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	<title>suspensão - Portal NDC</title>
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	<title>suspensão - Portal NDC</title>
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		<title>Festival de Parintins 2025: MPAM solicita suspensão da venda de ingressos por irregularidades</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/festival-de-parintins-2025-mpam-solicita-suspensao-da-venda-de-ingressos-por-irregularidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 08:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Parintins 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[MPAM]]></category>
		<category><![CDATA[suspensão]]></category>
		<category><![CDATA[venda casada]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público do Amazonas (MPAM) ingressou com uma Ação Civil Pública (ACP) para suspender temporariamente a venda de ingressos para o Festival Folclórico de Parintins 2025. A medida busca corrigir práticas que desrespeitam o Código de Defesa do Consumidor, como a comercialização de ingressos apenas em pacotes para as três noites do evento, configurando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-131534113" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O <strong>Ministério Público do Amazonas</strong> (<strong>MPAM</strong>) ingressou com uma <strong>Ação Civil Pública (ACP)</strong> para suspender temporariamente a venda de ingressos para o Festival Folclórico de Parintins 2025. A medida busca corrigir práticas que desrespeitam o Código de Defesa do Consumidor, como a comercialização de ingressos apenas em pacotes para as três noites do evento, configurando <strong>venda casada</strong>.</p>
<h3>Demandas do MPAM</h3>
<p>A ação exige:</p>
<ul>
<li><strong>Venda avulsa de ingressos:</strong> Pelo menos 50% dos ingressos devem ser disponibilizados para compra por noite, além da opção de pacotes.</li>
<li><strong>Respeito à meia-entrada:</strong> Garantia do benefício para grupos prioritários, como idosos, estudantes e pessoas com deficiência.</li>
<li><strong>Indenização por danos morais coletivos:</strong> Multa de R$ 1,5 milhão destinada aos fundos estadual e municipal de defesa do consumidor.</li>
</ul>
<h3>Contexto das Irregularidades</h3>
<p>A ACP foi motivada por denúncias de práticas abusivas na edição de 2024, quando a venda de ingressos avulsos prevista em contrato não foi cumprida. Além disso, a reserva de uma grande parcela de ingressos para patrocinadores e sócios limitou o acesso do público geral, prejudicando consumidores de baixa renda.</p>
<h3>Impactos e Posições</h3>
<p>A Amazon Best Turismo e Eventos Ltda., responsável pela venda, ainda não se posicionou sobre as denúncias. As Associações Folclóricas Caprichoso e Garantido também foram acionadas, mas até o momento não responderam.</p>
<h3>Declarações</h3>
<p>Segundo o promotor de Justiça Caio Lúcio Fenelon, &#8220;a venda casada e o desrespeito ao direito de escolha violam frontalmente a legislação de proteção ao consumidor&#8221;. A promotora Sheyla Andrade dos Santos reforçou que o objetivo é garantir acessibilidade e equidade na compra de ingressos.</p>
<h3>Próximos Passos</h3>
<p>A Justiça do Amazonas analisará os pedidos do MPAM, que incluem aplicação de multas em caso de descumprimento e alterações imediatas na comercialização dos ingressos. A suspensão temporária busca assegurar que o Festival de Parintins 2025, um dos maiores eventos culturais do país, seja mais inclusivo e respeite os direitos dos consumidores.</p>
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		<item>
		<title>MPF pede suspensão do licenciamento das obras na BR-319 entre Manaus e Porto Velho</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mpf-pede-suspensao-do-licenciamento-das-obras-na-br-319-entre-manaus-e-porto-velho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 17:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BR-319]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[MPF]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Velho]]></category>
		<category><![CDATA[suspensão]]></category>
