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	<title>Sindarma - Portal NDC</title>
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		<title>Sindarma realiza reunião em combate a pirataria fluvial no AM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 22:05:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Ampliar a quantidade de bases, equipamentos e de operações policiais nos rios, apoio político para criação imediata da Polícia Hidroviária Federal e intensificar as fiscalizações da Secretaria de Fazenda do Amazonas (Sefaz), sobre a comercialização de combustível no interior do Estado. Estas foram as propostas apresentadas pelo presidente do Sindicato das Empresas de Navegação [&#8230;]]]></description>
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<p>Ampliar a quantidade de bases, equipamentos e de operações policiais nos rios, apoio político para criação imediata da Polícia Hidroviária Federal e intensificar as fiscalizações da Secretaria de Fazenda do Amazonas (Sefaz), sobre a comercialização de combustível no interior do Estado.</p>
<p>Estas foram as propostas apresentadas pelo presidente do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma), Galdino Alencar Júnior, para o combate à pirataria e ao tráfico de drogas nos rios do Amazonas, em audiência pública realizada na tarde de ontem (21), na Assembleia Legislativa, proposta pelo deputado estadual Dan Câmara.</p>
<p>Durante a reunião, com a participação de representantes das polícias Federal, Militar e Civil, Marinha e entidades como a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e os ministérios públicos Federal e Estadual, Alencar também falou sobre as escoltas armadas privadas contratadas pelas transportadoras que reduziram drasticamente as abordagens e roubos de cargas no Amazonas.</p>
<p>“Há dois anos atingimos a marca de R$ 100 milhões de prejuízos provocados por piratas. Esse número está caindo, mas não significa que acabou. Todos os dias há tentativas e trocas de tiros nos rios evitadas pelos seguranças privados, que tem um número limitado de munição, enquanto os piratas vem com metralhadoras e todo tipo de arma. Se um dia, uma balsa com combustível explodir, o mundo vai perceber a gravidade do que acontece no Amazonas”, alertou Galdino.</p>
<h3>Nota fiscal</h3>
<p>Além da presença policial e instalação de novas bases nas calhas dos rios, o presidente do Sindarma também destacou a necessidade da Sefaz atuar com rigor na fiscalização e controle sobre a comercialização de combustível nos municípios do interior.</p>
<p>Segundo Galdino, em muitos rios do estado é possível inclusive, encontrar faixas penduradas nas margens anunciando a venda de combustível livremente.</p>
<p>“O combustível roubado tem um destino. Se a Secretaria de Fazenda pudesse atuar juntamente com as operações policiais para ver quem recebe e vende o produto, cobrando notas fiscais e a procedência em postos e pontões (postos de gasolina no meio dos rios), poderíamos identificar com mais facilidade quem está financiando a pirataria e o crime organizado”, destacou.</p>
<p>Durante a audiência, o dirigente do Sindarma também afirmou que as quadrilhas estão capitalizadas e fortemente armas, e que o sindicato se coloca à disposição, para auxiliar os poderes públicos e forças de segurança a combater a pirataria.</p>
<p>“Precisamos unir forças. Antes a nossa maior preocupação na navegação eram questões naturais, como pedras e troncos nos rios. Hoje, rezamos e torcemos para que os tripulantes possam chegar ao destino com segurança, saúde e que não aconteça nenhum assalto”, explicou Galdino</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da assessoria</p>
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		<title>Por falta de segurança, empresas de transporte fluvial de cargas no Amazonas ameaçam parar</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/por-falta-de-seguranca-empresas-de-transporte-fluvial-de-cargas-no-amazonas-ameacam-parar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 18:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sindarma]]></category>
