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	<title>Solimões - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Solimões - Portal NDC</title>
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		<title>Volume de sedimentos retirados na dragagem do Solimões equivale a 760 piscinas olímpicas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/volume-de-sedimentos-retirados-na-dragagem-do-solimoes-equivale-a-760-piscinas-olimpicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 19:07:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Dnit]]></category>
		<category><![CDATA[PADMA]]></category>
		<category><![CDATA[Solimões]]></category>
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					<description><![CDATA[O Dnit informou que as obras de dragagem no rio Solimões, no trecho entre os municípios de Coari e Codajás, já movimentaram 1,9 milhão de metros cúbicos de sedimentos desde o início das operações, em outubro de 2024. Para se ter ideia, uma piscina olímpica tem cerca de 2.500 metros cúbicos de água. Assim, 1,9 milhão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1539665695" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O Dnit informou que as obras de dragagem no rio Solimões, no trecho entre os municípios de Coari e Codajás, já movimentaram 1,9 milhão de metros cúbicos de sedimentos desde o início das operações, em outubro de 2024.</p>
<p>Para se ter ideia, uma piscina olímpica tem cerca de 2.500 metros cúbicos de água. Assim, 1,9 milhão de metros cúbicos equivale a 760 piscinas olímpicas.</p>
<p>Essas obras fazem parte do Plano Anual de Dragagem de Manutenção Aquaviária (PADMA) e do Plano de Sinalização Náutica do Amazonas.</p>
<p>O objetivo é assegurar a navegabilidade em rotas essenciais da região, como Manaus-Itacoatiara, Tabatinga-Benjamin Constant, Benjamin Constant-São Paulo de Olivença e Coari-Codajás.</p>
<p>Segundo a última atualização do Dnit, na quarta-feira (15), dragagem está sendo realizada em uma área crítica conhecida como Paraná do Abacate, entre a Ilha de Juçara e a Ilha do Trocari, abrangendo aproximadamente 30 quilômetros.</p>
<p>A técnica utilizada é a de sucção e recalque, que emprega bombas para retirar sedimentos do fundo do rio, garantindo condições adequadas de navegação.</p>
<p>O investimento total estimado para o projeto é de R$ 400 milhões, com uma execução planejada para ocorrer ao longo de cinco anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: RealTime1</em></p>
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		<title>Manejo sustentável do pirarucu garante renda para duas mil famílias no Médio Solimões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/manejo-sustentavel-do-pirarucu-garante-renda-para-duas-mil-familias-no-medio-solimoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2024 16:13:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Fonte Boa]]></category>
		<category><![CDATA[Interior do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Manejo]]></category>
		<category><![CDATA[PIRARUCU]]></category>
		<category><![CDATA[Solimões]]></category>
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					<description><![CDATA[O município de Fonte Boa, no interior do Amazonas, se destaca com a maior área de manejo sustentável de pirarucu do mundo. O manejo sustentável do pirarucu tem garantido a preservação da espécie e gerado emprego e renda para duas mil famílias no Médio Solimões, no Amazonas. O município de Fonte Boa, no interior do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-975777243" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O município de Fonte Boa, no interior do Amazonas, se destaca com a maior área de manejo sustentável de pirarucu do mundo.<br /><br />O manejo sustentável do pirarucu tem garantido a preservação da espécie e gerado emprego e renda para duas mil famílias no Médio Solimões, no Amazonas. O município de Fonte Boa, no interior do estado, se destaca com a maior área de manejo sustentável de pirarucu do mundo.</p>
<div id="chunk-aeef2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No município existem 800 lagos nos quais já foram retirados cerca de 30 mil pirarucus, o que beneficiou diretamente 100 famílias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-uj7u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="36" data-block-id="8">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A gente ta no décimo primeiro manejo e isso pra nós foi um sucesso financeiramente, é mais uma renda pra quem vive na comunidade&#8221;, afirma o coordenador do acordo de pesca do Paran Jacar, Henrique Alcione.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-ca0eq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O manejo, realizado entre os meses de novembro e janeiro. Durante a época, pescadores fazem a contagem da população da espécie para determinar a quantidade a ser pescada.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4smr9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="46" data-block-id="10">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A gente faz a contagem do peixe e tira até 30% do pescado, os outros 70% ficam para recompor na natureza e a gente trabalha todos os dias pra que quando chegue essa época a gente tenha o peixe com fartura&#8221;, explica o pescador Aberlan Matos.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-78lfq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Nesse período, baixo nível do rio que dificulta o acesso ao lago onde é feito o manejo sustentável do pirarucu em Fonte Boa, mas isso não impede o trabalho dos pescadores, nem da fiscalização.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d5uki">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Por 30 dias uma equipe formada por técnicos do Ibama e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), acompanharam de perto os trabalhos para garantir que, depois de capturado, o peixe seja tratado e identificado com um lacre numerado para ser comercializado de forma legal.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8qd8v">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Através desse lacre você vai saber o tamanho do peixe, o peso, se ele é fêmea ou macho. Ter esse lacre é ter um controle pelo Ibama&#8221;, explica o técnico do Ibama, Walmir Nogueira.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
<div id="chunk-8s6um">
<div class="block-podcast"> </div>
</div>