		<category><![CDATA[suspensão do licenciamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Órgão exige que as licenças ambientais sejam emitidas somente após a consulta prévia às comunidades indígenas e tradicionais que serão impactadas pela pavimentação da rodovia. O Ministério Público Federal (MPF) propôs, na quinta-feira (14), uma ação civil pública para suspender as obras em um trecho da BR-319, rodovia que liga Manaus (AM) a Porto Velho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-784901054" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Órgão exige que as licenças ambientais sejam emitidas somente após a consulta prévia às comunidades indígenas e tradicionais que serão impactadas pela pavimentação da rodovia.<br /><br />O Ministério Público Federal (MPF) propôs, na quinta-feira (14), uma ação civil pública para suspender as obras em um trecho da BR-319, rodovia que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO). O órgão exige que as licenças ambientais sejam emitidas somente após a consulta prévia às comunidades indígenas e tradicionais que serão impactadas pela pavimentação da rodovia.<br /><br />Em outubro, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) derrubou uma decisão liminar que havia suspendido a reconstrução e o asfaltamento do trecho central da rodovia. Na semana passada, o presidente Lula confirmou ao prefeito de Manaus, David Almeida, que as obras seriam realizadas.<br /><br />Na ação, o MPF também solicita que o Ibama, a União e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) sejam obrigados a apresentar e executar um plano para o mapeamento das comunidades tradicionais localizadas a até 40 km da rodovia.<br /><br />Após o mapeamento, o MPF requer que a União, o ICMBio e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) apresentem um plano de consulta, elaborado em conjunto com as comunidades tradicionais e indígenas impactadas. O plano deve ser específico para a rodovia, respeitando e observando os protocolos de consulta já estabelecidos.<br /><br />Na ação, o MPF destaca que as comunidades tradicionais não foram consultadas sobre a obra, e que a mesma pode impactar na rotina e na vida dos moradores dessas comunidades.<br />Para o MPF, a região em questão é reconhecida pelo Conselho Nacional da Amazônia Legal como uma área onde o principal potencial econômico é a economia florestal, o que pressupõe a preservação da floresta. O órgão enfatiza que essa área deve ser especialmente protegida.<br /><br />O MPF destaca que, na área de influência da BR-319, 33 das 60 terras indígenas e 24 das 42 unidades de conservação monitoradas registraram focos de calor apenas no mês de agosto de 2024. A degradação ambiental já afeta as comunidades impactadas pela rodovia, que ainda não tiveram seus direitos devidamente respeitados.<br /><br />Caso o processo não seja resolvido de forma consensual, o MPF solicita, além da condenação dos réus à realização da consulta, a nulidade do Termo de Referência da Funai e a imposição de multa diária em caso de descumprimento das obrigações.<br /><br />O MPF também pede que a União, a Funai e o ICMBio sejam condenados ao pagamento de R$ 20 milhões por dano moral coletivo, devido à omissão no cumprimento da consulta conforme a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho.<br /><br /><br /><br />Fonte: G1</p>
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		<item>
		<title>Ministro Flávio Dino determina suspensão de lei do AM que proíbe o uso da linguagem neutra no estado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ministro-flavio-dino-determina-suspensao-de-lei-do-am-que-proibe-o-uso-da-linguagem-neutra-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2024 20:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[gênero neutro]]></category>
		<category><![CDATA[lei do AM]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem neutra]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[suspensão]]></category>
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					<description><![CDATA[Linguagem neutra é o nome dado à comunicação oral ou escrita que aplica um gênero neutro em vez do feminino ou masculino. O ministro Flávio Dino determinou a suspensão da lei estadual que proíbe o uso da linguagem neutra em materiais didáticos de instituições de ensino público ou privado no Amazonas, na quarta-feira (29). Linguagem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1045389808" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Linguagem neutra é o nome dado à comunicação oral ou escrita que aplica um gênero neutro em vez do feminino ou masculino.<br /><br />O ministro Flávio Dino determinou a suspensão da lei estadual que proíbe o uso da linguagem neutra em materiais didáticos de instituições de ensino público ou privado no Amazonas, na quarta-feira (29). Linguagem neutra é o nome dado à comunicação oral ou escrita que aplica um gênero neutro em vez do feminino ou masculino.<br /><br />Na decisão, Dino sustentou que cabe à União estabelecer a lei com diretrizes para a educação. Desta forma, uma lei estadual não pode tratar do tema.<br /><br />O ministro argumentou que, apesar de a língua ser viva e as pessoas terem o direito de falar da forma como desejar na vida privada, o uso de linguagem neutra em atos oficiais depende de regulamentação da União, com alterações na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), no Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp).<br /><br />&#8220;Seria o caso, por exemplo, de criação de um artigo neutro, que ocupe o lugar dos atuais “o” e “a”. Obviamente isso não impede alternativas compatíveis com as normas vigentes, tampouco obstaculiza que cada pessoa fale como desejar em suas vidas privadas&#8221;, diz a decisão.</p>
