<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>tarifaço - Portal NDC</title>
	<atom:link href="https://noticiasdascomunidades.com.br/palavras-chaves/tarifaco/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 06 Jan 2026 21:13:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-favicon-v2-1-32x32.png</url>
	<title>tarifaço - Portal NDC</title>
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">181767135</site>	<item>
		<title>Com tarifaço de Trump, exportações para EUA caem 6,6% em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/com-tarifaco-de-trump-exportacoes-para-eua-caem-66-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 21:13:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=60832</guid>

					<description><![CDATA[Alta nas vendas para China e União Europeia compensaram recuo Em um ano marcado pelo tarifaço do governo Donald Trump, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 6,6% em 2025, somando US$ 37,716 bilhões, ante US$ 40,368 bilhões registrados em 2024. No sentido oposto, as importações de produtos norte-americanos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Alta nas vendas para China e União Europeia compensaram recuo</p>
<p>Em um ano marcado pelo tarifaço do governo Donald Trump, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 6,6% em 2025, somando US$ 37,716 bilhões, ante US$ 40,368 bilhões registrados em 2024. No sentido oposto, as importações de produtos norte-americanos cresceram 11,3% no ano passado, alcançando US$ 45,246 bilhões, contra US$ 40,652 bilhões no ano anterior.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1674337&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1674337&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Com a queda das exportações e a alta das importações, o Brasil encerrou 2025 com déficit de US$ 7,530 bilhões na balança comercial com os Estados Unidos.</strong> Os números foram divulgados nesta terça-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).</p>
<p>O resultado reflete os efeitos do tarifaço imposto pelo governo do presidente Donald Trump. Em novembro, o mandatário norte-americano anunciou a retirada da tarifa adicional de 40% aplicada a uma série de produtos brasileiros. Ainda assim, conforme cálculos do próprio Mdic, 22% das exportações do Brasil para os Estados Unidos, o equivalente a US$ 8,9 bilhões, continuam <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-11/tarifaco-continua-afetar-22-das-exportacoes-diz-alckmin" target="_blank" rel="noopener">sujeitas às tarifas estabelecidas em julho</a>.</p>
<p><strong>Nesse grupo estão tanto produtos que pagam apenas a sobretaxa de 40% quanto aqueles que acumulam a tarifa extra com a taxa-base de 10%.</strong> Outros 15% das exportações, o equivalente a US$ 6,2 bilhões, seguem sujeitos apenas à tarifa de 10%.</p>
<p>Um total de 27%, cerca de US$ 10,9 bilhões, são atingidos pelas tarifas da Seção 232, que incidem sobre importações que os Estados Unidos consideram como ameaça à segurança nacional. Apenas 36% das vendas brasileiras ao mercado norte-americano estão livres de encargos adicionais.</p>
<h2>Dezembro</h2>
<p>Mesmo após a retirada parcial das tarifas, as exportações brasileiras aos Estados Unidos caíram 7,2% em dezembro, totalizando US$ 3,449 bilhões, frente a US$ 3,717 bilhões no mesmo mês de 2024. <strong>Foi a quinta queda consecutiva nas vendas ao mercado norte-americano desde a imposição da sobretaxa de 50% anunciada em julho pelo governo Trump.</strong></p>
<p>As importações de produtos estadunidenses, por sua vez, recuaram 1,5% em dezembro na comparação anual.</p>
<h2>Negociações</h2>
<p>Em entrevista coletiva, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a estratégia de negociação e diálogo com Washington. <strong>Segundo ele, as conversas já resultaram na redução do número de produtos atingidos pelo tarifaço.</strong> </p>
<p>“O trabalho de redução continua”, afirmou.</p>
<p><strong>Alckmin também destacou que o governo busca melhorar as condições para os 22% da pauta exportadora ainda afetados pelas tarifas.</strong> Ele destacou as boas relações entre Lula e Trump.</p>
<p>“Em relação à questão comercial, o presidente Lula tem um bom relacionamento com o presidente Trump e pode avançar ainda mais. Podemos ter um ganha-ganha, tanto na questão tarifária, como não tarifária, em terras raras, datacenters. Podemos ter a aprovação da Redata [regime especial para centros de dados], que estimula investimentos. O Brasil tem energia abundante e renovável”, acrescentou Alckmin.</p>
<h2>China e União Europeia</h2>
<p><strong>Enquanto as vendas aos Estados Unidos recuaram, o comércio brasileiro com outros parceiros avançou em 2025.</strong> As exportações para a China cresceram 6%, totalizando US$ 100,021 bilhões, ante US$ 94,372 bilhões em 2024. As importações de produtos chineses subiram 11,5%, para US$ 70,930 bilhões, resultando em superávit de US$ 29,091 bilhões para o Brasil.</p>
