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	<title>stf - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>stf - Portal NDC</title>
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		<title>STF decide que piso nacional deve ser pago a professores temporários</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-decide-que-piso-nacional-deve-ser-pago-a-professores-temporarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:58:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes da decisão, somente os efetivos tinham o direito garantido Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (16) que professores temporários da rede pública de estados e municípios têm direito ao pagamento do piso salarial nacional do magistério público, atualmente em R$ 5.130,63.  Com a decisão, a Corte reconheceu que professores temporários [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3031944641" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Antes da decisão, somente os efetivos tinham o direito garantido</p>
<p><strong>Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (16) que professores temporários da rede pública de estados e municípios têm direito ao pagamento do piso salarial nacional do magistério público, atualmente em R$ 5.130,63. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686311&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686311&amp;o=node" /></p>
<p>Com a decisão, a Corte reconheceu que professores temporários e efetivos da rede pública devem receber o piso. Antes da decisão, somente os efetivos tinham o direito garantido. </p>
<p>A decisão foi motivada por um recurso protocolado por uma professora temporária de Pernambuco que recorreu à Justiça para que fosse reconhecido o direito ao recebimento do piso. De acordo com o processo, ela recebia cerca de R$ 1,4 mil para cumprir uma carga horária de 150 horas mensais. </p>
<p><strong>O pagamento do piso salarial nacional para os profissionais do magistério da educação básica pública está previsto na Constituição e foi regulamentado pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11738.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 11.738 de 2008</a>.</strong></p>
<p>O piso é atualizado anualmente pelo Ministério da Educação.<strong> Para 2026, o valor foi fixado em R$ 5.130,63 para jornada de 40 horas semanais</strong>. Professores que têm jornadas maiores devem receber de forma proporcional ao piso estabelecido.</p>
<p>Apesar de estar previsto na Constituição, o piso não é pago por todos os estados e municípios tanto para professores efetivos quanto para temporários. Os entes alegam que não têm recursos suficientes para o pagamento integral.</p>
<p>Contudo, parte do pagamento é garantido por verbas federais do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Cabe os estados e municípios fazer o complemento financeiro. </p>
<h2>Votos</h2>
<p><strong>O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, defendeu o pagamento do piso aos temporários e reforçou que o benefício também é devido aos efetivos. </strong></p>
<p>Para o relator, estados e municípios usam subterfúgios para contratar professores temporários. </p>
<blockquote>
<p>“Pouco importa a região, isso se tornou um costume de gestão para diminuir os custos, mas não levando em conta a primeira necessidade na educação, que é investir nos professores&#8221;, afirmou. </p>
</blockquote>
<p>O entendimento foi seguido pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, André Mendonça, Dias Toffoli, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin. </p>
<h2>Professores </h2>
<p>Durante o julgamento, a advogada Mádila Barros, representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), citou <strong>dados do Censo Escolar que mostram que cerca de 42% dos professores de escolas públicas do país são temporários. Além disso, o levantamento demonstra que uma em cada três prefeituras não pagam o piso salarial para os efetivos.</strong></p>
<p>Na avaliação da advogada, a falta de pagamento do piso impacta principalmente na vida das mulheres, que convivem com dupla jornada de trabalho em casa e na escola.</p>
<p>&#8220;Essa força majoritária feminina tem sido vista pelo estado como mão de obra mais barata. Elas são contratadas temporariamente, sem direitos assegurados aos efetivos, como plano de carreira, 13° salário e férias com um terço constitucional”, afirmou.</p>
<p>Eduardo Ferreira, representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), afirmou que a qualidade de ensino necessita da valorização dos profissionais da educação.</p>
<p>Na avaliação do advogado, o salário dos professores está vinculado à proficiência dos estudantes.</p>
<p>&#8220;O estado, não só de Pernambuco, mas vários outros, contratam professores temporários, ano após ano, em percentual muito acima daquele tolerável pela educação&#8221;, comentou. </p>
<h2>Limitação </h2>
<p>A Corte também aceitou sugestão feita pelo ministro Flávio Dino e limitou a cessão de professores efetivos para trabalho em outros órgãos públicos. <strong>Com a decisão, a cessão deverá ser limitada em 5% do quadro de professores estadual ou municipal para diminuir a contratação de temporários.</strong> O percentual valerá até a aprovação de uma lei sobre a questão.</p>
<p>&#8220;Se cede 30% do quadro, como a sala de aula continua? Contratam-se temporários, e se cria uma conta inesgotável. Se nós temos 20 mil professores em uma rede, se cinco, seis mil são cedidos, isso significa dizer que vai gerar uma demanda de cinco, seis mil temporários&#8221;, justificou Dino. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Empresário é acusado de pagar R$ 4,5 mil por dados de ministros do STF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/empresario-e-acusado-de-pagar-r-45-mil-por-dados-de-ministros-do-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 22:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empresário]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Moraes mandou prender Marcelo Conde, ainda não localizado pela PF O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (1°) a expedição de mandados de prisão e de busca a apreensão contra o empresário Marcelo Paes Fernandez Conde, acusado de financiar um esquema ilegal de acesso a dados financeiros de ministros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3017335005" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Moraes mandou prender Marcelo Conde, ainda não localizado pela PF</p>
