lidar), um sensor capaz de emitir <em>lasers</em>, mapear e gerar cenários em 3D.</p>
<p>“Partimos das seguintes reflexões: se a gente começar a ter secas muito intensas sempre, isso poderia ser uma coisa boa para as árvores. Porque, quando elas estão inundadas, geralmente param de crescer. Ao mesmo tempo, por causa do aumento de temperatura e da redução de precipitação, durante a época de seca pode também faltar quantidade adequada de água para elas. E as árvores vão ficar estressadas e ainda mais vulneráveis do que em florestas de terra firme”, diz Silva.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<figure style="width: 463px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/fj065SIkI0skOSnkO0w5F4GBNoc=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/01/10/_rbr9890.jpg?itok=X6Bfzvv7" alt="Manaus (AM), 30/11/2024 - Thiago Silva, ecólogo digital, explorador da National Geographic e professor sênior da Universidade de Stirling, na Escócia, fala durante a TEDx Amazônia, no Salão Rio Solimões. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" width="463" height="309" /><figcaption class="wp-caption-text">Ecologista digital, Thiago Silva dá aulas de informática ambiental na Universidade de Stirling, na Escócia &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
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<p>O cientista explica que a análise ajuda a entender os padrões em níveis macroestruturais, a partir de grandes escalas e padrões de funcionamento da floresta. E que os resultados são aprimorados ao dialogarem com os estudos em nível micro e local. Diante do ritmo acelerado de impactos e prejuízos ao ecossistema, é preciso pensar primeiro em adaptações, antes de vislumbrar regenerações ambientais.</p>
<p>“Um dos grandes problemas dessas grandes crises climáticas é que a gente não tem como frear, pela velocidade e o tamanho delas. Só o que a gente pode fazer é se adaptar, entender melhor o que está acontecendo e conseguir prever com antecedência como essas mudanças vão se acumular ao longo das décadas. Assim, podemos pensar em estratégias melhores de como preservar essas florestas e ajudar as pessoas que dependem desses ambientes”, projeta Silva.</p>
<p>Ao rastrear a saúde das zonas úmidas durante anos, o cientista distingue as áreas que precisam ser protegidas antes que os danos se tornem irreversíveis. Enquanto há estudo, há esperança.</p>
<p>“Qualquer cientista que trabalha com ecologia e mudanças climáticas vive uma montanha-russa de sentimentos. Em alguns momentos, você fica completamente pessimista. Em outros, tem uma explosão de otimismo. O mais importante é que a gente tem buscado engajamento com as comunidades locais, as pessoas que têm maior capacidade de realmente proteger e fazer diferença. E que às vezes podem até não perceber o poder que elas têm”, diz o pesquisador.</p>
<h2>Floresta estressada</h2>
<p>No caso da cientista Luciana Gatti, os sinais do desmatamento e da crise climática são percebidos no ar. Ela é química e coordena o Laboratório de Gases de Efeito Estufa (LaGEE) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desde 2003, atua em pesquisas na área de mudanças climáticas, com foco no papel da Amazônia na emissão e absorção de carbono.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
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<figure style="width: 365px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Luciana Gatti/Arquivo Pessoal" src="https://imagens.ebc.com.br/rlE4EdEw-M9Xg1GjfSaOXXlFmy8=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/01/10/pesquisadora_luciana_gatti.jpg?itok=4Cw7tuQS" alt="Rio de Janeiro (RJ) 10/01/2025 - Personagem - Pesquisadora Luciana Gatti -Tecnologias monitoram biodiversidade, árvores e ar da Amazônia.