<div id="chunk-65eba">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Dino também sustentou que, apesar de haver liberdade no ensino, ela não é absoluta.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9orut">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="73" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">&#8220;A liberdade de ensinar não é absoluta, encontrando limites nas normas regentes da educação, debatidas em espaços públicos, em ambiente democrático, com ampla participação da sociedade e da comunidade científica em geral. Dessa forma, a gestão democrática da educação nacional (CF, art. 206, VI) exige, inclusive para adoção ou não da linguagem neutra, o amplo debate do tema entre a sociedade civil e órgãos estatais, sobretudo se envolver mudanças em normas vigentes&#8221;, cita.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cjek6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Na última semana, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu duas leis municipais, de Ibirité (MG) e de Águas Lindas (GO), que proíbem o uso e o ensino da linguagem neutra na administração pública e nas escolas públicas e privadas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f8nu9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>Linguagem neutra</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-562sc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A linguagem neutra é uma forma de comunicação que busca adotar termos neutros no lugar de expressões femininas ou masculinas (por exemplo, artigos e pronomes com marcadores de gênero).</p>
<div id="chunk-65hv4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A ideia é tornar a linguagem inclusiva, com o objetivo de evitar a discriminação de pessoas com base em sua identidade de gênero, sexualidade, ou outros aspectos de identidade.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-abbcv"> </div>
</div>
</div>
<div class="block-podcast"> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>Fonte: G1 AM</div>
<div id="chunk-3j3in">
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<div class=" mc-column  content-media__container">
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</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Gabigol, do Flamengo, pega dois anos de suspensão por tentativa de fraude em antidoping; pena até 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/gabigol-do-flamengo-pega-dois-anos-de-suspensao-por-tentativa-de-fraude-em-antidoping-pena-ate-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 20:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[antidoping]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[Gabigol]]></category>
		<category><![CDATA[suspensão]]></category>
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					<description><![CDATA[Pena começou a contar a partir da coleta, no ano passado, e termina em 8 de abril de 2025. Cabe recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS). Jogador participou do julgamento nesta segunda Gabigol foi suspenso por dois anos por fraude do exame antidoping. O julgamento, que teve início na semana passada, foi concluído nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3496091903" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Pena começou a contar a partir da coleta, no ano passado, e termina em 8 de abril de 2025. Cabe recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS). Jogador participou do julgamento nesta segunda<br /><br />Gabigol foi suspenso por dois anos por fraude do exame antidoping. O julgamento, que teve início na semana passada, foi concluído nesta segunda-feira, pela Justiça Desportiva Antidopagem, em sessão que durou pouco mais de duas horas. A pena começou a valer a partir de 8 de abril de 2023, quando foi realizada a coleta de exames no CT do clube (entenda o motivo mais abaixo). Portanto, ele está impedido de jogar até abril de 2025. Cabe recurso.<br /><br />O julgamento foi apertado, com o placar de 5 a 4 a favor da punição do atacante.<br /><br />Com dois anos de gancho &#8211; em punição que poderia chegar a quatro anos -, Gabigol pode jogar em abril de 2025 &#8211; antes de completar dois anos corridos &#8211; por questão técnica prevista no Código Brasileiro Antidopagem.