<p><strong>Já as exportações para a União Europeia aumentaram 3,2% no ano passado, somando US$ 49,810 bilhões. As importações do bloco cresceram 6,4%, para US$ 50,290 bilhões, o que gerou déficit de US$ 480 milhões.</strong> Apenas em dezembro, mês marcado pelo adiamento da assinatura do acordo Mercosul–União Europeia, as exportações brasileiras ao bloco avançaram 39% na comparação com o mesmo mês de 2024.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">60832</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Exportações de alimentos caem em agosto por causa de tarifaço dos EUA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/exportacoes-de-alimentos-caem-em-agosto-por-causa-de-tarifaco-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 15:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=57645</guid>

					<description><![CDATA[Açúcares, proteínas e preparações alimentícias foram os mais afetados Balanço da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) registrou queda de US$ 300 milhões na exportação de alimentos industrializados em agosto, equivalente a redução de 4,8% em com comparação a julho. Segundo o levantamento, as exportações somaram US$ 5,9 bilhões em agosto....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Açúcares, proteínas e preparações alimentícias foram os mais afetados</p>
<p><strong>Balanço da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) registrou queda de US$ 300 milhões na exportação de alimentos industrializados em agosto</strong>, equivalente a redução de 4,8% em com comparação a julho.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1659463&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1659463&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o levantamento, as exportações somaram US$ 5,9 bilhões em agosto. Deste volume, US$ 332,7 milhões para os Estados Unidos, o que representa uma queda de 27,7% em relação a julho e de 19,9% na comparação com agosto de 2024.</p>
<p>O<strong> resultado reflete o aumento das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros,</strong> além da antecipação dos embarques em julho antes da entrada em vigor da taxação.</p>
<p>Em julho, os EUA haviam importado US$ 460,1 milhões em alimentos industrializados do Brasil.</p>
<p>Os<strong> produtos mais afetados para os EUA foram açúcares (recuo de 69,5% em agosto na comparação com julho), proteínas animais (- 45,8%) e preparações alimentícias (- 37,5%)</strong>. </p>
<p>O desempenho das exportações nos dois últimos meses evidencia uma inflexão clara: o crescimento expressivo de julho foi seguido por ajuste em agosto, sobretudo nos EUA, impactados pela nova tarifa, enquanto a China reforçou seu papel como mercado âncora”, analisa João Dornellas, presidente executivo da ABIA, em nota. Para o representante, a queda observada em agosto mostra que o país precisa diversificar seus parceiros comerciais e aumentar sua capacidade de negociação.</p>
<p>A queda para o mercado norte-americano coincidiu com um aumento substancial das vendas para o México, que comprou um total de US$ 221,15 milhões (3,8% do total), principalmente de proteínas animais. </p>
<p>&#8220;O avanço do México, que coincide com a retração das vendas aos Estados Unidos, indica um possível redirecionamento de fluxos e a abertura de novas rotas comerciais, movimento que ainda requer monitoramento para identificar se terá caráter estrutural ou apenas conjuntural&#8221;, explica a nota da associação.</p>
<p>No total, os mexicanos compraram 43% a mais de produtores brasileiros em agosto, sendo o mercado que mais aumentou a participação no período. </p>
<p>A <strong>perspectiva é que o impacto mais expressivo seja sentido no acumulado do ano</strong>. Segundo a ABIA, a estimativa é de que as vendas de alimentos atingidos pelo tarifaço para o mercado norte-americano acumulem, entre agosto e dezembro, queda de 80%, com perda acumulada de US$ 1,351 bilhão. </p>
<h2>China</h2>
<p>A<strong> China, maior comprador de alimentos industrializados, adquiriu US$ 1,32 bilhão em produtos, alta de 10,9% em relação a julho</strong> e de 51%, em relação a agosto de 2024.  A fatia chinesa representa 22,4% do total exportado em agosto deste ano.</p>
<p>O mercado externo representa 28% do faturamento do setor.</p>
<p>Já os países da Liga Árabe reduziram em 5,2% as compras em agosto em relação a julho, que somaram US$ 838,4 milhões. A União Europeia importou US$ 657 milhões em alimentos, redução de 14,8% sobre julho e de 24,6% quando comparado com agosto de 2024.   </p>
<p>De janeiro a julho de 2025, as exportações gerais totalizaram US$ 36,44 bilhões, representando uma queda de 0,3% no mesmo período de 2024, em razão da diminuição de produção do açúcar na entressafra. </p>
<h2>Suco de laranja</h2>
<p>Setor que não foi taxado, a<strong> indústria de suco de laranja teve crescimento de 6,8% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado,</strong> e queda de 11% frente a julho, em razão da antecipação de embarques.</p>
<h2>Empregos no setor </h2>
<p>A indústria de alimentos registrou, em julho, 2,114 milhões de postos de trabalho formais e diretos. No comparativo interanual, foram criados, de julho de 2024 a julho de 2025, 67,1 mil novas vagas, o que representou um crescimento de 3,3%.</p>