Foto: Luciana Gatti/Arquivo Pessoal" width="365" height="486" /><figcaption class="wp-caption-text">Cientista Luciana Gatti coordena o Laboratório de Gases de Efeito Estufa (LaGEE) do Inpe &#8211; Luciana Gatti/Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
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<p>A medição das emissões de gases do efeito estufa começou em 2004, na Floresta Nacional do Tapajós, no Pará. A partir de 2010, conseguiram expandir os trabalhos para outras localidades da Amazônia. Aviões de pequeno sobrevoam pontos específicos da floresta, onde amostras de ar são coletadas e armazenadas em frascos, para posterior análise em laboratório.</p>
<p>Com isso, poderia ser calculado se a floresta estava se comportando como fonte ou sumidouro de carbono. Ou seja, se ela mantinha a capacidade de absorver mais gases do efeito estuda do que eram emitidos.</p>
<p>“A primeira constatação foi a de que uma região da Amazônia é muito diferente da outra. A maior parte dos cientistas usa um número ou uma taxa e aplica para o bioma inteiro. Vimos que, quanto mais desmatada a floresta, mais a região tinha perdido volume de chuva e aumentado a temperatura ao longo de 40 anos. E isso acontecia principalmente durante a estação seca, especificamente entre os meses de agosto a outubro, no período da seca. Desmatamento não é só perda de carbono e emissão de gás estufa. É também mudança da condição climática para a floresta que ainda não foi desmatada”, explica Luciana.</p>
<p>Em outras palavras, a floresta que está sendo modificada pelo desmatamento ao redor vive em uma situação de “estresse”.</p>
<p>“Estamos matando a floresta de duas maneiras diferente: direta e indiretamente. A árvore não consegue fazer fotossíntese, porque está tão seco embaixo da terra que ela precisa fechar o ‘estômago’ para não perder água e continuar vivendo. E isso explica porque árvores das regiões mais desmatadas emitem sete vezes mais carbono do que as das regiões menos desmatadas”, diz Luciana.</p>
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<figure style="width: 463px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Luciana Gatti/Divulgação" src="https://imagens.ebc.com.br/neFyZn96E-gpV-T_-DfgYr3Y3X4=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/01/10/malas_de_amostragem_da_coleta_de_carbono_na_amazonia_luciana_gatti_divulgacao.jpg?itok=uMvu6RYd" alt="Rio de Janeiro (RJ) 10/01/2025 - Malas de amostragem da coleta de carbono na amazônia  -Tecnologias monitoram biodiversidade, árvores e ar da Amazônia.
Foto:Luciana Gatti/Divulgação" width="463" height="347" /><figcaption class="wp-caption-text">Malas de amostragem da coleta de carbono na Amazônia &#8211; Luciana Gatti/Divulgação</figcaption></figure>
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<p>Em um cenário ideal, o balanço de carbono da Floresta Amazônica deveria ser neutro, com equilíbrio entre emissões e absorções. Mas, com o desmatamento, a própria floresta passa a ser fonte de carbono e perde a capacidade de regular o clima. Segundo a cientista, não há outra solução a não ser interromper a destruição e priorizar projetos de restauração florestal.</p>
<p>“Nós precisamos de um plano de sobrevivência para restaurar as áreas perdidas da Amazônia. Eu tenho uma sugestão: vamos colocar como meta reduzir o rebanho bovino brasileiro em 44%, já que é a principal causa de emissão de gases estufa e a maior parte do desmatamento vira pasto&#8221;, defende Luciana. “Nosso plano de sobrevivência é plantar árvore. É ela que vai abaixar a temperatura, nos proteger das ondas de calor, dos eventos extremos. Quem disse que destruir a floresta é progresso é ignorante. A salvação dos brasileiros passa por salvar a Amazônia. Sejamos todos ativistas”, defende a pesquisadora.</p>
<h2>Série sobre a Amazônia</h2>