<br /><br />A vice-presidente do Tribunal de Justiça Antidopagem, Selma Melo, explicou que o código estabelece o seguinte no inciso II do artigo 163 &#8211; o artigo que trata do início do período de suspensão:<br /><br />na hipótese de atrasos substanciais no procedimento de gestão de resultados e, quando demonstrado pelo atleta ou outra pessoa que não deu causa a tais atrasos, a ABCD ou o TJD-AD, conforme o caso, poderá estabelecer o início do período de suspensão:<br />I – na data de coleta da amostra;<br />(Trechos extraídos do Código Brasileiro Antidopagem)<br /><br />Gabigol foi acusado por infração ao artigo 122 do Código Brasileiro Antidopagem, que se refere a &#8220;fraude ou tentativa de fraude de qualquer parte do processo de controle&#8221;. O código prevê suspensão de até quatro anos em caso de condenação.<br /><br />A defesa contou com o testemunho de L.C.Cameron, bioquímico, que foi chamado para discutir métodos e técnicas de detecção de exame antidoping. Foi questionado pelos advogados que representam Gabriel, pela Procuradoria do tribunal e pelos auditores. No depoimento, Cameron informou que, principalmente do ponto de vista do resultado da colheta, não haveria transgressão.<br /><br /><strong>Recurso no CAS</strong><br />O jogador foi representado pela equipe do advogado Bichara Neto, que defendeu Paolo Guerrero na suspensão por doping nos tribunais da Fifa em 2017. O vice-presidente geral e jurídico do clube Rodrigo Dunshee também participou da sessão em defesa do jogador. O jogador (e o clube) pode recorrer à Corte Arbitral do Esporte, na Suíça, um tribunal da Fifa.<br /><br />A denúncia foi feita no fim de dezembro, e a defesa foi enviada no dia 26 de janeiro, ainda dentro do prazo, e contou com o anexo de imagens da câmera de segurança do Centro de Treinamento Ninho do Urubu para corroborar a versão do atleta.<br /><br />No último dia 20, foi realizada a primeira sessão do julgamento. Foram cinco horas de julgamento, realizado de forma on-line pelo Tribunal de Justiça Desportivo Antidopagem (TJD-AD). Gabigol prestou depoimento por videoconferência, assim como outras sete testemunhas.<br /><br />Na ocasião, o tribunal resolveu encerrar a sessão e dar continuidade nesta segunda, também de forma on-line. Gabigol participou também da sessão nesta tarde. Um dos pontos de defesa do jogador relembra que o atacante fez o exame de sangue, que é considerado mais efetivo.</p>
<div id="chunk-8gsj4">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="19">
<div class="mc-column content-media__container">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-ge.glbimg.com/1gayQTadA2WhUFGPbD7m--FTClE=/0x0:5128x3704/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2024/l/L/zgMayxQMqqLhBG8dgi4Q/73.jpg" alt="Gabigol foi suspenso por dois anos — Foto: André Durão" width="647" height="468" /><p class="wp-caption-text">Gabigol foi suspenso por dois anos — Foto: André Durão</p></div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-528ue">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2>Relembre o caso</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-3ia5m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Gabigol foi acusado de dificultar a realização do exame. Mesmo que o tenha feito e testado negativo, segundo o artigo, a atitude relatada pelos oficiais de coleta se encaixa como &#8220;fraude ou tentativa de fraude de qualquer parte do processo de controle&#8221; e, por isso, o atacante respondeu pelo artigo 122 do Código Brasileiro Antidopagem.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-15jfd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um dos relatos da denúncia diz respeito à demora do atacante para a realização do exame e o não cumprimento das instruções. À exceção de Gabigol, os jogadores do <a class="" href="http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Flamengo</a> fizeram o exame antes do treino das 10h. O caso aconteceu no dia 8 de abril de 2023 no Ninho do Urubu.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3ba8g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="67" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com os responsáveis pelo exame, o jogador não se dirigiu a eles antes do treino, depois da atividade os ignorou e foi almoçar, tratou a equipe com desrespeito, não seguiu os procedimentos indicados, pegou o vaso coletor sem avisar a ninguém, irritou-se ao ver que o oficial o acompanhou até o banheiro para a coleta e, ao fim, entregou o vaso aberto, contrariando orientação recebida.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1thkq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="71" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O processo conhecido como doping surpresa é realizado pela Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) e costuma ocorrer sem aviso prévio nos centros de treinamentos. Gabigol recebeu a primeira notificação sobre a tentativa de fraude no dia 30 de maio. Posteriormente, o vice geral e jurídico do Flamengo, Rodrigo Dunshee, fez a primeira defesa do jogador. Na sequência, o Flamengo contratou o advogado Bichara Neto para defender o jogador.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: GE</p>
