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	<title>Supremo - Portal NDC</title>
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		<title>Confira as penas de Bolsonaro e mais sete condenados pelo Supremo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 14:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeira Turma finalizou julgamento da ação da trama golpista A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) finalizou nesta quinta-feira (11) o julgamento da ação da trama golpista. Por 4 votos a 1, os ministros condenaram o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de...]]></description>
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<p>Primeira Turma finalizou julgamento da ação da trama golpista</p>
<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) finalizou nesta quinta-feira (11) o julgamento da ação da trama golpista.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1658371&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1658371&amp;o=node" /></p>
<p>Por 4 votos a 1, os ministros condenaram o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. </p>
<p><strong>A maioria dos réus foi condenada a mais de 20 anos de prisão em regime fechado.</strong></p>
<p>Apesar da definição do tempo de condenação, Bolsonaro e os demais réus não vão ser presos imediatamente. Eles ainda podem recorrer da decisão e tentar reverter as condenações. Somente se os eventuais recursos forem rejeitados, as prisões poderão ser efetivadas.</p>
<h2>Confira as penas definidas para os condenados: </h2>
<p>&#8211; Jair Bolsonaro – ex-presidente da República: 27 anos e três meses;</p>
<p>&#8211; Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro de Bolsonaro e candidato a vice-presidente na chapa de 2022: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/supremo-condena-braga-netto-26-anos-de-prisao-pela-trama-golpista" target="_blank" rel="noopener">26 anos</a>;</p>
<p> &#8211; Almir Garnier &#8211; ex-comandante da Marinha: 24 anos; </p>
<p>&#8211; Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal: 24 anos;</p>
<p>&#8211; Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos; </p>
<p>&#8211; Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa: 19 anos; </p>
<p>&#8211; Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. 2 anos em regime aberto e garantia de liberdade pela delação premiada;</p>
<p>&#8211; Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 16 anos, um mês e 15 dias.</p>
<p>Ramagem foi condenado somente pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.</p>
<p>Ele é deputado federal e teve parte das acusações suspensas. A medida vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, ambos relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>STF: para maioria, teto de gasto não se aplica à receita do Judiciário</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-para-maioria-teto-de-gasto-nao-se-aplica-a-receita-do-judiciario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 14:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[arcabouço]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[juddiciário]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo]]></category>
		<category><![CDATA[teto de gastos do Juduciário]]></category>
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					<description><![CDATA[Demais ministros têm até a próxima sexta-feira para votar A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por excluir do teto de gastos do novo arcabouço fiscal as receitas próprias dos tribunais e demais órgãos do Judiciário &#8211; como as custas processuais e os emolumentos, entre outras fontes....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Demais ministros têm até a próxima sexta-feira para votar</p>
<p><strong>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por excluir do teto de gastos do novo arcabouço fiscal as receitas próprias dos tribunais e demais órgãos do Judiciário &#8211; como as custas processuais e os emolumentos, entre outras fontes.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1637750&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1637750&amp;o=node" /></p>
<p>A corrente majoritária entendeu que o gasto feito com essas receitas não está sujeito a limitações se o dinheiro for aplicado no custeio dos serviços das atividades específicas do Poder Judiciário.</p>
<p>Votaram assim o relator, ministro Alexandre de Moraes, e os ministros Dias Toffoli, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, que havia pedido vista do processo em fevereiro. O tema é julgado no plenário virtual e os demais ministros têm até a próxima sexta-feira (11) para votar.</p>
<p><strong>Em seu voto, Moraes escreveu ser essa a “solução que prestigia” a autonomia orçamentária do Judiciário. A exclusão das receitas próprias do Judiciário “não afeta o comprometimento institucional no esforço de recuperação da higidez fiscal”, assegurou o ministro.</strong></p>
<blockquote>
<p> “É que as receitas provenientes da União e conformadas pelo orçamento público continuarão a ser regidas pelo teto do regime fiscal sustentável. Subtrai-se dele somente aquilo que o Poder Judiciário ‘angaria sponte propria’ [por vontade própria]”, acrescentou Moraes [por vontade própria]”, acrescentou Moraes.</p>
</blockquote>
<p><strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-08/entenda-regras-do-novo-arcabouco-fiscal" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt;Entenda as regras do novo arcabouço fiscal</a></strong></p>
<p><strong>O arcabouço fiscal atual, em vigor desde 2023, impõe um limite de 0,6% a 2,5% para o crescimento das despesas primárias da União, o que inclui os orçamentos globais dos Três Poderes. Pela regra geral, os gastos de um ano só podem crescer 70% do que tiver crescido da arrecadação fiscal do ano anterior.</strong></p>
<p>Em manifestação ao Supremo, o Legislativo e o Executivo enfatizaram que a legislação sobre o arcabouço fiscal foi aprovada e sancionada tendo em vista o esforço de cada poder para o controle da dívida pública, o que inclui as receitas do Judiciário, que devem ser submetidas ao novo teto.</p>
<p>Para a maioria dos ministros do Supremo, contudo, limitar os gastos do Judiciário com o dinheiro que ele próprio arrecada é inconstitucional, por violar a divisão dos Poderes.</p>
<p>A ação direta de inconstitucionalidade sobre o tema (ADI 7641) foi aberta pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). <strong>A entidade reclamou que a legislação deveria ter dado aos tribunais o mesmo tratamento conferido a instituições como as universidade e empresas públicas, que tiveram permissão para gastar além do teto se o dinheiro vier de receitas próprias.</strong></p>
<div class="noticias-relacionadas rel-position rowflex">
<div class="title abs-position"> </div>
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<div class="capa-noticia-relacionada"> </div>
<div><em>Fonte: Agência Brasil</em></div>
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