<p>A reportagem faz parte da série Em Defesa da Amazônia, que abre o ano da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), a ser realizada em Belém, em novembro deste ano. Nas matérias publicadas na <strong>Agência Brasil</strong>, povos da Amazônia e aqueles diretamente engajados na defesa da floresta discutem os impactos das mudanças climáticas e respostas para lidar com elas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Polícia Federal cumpre mandados em empresa de tecnologia e condomínio de luxo em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/policia-federal-cumpre-mandados-em-empresa-de-tecnologia-e-condominio-de-luxo-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 13:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Condomínio de Luxo]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Agentes da PF estiveram nos locais, situados nos bairros Adrianópolis e Nossa Senhora das Graças, na manhã desta terça-feira (1). A Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação, na manhã desta terça-feira (1), e cumpriu mandados de busca e apreensão em dois endereços, localizados na Zona Centro-Sul de Manaus. Segundo a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Agentes da PF estiveram nos locais, situados nos bairros Adrianópolis e Nossa Senhora das Graças, na manhã desta terça-feira (1).<br /><br />A <strong>Polícia Federal</strong> (PF) deflagrou uma operação, na manhã desta terça-feira (1), e cumpriu mandados de busca e apreensão em dois endereços, localizados na Zona Centro-Sul de Manaus. Segundo a PF, os locais já estavam sendo investigados.<br /><br />Os mandados estão sendo cumpridos em uma empresa de tecnologia localizada na rua Belém, no bairro Nossa Senhora das Graças e é um condomínio de luxo situado na rua Terezina, no bairro Adrianópolis.<br /><br />Um dos alvos da operação é um empresário, sócio da empresa de tecnologia. A PF, no entanto, não divulgou o que levou o suspeito a ser investigado.<br /><br />Informações a respeito do motivo da operação e o nome dos alvos não foram divulgadas.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: G1 AM</p>
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		<item>
		<title>UEA inaugura edifício de laboratórios em parceria com a Samsung para impulsionar o empreendedorismo digital na Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/uea-inaugura-edificio-de-laboratorios-em-parceria-com-a-samsung-para-impulsionar-o-empreendedorismo-digital-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 02:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Cesp]]></category>
		<category><![CDATA[edifício de laboratórios do projeto Ocara]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Informática nº 8.387/1991]]></category>
		<category><![CDATA[Polo de Empreendedorismo Digital da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Samsung]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[UEA]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a proposta de inclusão tecnológica digital não apenas no campo de uso das tecnologias, mas também no desenvolvimento das potencialidades na geração de novos negócios, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) inaugurou, nesta segunda-feira (30), em parceria com a Samsung por meio dos incentivos da Lei de Informática...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a proposta de inclusão tecnológica digital não apenas no campo de uso das tecnologias, mas também no desenvolvimento das potencialidades na geração de novos negócios, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) inaugurou, nesta segunda-feira (30), em parceria com a Samsung por meio dos incentivos da Lei de Informática nº 8.387/1991, o edifício de laboratórios do projeto Ocara – Polo de Empreendedorismo Digital da Amazônia, localizado no Centro de Estudos Superiores de Parintins (Cesp/UEA) no município de mesmo nome.</p>
<p>O objetivo é, por meio do projeto, potencializar a criação de novos negócios, estruturando um eixo de empreendedorismo digital. Esses objetivos estão alinhados com os recentes movimentos do mercado, levando em consideração as diversas empresas de grande porte que estão migrando serviços e negócios para o mundo digital de forma marcante, a ponto de terem fechado uma fatia de lojas físicas para iniciar novos aplicativos de atendimento.</p>
<p>A reitora da UEA em exercício, Prof.ª Dra. Kátia Couceiro, esteve na inauguração e ressaltou a importância do projeto Ocara para a comunidade acadêmica da universidade e a população de Parintins. “É muito prazeroso ver a magnitude dessa obra, é gratificante essa parceria entre UEA e Samsung. Daqui jovens com espírito empreendedor sairão formados, prontos para o mercado de trabalho.”</p>
<p>“Muitos acadêmicos que ingressam na universidade possuem pouca ou nenhuma fluência com as tecnologias digitais. São diretrizes desse projeto, aprofundar os conhecimentos no âmbito do empreendedorismo digital, como forma de potencializar negócios e, também, na gestão de tecnologias digitais, no contexto da indústria 4.0 e das transformações digitais”, destacou o coordenador do Ocara, Prof. Dr. Marceliano Oliveira.</p>