<p>Neste ano, foram 39,7 mil empregos diretos novos e outros 159 mil postos abertos na cadeia produtiva, em setores como agricultura, pecuária, embalagens, máquinas e equipamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57645</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Empresas afetadas por tarifaço podem pedir crédito do Brasil Soberano</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/empresas-afetadas-por-tarifaco-podem-pedir-credito-do-brasil-soberano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 14:18:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Brasil Soberano]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=57602</guid>

					<description><![CDATA[Total oferecido pelo plano chega a R$ 40 bilhões Empresas exportadoras afetadas pelo tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já podem se habilitar a receber recursos do plano Brasil Soberano, que chegam a R$ 40 bilhões. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (18) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Total oferecido pelo plano chega a R$ 40 bilhões</p>
<p><strong>Empresas exportadoras afetadas pelo tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já podem se habilitar a receber recursos do plano Brasil Soberano, que chegam a R$ 40 bilhões</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1659276&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1659276&amp;o=node" /></p>
<p>O anúncio foi feito nesta quinta-feira (18) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), banco de fomento ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).</p>
<p><strong>Ao todo, exportadoras que sofrem com a barreira comercial imposta pelos Estados Unidos terão acesso a R$ 40 bilhões com juros subsidiados:</strong></p>
<ul>
<li>R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE)</li>
<li>R$ 10 bilhões de recursos do próprio BNDES.</li>
</ul>
<p>Os recursos são para financiamentos de capital de giro (contas do dia a dia, como salário e pagamento de fornecedores), investimentos em adaptação da atividade produtiva, compra de máquinas e equipamentos e busca de novos mercados.<br /><br /></p>
<h2>Ajuda a exportadores</h2>
<p>O plano Brasil Soberano foi lançado em 13 de agosto e consiste em ajuda do governo, com empréstimos para empresas que exportam para os Estados Unidos produtos que entraram na lista de taxação de até 50%.</p>
<p>O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, frisa que a concessão do crédito é condicionada à manutenção de empregos por parte dos empresários.</p>
<blockquote>
<p>“O BNDES vai socorrer todas as empresas, e a contrapartida é manter os empregos para a economia continuar crescendo, e o país não ser prejudicado por essas medidas autoritárias, unilaterais e injustificadas.”</p>
</blockquote>
<p><strong>O movimento de ajuda é semelhante ao que o banco de fomento operou em 2024, após os temporais que alagaram grande parte do Rio Grande do Sul</strong>. Na ocasião, o banco contribuiu com R$ 29 bilhões. </p>
<h2>Quem pode acessar</h2>
<p><strong>Poderão acessar a parte dos R$ 30 bilhões empresas de todos os portes e com pelo menos 5% do faturamento bruto total, no período de julho de 2024 a julho de 2025, composto por produto na lista de tarifação</strong>.</p>
<p><strong>Já os R$ 10 bilhões em recursos do BNDES podem ser acessados por empresas com qualquer nível de impacto no faturamento bruto</strong>.</p>
<h2>Como acessar</h2>
<p>O primeiro passo para acessar os recursos é consultar se a empresa é elegível para o plano de socorro. A consulta pode ser feita no <a href="https://www.bndes.gov.br/elegibilidade-brasil-soberano" target="_blank" rel="noopener">site do BNDES</a>.</p>
<p><strong>Os interessados precisarão se autenticar utilizando a plataforma GOV.BR, exclusivamente por meio do certificado digital da empresa.</strong></p>
<p>Caso o sistema indique que a empresa é apta ao crédito, a recomendação é entrar em contato com o banco com o qual já tem relacionamento. Grandes empresas podem procurar diretamente o BNDES.</p>
<h2>Efeitos do tarifaço</h2>
<p>Um levantamento da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), entidade sem fins lucrativos que representa empresas que atuam no comércio entre os dois países, estima que as exportações de produtos afetados pelo tarifaço americano caíram 22,4% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2024. </p>
<p>Os Estados Unidos são o segundo principal parceiro comercial do Brasil, perdendo apenas para a China.</p>
<p>De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, <strong>o tarifaço de 50% incide em cerca de um terço (35,9%) das exportações brasileiras para os Estados Unidos.</strong></p>
<p><strong>O governo de Donald Trump assinou uma ordem executiva que estipulou a cobrança de taxas de até 50% a partir de 6 de agosto, mas deixou cerca de 700 produtos em uma lista de exceções</strong>. Entre eles estão suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis, incluindo motores, peças e componentes. Também ficaram de fora produtos como polpa de madeira, celulose, metais preciosos, energia e produtos energéticos.</p>
<p><strong>Trump alega que os americanos têm déficit comercial (compram mais do que vendem) com o Brasil – o que é desmentido por números oficiais de ambos os países</strong>.</p>