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		<item>
		<title>STF suspende julgamento da descriminalização do porte de Maconha para consumo próprio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-suspende-julgamento-da-descriminalizacao-do-porte-de-maconha-para-consumo-proprio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 22:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de maconha]]></category>
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		<category><![CDATA[votação]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; O ministro Dias Toffoli pediu vista (mais tempo para análise) na sessão desta quarta-feira (6). Ele pode ficar com o processo por até 90 dias. Ainda não há data para o caso ser retomado. Até o momento, o placar está 5 a 3 para descriminalizar o porte só da maconha para consumo próprio. Votaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2082105530" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>&nbsp;</p>
<p>O ministro Dias Toffoli pediu vista (mais tempo para análise) na sessão desta quarta-feira (6). Ele pode ficar com o processo por até 90 dias. Ainda não há data para o caso ser retomado. Até o momento, o placar está 5 a 3 para descriminalizar o porte só da maconha para consumo próprio.</p>
<p>Votaram pela inconstitucionalidade de enquadrar como crime o porte de maconha para uso pessoal os ministros Gilmar Mendes (relator), Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber (já aposentada).</p>
<p>Até o momento, Cristiano Zanin, André Mendonça e Nuens Marques divergiram, votando para manter como crime a posse de maconha para uso pessoal.</p>
<p>Ainda faltam os votos do próprio Toffoli, e dos ministros Luiz Fux e Cármen Lúcia.</p>
<h3>Critérios</h3>
<p>Já há maioria de votos pela necessidade de a Corte definir um critério objetivo, como quantidade de droga, para diferenciar usuário de traficante. Todos os oito ministros que se manifestaram, foram a favor de fixar esse parâmetro.</p>
<p>Até o momento, a proposta com mais adesões (quatro votos) estabelece um critério de até 60 gramas para se presumir o consumo.</p>
<p>Essa sugestão foi feita no voto de Alexandre de Moraes. Aderiram a ela os ministros Gilmar Mendes, Roberto Barroso e Rosa Weber.</p>
<p>Cristiano Zanin e Nunes Marques propuseram como critério 25 gramas de maconha. André Mendonça sugeriu 10 gramas, mas isso até o Congresso deliberar sobre a diferenciação. Ele votou para dar prazo de 180 dias para essa definição pelo Legislativo.</p>
<p>Já Edson Fachin votou pela necessidade de fixar objetivamente e diferenciação entre usuário e traficante, mas propôs que essa medida seja tomada pelo Congresso.</p>
<p>O julgamento do caso se arrasta no STF desde 2015. A discussão do tema foi retomada pelos ministros em 2023, e tem provocado ruídos e divergências com o Congresso. Uma proposta de emenda à Constituição (PEC) foi apresentada no Senado com objetivo de criminalizar a posse e o porte de quaisquer entorpecentes e drogas.</p>
<h3>O que se discute</h3>
<p>A discussão no STF gira em torno da constitucionalidade do artigo 28 da Lei de Drogas, de 2006. A norma estabelece que é crime adquirir, guardar ou transportar drogas para consumo pessoal.</p>
<p>Pela lei, a punição para esse crime envolve penas alternativas, como medidas educativas, advertência e prestação de serviços, e não leva à prisão.</p>
<p>Ocorre que, como não há uma diferenciação clara e objetiva na norma entre usuário e traficante, polícias e o sistema de Justiça acabam tratando de formas diferentes pessoas de acordo com a cor da pele, classe social ou local de residência.</p>
<p>O caso analisado pelo STF tem repercussão geral, ou seja, o entendimento que vier a ser tomado pela Corte deverá ser adotado em processos semelhantes em toda a Justiça.</p>
<h3>Votos de hoje</h3>
<p>A sessão desta quarta (6) teve os votos de André Mendonça e de Nunes Marques.</p>
<p>Primeiro a votar foi Mendonça, que havia pedido vista quando a Corte julgou o caso em 2023.</p>
<p>Em seu voto, Mendonça fez uma descrição de informações obtidas com professores e pesquisadores sobre os prejuízos do consumo de maconha para a saúde.</p>
<p>O magistrado associou o ato de fumar maconha a um “primeiro passo para o precipício”.</p>
