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	<title>sistema SUS - Portal NDC</title>
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		<title>Estudantes de Harvard visitam o AM para estudarem o sistema do SUS e o combate à malária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 01:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Os desafios e os avanços da Prefeitura de Manaus na rede de promoção da saúde e as ações de prevenção e combate à malária em comunidades fluviais foram apresentados nesta terça-feira (9/1), para 30 estudantes de pós-graduação da Universidade Harvard, que visitaram a Unidade de Saúde da Família (USF) Nossa Senhora de Fátima, localizada na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3946878538" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Os desafios e os avanços da Prefeitura de Manaus na rede de promoção da saúde e as ações de prevenção e combate à malária em comunidades fluviais foram apresentados nesta terça-feira (9/1), para 30 estudantes de pós-graduação da Universidade Harvard, que visitaram a Unidade de Saúde da Família (USF) Nossa Senhora de Fátima, localizada na região do Tarumã-Mirim, a 6,5 quilômetros da área urbana da capital.</p>
<p>A visita teve o objetivo de entender o trabalho do Sistema Único de Saúde (SUS) em uma unidade básica ribeirinha, considerando as demandas da população e as particularidades da região.</p>
<p>A iniciativa integra a programação do Curso Colaborativo de Campo em Saúde Pública Púbica Harvard-Brasil 2024, articulada entre a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), Fundação de Vigilância em Saúde Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) e Universidade do Estado do Amazonas (UEA) com a Escola de Saúde Pública Harvard TH Chan (HSPH).</p>
<p>O subsecretário municipal de Gestão da Saúde, Djalma Coelho, destacou que a visita foi fundamental para que os estudantes vissem na prática como é funcionamento do SUS, um sistema de saúde que permite que todos sejam atendidos, sem distinção de classe social.</p>
<p>“O SUS é uma conquista social importantíssima. O Brasil é um país que se destaca com um sistema de cuidados à saúde em todos os níveis de atenção. Muitas vezes esquecemos do quanto precisamos valorizá-lo. Isso ganha reforço quando profissionais de saúde de outros países nos visitam e demostram admiração pelas ações desenvolvidas em comunidades fluviais, que têm características muito específicas e demandam atenção redobrada”, acentuou Djalma.</p>
<h3>Rotina</h3>
<p>Os 30 estudantes de pós-graduação (médicos, nutricionistas, odontólogos, dentre outros) &#8211; 15 brasileiros e 15 estrangeiros -, fazem parte da 16ª turma do curso, conheceram as ações realizadas pelas duas equipes de Estratégia Saúde da Família da USF Nossa Senhora de Fátima, gerenciada pela Semsa, que também é referência para os moradores das comunidades Abelha, Ebenezer, Livramento e Acurali, localizadas naquela região.</p>
<p>O diretor do Distrito de Saúde Rural (Disa Rural), Rubens Santos Souza, conduziu a visitação, que também contou com a participação das equipes da FVS-RCP. Ele explicou os desafios que as equipes de Estratégia Saúde da Família enfrentam para realizar ações de prevenção e promoção à saúde aos usuários do SUS.</p>
<p>“A visita foi muito importante para que mostrássemos o quanto a natureza impacta a rotina numa região peculiar como a nossa. Em 2023 tivermos uma estiagem severa e agora estamos no período de muitas chuvas, mas mesmo com esses fenômenos não deixamos de ofertar nossos serviços da atenção primária”, acentuou;</p>
<h3>Prevenção e controle à malária</h3>
<p>O Laboratório de Endemias Nossa Senhora de Fátima, que também funciona na comunidade, foi outro ponto de visita. A gerente de Vigilância Ambiental e Controle de Agravos e Vetores da Semsa, Alinne Antolini, explicou sobre as ações desenvolvidas pelo programa da malária da Semsa, que envolve uma série de ações coordenadas e integradas entre as áreas de vigilância e assistência e contam com o apoio dos agentes de endemia, que realizam a busca ativa de casos, buscam pacientes sintomáticos, realizam o exame e levam o material para o diagnóstico laboratorial.</p>
<p>“Quando o resultado é positivo, o microscopista já separa a medicação, que é levada pelo agente de endemias à residência, quando necessário. Nas comunidades em que há laboratório, o paciente já sai com essa medicação e todas as orientações para o tratamento adequado durante o período”.</p>
<p>Alinne acrescentou que ações de controle vetorial também são realizadas. Um trabalho que compreende ações de entomologia, no qual é feita avaliação, monitoramento e tratamento de possíveis criadouros para o mosquito vetor da malária.</p>