<h3>Estrutura</h3>
<p>Com espaço de 1.514 metros quadrados, divididos em 7 laboratórios, o Ocara conta com capacitações dos seguintes módulos no eixo de Empreendedorismo Digital: Transformação Digital; Introdução aos Conceitos da Indústria 4.0; Design Digital; Fundamentos do Design Industrial; Cultura e Capacitação Empreendedora; Estruturação de Novos Negócios. A meta é formar em torno de 1.500 alunos em quatro anos.</p>
<p>O ambiente foi pensado para a aplicação de metodologias imersivas e inovadoras no ensino aprendizado, contendo espaços para dinâmicas, ideação, concepção, prototipagem, ateliê de design, numa estrutura de ponta preparada para esta finalidade.</p>
<p>Vale destacar que o projeto Ocara também possui um curso de graduação em Design Digital, sendo este de caráter inovador, diferente do curso de Design Gráfico que é voltado ao mercado das impressões. O curso de Design Digital é completamente voltado à criação de produtos digitais como, por exemplo, as capas de CDs digitais para plataforma de streaming, identidade visual para web sites, ícones para aplicativos, jogos ou computador, personagens para jogos e demais produtos. Eles até podem vir a ser impressos, mas, hoje em dia, já são consumidos completamente no meio digital. Também possuem formato e qualidade diferenciados, sem enfoque na parte gráfica ou tipografia de impressão.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da assessoria</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>II Workshop Internacional do PaCTAS &#8211; Evento Científico e Tecnológico em Tabatinga recebe apoio do Governo do Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ii-workshop-internacional-do-pactas-evento-cientifico-e-tecnologico-em-tabatinga-recebe-apoio-do-governo-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 21:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fapeam]]></category>
		<category><![CDATA[fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[Ifam]]></category>
		<category><![CDATA[PaCTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Parev]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ufam]]></category>
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					<description><![CDATA[Amparado via Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev), acontece em Tabatinga, o “II Workshop Internacional do Parque Científico e Tecnológico do Alto Solimões (PaCTAS) – Amazonas”. O evento será realizado de (25) a (27) de outubro, das 8h30 às 18h, com...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Amparado via Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev), acontece em Tabatinga, o “II Workshop Internacional do Parque Científico e Tecnológico do Alto Solimões (PaCTAS) – Amazonas”. O evento será realizado de (25) a (27) de outubro, das 8h30 às 18h, com o apoio do Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).</p>
<p>A atividade visa fortalecer os diálogos realizados na primeira edição do PaCTAS, além de reunir o público para a construção de diálogos sobre as atividades produtivas regionais na fronteira Brasil, Colômbia e Peru.</p>
<p>A coordenadora do evento e doutora em Recursos Naturais, Taciana de Carvalho Coutinho, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), tem a expectativa que essa segunda edição fortaleça ainda mais as instituições participantes do evento, por meio do debate sobre pesquisa, tecnologia, inovação e sociobioeconomia.</p>
<p>“A região do evento faz parte de uma área estratégica para o desenvolvimento regional, com potencial para crescimento de atividades voltadas a sociobioeconomia. Teremos parceiros importantes participando das nossas atividades”, afirmou Taciana Coutinho.</p>
<p>O evento é destinado a docentes e discentes de instituições públicas federais e estaduais, produtores, representantes de associações e cooperativas, empreendedores locais, instituições de fomento e organizações civis em geral.</p>
<p>A programação do workshop conta com palestras, talks de inovação, oficinas e rodas de conversa. Saiba mais por meio do link,<a href="https://pactas.org/workshop"> https://pactas.org/workshop</a>.</p>
<h3>Programa Rádio Ciência</h3>
<p>Durante o evento, será apresentada uma série de podcasts, com vinte e quatro episódios, que foi produzida com o apoio da Fapeam, via Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (POP CT&amp;I).</p>