<p><strong>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (1°) a expedição de mandados de prisão e de busca a apreensão contra o empresário Marcelo Paes Fernandez Conde, acusado de financiar um esquema ilegal de acesso a dados financeiros de ministros da Corte, seus parentes e outras autoridades. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684579&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684579&amp;o=node" /></p>
<p>As medidas foram determinadas na segunda fase da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/pf-realiza-operacao-contra-acusados-de-vazar-dados-de-ministros-do-stf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Operação Exfil</a>, que investiga a venda dos dados. Até o momento, o empresário, que mora no Rio de Janeiro, não foi encontrado pelos agentes da Polícia Federal (PF). </p>
<p>De acordo com as investigações, Conde é acusado de financiar o esquema de extração ilícita de informações fiscais que, por serem protegidas por lei, são sigilosas.</p>
<p><strong>Os investigadores da PF apontaram que Marcelo Conde teria fornecido listas de CPFs e realizado pagamento em espécie de R$ 4,5 mil para receber os dados, que eram acessados ilegalmente por servidores da Receita, funcionários terceirizados, despachantes e intermediários nos sistemas do Fisco e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).</strong></p>
<p>Diante do material apurado pela PF, Alexandre de Moraes também determinou a quebra dos sigilos telemáticos de celulares e dados telemáticos em nuvem que pertencem ao acusado. </p>
<p>As medidas contaram com aval da PGR.</p>
<h2>Sigilo</h2>
<p>Os investigadores da PF também descobriram que, além de ministros do STF e seus parentes, também tiveram os dados fiscais acessados irregularmente o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), deputados federais, ex-senadores, dirigentes de agências reguladoras e um ex-governador. </p>
<p><strong>No total, o esquema teria acessado os dados de 1.819 pessoas. </strong></p>
<p>Em nota, o advogado Nélio Machado informou que a defesa do empresário ainda não teve acesso à decisão do ministro que determinou as medidas.</p>
<p>“Tomamos conhecimento hoje das medidas decretadas contra nosso constituinte, mas ainda não tivemos acesso à decisão. De imediato, formulamos um requerimento para acessá-la e agora aguardamos o acolhimento do pedido para a adoção de providências”, declarou a defesa.</p>
<p><em>Matéria ampliada às 19h34 para acréscimo do posicionamento da defesa de Marcelo Conde.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Entenda a atuação do STF e a paralisação do caso Banco Master</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/entenda-a-atuacao-do-stf-e-a-paralisacao-do-caso-banco-master/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2025 16:42:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bacelar]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[Dias Toffoli]]></category>
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		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão de Dias Toffoli centraliza investigação de R$ 17 bilhões no Supremo após menção a contrato de imóvel ligado a deputado; especialistas analisam a legalidade do sigilo e da competência Uma decisão monocrática proferida pelo ministro Dias Toffoli em 3 de dezembro alterou o curso da Operação Compliance Zero, que investiga um esquema de fraude [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3352876243" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Decisão de Dias Toffoli centraliza investigação de R$ 17 bilhões no Supremo após menção a contrato de imóvel ligado a deputado; especialistas analisam a legalidade do sigilo e da competência<br /><br />Uma decisão monocrática proferida pelo ministro Dias Toffoli em 3 de dezembro alterou o curso da Operação Compliance Zero, que investiga um esquema de fraude financeira estimado em R$ 17 bilhões envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). Ao acolher um pedido da defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, o magistrado determinou a retirada do inquérito da 10ª Vara Federal de Brasília e o levou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O despacho paralisou todas as diligências em andamento na primeira instância, incluindo quebras de sigilo bancário e análises periciais, centralizando qualquer nova medida investigativa exclusivamente no gabinete do ministro.<br /><br />A investigação original apura a emissão de títulos de crédito sem lastro — conhecidos no mercado como “títulos podres” — que teriam sido usados para cobrir rombos financeiros e vendidos ao BRB. De acordo com informações reveladas pelo jornal O Globo, a Polícia Federal suspeita que carteiras de crédito artificiais foram criadas para inflar os ativos da instituição, lesando os cofres do banco estatal do Distrito Federal.<br /><br />O argumento principal para a mudança de competência baseou-se em um documento apreendido pela PF na residência de Vorcaro. Segundo reportagem do jornal Estadão, trata-se de um “termo de opção de compra” de um imóvel de luxo em Trancoso (BA), avaliado em R$ 250 milhões, que envolveria uma empresa ligada ao deputado federal João Carlos Bacelar. Embora o Ministério Público Federal (MPF) sustente que a transação imobiliária não possui conexão com as fraudes na emissão de títulos ao BRB e que o negócio sequer foi concretizado, a defesa alegou que a simples menção ao parlamentar atrairia a prerrogativa de foro.<br /><br />O episódio ganhou ainda mais repercussão quando, dias antes de decretar o sigilo absoluto aos autos, Toffoli viajou a Lima para assistir à final da Libertadores. Conforme noticiado pela coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, o ministro viajou em um jato privado do empresário Luiz Oswaldo Pastore, acompanhado de Augusto de Arruda Botelho, ex-Secretário de Justiça do governo Lula e advogado de Luiz Antonio Bull, diretor de Compliance do Banco Master preso na operação.</p>