<p>“Temos também ações de controle vetorial com inseticida, que a gente chama de controle vetorial químico, em localidades que registram aumento do número de casos positivos e ações de implantação e monitoramento de mosquiteiros impregnados. Todas essas ações são coordenadas e integradas, todas acontecem de forma paralela”, reforçou Alinne.</p>
<h3>Desafio</h3>
<p>A chefe do Departamento de Saúde Global e População na Escola de Saúde Pública de Harvard, Marcia Castro, que coordena a capacitação, assinalou que a ideia do curso nasceu da compreensão de que a saúde não está restrita à sala de aula, mas relacionada a vivências práticas que permitem a identificação de desafios, oportunidades e busca de soluções em realidades diferenciadas e dinâmicas.</p>
<p>“Esse curso já aconteceu em Fortaleza, Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo, Salvador e pela primeira vez está sendo feito no Amazonas, que era um sonho antigo que eu tinha, uma vez que trabalho na região desde 1999.É um curso transformador para a carreira e para a vida não só para os que vêm de Harvard, mas também para os brasileiros, que muitas vezes não tem ideia quanto o SUS é desafiador. Tenho certeza de todos sairão com sua formação aprimorada”.</p>
<h3>Universalidade</h3>
<p>A nutricionista americana Lexi Faina, destacou que o aspecto mais interessante na visitação foi a gratuidade do SUS, uma realidade bem diferente da vivenciada pelos norte-americanos. “As abordagens junto aos ribeirinhos me deixaram muito impressionada porque vi que as pessoas conseguem ter acesso à saúde. É bem diferente do sistema americano, em que tudo é pago. Outro ponto foi o trabalho dos agentes de saúde e das unidades fluviais que fornecem atendimento, medicamentos. As pessoas muitas vezes nem precisam sair de suas casas para receber medicamentos”, pontuou.</p>
<p>A programação do curso colaborativo de campo, que iniciou no dia 3/1, prossegue até o dia 19/1. Nesta quarta-feira, 10/1, está prevista visita à Comunidade Parque das Tribos, na zona Oeste, onde grupo conhecerá outras ações de promoção à saúde oferecidas pela rede municipal. As formas de prevenção e fluxo de atendimento aos casos de tuberculose, Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e HIV/Aids, dengue, Zika e Chikungunya, dentre outros agravos, também estão incluídos no roteiro de estudos.</p>
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<p>Com informações da assessoria.</p>
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		<title>Doação de órgão salva vida de apresentador após recusa de paciente em lista de prioridade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 14:47:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Famosos e Tv]]></category>
		<category><![CDATA[Faustão]]></category>
		<category><![CDATA[hospital Albert Einstein]]></category>
		<category><![CDATA[lista de prioridade]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Transplante de coração]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo afirmou no domingo (27), em nota, que a doação de órgão que possibilitou o transplante cardíaco realizado pelo apresentador Fausto Silva, ocorreu depois que paciente que estava em primeiro lugar na lista de prioridade, recusar o órgão. O hospital Albert Einstein, em São Paulo, recebeu, ainda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3819901680" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo afirmou no domingo (27), em nota, que a doação de órgão que possibilitou o transplante cardíaco realizado pelo apresentador Fausto Silva, ocorreu depois que paciente que estava em primeiro lugar na lista de prioridade, recusar o órgão.</p>
<p>O hospital Albert Einstein, em São Paulo, recebeu, ainda no domingo, um coração para transplante e, com isso, Faustão foi operado.</p>
<p>O hospital informou que foi contatado pela Central de Transplantes do Estado de São Paulo na madrugada de domingo, “quando foi iniciada a avaliação sobre a compatibilidade do órgão, levando em consideração o tipo sanguíneo B”. Segundo o boletim, a cirurgia aconteceu no início da tarde e durou cerca de duas horas e 30 minutos.</p>
<p>De acordo com a secretaria, a seleção gerada para a oferta do coração, feita no sistema informatizado de gerenciamento do sistema estadual de transplantes, trouxe 12 pacientes que atendiam aos requisitos. Destes, quatro estavam priorizados, e Faustão ocupava a segunda posição nesta lista de prioridade.</p>
<p>A equipe responsável pelo transplante do paciente que ocupava a primeira posição na lista decidiu, por motivos não divulgados pela secretaria, recusar o órgão e, assim, a oferta passou para o segundo da lista, Faustão.</p>