<blockquote><p>“Se fala em uso recreativo da maconha. [Mas] causa dano, e danos sérios e maiores que o cigarro. Ao mesmo tempo, entendo que isso é importantíssimo para melhor delimitarmos a quantidade, conforma a gradação dos riscos à saúde”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Entendo em síntese que a questão da descriminalização, que é o que estamos tratando, é uma tarefa do legislador. Vamos jogar para um ilícito administrativo qual autoridade? Não é para conduzir para a delegacia? Quem vai aplicar a pena, ainda que seja medida restritiva? Na prática, estamos liberando o uso</p>
<h3>André Mendonça</h3>
<p>Manifestação semelhante foi feita pelo próximo a votar, o ministro Nunes Marques. Ele disse que uso de drogas implicam em “danos severos” ao usuário e que familiares e a sociedade “sofrem danos indiretos”.</p>
<p>Ele criticou a proposta de descriminalizar o porte para consumo com a manutenção de penas administrativas, como medidas educativas e prestação de serviços.</p>
<p>“A solução de descriminalizar e manter a sanção administrativa é contraditória”, afirmou. Segundo Nunes, outra contradição é o fato de o tráfico continuar sendo considerado crime. “Vender droga constitui ilícito criminal grave, mas comprar para uso próprio, não”.</p>
<p>O ministro também entendeu como possível “interferência desproporcional” do Judiciário uma decisão sobre a descriminalização. Para ele, esse tipo de discussão demanda “profunda reflexão e debates” que são próprios do Legislativo.</p>
<h3>Votos anteriores</h3>
<p>O relator do processo é o ministro Gilmar Mendes. Ele apresentou seu voto há oito anos e meio, em agosto de 2015. Na época, foi favorável à descriminalização do porte para consumo pessoal de todas as drogas.</p>
<p>Na avaliação do ministro na época, a criminalização estigmatiza o usuário e compromete medidas de prevenção e redução de danos, além de gerar uma punição desproporcional ao usuário.</p>
<p>Na retomada da análise, em 2023, Gilmar reajustou o voto para restringir a descriminalização ao porte de maconha para consumo e pela fixação de parâmetros diferenciando tráfico de consumo próprio.</p>
<p>Também em 2015 votaram Edson Fachin e Roberto Barroso. O primeiro votou para descriminalizar só o porte da maconha para consumo próprio, já que o caso concreto analisado na ação trata dessa droga.</p>
<p>Fachin explicou ser favorável a um caminho de “autocontenção” da Corte em temas penais para justificar a restrição do entendimento só à maconha. O ministro entendeu que cabe ao Congresso definir os parâmetros de diferenciação entre usuários e traficantes. Contudo, o ministro entendeu que o Judiciário deve atuar até que haja lei preenchendo o vácuo normativo.</p>
<p>Enquanto não houver lei aprovada sobre o tema, o ministro propôs que órgãos do Poder Executivo, como o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária e a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, estabeleçam parâmetros provisórios.</p>
<p>Já Barroso também votou a favor de descriminalizar o porte de maconha para consumo próprio, e avançou ao propor a fixação de parâmetros de diferenciação entre traficantes e usuários.</p>
<p>A proposta estabeleceu o porte de 25 gramas de maconha ou o plantio de até seis mudas fêmeas. Acima disso, a princípio, o caso seria de tráfico. A proposta de parâmetros também é provisória, até que o Congresso decida sobre o tema.</p>
<p>O julgamento foi suspenso depois de pedido de vista do ministro Teori Zavascki (que morreu em janeiro de 2017, em um acidente aéreo em Paraty).</p>
<p>Sucessor de Teori, o ministro Alexandre de Moraes apresentou seu voto em agosto de 2023, a favor da descriminalização da maconha para consumo próprio.</p>
<p>Ele propôs a fixação de uma faixa entre 25 e 60 gramas ou de seis plantas fêmeas para considerar consumo, em conjunto com outros critérios.</p>
<p>Conforme o ministro, policiais podem fazer a prisão em flagrante de pessoas que estejam portando uma quantidade menor do que a prevista, desde que, de maneira fundamentada, comprovem a presença de outros critérios caracterizadores do tráfico.</p>
<p>Esses critérios complementários levam em conta o contexto da apreensão, como a forma em que a droga estiver guardada, a diversidade de entorpecentes, a apreensão de outros instrumentos, como balança e cadernos de anotação.</p>
<p>A ministra Rosa Weber, à época presidente do STF, acompanhou o voto de Moraes.</p>
<p>Cristiano Zanin foi o primeiro a votar a favor da constitucionalidade de norma da Lei de Drogas. Ele entendeu que a regra foi feita pelo Legislativo no sentido de despenalizar (não prever mais a pena de prisão) o porte da droga, e não descriminalizar.</p>
<p>Por isso, segundo o ministro, uma mudança judicial nesse quesito não seria possível.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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