<p><strong>O presidente americano usou como justificativa o tratamento dado pelo Brasil ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que considera ser perseguido. Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, em julgamento que terminou na semana passada</strong>. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57602</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Governo autorizará estados a comprar alimentos afetados por tarifaço</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-autorizara-estados-a-comprar-alimentos-afetados-por-tarifaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Aug 2025 16:49:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=56539</guid>

					<description><![CDATA[Segundo Haddad, União está disposta a mudar legislação O governo federal está disposto a alterar a legislação para que governos locais comprem alimentos que deixarem de ser exportados aos Estados Unidos para compor a merenda escolar, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele reuniu-se nesta sexta-feira (1º) com o governador...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo Haddad, União está disposta a mudar legislação</p>
<p>O governo federal está disposto a alterar a legislação para que governos locais comprem alimentos que deixarem de ser exportados aos Estados Unidos para compor a merenda escolar, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. <strong>Ele reuniu-se nesta sexta-feira (1º) com o governador do Ceará, Elmano de Freitas, que apresentou a sugestão de que o estado nordestino compre peixes e frutas, afetados pela tarifa de 50%</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1652976&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1652976&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“O governador [Elmano] apresentou um plano mais amplo, não só para a merenda escolar. Ele apresentou um plano mais amplo. Essas compras seriam feitas pelo Executivo estadual, mas dependem de uma lei federal, de uma autorização federal. Ele está mandando a sugestão de redação, nós vamos processar”, declarou Haddad na saída do Ministério da Fazenda.</p>
</blockquote>
<p>Mais cedo, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse que o governo está aberto a comprar alimentos de setores afetados pelo tarifaço e distribuí-los às escolas públicas, reforçando a merenda escolar ou o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A medida faria parte do plano de contingência em discussão no governo.</p>
<p><strong>A mudança na legislação, que pode ocorrer por meio de medida provisória ou projeto de lei, é necessária porque exigiria mudanças na regulação de compras governamentais.</strong> Em vez de seguir a lógica tradicional, com pregões eletrônicos pelo menor preço, com margem de preferência para produtos nacionais e cota de pelo menos 30% para produtos da agricultura familiar (no caso do PAA), as compras passariam a beneficiar exportadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">56539</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Secretário dos EUA diz que entrada em vigor de tarifas não será adiada</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/secretario-dos-eua-diz-que-entrada-em-vigor-de-tarifas-nao-sera-adiada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 17:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=56295</guid>

					<description><![CDATA[Taxação aos produtos brasileiros deve começar em 1º de agosto O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que as tarifas aos produtos brasileiros previstas para iniciarem em 1º de agosto não serão adiadas. Os produtos importados do Brasil pelos EUA serão taxados em 50%. A afirmação foi...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Taxação aos produtos brasileiros deve começar em 1º de agosto<br /><br />O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que as tarifas aos produtos brasileiros previstas para iniciarem em 1º de agosto não serão adiadas. Os produtos importados do Brasil pelos EUA serão taxados em 50%.<br /><br />A afirmação foi feita neste domingo (27) durante entrevista do secretário ao programa Fox News Sunday. <br /><br />&#8220;Com certeza não haverá mais prorrogações, não haverá mais [período de] carência. As tarifas estão programadas para o dia 1º de agosto. Colocaremos a Alfândega para começar a coletar o dinheiro&#8221;, disse. <br /><br />Lutnick afirmou que o presidente Donald Trump estará aberto a &#8220;negociar e conversar com as grandes economias&#8221;. Ele, no entanto, ponderou que tais conversas podem esbarrar em dificuldades. <br /><br />&#8220;Obviamente, após 1º de agosto, as pessoas ainda poderão falar com o presidente Trump. Ele está sempre disposto a ouvir. Até lá, acho que o presidente vai falar com muitas pessoas. Se elas podem fazê-lo feliz é outra questão&#8221;, acrescentou. <br /><br />Entenda<br />No dia 9 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que anuncia a imposição de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao país norte-americano a partir do dia 1º de agosto.<br /><br />No documento, Trump diz ter adotado a medida sob a justificativa de que o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, estaria sofrendo perseguição política.<br /><br />Os Estados Unidos também iniciaram uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram supostamente “desleais”. Entre elas, o Pix.