<h3><strong>Linha tênue da imparcialidade</strong></h3>
<p>A viagem do magistrado ao lado de um advogado que atua diretamente para uma das partes investigadas reacendeu o debate sobre os limites éticos e legais da magistratura. Embora a Constituição Federal de 1988 não liste hipóteses taxativas de impedimento, ela assegura o princípio do juiz natural e da imparcialidade. As regras objetivas são definidas pelo Código de Processo Civil (CPC), aplicável subsidiariamente ao processo penal.</p>
<p>Segundo Liliane Sobreira, advogada, mestranda em Direito Constitucional pela PUC-SP e professora da disciplina, a legislação é clara ao definir quando a isenção de um juiz está comprometida.</p>
<p>“O juiz deve obrigatoriamente se declarar impedido quando existir vínculo objetivo com a causa (…) ou suspeito se for amigo íntimo ou inimigo de alguma das partes, se receber presentes, favores ou aconselhar alguma das partes”, explica a professora. Ela reforça que o magistrado deve seguir o art. 144 do CPC para garantir o devido processo legal.</p>
<p>Para o jurista e advogado constitucionalista Fabio Tavares Sobreira, a situação atual desafia a própria interpretação da lei, uma vez que o afastamento deveria ser um dever de ofício do magistrado diante de vínculos concretos.</p>
<p>“Não se trata de juízo subjetivo. É uma garantia constitucional de imparcialidade e o magistrado tem dever jurídico de afastar-se sempre que uma dessas situações legais se verificar”, afirma Fabio, classificando o episódio como “um escárnio jurídico”.</p>
<h3><strong>‘Foro privilegiado’ e o deslocamento do processo</strong></h3>
<p>O ponto jurídico central utilizado pela defesa do Banco Master para levar o caso ao STF foi a citação do deputado João Carlos Bacelar nos autos. Historicamente, o Supremo tem debatido a extensão do foro por prerrogativa de função. Em 2018, no julgamento da Questão de Ordem na Ação Penal 937, a Corte restringiu o foro apenas a crimes cometidos durante o mandato e relacionados ao exercício do cargo.</p>
<p>A decisão de Toffoli, ao puxar todo o inquérito — e não apenas a parte referente ao parlamentar —, diverge do entendimento de que o STF não deve funcionar como um “juízo universal”.</p>
<p>Wallyson Costa, advogado com atuação em contencioso no Eichenberg Advogados, analisa com cautela a fundamentação utilizada para a subida dos autos. Para o especialista, embora a Constituição atribua ao STF o julgamento de parlamentares, este caso desperta dúvidas.</p>
<p>“Causa estranheza o fato de que a decisão que fundamenta o deslocamento de competência se deu em virtude de um contrato que faz menção a um parlamentar, o que acredito ser insuficiente, à primeira vista, para eventual investigação criminal em face do respectivo”, avalia Costa.</p>
<p>Sobre a possibilidade de fatiamento do inquérito, mantendo a parte financeira na primeira instância, Costa ressalta que há uma lacuna legislativa que permite interpretações variadas pelo Tribunal.</p>
<p>“Poderia, sim, o STF desmembrar o processo, todavia, não há uma obrigatoriedade para que isto ocorra, tendo em vista que a legislação é silente neste caso, cabendo ao Tribunal observar de forma casuística qual seria a melhor estratégia”, completa o advogado.</p>
<p>Liliane Sobreira corrobora a tese de que a técnica constitucional adequada não seria o deslocamento automático: “O STF, ao interpretar o art. 102, fixou entendimento de que somente os fatos diretamente relacionados ao parlamentar permanecem no STF. Os demais investigados e fatos sem conexão devem permanecer no juízo competente de origem”.</p>
<h3><strong>Sigilo e transparência em xeque</strong></h3>
<p>Além da mudança de jurisdição, a imposição de sigilo elevado ao processo impede a opinião pública sobre as movimentações financeiras bilionárias sob suspeita. A publicidade dos atos processuais é a regra no sistema jurídico brasileiro, sendo o sigilo uma exceção.</p>
<p>Para Fabio Tavares Sobreira, o bloqueio total de informações gera riscos institucionais graves, como a “opacidade institucional e o comprometimento da confiança pública no sistema de Justiça”.</p>
<p>Wallyson Costa reforça que a decretação de sigilo não pode ser baseada em suposições, mas sim em fatos concretos que ameacem a investigação. Ao analisar a decisão de Toffoli, o advogado aponta uma generalidade na justificativa.</p>
<p>“No caso em concreto, a meu ver, a decisão é genérica no sentido de deferir o sigilo absoluto dos atos, vez que não houve demonstração nesta qual seria o prejuízo que se evita”, afirma Wallyson Costa. Ele adverte que “o prejuízo não pode ser meramente hipotético, sob pena de afronta ao princípio da publicidade dos atos administrativos”, e que a decisão deveria expor riscos reais, não bastando a cautela como único argumento.</p>
<p>A falta de transparência envia sinais imprecisos ao mercado. Quando regras de competência são alteradas de forma abrupta, a previsibilidade — pilar essencial para investimentos e regulação bancária — é abalada. Liliane Sobreira alerta que a mensagem tende a criar “um ambiente de incerteza normativa”.</p>
<p>Contudo, Wallyson Costa pondera sobre o impacto imediato no mercado, sugerindo que uma decisão isolada não define todo o cenário. “A decisão, isoladamente, não reforça ou arrefece o combate às regras do jogo (…). Só poderíamos julgar se isso ocorreu, caso o STF deixe de julgar quem merece ser processado ou julgue indevidamente quem não mereça”, conclui o advogado do Eichenberg Advogados.</p>
<h3><strong>E o futuro do Banco Master?</strong></h3>
<p>Atualmente, o inquérito encontra-se paralisado na primeira instância e sob a tutela exclusiva do gabinete do ministro Dias Toffoli. O Ministério Público Federal já argumentou que o documento apreendido na casa de Daniel Vorcaro não possui conexão com as fraudes bilionárias investigadas na venda de títulos ao BRB.</p>
