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	<title>taxação das offshores - Portal NDC</title>
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		<title>Câmara dos Deputados aprova taxação de offshores e fundos exclusivos para aumentar arrecadação federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 01:22:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[taxação das offshores]]></category>
		<category><![CDATA[zerar o déficit nas contas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25) o projeto de lei que prevê a taxação das offshores e dos fundos exclusivos. O texto vai ao Senado. A proposta que trata da taxação das offshores e dos fundos exclusivos é considerada essencial pela equipe econômica do governo para aumentar a arrecadação federal em 2024 e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3020070870" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25) o projeto de lei que prevê a taxação das offshores e dos fundos exclusivos. O texto vai ao Senado.</p>
<p>A proposta que trata da taxação das offshores e dos fundos exclusivos é considerada essencial pela equipe econômica do governo para aumentar a arrecadação federal em 2024 e zerar o déficit nas contas públicas.<br />
Tramitando em regime de urgência constitucional, o texto estava trancando a pauta do plenário da Câmara desde (14) de outubro. Com isso, nenhum outro projeto de lei poderia ser votado até que o texto em urgência fosse analisado pelo plenário.</p>
<h3>Offshores</h3>
<p>Offshore é uma nomenclatura usada para investimentos feitos no exterior. Geralmente, esses fundos têm sede em outro país e contam com ativos internacionais. Em muitos casos, porém, o gestor desse investimento está no Brasil.</p>
<p>Atualmente, no caso de offshores, a taxação ocorre apenas se uma empresa localizada no exterior transfere o lucro da companhia para o sócio pessoa física no Brasil. Se o sócio, no entanto, optar por manter os recursos no exterior, a tributação é adiada e, em alguns casos, nem chega a acontecer.</p>
<p>Segundo o parecer de Pedro Paulo, a tributação será feita com a alíquota de 15%, independente dos valores dos rendimentos, de forma anual.</p>
<p>Pelo texto, a variação cambial de depósitos em conta corrente ou em cartão de débito ou crédito no exterior não ficará sujeita à tributação “desde que os depósitos não sejam remunerados e sejam mantidos em instituição financeira no exterior reconhecida e autorizada a funcionar pela autoridade monetária do país em que estiver situada”.</p>
<p>Já a variação cambial de moeda estrangeira em espécie não ficará sujeita à taxação até o limite de venda de moeda equivalente a US$ 5 mil no ano.</p>
<h3>Fundos exclusivos</h3>
<p>Já fundos exclusivos são produtos montados especificamente para um ou alguns cotistas (geralmente membros de um mesmo grupo ou família). Atualmente, a tributação ocorre somente no momento de resgate da aplicação.</p>
<p>Dados do governo federal mostram que 2,5 mil brasileiros têm recursos aplicados nesses fundos, que acumulam R$ 756,8 bilhões. Eles correspondem a 12,3% dos fundos no país.</p>
<p>De acordo com a proposta, rendimentos decorrentes de fundos de investimento serão submetidos a uma tributação semestral periódica (chamada de “come-cotas”), com alíquotas de 15% no caso dos fundos de longo prazo, e de 20%, no caso dos fundos de curto prazo.</p>
<p>Um ponto que foi alvo de negociações foi a mudança nos requisitos para a isenção de Imposto de Renda para pessoa física nos rendimentos dos Fundos de Investimento em cadeias Agroindustriais (Fiagros) e dos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs).</p>
<p>Atualmente, para se ter a isenção em rendimentos de FIIs e Fiagros, os fundos precisam ter um mínimo de 50 cotistas. Pedro Paulo ampliou o número de cotas para 100 e limitou até 30% as cotas que familiares de até segundo grau podem deter.</p>
<p>Pedro Paulo ainda acolheu uma sugestão para que empresas que operem no país, com ativos virtuais, independentemente de seu domicílio, fiquem obrigadas a fornecer informações periódicas de suas atividades e de seus clientes à Receita Federal e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF).</p>
<h3>Atualização de rendimentos</h3>
<p>Quando enviada ao Congresso, a proposta do governo previa uma taxa de 10% para quem optar por atualizar os rendimentos até 31 de dezembro deste ano.</p>
<p>Na primeira versão do relatório, Pedro Paulo reduziu a alíquota para 6%, mas após conversas com líderes, aumentou o percentual para 8%.</p>
<p>A tributação vale para fundos exclusivos e para offshores, sendo voluntária para este último.</p>
<p>“É um incentivo que se dá e se abre essa janela para essa antecipação até dezembro de uma atualização deste estoque a 8%”, disse o relator.</p>
<p>A partir de janeiro de 2024, valem as alíquotas estabelecidas para os rendimentos de offshores e fundos exclusivos.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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