<br /><br />O governo de Trump também revogou os vistos do ministro Alexandre de Moraes, seus familiares e “aliados na Corte”.<br /><br />Na última sexta-feira (25), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que está aberto a negociar com Trump e disse que o presidente dos Estados Unidos foi induzido a acreditar “em uma mentira”. O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é ministro da Indústria, Comércio e Serviço, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, lideram as iniciativas para uma solução diplomática com o país norte-americano. O governo também criou um comitê para discutir as taxações com o setor produtivo brasileiro.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">56295</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Tarifaço pode reduzir inflação de alimentos no Brasil, diz ministro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/tarifaco-pode-reduzir-inflacao-de-alimentos-no-brasil-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 15:44:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra comercial]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=56160</guid>

					<description><![CDATA[Avaliação de Wellington Dias foi feita durante o Bom Dia, Ministro O tarifaço de 50% anunciado pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros pode resultar em redução momentânea de preços para alguns alimentos no mercado interno brasileiro. No entanto, se, por um lado, isso pode ser positivo para o consumidor, com uma...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Avaliação de Wellington Dias foi feita durante o Bom Dia, Ministro</p>
<p><strong>O tarifaço de 50% anunciado pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros pode resultar em redução momentânea de preços para alguns alimentos no mercado interno brasileiro.</strong> No entanto, se, por um lado, isso pode ser positivo para o consumidor, com uma inflação menor para os alimentos, por outro pode desestimular produtores – o que, também, seria prejudicial para o país, disse nesta terça-feira (22) o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1651558&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1651558&amp;o=node" /></p>
<p>A afirmação foi feita durante o <em>Bom Dia, Ministro</em>, programa produzido pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>.</p>
<p>Segundo Dias, nesse contexto o desafio do governo é o de trabalhar para garantir preço adequado de alimentos ao consumidor e também ao produtor.</p>
<blockquote>
<p>“É buscar um preço adequado. Essa é a nossa missão”, disse o ministro.</p>
</blockquote>
<h2>Tarifaço</h2>
<p>Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o aumento tarifário a ser aplicado a partir de 1º de agosto sobre produtos brasileiros exportados para os EUA.</p>
<p>Nas manifestações, Trump tem associado a medida a supostas desvantagens comerciais na relação entre os dois países e, também, à forma como as investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro têm sido conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<h2>Influência momentânea</h2>
<p>Perguntado sobre se a <a href="http://ttps//agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne-e-frutas" target="_blank" rel="noopener">diminuição das exportações de produtos como laranja, café, carnes e frutas</a> poderia resultar em um escoamento deles para o mercado interno, beneficiando o consumidor brasileiro, o ministro disse que sim, mas que o ideal é que essa redução de preços seja estimulada por outros fatores. Em especial, por uma maior competitividade da produção brasileira.</p>
<blockquote>
<p>“As tarifas podem, sim, ter alguma influência momentânea [baixando a inflação dos alimentos], mas o que queremos é a redução dos preços por competitividade. Ou seja, pela capacidade de mais produção numa mesma área; por um financiamento com juros mais baixos. Esse é o ganho que queremos alcançar”, disse o ministro.</p>
</blockquote>
<p><strong>“Mas veja bem: assim como a gente quer proteger o consumidor nessa tarefa, temos de proteger o produtor. Caso contrário desestimularíamos a produção. Nesse caso, precisamos ter equilíbrio”, acrescentou.</strong></p>
<p>De acordo com o ministro, <strong>a estratégia do governo é a de, por meio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e de algumas pastas ministeriais</strong>, buscar alternativas de mercado, de forma a ajudar produtores como, por exemplo, os de mel, frutas e carne.</p>
<h2>Investigação</h2>
<p>Wellington Dias lembrou da boa relação histórica entre Brasil e Estados Unidos e reiterou que, comercialmente, essa relação sempre foi favorável aos norte-americanos. “Compramos mais do que vendemos para os EUA”, disse ele ao desmentir as alegações apresentadas por Trump, de que seu país estaria sendo prejudicado comercialmente na relação entre os dois países.</p>
<blockquote>
<p>“O que o presidente Trump está fazendo não tem nada a ver com medida econômica ou comercial. Na verdade, são ataques especulativos fora do contexto. Por isso acho que tem que ter na uma investigação internacional, e que os países atacados devem se proteger nessa direção, claro, mantendo a diplomacia e o diálogo”, argumentou o ministro.</p>
