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	<title>suspeito de assediar - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>suspeito de assediar - Portal NDC</title>
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		<title>Homem é suspeito de assediar mais de 70 psicólogas em consultas forjadas; polícia investiga</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/homem-suspeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2022 13:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[suspeito de assediar]]></category>
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					<description><![CDATA[Em maio deste ano, a psicóloga Liliany Souza, de 37 anos, fez uma postagem em seu perfil no Instagram que abriu uma &#8220;caixa de pandora&#8221; : ela denunciou um homem que se passava por paciente e acaba assediando as profissionais durante consultas on-line e já chegou a se masturbar em algumas delas. Mais de 70 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1290295494" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em maio deste ano, a psicóloga Liliany Souza, de 37 anos, fez uma postagem em seu perfil no Instagram que abriu uma &#8220;caixa de pandora&#8221; : ela denunciou um homem que se passava por paciente e acaba assediando as profissionais durante consultas on-line e já chegou a se masturbar em algumas delas. Mais de 70 mulheres contaram terem sido vítimas do sujeito, que se apresenta como Lucas Silva Dornelles, de 34 anos, e moraria no Rio Grande do Sul.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com os relatos recebidos por Liliany, o suspeito já age há pelo menos dois anos e fez vítimas em 12 estados. Cinco das profissionais já foram ouvidas pelo Ministério Público de São Paulo, numa denúncia coletiva, e também já há uma investigação aberta pela 3ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), também em SP.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Ele dava o nome completo. Consegui os dados com as primeiras vítimas. No início, preenchia a ficha (de paciente). A minha não preencheu e de muitas outras também — contou Liliany.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ela teve contato com Dornelles em fevereiro deste ano. O suspeito procurou a psicóloga num domingo, por volta das 22h30, pedindo insistentemente uma consulta de urgência. Em seu relato, contou ter uma deficiência física e ter dificuldade em ser olhado pelas mulheres:</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A gente acredita que pode ser um paciente em crise. Mas fui juntando os pedaços e o que me salvou é que eu cobro a primeira consulta. Pedi que me preenchesse a ficha e mandasse o comprovante de pagamento que ai, então, marcaria a consulta. Ele começou a falar ofensas. Disse que mostrava meu peito na foto para seduzir, me chamou de vagabunda e de tudo mais que você possa imaginar.</p>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="10">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/WrARNMRjW22Tj6qYTXWA-9K5d7o=/0x0:900x1600/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/1/M/yid3dERj2aPdtmm7KTGg/liliany.jpg" alt="A psicóloga Liliany Souza expôs o caso em seu perfil numa rede social — Foto: Arquivo pessoal" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">A psicóloga Liliany Souza expôs o caso em seu perfil numa rede social — Foto: Arquivo pessoal</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nervosa, Liliany bloqueou e denunciou Dornelles, perdendo, assim, as mensagens que ele enviou. Ela fez seu primeiro relato sobre o ocorrido no Instagram. Em abril, a psicóloga foi chamada para participar de uma roda de conversa on-line organizada pelo Conselho Regional de Psicologia de São Paulo. Na ocasião, conheceu Letícia Martins de Oliveira, de 27 anos, também assediada pelo suspeito.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Fiz outro post sobre o assunto no início de maio e viralizou. Nos comentários, um relato pior que o outro — disse Liliany.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="13">
<p>Nessa segunda postagem, uma pessoa enviou nos comentários um print da conversa com Dornelles. A psicóloga o reconheceu na hora. E seguiu recebendo relatos de abusos cometidos pelo homem:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— O que fica muito claro é que não se trata de uma patologia. É um homem numa sociedade patriarcal e machista que está atacando mulheres em seu local de trabalho.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="16">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">&#8216;Percebi que estava se masturbando&#8217;</span></p>
<p>Letícia Martins de Oliveira foi procurada por Dornelles em julho de 2021, com as seguintes mensagens: &#8220;Você atende on-line?&#8221;, &#8220;Tenho deficiência e me sinto excluído&#8221; e &#8220;Só recebo dia 20, dá para iniciar antes as sessões?&#8221;. Ela contou que achou o primeiro contato atípico, mas respondeu do mesmo modo como responde possíveis clientes, esclarecendo sobre a maneira como trabalha:</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Ofereci um horário para uma primeira sessão no dia seguinte. Ele insistiu que fosse no mesmo dia, mas mantive o mesmo horário. Ele concordou.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A psicóloga fez duas chamadas de vídeo com o suspeito:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="83" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Acho importante frisar que não foram consultas ou sessões. O agressor simulou ser um paciente para conseguir seu objetivo, que é se masturbar enquanto fala com uma mulher. Exatamente por nós, psicólogas, acharmos que se trata de uma consulta carregamos ainda mais culpa e demoramos a denunciar, com medo da quebra de sigilo. Mas nesse caso não há essa configuração uma vez que ele faz isso em série com o único objetivo de assediar, e não de fato iniciar um processo terapêutico.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="22">
<p>De acordo com Letícia, na primeira chamada o homem alegou que precisava ficar deitado por causa de sua deficiência física.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="89" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Essa é uma das principais características do modus operandi: o assediador usa de alguma estratégia para caracterizar urgência, captar a atenção da profissional ou manipular a cena para que possa fazer o assédio. Eu segui com algumas perguntas iniciais, após questioná-lo sobre isso. Percebi que ele estava se masturbando quando começou a relatar questões de cunho sexual, pelas expressões faciais, o pouco que conseguia ver do movimento dos braços, e a fala ofegante. Após isso encerrei a sessão, me sentindo confusa, culpada e enojada — lembrou a psicóloga.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="25">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Perseguição nas redes</span></p>
<p>Letícia relatou ter compartilhado o ocorrido com alguns colegas. Com medo de ser negligente e ainda acreditando em se tratar de uma pessoa em busca de iniciar uma terapia, ela o atendeu uma segunda vez:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="67" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Porém, dessa já estava atenta caso isso ocorresse mais uma vez. E não demorou para que acontecesse : ele voltou a se masturbar relatando questões de cunho sexual. Após eu apontar o que estava acontecendo e esclarecer que esse não era o papel de uma psicoterapia, ele ficou irritado e encerramos a chamada. Mais tarde, ele ainda insistiu em marcar outra sessão, mas cessamos os contatos.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo ela, em fevereiro de 2022, quase 8 meses depois, duas colegas psicólogas a procuraram alertar sobre essa mesma situação. As profissionais viram que o suspeito seguia em seu perfil no Instagram diversas profissionais, inclusive Letícia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Dessa forma, nos reunimos para fazer uma denúncia. No início éramos sete profissionais que tinham sido assediadas por ele, outras colegas ele chegou a xingar, mandar mensagens em diversas redes quando elas bloqueavam o número — disse.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="8" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A psicóloga mandou um recado para outras profissionais:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A colegas que passarem por situações semelhantes, não tenham medo de denunciar. Recomendamos sempre que seja feito um boletim de ocorrência e comunique ao CRP de seu estado para mais orientações.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Procurada pelo GLOBO, a Polícia Civil de São Paulo informou, por meio de nota, que &#8220;diligências estão em andamento visando ao esclarecimento do fato. Detalhes serão preservados para garantir a autonomia do trabalho policial&#8221;.</p>
</div>
</div>
</div>
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