<p>O futuro da investigação depende agora do parecer da Procuradoria-Geral da República (<a href="http://jovempan.com.br/tag/pgr" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><strong>PGR</strong></a>). O Procurador-Geral, <a href="http://jovempan.com.br/tag/paulo-gonet" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><strong>Paulo Gonet</strong></a>, deverá analisar se a menção ao parlamentar é suficiente para manter o processo na Corte ou se o caso deve ser fatiado, devolvendo a apuração dos crimes financeiros ao seu juiz natural. Enquanto a PGR não se manifesta, o “nível 3” de sigilo imposto por Toffoli mantém o processo blindado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Gilmar Mendes endurece regras e limita tentativas de impeachment contra ministros do STF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/gilmar-mendes-endurece-regras-e-limita-tentativas-de-impeachment-contra-ministros-do-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 21:59:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Gilmar Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[impeachment de ministros]]></category>
		<category><![CDATA[Lei do Impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
		<category><![CDATA[Procuradoria Geral da República]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[Suoremo Tribunal Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudanças incluem quórum mais alto no Senado e exclusividade da PGR para apresentar denúncias; discussão ocorre em meio a movimentos no Congresso para ampliar mecanismos de controle sobre o Supremo O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quarta-feira (3) dispositivos da Lei do Impeachment que tratam do afastamento de ministros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3594821850" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Mudanças incluem quórum mais alto no Senado e exclusividade da PGR para apresentar denúncias; discussão ocorre em meio a movimentos no Congresso para ampliar mecanismos de controle sobre o Supremo<br /><br />O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quarta-feira (3) dispositivos da Lei do Impeachment que tratam do afastamento de ministros da Corte. A decisão, tomada em caráter liminar, atende a ações apresentadas pelo partido Solidariedade e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).<br /><br />O ponto central do despacho é a conclusão de que parte da legislação de 1950 não foi recepcionada pela Constituição de 1988. Entre os artigos suspensos estão aqueles que definem o quórum para abertura de processo de impeachment, a legitimidade para apresentação de denúncias e a possibilidade de questionar o mérito de decisões judiciais como crime de responsabilidade. O tema será levado a referendo do plenário do STF.<br /><br />Atualmente, a lei prevê maioria simples do Senado para autorizar um processo contra ministros do STF — 41 dos 81 senadores. Para Gilmar Mendes, esse quórum reduzido fragiliza garantias constitucionais, como vitaliciedade e inamovibilidade, e cria um desequilíbrio entre os Poderes. O ministro considerou mais adequado exigir o apoio de dois terços da Casa (54 senadores), mesmo patamar necessário para aprovar a indicação de um ministro do próprio Supremo. A mudança tem efeito imediato com a liminar.<br /><br />Outro ponto derrubado foi o artigo que autorizava qualquer cidadão a apresentar denúncia de crime de responsabilidade contra ministros do STF. Na avaliação do decano, essa regra estimula pedidos motivados por disputas políticas ou discordâncias jurídicas. Pela decisão, somente a Procuradoria-Geral da República (PGR) poderá apresentar uma denúncia desse tipo. Gilmar sustentou que, por se tratar de medida excepcional, o processo deve ser deflagrado por órgão com capacidade técnica para avaliar elementos concretos.<br /><br />O ministro também afastou a possibilidade de instaurar processos com base apenas no mérito de decisões judiciais — o chamado “crime de hermenêutica”. Segundo ele, divergências interpretativas são parte do exercício da função jurisdicional e não podem justificar processos de responsabilização. Além disso, Gilmar Mendes acompanhou parecer da PGR que apontou irregularidade em trechos sobre afastamento cautelar de ministros. Como um magistrado do STF não possui substituto, sua saída temporária poderia comprometer o funcionamento do tribunal.<br /><br />Ao justificar a decisão, Gilmar afirmou que o impeachment não pode ser utilizado como instrumento de intimidação do Judiciário. Para o ministro, a tentativa infundada de afastar um integrante da Suprema Corte fragiliza o Estado de Direito e mina a confiança nas instituições. A liminar foi concedida após o relator ouvir manifestações do Congresso, da Procuradoria-Geral da República e da Advocacia-Geral da União. O julgamento das ações (ADPFs 1.259 e 1.260) em plenário virtual está previsto para começar em 12 de dezembro.<br /><br />A discussão ocorre em meio a movimentos no Congresso para ampliar mecanismos de controle sobre o STF e após seguidas críticas de parlamentares a decisões da Corte. Desde a criação da Lei do Impeachment, nenhum ministro do Supremo foi removido do cargo, e apenas um — em 1969 — chegou a ser afastado temporariamente durante o regime militar.<br /><br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<item>
		<title>Confira as penas de Bolsonaro e mais sete condenados pelo Supremo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/confira-as-penas-de-bolsonaro-e-mais-sete-condenados-pelo-supremo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 14:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo]]></category>
		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeira Turma finalizou julgamento da ação da trama golpista A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) finalizou nesta quinta-feira (11) o julgamento da ação da trama golpista. Por 4 votos a 1, os ministros condenaram o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2560670621" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Primeira Turma finalizou julgamento da ação da trama golpista</p>