<p>Os episódios foram produzidos para dar visibilidade à produção científica gerada por professores e pesquisadores, que atuam nas instituições públicas federais e estaduais, como Ufam, Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituto Federal do Amazonas (Ifam) e Secretaria de Estado de Educação (Seduc), na Tríplice Fronteira.</p>
<h3>Sobre os Programas</h3>
<p>Parev – O Programa apoia a realização de eventos regionais, nacionais e internacionais, nas modalidades presencial, virtual ou híbrida, sediados no Amazonas, relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&amp;I), como: congressos, simpósios, “workshops”, seminários, ciclos de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.</p>
<p>POP CT&amp;I – O POP CT&amp;I visa incentivar e apoiar a realização de eventos de popularização da ciência, nas modalidades presencial, virtual ou híbrida, prioritariamente no interior do Amazonas, por meio do financiamento da produção e distribuição de materiais educativos para democratizar a produção do conhecimento em CT&amp;I, fortalecer a Semana Estadual de Ciência e Tecnologia/2023 e a própria Política Pública de CT&amp;I do Amazonas.</p>
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<p>Com informações da assessoria</p>
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		<title>Prefeitura de Manaus entrega ônibus elétrico e reforça frota com veículos convencionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 01:24:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[253 ônibus novos entregues]]></category>
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					<description><![CDATA[Com ônibus elétrico, Prefeitura de Manaus chega à marca de 253 veículos novos em 1.000 dias de gestão Como parte do compromisso contínuo com a melhoria do transporte público na cidade, o prefeito de Manaus, David Almeida, acompanhado pelo diretor-presidente do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), Paulo Henrique Martins,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com ônibus elétrico, Prefeitura de Manaus chega à marca de 253 veículos novos em 1.000 dias de gestão</p>
<p>Como parte do compromisso contínuo com a melhoria do transporte público na cidade, o prefeito de Manaus, David Almeida, acompanhado pelo diretor-presidente do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), Paulo Henrique Martins, entregou nesta quarta-feira (27), a segunda unidade de ônibus elétrico para a capital amazonense, além de mais três novos veículos convencionais, chegando ao total de 253 ônibus novos entregues em 1.000 dias de gestão.</p>
<p>Segundo Almeida, o novo veículo elétrico representa a busca por soluções mais sustentáveis. “Isso é o ineditismo que nós estamos empregando na prefeitura. Segundo ônibus elétrico, temos mais 12 ônibus comprados em um convênio com o governo do Amazonas, que serão entregues até o final do ano. Um ônibus como esse deixa de emitir por ano, 55 toneladas de dióxido de carbono, isso é muito importante para o meio ambiente e nós trabalhamos em um lugar onde temos a preservação como a mola mestre da nossa biodiversidade”, garantiu.</p>
<p>Em 1.000 dias de gestão do prefeito David Almeida, já foram entregues 253 ônibus novos à população, refletindo o empenho da atual gestão em renovar e modernizar a frota de veículos da cidade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30870" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/09/cc0718d0-5ffc-4e71-a370-15877effa299.jpg" alt="" width="799" height="533" /></p>
<p>“Ainda vamos entregar mais 95 ônibus convencionais com ar-condicionado, e isso vai fazer com que a frota de Manaus se torne uma das mais novas do Brasil, vamos colocar também ainda neste ano, em algumas paradas, ar-condicionado em grandes corredores de ônibus aqui na nossa cidade. Esse é um trabalho que a prefeitura tem feito e tem avançado também na mobilidade urbana”, completou o prefeito.</p>
<p>Os outros três veículos entregues são ônibus convencionais, todos pertencentes à empresa Veja e com esta nova adição, totaliza-se 39 ônibus já entregues a Manaus.</p>
<p>A frota operante, atualmente, conta com 1.141 coletivos, distribuídos em 219 linhas, que diariamente fazem os itinerários em todas as zonas da cidade. Por dia, são registradas mais de 500 mil passagens no sistema de transporte da capital.</p>