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					<description><![CDATA[Após mais um assalto milionário cometido por ‘piratas do rio’ no Rio Madeira, esta semana, as empresas transportadoras de navegação do Amazonas informaram, nesta sexta-feira (24/06), que avaliam parar suas atividades por tempo indeterminado até que tenham condições de segurança, e suporte das distribuidoras de combustível quanto aos prejuízos, que atualmente ficam totalmente a cargo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1894536131" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Após mais um assalto milionário cometido por ‘piratas do rio’ no Rio Madeira, esta semana, as empresas transportadoras de navegação do Amazonas informaram, nesta sexta-feira (24/06), que avaliam parar suas atividades por tempo indeterminado até que tenham condições de segurança, e suporte das distribuidoras de combustível quanto aos prejuízos, que atualmente ficam totalmente a cargo das empresas.<br /><br />Em reunião na tarde de ontem (23/06) no Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Amazonas (Sindarma), os empresários decidiram convocar uma Assembleia Geral na próxima quinta-feira (29), para votar a paralisação diante dos mais de R$ 20 milhões de perdas com ataques piratas, somente em roubos de combustíveis, nos seis primeiros meses de 2022.<br /><br />De acordo com o presidente do Sindarma, Galdino Alencar Júnior, neste valor não estão contabilizadas as perdas com equipamentos das embarcações levadas e destruídas pelos piratas e, principalmente, com a saúde e a segurança dos tripulantes, que em muitos destes ataques são agredidos, torturados e até mutilados pelos criminosos.<br /><br />“Não queremos chegar a este ponto de parar, mas estamos no limite humano e econômico para manter a atividade. Atualmente não conseguimos sequer formar uma tripulação para certas rotas porque ninguém vai arriscar a vida sabendo que pode morrer ou levar um tiro. As transportadoras ficam com todo o ônus pelas cargas roubadas, porque as seguradoras se recusam a fazer e renovar os contratos, e as distribuidoras, que são as donas do produto (combustível), não querem arcar ou ajudar com as perdas”, afirmou Galdino.<br /><br /><strong>Ambiente</strong><br /><br />O presidente do Sindarma também acrescenta que além dos roubos efetivados, muitos outros foram evitados pela ação das escoltas armadas contratados pelas próprias empresas que acompanham as embarcações e que representam um custo adicional que duplica os gastos com a tripulação.<br /><br />“A situação nos rios é muito grave. Toda semana temos trocas de tiros com as quadrilhas resultando em embarcações perfuradas e marinheiros abalados. Além da questão humana e econômica, a qualquer momento poderá acontecer uma tragédia ambiental sem precedentes caso uma balsa com milhões de litros de combustível exploda ou sofra um vazamento em um destes ataques”, alertou Galdino.<br /><br /><strong>Desabastecimento</strong><br /><br />Para o vice-presidente do Sindarma, Madson Nóbrega, apesar das constantes reuniões da entidade com a Secretaria Estadual de Segurança, Marinha do Brasil e demais órgãos públicos que atuam no setor, os ataques piratas não cessaram.<br /><br />Nóbrega também acrescenta que uma possível paralisação das transportadoras poderá ter reflexos no abastecimento de produtos de primeira necessidade, como alimentos e combustível, nos municípios do interior do Amazonas e também no escoamento via balsas, de parte da produção do Polo Industrial de Manaus, que segue via fluvial até Porto Velho (RO).<br /><br />“Estamos fazendo tudo que está ao nosso alcance para manter o abastecimento nos municípios, mas precisamos resolver esta situação ou o transporte fluvial no Amazonas, uma das atividades mais importantes e tradicionais do estado, vai quebrar e afetar a economia e principalmente a vida de milhões de pessoas”, destacou Nóbrega<br /><br /><strong>Impunidade</strong><br /><br />O proprietário da embarcação atacada por piratas nesta semana (que pediu para não ter o nome revelado por questões de segurança) relatou durante a reunião no Sindarma, que os piratas abordaram e renderam o comboio de combustíveis no Rio Madeira, no trecho entre Borba e Humaitá.<br /><br />Na ação, renderam os tripulantes com fuzis e escopetas, e por quatro dias, navegaram com tranquilidade vendendo o produto para atravessadores, garimpeiros ilegais e comunidades na região.<br /><br />“Durante todo esse tempo, eles desligaram o rastreador via satélite e os seis marinheiros ficaram trancados em um quarto minúsculo, sobrevivendo com pão e água, enquanto vendiam o combustível. No total, foram mais de 1 milhão de litros de gasolina que agora terei que arcar sozinho. Não sei se ainda vale continuar neste ramo, porque amanhã poderá acontecer outro assalto e não há como manter a empresa funcionando desse jeito”, acrescentou.</p>
<p>Foto: Divulgação</p>
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