<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) finalizou nesta quinta-feira (11) o julgamento da ação da trama golpista.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1658371&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1658371&amp;o=node" /></p>
<p>Por 4 votos a 1, os ministros condenaram o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. </p>
<p><strong>A maioria dos réus foi condenada a mais de 20 anos de prisão em regime fechado.</strong></p>
<p>Apesar da definição do tempo de condenação, Bolsonaro e os demais réus não vão ser presos imediatamente. Eles ainda podem recorrer da decisão e tentar reverter as condenações. Somente se os eventuais recursos forem rejeitados, as prisões poderão ser efetivadas.</p>
<h2>Confira as penas definidas para os condenados: </h2>
<p>&#8211; Jair Bolsonaro – ex-presidente da República: 27 anos e três meses;</p>
<p>&#8211; Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro de Bolsonaro e candidato a vice-presidente na chapa de 2022: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/supremo-condena-braga-netto-26-anos-de-prisao-pela-trama-golpista" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">26 anos</a>;</p>
<p> &#8211; Almir Garnier &#8211; ex-comandante da Marinha: 24 anos; </p>
<p>&#8211; Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal: 24 anos;</p>
<p>&#8211; Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos; </p>
<p>&#8211; Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa: 19 anos; </p>
<p>&#8211; Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. 2 anos em regime aberto e garantia de liberdade pela delação premiada;</p>
<p>&#8211; Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 16 anos, um mês e 15 dias.</p>
<p>Ramagem foi condenado somente pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.</p>
<p>Ele é deputado federal e teve parte das acusações suspensas. A medida vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, ambos relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57444</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Fux cita incompetência do STF para julgar ação contra Bolsonaro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fux-cita-incompetencia-do-stf-para-julgar-acao-contra-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 14:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Fux]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Julgamento entrou no quarto dia Ao abrir seu voto no julgamento contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (10), o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que não cabe à Corte fazer julgamento político, mas agir com cautela e responsabilidade ao decidir o que é legal sob o ponto de vista criminal.  [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2379074281" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Julgamento entrou no quarto dia</p>
<p>Ao abrir seu voto no julgamento contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (10), o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que não cabe à Corte fazer julgamento político, mas agir com cautela e responsabilidade ao decidir o que é legal sob o ponto de vista criminal. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1658009&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1658009&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“Não compete ao Supremo Tribunal Federal realizar um juízo político do que é bom ou ruim, conveniente ou inconveniente, apropriado ou inapropriado. Compete a este tribunal afirmar o que é constitucional ou inconstitucional, legal ou ilegal”, disse Fux. </p>
</blockquote>
<p><strong>O ministro acrescentou que “trata-se de missão que exige objetividade, rigor técnico e minimalismo interpretativo. A fim de não se confundir o papel do julgador com o do agente político”. </strong></p>
<p>&#8220;Com a mesma cautela e responsabilidade que orientam a jurisdição constitucional, deve também o Poder Judiciário exercer sua atuação de igual maneira na esfera criminal”, afirmou Fux. </p>
<p>A Primeira Turma do Supremo retoma nesta quarta, com o voto de Fux, o julgamento sobre uma trama golpista que teria atuado para manter Bolsonaro no poder mesmo com derrota nas eleições de 2022. </p>
<h2>Acompanhe ao vivo<br /><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/7Fv9efyr0fw?si=EqYY41Nd_cBMDPy3" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></h2>
<p>Fux é o terceiro a votar, depois que os ministros Alexandre de Moraes, relator da ação penal, e o ministro Flávio Dino votaram pela condenação de todos os oito réus pelos cinco crimes imputados pela Procuradoria-Geral da República (PGR). </p>
<p>Luiz Fux já indicou que vai divergir em questões preliminares e também sobre o mérito do caso. Entre as divergências está a opinião de que a competência para julgar o caso não é do Supremo, mas da primeira instância da Justiça Federal. O ministro alertou que seu voto será longo. </p>
<p>Quem são os réus</p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;</li>
<li>Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
<li>Almir Garnier &#8211; ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;</li>
<li>Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;</li>
<li>Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro da Defesa e candidato a vice de Bolsonaro na chapa de 2022;</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</li>
</ul>
<h2>Crimes </h2>
<p>Todos os réus respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>A exceção é o caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A regra está prevista na Constituição. </p>