</blockquote>
<p>Dias lembrou que tanto o Supremo Tribunal Federal como a Justiça norte-americana abriram investigações em meio à confirmação de que “espertos foram avisados antes”, e compraram dólar anteriormente ao anúncio, obtendo lucros bilionários. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">56160</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Lei da Reciprocidade Comercial entra em vigor nesta segunda-feira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lei-da-reciprocidade-comercial-entra-em-vigor-nesta-segunda-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 14:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Reciprocidade]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=52672</guid>

					<description><![CDATA[Nova Lei é resposta à escalada da guerra comercial Sancionada na última sexta-feira (11), a Lei da Reciprocidade Comercial entrou em vigor nesta segunda-feira (14) após ser publicada no Diário Oficial da União. A legislação autoriza o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nova Lei é resposta à escalada da guerra comercial</p>
<p>Sancionada na última sexta-feira (11), a Lei da Reciprocidade Comercial entrou em vigor nesta segunda-feira (14) após ser publicada no Diário Oficial da União.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1638788&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1638788&amp;o=node" /></p>
<p>A legislação autoriza o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras unilaterais aos produtos do Brasil no mercado global. A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto.</p>
<p>O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional no início do mês e sancionado na semana passada, sem vetos, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<h2>Tarifaço</h2>
<p>A nova lei é uma resposta à escalada da guerra comercial desencadeada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra a maioria dos países do mundo, mas que se intensificou nos últimos dias de forma mais específica contra a China.  </p>
<p>No caso do Brasil, a tarifa imposta pelos EUA foi de 10% sobre todos os produtos exportados para o mercado norte-americano. A exceção nessa margem de tarifas <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-03/tarifas-de-trump-sobre-aco-e-aluminio-entram-em-vigor-nesta-quarta" target="_blank" rel="noopener">são o aço e o alumínio</a>, cuja sobretaxa imposta pelos norte-americanos foi de 25%, afetando de forma significativa empresas brasileiras, que constituem os terceiros maiores exportadores desses metais para os EUA.</p>
<p>Em discurso durante a 9ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), em Honduras, na última quarta-feira (9), Lula voltou a criticar a adoção de tarifas comerciais. </p>
<p>No mesmo dia, ele também disse que usará todas as formas de negociação possíveis, incluindo abertura de processo na Organização Mundial do Comércio (OMC), para tentar reverter as tarifas, antes de adotar ações comerciais retaliatórias.</p>
<h2>Nova Lei</h2>
<p>A Lei da Reciprocidade Comercial estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que &#8220;impactem negativamente a competitividade internacional brasileira&#8221;. </p>
<p>A norma valerá para países ou blocos que &#8220;interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil&#8221;.</p>
<p>No Artigo 3º do texto, por exemplo, fica autorizado o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a &#8220;adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços&#8221;, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52672</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sem vetos, Lula sanciona Lei da Reciprocidade Comercial</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/sem-vetos-lula-sanciona-lei-da-reciprocidade-comercial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 16:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Reciprocidade]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifas de Importação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=52618</guid>

					<description><![CDATA[Texto autoriza governo a adotar medidas contra tarifas comerciais O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (11) o projeto de lei que cria a Lei da Reciprocidade Comercial, autorizando o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras unilaterais aos produtos do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Texto autoriza governo a adotar medidas contra tarifas comerciais</p>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (11) o projeto de lei que cria a Lei da Reciprocidade Comercial, autorizando o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras unilaterais aos produtos do Brasil no mercado global.</strong> A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1638737&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1638737&amp;o=node" /></p>
<p>O texto, que será publicado no Diário Oficial da União (DOU) da próxima segunda-feira (14), <strong>foi aprovado pelo Congresso Nacional há cerca de 10 dias </strong>e aguardava a sanção presidencial para entrar em vigor. Não houve vetos.</p>
