<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>serial killer - Portal NDC</title>
	<atom:link href="https://noticiasdascomunidades.com.br/palavras-chaves/serial-killer/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Sat, 22 Jul 2023 11:51:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-favicon-v2-1-32x32.png</url>
	<title>serial killer - Portal NDC</title>
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">181767135</site>	<item>
		<title>Carro &#8216;perdido&#8217;, DNA e até fatia de pizza: como a polícia descobriu serial killer suspeito de matar mulheres em NY</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/carro-perdido-dna-e-ate-fatia-de-pizza-como-a-policia-descobriu-serial-killer-suspeito-de-matar-mulheres-em-ny/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jul 2023 11:51:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[serial killer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=28821</guid>

					<description><![CDATA[Foi usando registros telefônicos e um sistema sofisticado que mapeia o alcance das torres de celular que uma equipe de investigadores desenhou a forma irregular de um polígono em um mapa de ruas arborizadas no subúrbio de Massapequa Park, em Long Island, Nova York. Desde 2021, os investigadores conseguiram reduzir paulatinamente a área até cobrir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3165829316" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Foi usando registros telefônicos e um sistema sofisticado que mapeia o alcance das torres de celular que uma equipe de investigadores desenhou a forma irregular de um polígono em um mapa de ruas arborizadas no subúrbio de Massapequa Park, em Long Island, Nova York. Desde 2021, os investigadores conseguiram reduzir paulatinamente a área até cobrir apenas algumas centenas de casas. Em uma delas, tinham a certeza, vivia um assassino em série. A história de como conseguiram chegar a ele é digna de um filme.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="59" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em 2011, 11 corpos haviam sido encontrados no meio da vegetação rasteira ao redor da praia de Gilgo, um trecho remoto de areia de 8km na costa nova-yorkina. Quatro mulheres tinham sido amarradas com fita adesiva ou cintos. Ou enroladas em mortalhas com padrão de camuflagem. Todas trabalhavam como garotas de programa e desapareceram após irem atender um cliente.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Uma das primeiras descobertas foi a de que cada uma delas, pouco antes de desaparecer, ligou para um celular descartável diferente. Os investigadores determinaram então que, durante o dia de trabalho, alguns destes telefones foram utilizados naqueles dias em uma área específica do coração de Manhattan, perto da Penn Station. Durante a noite, eles seguiam emitindo sinais na região delimitada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Na sexta-feira passada, as autoridades do condado de Suffolk anunciaram a prisão de um homem que acreditam ter matado pelo menos quatro mulheres: Rex Heuermann, um arquiteto de 59 anos que mantinha um escritório perto da Penn Station. Ele morava em uma rua tranquila exatamente onde os investigadores esperavam encontrá-lo. O suspeito de ser um serial killer foi acusado de três dos assassinatos, dos quais se declarou inocente, e foi apontado como o principal suspeito no quarto.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A prisão pode ter encerrado anos de angústia das famílias das vítimas. Mas a investigação também levantou questão inquietante: as autoridades não poderiam ter resolvido o caso — que já dura uma década — anos antes? Um novo Comissário de Polícia e sua força-tarefa levaram apenas seis semanas para descobrir uma pista crucial no extenso arquivo do caso.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="10">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/N40C4FyBfYFQ20jvSiYHO4J5MAk=/0x0:934x1024/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/a/t/ByuBACQnWpJSAh4Oz6LA/20gilgo-ticktock-wglp-jumbo.jpg" alt="As vítimas: Melissa Barthelemy, Amber Costello, Maureen Brainard-Barnes e Megan Waterman — Foto: Departamento de Polícia do Condado de Suffolk / NYT" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">As vítimas: Melissa Barthelemy, Amber Costello, Maureen Brainard-Barnes e Megan Waterman — Foto: Departamento de Polícia do Condado de Suffolk / NYT</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="11">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Article links"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Descobertas sombrias</span></p>
<p>A suspeita de que um serial killer estava atuando em Long Island começou em dezembro de 2010, quando um policial de Suffolk, John Mallia, e seu parceiro canino, o pastor alemão Blue, tentavam encontrar Shannan Gilbert, de 24 anos, que havia desaparecido. No entanto, a dupla acabou encontrando quatro corpos perto da praia de Gilgo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="13">
<p>Parecia haver alguma ligação entre os corpos — todos de mulheres na casa dos 20 anos que haviam desaparecido nos quatro anos anteriores. Os investigadores presumiram que elas haviam sido mortas pelo mesmo homem, em parte devido à maneira como os corpos foram &#8220;embrulhados&#8221; e à proximidade em que se encontravam.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="15">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Article links"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">&#8216;Um ogro&#8217;</span></p>