<p>A suspensão vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57389</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Entenda os próximos passos do julgamento de Bolsonaro no STF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/entenda-os-proximos-passos-do-julgamento-de-bolsonaro-no-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 13:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Votos começarão na sessão de terça-feira (9); confira ordem A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma na terça-feira (9) o julgamento do núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados.  O julgamento começou na semana passada, quando foram ouvidas as sustentações das defesas do ex-presidente e dos demais acusados, além [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3357382636" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Votos começarão na sessão de terça-feira (9); confira ordem</p>
<p><strong>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma na terça-feira (9) o julgamento do núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1657284&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1657284&amp;o=node" /></p>
<p>O julgamento começou na semana passada, quando foram ouvidas as sustentações das defesas do ex-presidente e dos demais acusados, além da manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, favorável à condenação de todos os réus.</p>
<p><strong>Nesta semana, o colegiado vai iniciar a votação que pode condenar Bolsonaro e os outros réus a mais de 30 anos de prisão.</strong></p>
<p><strong>Foram reservadas as sessões dos dias 9,10,11 e 12 de setembro para finalização do julgamento. </strong></p>
<p>Pesam contra os acusados a suposta participação na elaboração do plano &#8220;Punhal Verde e Amarelo&#8221;, com planejamento voltado ao sequestro e assassinato do ministro Alexandre de Moraes, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente, Geraldo Alckmin.</p>
<p>Também consta na denúncia da PGR a produção da chamada “minuta do golpe”, documento que seria de conhecimento de Jair Bolsonaro e serviria para a decretação de medidas de estado de defesa e de sítio no país para tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse de Lula.  A denúncia também cita o suposto envolvimento dos acusados com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023</p>
<h2>Quem são os réus?</h2>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;</li>
<li>Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
<li>Almir Garnier &#8211; ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;</li>
<li>Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;</li>
<li>Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022;</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</li>
</ul>
<h2>Próximos passos</h2>
<p><strong>Na terça-feira (9), às 9h, a sessão será aberta pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin. Em seguida, será passada a palavra ao relator, ministro Alexandre de Moraes, que será o primeiro a votar.</strong></p>
<p>Em sua manifestação, Moraes vai analisar questões preliminares suscitadas pelas defesas de Bolsonaro e dos demais acusados, como pedidos de nulidade da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e um dos réus, alegações de cerceamento de defesa, pedidos para retirar o caso do STF, além das solicitações de absolvição.</p>
<p>Moraes poderá solicitar que a turma delibere imediatamente sobre as questões preliminares ou deixar a análise desses quesitos para votação conjunta com o mérito. Após a abordagem das questões preliminares, Moraes se pronunciará sobre o mérito do processo, ou seja, se condena ou absolve os acusados e qual o tempo de cumprimento de pena.</p>
<h2>Sequência de votação</h2>
<p>Após o voto do relator, os demais integrantes da turma vão proferir seus votos na seguinte sequência:</p>
<ul>
<li>Flávio Dino;</li>
<li>Luiz Fux;</li>
<li>Cármen Lúcia;</li>
<li>Cristiano Zanin.</li>
</ul>
<p><strong>A maioria de votos pela condenação ou absolvição ocorrerá com três dos cinco votos do colegiado.</strong></p>
<h2>Prisão</h2>
<p><strong>A eventual prisão dos réus que forem condenados não vai ocorrer de forma automática após o julgamento e só poderá ser efetivada o após a análise dos recursos contra a condenação.</strong></p>
<h2>Recursos</h2>
<p>Em caso de condenação com um voto a favor da absolvição, Bolsonaro e os demais réus terão direito a mais um recurso para evitar a prisão, a ser analisado também pela Primeira Turma. A condição pode ser obtida com placar de 4 votos a 1, por exemplo.</p>
<p>Com a publicação do acórdão com o eventual placar desfavorável, as defesas poderão apresentar os chamados<strong> embargos de declaração</strong>, recurso que tem objetivo de esclarecer omissões e contradições no texto final do julgamento. <strong>Em geral, esse tipo de recurso não tem poder para rever o resultado do julgamento e costuma ser rejeitado. </strong></p>
<p><strong>Para conseguir que o caso seja julgado novamente e levado a plenário, os acusados precisam obter pelo menos dois votos pela absolvição, ou seja, placar mínimo de 3 votos a 2.  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57334</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ao vivo: acompanhe o 2° dia de julgamento de Bolsonaro no STF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ao-vivo-acompanhe-o-2-dia-de-julgamento-de-bolsonaro-no-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 13:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira, defesas de quatros dos réus serão ouvidas Nesta quarta-feira (3), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) dá continuidade ao julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pela trama golpista que tentou reverter o resultado das eleições de 2022. O grupo faz parte do núcleo crucial da denúncia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2318294734" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><div class="header-noticia full-width">
<div class="linha-fina-noticia">Nesta quarta-feira, defesas de quatros dos réus serão ouvidas</div>
</div>
<div></div>
<div>