<p><strong>A nova lei é uma resposta à escalada da guerra comercial desencadeada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra a maioria dos países do mundo</strong>, mas que se intensificou nos últimos dias de forma mais específica contra a China.  </p>
<p>No caso do Brasil, a tarifa imposta pelos EUA foi de 10% sobre todos os produtos exportados para o mercado norte-americano. A exceção nessa margem de tarifas são o aço e o alumínio, cuja sobretaxa imposta pelos norte-americanos foi de 25%, afetando de forma significativa empresas brasileiras, que constituem os terceiros maiores exportadores desses metais para os EUA.</p>
<p>Em discurso durante a 9ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), em Honduras, na última quarta-feira (9), Lula voltou a criticar a adoção de tarifas comerciais. No mesmo dia, ele também disse que usará todas as formas de negociação possíveis, incluindo abertura de processo na Organização Mundial do Comércio (OMC), para tentar reverter as tarifas, antes de adotar ações comerciais retaliatórias.</p>
<h2>Nova Lei</h2>
<p><strong>A Lei da Reciprocidade Comercial estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que &#8220;impactem negativamente a competitividade internacional brasileira&#8221;.</strong> A norma valerá para países ou blocos que &#8220;interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil&#8221;.</p>
<p>No Artigo 3º do texto da lei, por exemplo, fica autorizado o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a &#8220;adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços&#8221;, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52618</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil tem reservas para enfrentar decisões de Trump, diz Lula</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-tem-reservas-para-enfrentar-decisoes-de-trump-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 13:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=52424</guid>

					<description><![CDATA[Presidente disse ainda que economia deve crescer em 2025 O Brasil tem reservas internacionais suficientes para enfrentar as decisões do governo Donald Trump, disse nesta segunda-feira (7) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante anúncio de investimentos do setor de logística em Cajamar (SP), Lula reiterou que a economia voltará a crescer...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Presidente disse ainda que economia deve crescer em 2025</p>
<p>O <strong>Brasil tem reservas internacionais suficientes para enfrentar as decisões do governo Donald Trump</strong>, disse nesta segunda-feira (7) o <strong>presidente Luiz Inácio Lula da Silva</strong>. Durante anúncio de investimentos do setor de logística em Cajamar (SP), <strong>Lula reiterou que a economia voltará a crescer mais que o previsto em 2025</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1637852&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1637852&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“Nós pagamos a dívida externa brasileira. Nós, pela primeira vez, fizemos uma reserva [internacional] de US$ 370 bilhões, o que segura este país contra qualquer crise. Mesmo o presidente Trump falando o que ele quer falar, o Brasil está seguro porque temos um colchão de US$ 350 bilhões, que dá ao Brasil e ao ministro da [Fazenda] Fernando Haddad uma certa tranquilidade”, disse Lula, em evento promovido pela empresa de comércio eletrônico Mercado Livre.</p>
</blockquote>
<p>Segundo os dados mais recentes do Banco Central (BC), as <strong>reservas internacionais estavam em US$ 338,6 bilhões na última sexta-feira (7)</strong>. No entanto, se contar os cerca de US$ 17 bilhões leiloados pelo BC desde o ano passado com compromisso de serem recomprados ao longo deste ano, o total sobe para US$ 355,6 bilhões.</p>
<h2>Crescimento da economia</h2>
<p>Durante o evento, o Mercado Livre anunciou investimentos de R$ 34 bilhões no Brasil apenas neste ano. Para o presidente, as apostas da empresa no país são justificadas porque a economia brasileira continuará a crescer acima do previsto neste ano, por causa de medidas recentes do governo para estimular o crédito e o consumo.</p>
<p>“Agora, as pessoas dizem: ‘A economia vai desacelerar, ela vai crescer menos’. E eu quero dizer para vocês, na frente dos trabalhadores do Mercado Livre, que a economia brasileira vai surpreender. Porque essa gente que fica discutindo o chamado mercado, essa gente que fica discutindo a economia não conhece o microcrédito funcionando, e o dinheiro chegando na mão de milhares e milhões de pessoas”, declarou Lula.</p>
<p>Segundo o presidente, a <strong>melhoria na economia já vem sendo percebida nos últimos anos, ao citar, como exemplo, que categorias profissionais tiveram reajuste salarial acima da inflação</strong>. &#8220;O salário mínimo já aumentou acima da inflação por dois anos consecutivos. O emprego voltou a crescer todo o ano. E o crédito está acontecendo com muita força nesse país, muita força”, destacou.</p>
<p>Desde que Donald Trump anunciou a aplicação de tarifas a produtos de outros países, chamado tarifaço,<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-04/tarifaco-de-trump-afeta-mercados-financeiros-globais" target="_blank" rel="noopener"> bolsas de valores de diversos país tiveram quedas</a>. Para o presidente, o <strong>crescimento no Brasil não vai depender de outros países</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Não depende de ninguém, não depende dos Estados Unidos, não depende da China, não depende da África, só depende de nós brasileiros”, disse.</p>