<p>A entrega constante de novos ônibus e a busca por soluções inovadoras evidenciam o desejo de fazer de Manaus uma capital cada vez mais desenvolvida e preparada para atender as demandas de seus moradores.</p>
<h3>Ônibus elétrico</h3>
<p>Batizado como “PreservAR”, o veículo é o segundo entregue para compor a frota de ônibus atuante na cidade. Quanto as suas especificações técnicas, o veículo elétrico tem carroceria Caio Millennium de 12 metros de comprimento, suspensão totalmente pneumática do Mercedes-Benz O 500 U e ar-condicionado, assegurando o conforto aos usuários. Sua capacidade é de 27 passageiros sentados e 43 em pé, com espaço para uma cadeira de rodas. A autonomia pode chegar a 250 quilômetros.</p>
<p>Paralelo à aquisição do ônibus elétrico, a administração municipal ainda atua em outras frentes em benefício do meio ambiente. Uma delas é a aquisição de veículos com tecnologia BlueTec.</p>
<p>O BlueTec 6 é uma combinação aplicada aos motores Mercedes-Benz que resulta numa solução de pós-tratamento de emissões, formada por três módulos: DOC (catalisador de oxidação), DPF (filtro de partículas) e SCR (Redução Catalítica Seletiva). É a atuação conjunta desses três componentes que permite atender aos requisitos do Euro 6, reduzindo as emissões de poluentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da acessória</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Wilson Lima se reúne com fabricante de veículos elétricos para atrair investimentos em energia limpa</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/wilson-lima-se-reune-com-fabricante-de-veiculos-eletricos-para-atrair-investimentos-em-energia-limpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 20:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[BYD Auto]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador Wilson Lima reuniu, nesta segunda-feira (18), com representantes da BYD Auto, fabricantes de veículos elétricos que possuem uma fábrica de baterias no Polo Industrial de Manaus. O encontro faz parte da política para atrair novos investidores que utilizam energia limpa, a exemplo dos carros, caminhões e ônibus elétricos....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador Wilson Lima reuniu, nesta segunda-feira (18), com representantes da BYD Auto, fabricantes de veículos elétricos que possuem uma fábrica de baterias no Polo Industrial de Manaus. O encontro faz parte da política para atrair novos investidores que utilizam energia limpa, a exemplo dos carros, caminhões e ônibus elétricos.</p>
<p>Em 2022, o governador Wilson Lima firmou convênio de R$ 34,9 milhões com a Prefeitura de Manaus para adquirir 12 ônibus elétricos, que serão empregados no transporte público da capital. Por conta da tecnologia, os veículos adquiridos com o aporte do Estado não emitem poluentes atmosféricos.</p>
<p>“A gente tem buscado atrair para o nosso estado investimentos que aliem inovação com sustentabilidade, é o caso da BYD que já realiza um trabalho no Brasil e no Amazonas”, destacou o governador Wilson Lima.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30673" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Wilson-Lima-reune-com-representantes-de-empresa-de-veiculos-eletricos-e-destaca-importancia-da-transicao-para-transportes-sustentaveis1__Fotos-Diego-Peres-Secom-1024x682-1-e1695156471733.jpeg" alt="" width="800" height="533" /></p>
<p>A BYD Auto é uma fabricante de automóveis, caminhões e ônibus sediada em Xian, na China, e fundada em 2003. Atualmente, opera três fábricas no país, duas em Campinas (SP), sendo uma para montagem de ônibus 100% elétricos e outra para a produção de módulos fotovoltaicos, e uma outra no Polo Industrial de Manaus (PIM), dedicada à produção de baterias de celular de fosfato de ferro-lítio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da assessoria</p>
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		<title>Governo do Amazonas investe mais de R$ 5,5 milhões em programas de pesquisa e inovação</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-do-amazonas-investe-mais-de-r-55-milhoes-em-programas-de-pesquisa-e-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 21:56:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[apoio a Pós-Doutores]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Editais abertos]]></category>
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		<category><![CDATA[Governo do AM]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[investimento na educação]]></category>