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		<item>
		<title>Rio Solimões volta a secar na região da Tríplice Fronteira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rio-solimoes-volta-a-secar-na-regiao-da-triplice-fronteira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 14:06:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia']]></category>
		<category><![CDATA[Peru]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Solimões]]></category>
		<category><![CDATA[Solimões]]></category>
		<category><![CDATA[Tríplice Fronteira]]></category>
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					<description><![CDATA[Solimões voltou a secar no último domingo (14) e até segunda-feira (15) baixou mais seis centímetros, atingindo a cota de 5,76m. Apesar de apresentar subidas repentinas no volume de água, o Rio Solimões continua secando na região da tríplice fronteira entre o Brasil, Peru e Colômbia. Desde o mês de junho, quando começou o processo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3414598992" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Solimões voltou a secar no último domingo (14) e até segunda-feira (15) baixou mais seis centímetros, atingindo a cota de 5,76m.<br /><br />Apesar de apresentar subidas repentinas no volume de água, o Rio Solimões continua secando na região da tríplice fronteira entre o Brasil, Peru e Colômbia.<br /><br />Desde o mês de junho, quando começou o processo de estiagem na região, o nível do Rio Solimões tem variado. Conhecido como repiquete, essas subidas repentinas duram, em média, três dias. A última elevação ocorreu entre os dias 11 e 13 de julho, quando o rio subiu dezessete centímetros.<br /><br />O Solimões voltou a secar no último domingo (14) e até segunda-feira (15), baixou mais seis centímetros, atingindo a cota de 5,76m.<br /><br />Dos vinte municípios em situação de emergência no Amazonas por causa da estiagem, sete estão na região do Alto Solimões. Tabatinga, Benjamin Constant, Atalaia do Norte, São Paulo de Olivença, Amaturá, Santo Antônio do Içá e Tonantins.<br /><br />Por causa da seca, algumas embarcações que trazem cargas e passageiros de Manaus não estão viajando mais para a cidade de Benjamin Constant. Algumas comunidades rurais já enfrentam dificuldades de acesso fluvial para chegar as sedes dos municípios.<br /><br />O menor nível registrado no Rio Solimões pelo Serviço Geológico do Brasil foi em 11 de outubro de 2010, quando as águas chegaram a cota de -0,86m.</p>
<div id="chunk-7sbmg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>20 cidades em emergência</h2>
</div>
</div>
</div>
<p>Por conta a estiagem, o Amazonas decretou estado de emergência em 20 municípios, situados nas calhas do Juruá, Purus e alto Solimões, por conta da seca que atinge os rios no estado. O decreto têm duração de 180 dias.<br /><br />Além disso, o governo também decretou emergência ambiental no estado devido as queimadas registradas no sul do Amazonas, Manaus e região</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1 AM</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lei de autoria do deputado Cristiano D’Angelo declara farinha do uarini como Patrimônio Cultural do Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lei-de-autoria-do-deputado-cristiano-dangelo-declara-farinha-do-uarini-como-patrimonio-cultural-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 22:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[farinha]]></category>
		<category><![CDATA[farinha do uarini]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Solimões]]></category>
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					<description><![CDATA[A farinha favorita da população amazonense, produzida por comunidades ribeirinhas da região do médio Solimões, no Amazonas, denominada farinha do uarini, foi reconhecida como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Amazonas. A Lei nº 6.794/2024, sancionada pelo Governo do Amazonas, de autoria do deputado Cristiano D’Angelo (MDB), ressalta a importância deste produto, fruto de mão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2934440021" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A farinha favorita da população amazonense, produzida por comunidades ribeirinhas da região do médio Solimões, no Amazonas, denominada farinha do uarini, foi reconhecida como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Amazonas.<br /><br />A Lei nº 6.794/2024, sancionada pelo Governo do Amazonas, de autoria do deputado Cristiano D’Angelo (MDB), ressalta a importância deste produto, fruto de mão de obra familiar e a valorização do processo de fabricação sustentável e ecológico.<br /><br />A cidade de Uarini (distante a 564 quilômetros de Manaus) localizada na região conhecida como Triângulo Jutaí/Solimões/Juruá, é produtora da farinha. A farinha do uarini é uma das favoritas, conhecida como “ovinha”, e é produzida por mandioca fermentada.</p>
<div id="attachment_37997" style="width: 869px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-37997" class="size-full wp-image-37997" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Capturar-178.jpg" alt="" width="859" height="487" /><p id="caption-attachment-37997" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução / Viagens pela Amazônia / Amazon Sat</p></div>
<p>“É importante destacar o quanto os produtores de farinha regional, respeitam o ecossistema da região, preservam a integridade do solo e não usam adubos químicos. Nosso produto é uma opção mais saudável e natural comparada às farinhas extremamente processadas que encontramos nos mercados “, destaca o parlamentar.<br /><br />A Lei chama a atenção para o grande consumo de farinha entre os visitantes da região Norte, tornando o mercado rentável para os microempreendedores, sobretudo para as comunidades ribeirinhas, a partir dos conhecimentos de produção da população indígena.<br /><br />A farinha do uarini é escoada tanto para os mercados da capital, quanto para os demais municípios do Estado. “Além de fornecer a alimentação para os caboclos e ribeirinhos, os principais produtores se sobressaem pelas práticas tradicionais, como a preservação florestal e a preservação da história destes agricultores, o que deve ser valorizado”, enaltece o deputado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Assessoria </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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