</blockquote>
<p>“É isso que nós queremos: não queremos nada demais. Nós só queremos ser tratados com respeito, com dignidade, porque nós temos esse direito porque quem produz a riqueza desse país são vocês”, afirmou</p>
<h2>Mercado Livre</h2>
<p>Ao visitar o Centro de Logística do Mercado Livre, Lula abraçou funcionários da empresa e até colocou um pacote na esteira para ser encaminhado para entrega.</p>
<p>Ele esteve acompanhado de Fernando Yunes, vice-presidente sênior do Mercado Livre no Brasil, que explicou como será utilizado o <strong>aporte de R$ 34 bilhões neste ano</strong>. “É um aporte para conseguirmos avançar na nossa logística. Esse valor vai ser aportado tanto no Mercado Livre quanto no Mercado Pago e no marketing”, disse Yunes durante o evento.</p>
<p>Yunes também anunciou que a empresa vai contratar neste ano mais 14 mil pessoas, somando 50 mil funcionários no Brasil até o final deste ano. </p>
<p>Estavam na comitiva os ministros da Fazenda, Fernando Haddad; do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; e do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte do Brasil, Márcio França, além do prefeito de Cajamar, Kauãn Berto.</p>
<p>Fundado em 1999, o Mercado Livre é a companhia líder em e-commerce e serviços financeiros na América Latina, com operações em 18 países e mais de 84 mil funcionários diretos. A operação no Brasil representa 54% do total do negócio da empresa.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52424</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Dólar desaba após tarifas de Trump e atinge menor valor em seis meses</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dolar-desaba-apos-tarifas-de-trump-e-atinge-menor-valor-em-seis-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 14:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[B3]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifas de Importação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=52290</guid>

					<description><![CDATA[Bolsa resiste à queda global e fecha praticamente estável O dia seguinte à elevação de tarifas de importação pelo governo de Donald Trump teve menos turbulências que o esperado no mercado financeiro. O dólar comercial aproximou-se de R$ 5,60 e atingiu a menor cotação em quase seis meses. A bolsa de valores alternou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Bolsa resiste à queda global e fecha praticamente estável</p>
<p>O dia seguinte à elevação de tarifas de importação pelo governo de Donald Trump teve menos turbulências que o esperado no mercado financeiro. <strong>O dólar comercial aproximou-se de R$ 5,60 e atingiu a menor cotação em quase seis meses. A bolsa de valores alternou altas e baixas, mas fechou praticamente estável, num dia em que as bolsas de Nova York derreteram.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1637476&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1637476&amp;o=node" /></p>
<p>O dólar comercial <strong>encerrou esta quinta-feira (3) vendido a R$ 5,629,</strong> com recuo de R$ 0,07 (-1,23%). Em forte queda durante toda a sessão, a cotação chegou a R$ 5,59 por volta das 12h, mas voltou a ficar acima de R$ 5,60 em meio à leve recuperação no exterior e com investidores aproveitando o baixo valor para comprar a moeda norte-americana.</p>
<p>Com o desempenho desta quinta, <strong>o dólar está no menor valor desde 14 de outubro</strong>, quando estava em R$ 5,58. A divisa acumula queda de 8,91% em 2025.</p>
<h2>Mercado de ações</h2>
<p>O mercado de ações brasileiro destoou das bolsas globais. Enquanto as bolsas da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos caíram fortemente nesta quinta, <strong>o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 131.141 pontos, com queda de apenas 0,04%</strong>. O indicador caiu 0,55% às 10h16, subiu 0,91% às 11h09 e passou a tarde oscilando em leve baixa.</p>
<p>A imposição de sobretaxas de 10% para a América Latina, de 20% para a Europa e de 30%, em média, para a Ásia provocou instabilidade no mercado global. <strong>O dólar caiu fortemente em todo o planeta</strong>. O euro comercial, em contrapartida, subiu 0,35%, fechando a R$ 6,20.</p>
<p><strong>As bolsas de valores tiveram forte queda em quase todo o planeta. </strong>Em Nova York, o índice Dow Jones (das empresas industriais) caiu 3,98%. O Nasdaq (das empresas de tecnologia) perdeu 5,97%. O S&amp;P 500 (das 500 maiores empresas) recuou 4,84%, com a perspectiva de que o tarifaço de Trump terá efeitos negativos para as empresas norte-americanas.</p>
<p>No Brasil e em alguns países emergentes, no entanto, as moedas locais se valorizaram. Prevaleceu a interpretação de que a sobretaxação de 10% para os produtos latino-americanos pelo governo de Donald Trump foi um golpe menor que o esperado. Isso ajudou a atrair recursos para mercados emergentes.</p>
<p><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52290</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