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		<category><![CDATA[R$ 5 Milhões]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de R$ 5,5 milhões estão sendo investidos pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Nos programas de Apoio a Pós-Doutores (Prodoc), de Apoio à Pós-Graduandos Fora do Estado do Amazonas (Posgfe) e de Apoio à Incubadoras (Pró-Incubadoras), além do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de R$ 5,5 milhões estão sendo investidos pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Nos programas de Apoio a Pós-Doutores (Prodoc), de Apoio à Pós-Graduandos Fora do Estado do Amazonas (Posgfe) e de Apoio à Incubadoras (Pró-Incubadoras), além do Tecnova III, este em parceria com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).</p>
<p>Os Programas oferecem oportunidades de apoio a pesquisas, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação. A estimativa é apoiar até 75 projetos.</p>
<h3><strong>Confira os editais abertos</strong></h3>
<p>O Programa de Apoio a Pós-Doutores (Prodoc/Fapeam) visa conceder bolsas de pós-doutorado no país e no exterior a interessados, residentes no Amazonas, que irão desenvolver projetos de pesquisa que visem contribuir significativamente para a ampliação da ciência, tecnologia e inovação em todas as áreas do conhecimento. O edital nº 016/2023 estima apoiar até 20 projetos de pesquisa. Saiba mais <a href="https://tinyurl.com/ynpnewhy">aqui</a>.</p>
<p>O Programa de Apoio a Pós-Graduandos fora do Estado do Amazonas (Posgfe) tem o objetivo de conceder bolsa de mestrado e doutorado a interessados, residentes no estado há mais de quatro anos, matriculados em curso de pós-graduação stricto sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em outros estados da Federação, em áreas estratégicas relacionadas ao Plano Plurianual 2020-2023 do Governo do Estado do Amazonas. O edital n° 013/2023 estima apoiar até 20 projetos de pesquisa, sendo 10 para concessão de bolsas de mestrado e 10 para doutorado. Saiba mais <a href="https://tinyurl.com/bdehntnt">aqui</a>.</p>
<p>O Programa de Apoio à Incubadoras (Pró-Incubadoras) financia a estruturação, o desenvolvimento e a interação de incubadoras de empresas, novas e existentes, para que estejam alinhadas ao Modelo de Centros de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (Cerne), de forma a ampliar, expressivamente, o número e a qualidade de empreendimentos inovadores no Amazonas. O edital n° 011/2023 estima apoiar até 10 projetos de pesquisa. Saiba mais <a href="https://tinyurl.com/yftpz48x">aqui</a></p>
<h3>Chamada Pública</h3>
<p>Em parceria com o MCTI e a Finep, a Fapeam disponibiliza também a Chamada Pública Nº 002/2023 para o credenciamento de agências, escritórios e instituições de internacionalização para serviços a empresas a serem beneficiadas no Programa Nacional de Apoio à Inovação Tecnológica (Tecnova III).</p>
<p>A Chamada Pública tem o objetivo de selecionar propostas empresariais para subvenção econômica à pesquisa e desenvolvimento de processos e/ou produtos inovadores no Amazonas, que envolvam significativo risco tecnológico associado a oportunidades de mercado dentro dos temas. O Edital estima beneficiar 25 empresas. Saiba mais <a href="http://tiny.cc/8si9vz">aqui</a>.</p>
<p>Os prazos, critérios de elegibilidade e documentação necessária dos editais e chamada pública devem ser observados atentamente pelos candidatos às vagas ofertadas. As inscrições são feitas pelo Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SigFapeam), localizado no menu “Serviços”, do portal da Fapeam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da Assessoria</p>
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		<title>Governo do AM apoia tecnologia que impulsiona a produção de hortaliças em ambiente protegido no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-do-am-apoia-tecnologia-que-impulsiona-a-producao-de-hortalicas-em-ambiente-protegido-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 15:31:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Fapeam]]></category>
		<category><![CDATA[fibra de coco]]></category>
		<category><![CDATA[hidropônico de minitomates]]></category>
		<category><![CDATA[hortaliças]]></category>
		<category><![CDATA[Prospam]]></category>
