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	<title>Shein - Portal NDC</title>
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		<title>Isenção de compras de até US$ 50 na Shein e AliExpress vai acabar? Entenda a discussão no Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 18:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[AliExpress]]></category>
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		<category><![CDATA[discussão]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto esteve na pauta da Câmara dos Deputados nos últimos dias, mas não foi colocado para votação pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL) A discussão em torno do imposto de importação para compras de até US$ 50 em sites internacionais, como Shein e AliExpress, ganhou novos capítulos nas últimas semanas. O relator do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3887724615" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O projeto esteve na pauta da Câmara dos Deputados nos últimos dias, mas não foi colocado para votação pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL)<br /><br />A discussão em torno do imposto de importação para compras de até US$ 50 em sites internacionais, como Shein e AliExpress, ganhou novos capítulos nas últimas semanas. O relator do projeto que cria o Mover, o deputado Átila Lira, incluiu em seu relatório um trecho que determina o fim da faixa de isenção para o varejo internacional.<br /><br />O projeto esteve na pauta da Câmara dos Deputados nos últimos dias, mas não foi colocado para votação pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). Existe a expectativa que a proposta, que tramita em regime de urgência, seja apreciada pelos parlamentares na próxima semana. Caso seja aprovado na Câmara, o projeto ainda terá que tramitar no Senado. <br /><br />principal argumento de Átila para acabar com a faixa de isenção ao varejo estrangeiro é o “desequilíbrio com os produtos fabricados no Brasil, que pagam todos os impostos”.<br /><br />Em entrevista à EXAME, o deputado afirmou que a mudança é uma demanda do governo, na figura do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Geraldo Alckmin.<br /><br />“Acredito que temos votos para aprovar a matéria sem o apoio do PT. Estamos conversando e negociando”, disse. &#8220;Só vamos votar o Mover com a inclusão dessa medida que resolve a questão da indústria e varejo nacional&#8221;, concluiu o relator.<br /><br />O PT se divide sobre a questão. Uma ala do partido, liderada pelo deputado Paulo Guedes, autor de um projeto que sugere a manutenção da isenção para compras de até US$ 50 e diminuição da alíquota, defende que o fim da isenção não seja votado dentro do programa Mover. Outros deputados da sigla, alinhados ao Ministério da Fazenda, avaliam que a retomada da taxação é necessária não só para igualar os sites estrangeiros ao varejo nacional, mas também como instrumento de arrecadação.<br /><br />Varejistas chinesas falam em maior imposto do mundo e empresas brasileiras defendem o fim da isenção<br />As varejistas internacionais, principalmente Shein e AliExpress, se movimentam nos bastidores de Brasília para retirar o fim da isenção do texto. As empresas argumentam que o assunto não deve ser discutido via “jabuti” e que a carga tributária total, somando 60% do imposto de importação, 17% de ICMS e outros custos, pode chegar à 92%.<br /><br />O varejo e indústria nacional, por sua vez, soltaram um manifesto com mais de 60 entidades defendendo que os deputados aprovem o fim da isenção das compras na Shein e Aliexpress. O principal argumento é que a concorrência com as chinesas é “desleal” e vai custar os empregos dos setores.<br /><br />Desde agosto de 2023, as empresas inscritas no programa Remessa são isentas do imposto para compras de até US$ 50. A única tributação paga para aquisições até o valor limite é de 17% de ICMS. Compras acima dessa faixa pagam 60% de imposto de importação e a alíquota de ICMS.<br /><br />Hoje, sete empresas habilitadas no programa: Aliexpress, Shopee, Shein, Sinerlog Store, Amazon, Magazine Luiza e Mercado Livre.<br /><br />Governo discute imposto de 28% como alternativa ao fim da isenção<br />Em meio as discussões, a Fazenda tem como uma “solução” a redução da alíquota do tributo para 28%. O tema é caro ao Planalto em um momento que pesquisas de avaliação mostram queda da aprovação da gestão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No ano passado, diferentes membros do governo falaram sobre o tema, defendendo o fim ou a manutenção da isenção.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Exame</p>
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		<title>Exclusivo: Shein construirá fábrica no Brasil e quer gerar 100 mil empregos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/exclusivo-shein-construira-fabrica-no-brasil-e-quer-gerar-100-mil-empregos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 16:25:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[fábrica no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Shein]]></category>
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					<description><![CDATA[A Shein, gigante asiática de e-commerce, vai construir uma fábrica no Brasil, e promete a geração de 100 mil empregos, segundo informações de fontes da equipe econômica à colunista. Dessa forma, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, conseguiu fazer do limão uma limonada, após ter que recuar do anúncio do fim da isenção tributária para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3876915521" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Shein, gigante asiática de e-commerce, vai construir uma fábrica no Brasil, e promete a geração de 100 mil empregos, segundo informações de fontes da equipe econômica à colunista.<br /><br />Dessa forma, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, conseguiu fazer do limão uma limonada, após ter que recuar do anúncio do fim da isenção tributária para importação de bens de pequeno valor de outros países.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Fazenda queria acabar com a regra que isenta de impostos as remessas internacionais com valor inferior a US$ 50 (cerca de R$ 250), benefício exclusivo para pessoas físicas. A medida seria tomada para combater o que considera sonegação de impostos de plataformas digitais, como a Shein, Shopee e AliExpress, entre outras, que vendem produtos importados no Brasil e ganharam espaço no país.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas isso teve ampla repercussão negativa para o governo, e Haddad teve que voltar atrás e anunciar um grupo de trabalho para que essas empresas se adequem às regras brasileiras.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Essa negociação teve resultado. Em entrevista concedida hoje, <a class="" href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2023/04/shein-deve-produzir-85percent-dos-produtos-no-brasil-em-ate-quatro-anos-diz-haddad.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">o ministro afirmou que se reuniu pela manhã com a plataforma</a>, que ao lado do presidente da Fiesp, Josué Gomes, e disse que a empresa pretende nacionalizar 85% dos produtos vendidos na plataforma no prazo de quatro anos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8211; Eles pretendem em quatro anos nacionalizar 85% de suas vendas, da seguinte forma: os produtos serão feitos no Brasil. Eles próprios vão dar os números de investimentos. É muito importante que eles vejam o Brasil não só como mercado consumidor, mas como uma economia de produção &#8212; disse.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Haddad disse ainda que a Receita está trabalhando em um plano de conformidade das grandes plataformas, para que essas empresas se adequem às regras brasileiras.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*Leia mais na coluna da <a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-admin/post.php?post=25258&amp;action=edit">Míriam Leitão</a> / O Globo</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
</div>
</div>
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