<p><strong>Nesta quarta-feira (3), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) dá continuidade ao julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pela trama golpista que tentou reverter o resultado das eleições de 2022.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1656859&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1656859&amp;o=node" /></p>
<p>O grupo faz parte do núcleo crucial da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O julgamento teve início às 9h17.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Primeira Turma do STF -  julgamento da AP 2668 (Núcleo 1) - 3/9/2025" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/2KnsIBj3Scs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>Na retomada do julgamento nesta quarta, serão ouvidas as sustentações dos advogados de Bolsonaro; do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Augusto Heleno; do ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira e do general Braga Netto, ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022.</p>
<p>Foram destinadas oito sessões para análise do caso. A primeira foi realizada na última terça-feira (2). As demais foram marcadas para os dias 3, 9, 10 e 12 de setembro.</p>
<p><strong>A votação que vai condenar ou absolver os réus deve começar somente nas próximas sessões. As penas podem passar de 30 anos de prisão.  </strong></p>
<h2>Primeiro dia</h2>
<p>Ontem (3), o julgamento teve duas sessões, uma pela manhã e outra na parte da tarde. No início dos trabalhos, o relator, ministro Alexandre de Moraes, leu o relatório da ação penal, documento que contém o resumo de todas as etapas percorridas no processo, desde as investigações até a apresentação das alegações finais, última fase antes do julgamento.</p>
<p>Antes do relatório, Moraes fez um discurso de defesa enfática da soberania nacional e da independência da Justiça brasileira, e avisou que o STF não cederá a “pressões internas ou externas” ao julgar Bolsonaro.</p>
<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a condenação de Bolsonaro e dos demais acusados. Ao introduzir sua sustentação oral, Gonet proferiu uma fala contra a impunidade.</p>
<p>Na parte da tarde, foram ouvidos advogados de quatro réus: Mauro Cid, Alexandre Ramagem, Almir Garnier e Anderson Torres.</p>
<h2>Quem são os réus do Núcleo 1?</h2>
<p>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;<br />
Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);<br />
Almir Garnier &#8211; ex-comandante da Marinha;<br />
Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;<br />
Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);<br />
Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;<br />
Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022;<br />
Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
<div class="container-autoria"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57230</post-id>	</item>
		<item>
		<title>STF tem segurança reforçada para julgamento de trama golpista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-tem-seguranca-reforcada-para-julgamento-de-trama-golpista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 14:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[Polícia vai monitorar quem transita pela Praça dos Três Poderes O entorno do Supremo Tribunal Federal (STF) amanheceu com reforço de segurança nesta segunda-feira (1º), véspera do início do julgamento sobre uma trama golpista que teria tentado manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.  O efetivo extra de homens e viaturas da Polícia Militar do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1103806314" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Polícia vai monitorar quem transita pela Praça dos Três Poderes</p>
<p><strong>O entorno do Supremo Tribunal Federal (STF) amanheceu com reforço de segurança nesta segunda-feira (1º), véspera do início do julgamento sobre uma trama golpista que teria tentado manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1656603&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1656603&amp;o=node" /></p>
<p>O efetivo extra de homens e viaturas da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) deve ficar de prontidão ao menos até 12 de setembro, quando o julgamento já deverá ter sido encerrado, conforme o cronograma estipulado pelo Supremo. </p>
<p>A partir desta segunda-feira, começou a operar também uma Célula Presencial Integrada de Inteligência, instalada na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Distrito Federal. A estrutura reúne órgãos de segurança locais e nacionais, que fazem o monitoramento da movimentação de pessoas em Brasília e nas redes sociais com objetivo de lançar ações preventivas, se necessário. </p>
<p><strong>A partir desta terça-feira (2), os arredores do tribunal estarão submetidos a um esquema de segurança integrado entre a Polícia Judicial Federal e a SSP-DF.</strong> Aglomerações que caracterizem manifestações e qualquer tipo de acampamento nas proximidades estão proibidos. </p>
<p>Policiais farão o monitoramento de quem transita pela Praça dos Três Poderes e nas vias de acesso ao Supremo, incluindo abordagens e revista de mochilas e bolsas. Uma das preocupações maiores é com ações solitárias por parte de algum apoiador do ex-presidente. Serão feitas também varreduras diurnas e noturnas com drones de imagem térmica.</p>
<p><strong>Ainda que não sejam permitidas manifestações nas proximidades, o julgamento deve alterar a rotina da região central de Brasília, uma vez que mais de três mil pessoas se inscreveram para acompanhar o julgamento presencialmente, em vagas limitadas abertas ao público. Entre jornalistas nacionais e estrangeiros, mais de 501 profissionais pediram credenciamento. </strong></p>
<p>O principal alvo do julgamento é o próprio Bolsonaro, que não está obrigado a comparecer, mas pode acompanhar o caso em pessoa, caso queira. Para isso, contudo, é necessário autorização do ministro Alexandre de Moraes para o deslocamento, uma vez que o presidente foi colocado em prisão domiciliar pelo relator da ação penal. </p>