		<category><![CDATA[setor primario]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Contribuir para a melhoria dos sistemas de produção de hortaliças por meio da avaliação de tecnologias para o cultivo protegido e hidropônico de minitomates do tipo grape, além de capacitar técnicos envolvidos no setor primário do Estado do Amazonas, são metas de uma pesquisa apoiada pelo Governo do Estado,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Contribuir para a melhoria dos sistemas de produção de hortaliças por meio da avaliação de tecnologias para o cultivo protegido e hidropônico de minitomates do tipo grape, além de capacitar técnicos envolvidos no setor primário do Estado do Amazonas, são metas de uma pesquisa apoiada pelo Governo do Estado, por meio do Programa Estratégico de Desenvolvimento do Setor Primário (Prospam), coordenado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).</p>
<p>Ainda em fase de finalização do primeiro ensaio em campo, a pesquisa intitulada “Produção de tomate em hidroponia automatizada com uso de substrato e capacitação tecnológica em cultivo protegido” está desenvolvendo um aplicativo para Android para auxiliar nos cálculos que definem os novos pontos de ajuste na reposição e calibragem da solução nutritiva do tomate.</p>
<p>De acordo com o coordenador da pesquisa, doutor em Agronomia, Francisco Célio Maia Chaves, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o primeiro plano é avançar no conhecimento, mas, o principal é validar as tecnologias para um sistema de produção de tomate em cultivo protegido hidropônico com o uso de substrato.</p>
<p>“Ao validar, estabelecer parâmetros técnicos e viabilidade econômica, tem-se a alternativa de produção para o setor primário”, disse o pesquisador.</p>
<p>Mestre em Agronomia e responsável pelo cultivo, Rodrigo Berni, também pesquisador da Embrapa e integrante do grupo de estudo, explica que hidroponia é o termo utilizado para os cultivos onde não há a necessidade do uso de solo/substrato como fonte de nutrientes, ou seja, todos os nutrientes são fornecidos por meio de solução nutritiva, ou por fluxo laminar que molha as raízes em períodos determinados por tubos, canais, perfis ou em sistema de irrigação com o uso de substrato, em vasos, canaletas ou em bags (sacos comerciais com substratos prontos para uso).</p>
<p>“No caso do nosso projeto, utilizamos para o cultivo do tomate, o sistema hidropônico com o uso de substrato (fibra de coco) em vaso e em sistema aberto. A solução nutritiva completa é fornecida para atender a demanda das plantas por sistema automatizado de irrigação, evitando tanto a falta quanto o desperdício”, acrescentou Francisco Chaves.</p>
<p>Segundo ele, o sistema de controle automatizado da temperatura, que envolve exaustores, tela termorrefletora e nebulizadores, auxilia no cultivo do tomate. Os resultados do primeiro ensaio de teste de cultivares estão sendo finalizados e, posteriormente, os dados serão analisados estatisticamente, incluindo produtividade e características do fruto.</p>
<p>A pesquisa aplica-se na prática com a validação de tecnologias para a construção e viabilidade do sistema de produção de tomate hidropônico. “Visa o setor primário com a alternativa de fonte de renda no cultivo de uma importante hortaliça e a mais conhecida em todos os cantos do mundo, o tomate, e na sua apresentação gourmet”, completou o coordenador da pesquisa.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>Francisco Célio ressalta, ainda, que a pesquisa está em avanço e pontua os próximos passos; a busca por alternativas viáveis para o sistema de produção do tomate hidropônico em cultivo protegido; avaliar diferentes composições e manejos de soluções nutritivas para o tomate nas condições do Amazonas, buscando a melhor relação custo/benefício, e transformar o sistema de controle automatizado da temperatura em um equipamento integrado e comercial, em parceria com empresas que tenham interesse.</p>
<p>O estudo está sendo desenvolvido no Campo Experimental da Embrapa Amazônia Ocidental, localizado Rodovia AM-010, Km 29, (Estrada Manaus/Itacoatiara) e envolveu até o momento, além dos bolsistas do projeto, a capacitação de 42 agentes multiplicadores de forma continuada em tecnologias de cultivo protegido, abordando cálculos e preparo de solução nutritiva; irrigação localizada automatizada; produção de mudas, cultivo, tratos culturais e colheita do tomate.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da Assessoria</p>
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