<p>Em nota, a Secretaria da Saúde paulista afirmou que o tempo de espera por um transplante de coração para potenciais receptores do grupo sanguíneo B, como no caso de Faustão, é de 1 a 3 meses. “Em casos priorizados este tempo é reduzido devido a eminente condição de morte do potencial receptor”, diz o comunicado.</p>
<p>O Ministério da Saúde afirmou, neste domingo, em nota, que Faustão foi “priorizado na fila de espera em razão de seu estado muito grave de saúde”.</p>
<h3>Priorizado por causa do estado de saúde</h3>
<p>Uma média estimada pelo HCor, hospital em São Paulo referência no tratamento de doenças do coração, aponta que a espera para casos mais graves de insuficiência cardíaca pode demorar de dois a três meses por um coração. Quando o risco é menor, o tempo de espera pode chegar a 18 meses.</p>
<p>Em boletim médico divulgado anteriormente, a equipe do hospital Albert Einstein detalhou um quadro de prioridade de Faustão para o procedimento. O apresentador estava sob cuidados intensivos, fazendo uso de medicamentos para auxílio na força de bombeamento do coração.</p>
<p>Ele também estava sendo submetido a diálise, processo artificial para remover os resíduos e excesso de líquidos do corpo, necessário quando os rins não estão funcionando adequadamente.</p>
<p>“Nesta fila de prioridade, a chance do transplante acontecer mais rapidamente é realmente concreta, visto que os corações oferecidos em doação serão primeiramente direcionados para pacientes em estado mais grave. De qualquer forma, mesmo em prioridade, existe a necessidade de um mínimo de compatibilidade entre doador e receptor, quanto aos aspectos de biotipo físico e algumas provas imunológicas”, explicou o cirurgião cardiovascular Edmo Atique Gabriel.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, a lista para transplantes é única e vale tanto para os pacientes do SUS quanto para os da rede privada.</p>
<p>Porém, cada estado ou região organiza a sua própria lista e todas são monitoradas pelo sistema e outros órgãos de controle federais. A fiscalização é feita para que nenhuma pessoa conste em duas listas diferentes e que nenhuma norma legal seja desrespeitada.</p>
<p>De acordo com o hospital, Fausto Silva havia sido incluído na fila única de transplantes do estado de São Paulo, que é regulada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.</p>
<p>“A lista de espera por um órgão funciona baseada em critérios técnicos, em que tipagem sanguínea, compatibilidade de peso e altura, compatibilidade genética e critérios de gravidade distintos para cada órgão determinam a ordem de pacientes a serem transplantados. Quando os critérios técnicos são semelhantes, a ordem cronológica de cadastro, ou seja, a ordem de chegada, funciona como critério de desempate. Pacientes em estado crítico são atendidos com prioridade, em razão de sua condição clínica”, afirmou o Ministério da Saúde em comunicado.</p>
<p>Em entrevista à CNN, o presidente da Associação Brasileira de Transplante de Órgaos (ABTO), o nefrologista Gustavo Fernandes Ferreira, afirmou que o tempo para que Faustão recebesse um coração após ter entrado na fila de espera de transplantes mostra que “os critérios de alocação de órgãos no Brasil funcionaram” (veja abaixo a entrevista na íntegra).</p>
<p>Isto porque, disse ele, no caso do coração, a gravidade do paciente na espera é um dos principais critérios para decisão no direcionamento do órgão.</p>
<p>“Há critérios específicos de alocação de órgãos por gravidade”, disse o presidente da ABTO em entrevista à CNN.</p>
<p>“Demonstra que o sistema brasileira funciona, quando uma pessoa que está efetivamente necessitando, no caso do coração, que tem critérios de priorização no transplante, tenha conseguido chegar a transplantar.”</p>
<h3>Critérios</h3>
<p>Ferreira explica que os critérios de encaminhamento à fila nacional de transplantes variam de acordo com os órgãos.</p>
<p>Para alguns, como o coração, fígado e pulmão, a gravidade no estado do paciente é um critério de priorização.</p>
<p>Em outros, caso dos rins ou pâncreas, pesa principalmente a compatibilidade entre o doador e o receptor.</p>
<p>“Hoje todo o sistema de transplante é regulado pelo Ministério da Saúde, com uma lista única, em que cada órgão tem os seus próprios critérios de alocação”, disse o médico.</p>
<p>Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que a estrutura de transplantes no país é gerenciada pela pasta, “que assegura que cirurgias de alta complexidade sejam realizadas para pacientes da rede pública e privada, em situação de igualdade”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
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