<p>Também têm o direito de comparecer ao julgamento os demais sete réus, entre militares e civis, todos ex-assessores próximos de Bolsonaro que foram acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de tentarem romper com a ordem democrática no Brasil. </p>
<p><strong>Não estão previstas interdições na Esplanada dos Ministérios durante a semana, somente para o desfile de 7 de setembro, que ocorre no sábado. Nesse caso, o fechamento da via ocorre a partir das 17h do dia 6, na altura da Catedral de Brasília e às 23hs, a partir da alça leste, logo após a Rodoviária do Plano Piloto.</strong></p>
<p>O acesso ao público estará aberto a partir das 6h do 7 de setembro. Estão proibidos itens como armas, objetos cortantes, substâncias inflamáveis, recipientes de vidro, fogos de artifício, mochilas de grande porte, barracas e drones sem autorização. </p>
<h2>Outras medidas</h2>
<p><strong>O Supremo Tribunal Federal se prepara &#8211; desde meados de agosto &#8211; para a realização do julgamento sobre a trama golpista bolsonarista. Desde o mês passado, cerca de 30 agentes da Polícia Judiciária foram enviados de diversos estados e outros dormem na sede do tribunal, em dormitórios montados para que fiquem de prontidão. </strong></p>
<p>Entre as precauções, houve também varreduras repetidas no edifício do Supremo e também na casa dos ministros da Primeira Turma, que, além de Moraes, é composta por Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino. </p>
<p><strong>Os réus do núcleo 1 da trama golpista respondem por cinco crimes, cuja pena somada pode ultrapassar os 40 anos de prisão. São eles: integrar organização criminosa armada, atentar violentamente contra o Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado por violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado da União. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fim do foro privilegiado é a pauta do ‘pacote da paz’ da oposição com mais chance de prosperar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 14:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
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					<description><![CDATA[Aliados de Jair Bolsonaro também pedem anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro e o impeachment de Alexandre de Moraes, mas presidentes das casas legislativas não estão dispostos a atendê-los A proposta de emenda constitucional que acaba com o foro privilegiado para a maioria das autoridades desponta como o ponto do chamado “pacote da paz” [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1660047225" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Aliados de Jair Bolsonaro também pedem anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro e o impeachment de Alexandre de Moraes, mas presidentes das casas legislativas não estão dispostos a atendê-los<br /><br />A proposta de emenda constitucional que acaba com o foro privilegiado para a maioria das autoridades desponta como o ponto do chamado “pacote da paz” — conjunto de medidas formulado por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro — com mais chances de avançar no Congresso. O texto, aprovado pelo Senado em 2017 e pronto para votação na Câmara, mantém o foro apenas para o presidente e o vice da República e para os presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF).<br /><br />O foro privilegiado garante que determinadas autoridades, como deputados, senadores e ministros de Estado, sejam julgadas diretamente por tribunais superiores. No caso dos parlamentares, as ações penais tramitam no STF. A justificativa histórica é proteger o exercício do cargo de perseguições políticas e decisões judiciais arbitrárias, mas críticos afirmam que o mecanismo pode ser usado como blindagem contra investigações.<br /><br />O tema voltou ao centro das negociações após o motim bolsonarista que ocupou o plenário da Câmara por cerca de 30 horas, em protesto contra a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. O impasse só foi encerrado após acordo costurado pelo ex-presidente da Casa Arthur Lira (PP-AL) com líderes partidários. Embora inicialmente tenha negado trocas para retomar o controle da sessão, o atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), indicou que pode pautar a proposta por reconhecer apoio amplo, inclusive na base do governo.<br /><br />Entre os aliados de Bolsonaro, a aposta é que a mudança possa retirar do STF e, em especial, da relatoria do ministro Alexandre de Moraes, o processo em que o ex-presidente é réu por tentativa de golpe de Estado. Juristas, porém, lembram que, no formato atual, a PEC não atinge ações já em andamento no Supremo. Para beneficiar Bolsonaro, seria necessário alterar o texto para que a nova regra retroagisse — o que demandaria novo debate e poderia gerar questionamentos jurídicos.<br /><br />A medida integra o “pacote da paz” defendido pela oposição, que também inclui a anistia ampla aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro e o impeachment de Moraes. Entre esses itens, o fim do foro é considerado o mais viável politicamente, já que atende ao interesse de parlamentares de diferentes partidos que respondem a inquéritos no STF e veem na mudança a possibilidade de recorrer a instâncias inferiores. Em entrevista à Jovem Pan, o senador Ciro Nogueira, ex-ministro de Bolsonaro, que ainda faz parte da cúpula de aliados do ex-mandatário, disse que não acreditar que há força na Casa para o afastamento do ministro do STF.<br /><br />Hoje, processos contra deputados e senadores têm apenas uma instância de julgamento, no próprio Supremo, sem direito a recurso em tribunais inferiores. Defensores da PEC argumentam que o fim do foro para a maioria das autoridades ampliaria a igualdade perante a lei e garantiria o duplo grau de jurisdição previsto para qualquer cidadão. Já opositores alertam para o risco de perseguições políticas na primeira instância e para a sobrecarga da Justiça comum. A votação do texto na Câmara exige dois turnos e o apoio mínimo de 308 deputados em cada um deles. Caso seja alterado, o projeto precisará voltar ao Senado.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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