<p>A última das quatro a desaparecer foi Amber Costello, de 27 anos. Pouco antes de ser vista pela última vez, em setembro de 2010, um provável cliente a chamou de um celular descartável e a visitou em sua casa, na localidade de West Babylon. Ele dirigia um veículo com visual singular: SUV na frente, picape atrás. O motorista era igualmente distinto: corpulento, na casa dos 40 anos, com cabelos escuros e espessos e óculos no estilo dos anos 1970. Uma testemunha o descreveu como &#8220;um ogro&#8221;.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Assim que pagou a Costello, uma cena caótica se desenrolou. Um homem &#8220;fingindo ser um namorado indignado&#8221; entrou correndo. Era parte de um estratagema para lhe roubar dinheiro. Assustado, o homem saiu correndo da casa.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="19">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/qyA06ZRyb1qL1uPJl0e3BcXJSw4=/0x0:2048x1362/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/L/K/HPjljhRmyBwKVBvrGCGA/20gilgo-ticktock-kjpz-superjumbo.jpg" alt="Uma busca por uma mulher desaparecida revelou os restos mortais de outras quatro — Foto: Robert Stolarik / NYT" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Uma busca por uma mulher desaparecida revelou os restos mortais de outras quatro — Foto: Robert Stolarik / NYT</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Mas ele não sumiu por muito tempo. Mandou uma mensagem para Costello pedindo &#8220;crédito para a próxima vez&#8221; e marcou novo encontro. Costello foi vista viva pela última vez na noite seguinte, saindo de sua casa, aparentemente para encontrar este mesmo homem.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Não muito tempo depois, uma testemunha relatou ter visto um caminhão escuro passando na área, mas a descrição do veículo na entrada da garagem acabou perdida no arquivo do caso por anos a fio como se fosse um detalhe sem importância. Não era.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="22">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Article links"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Peneirando os Sinais</span></p>
<p>Entra em cena o novo chefe da polícia de Suffolk, Tim Sini, que redobrou os esforços para resolver o caso. Ex-promotor federal em Manhattan, ele se concentrou em rastrear os tais celulares descartáveis, em busca de mais pistas a serem obtidas. Em meados de 2016, obteve uma ordem judicial para ter informações detalhadas de todos os telefones que se conectavam a torres específicas em uma determinada janela de tempo naquela região.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="26">
<div class="content-intertitle">
<h2>De repente, um suspeito</h2>
</div>
<p>A grande oportunidade se deu em março do ano passado. Apenas algumas semanas após a formação de uma força-tarefa, um investigador encontrou a descrição da testemunha do carro no arquivo do caso. Usando um banco de dados capaz de pesquisar veículos por marca e modelo sem números de placas, o investigador encontrou o Chevrolet Avalanche de Heuermann em 2010, ano em que Costello desapareceu.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O nome do dono do carro nunca aparecera anteriormente na investigação como suspeito. Mas sua descrição física combinava com a do &#8220;ogro&#8221; que saiu correndo da casa: tinha 1,80m de altura e era corpulento. E ele morava no que os investigadores acreditavam ser o ponto ideal para se encontrar o serial killer: a área de Massapequa Park onde começava o traçado do polígono.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="29">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Article links"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Um grande erro</span></p>
<p>A pista do carro, conta o promotor Ray Tierney, estava lá &#8220;desde o início&#8221;. Tierney, que assumiu o caso em 2022, disse não saber por que os investigadores a ignoraram. Ele sugeriu que talvez o detalhe não tivesse sido considerado confiável ou perdera importância em meio ao que pareciam ser indícios mais promissores.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="12" data-block-id="31">
<p>— Um grande erro foi cometido ao não rastrear este carro antes — disse Rob Trotta, ex-detetive de Suffolk.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="76" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Quando os investigadores finalmente conectaram o veículo a Heuermann a investigação entrou em sua fase mais crítica. Tanto tempo havia se passado que os dados de localização precisos do celular de Heuermann não existiam mais. Mas seus registros de cobrança mostraram a localização geral do telefone quando as ligações haviam sido feitas, posicionando-o na cidade de Nova York na mesma época em que ligações cruéis e insultuosas foram feitas a Melissa Barthelemy, outra de suas vítimas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="8" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">No entanto, ainda não havia como provar nada.</p>
<p>O avanço da ciência e a prova final<br />Nos primeiros dias da investigação, pelo menos cinco fios de cabelo foram colhidos das vítimas, ou presos à manta ou à fita adesiva que as envolvia. Mas foram considerados inadequados para análises detalhadas de DNA. De lá pra cá, a ciência forense avançou, e, nos últimos três anos, dois laboratórios conseguiram gerar relatórios completos de DNA daquelas amostras. Três delas eram provavelmente da esposa do assassino, mas uma tinha quase 100% de chances de ser dele.</p>
<p>Saiba mais: Quem foi Charles Manson, o guru psicopata que aterrorizou os EUA<br />Agora os investigadores precisavam de material genético de Heuermann. Em julho passado, um detetive disfarçado vasculhou seu lixo reciclado em busca de garrafas vazias. Em janeiro, o suspeito de ser um serial killer jogou uma caixa de pizza na lata de lixo que fica na calçada à frente de seu escritório em Manhattan. Foram as crostas largadas para trás que, finalmente, deram aos investigadores o que precisavam.</p>
<p>As crostas de pizza continham material genético que ligava diretamente o suspeito aos crimes — Foto: Tribunal do Condado de Suffolk / NYT<br />As crostas de pizza continham material genético que ligava diretamente o suspeito aos crimes — Foto: Tribunal do Condado de Suffolk / NYT</p>
<p>Buscas no Google<br />Os policiais enfim acreditavam ter evidências diretas ligando Heuermann aos assassinatos. Mas também sabiam de outra coisa: o suspeito estava vasculhando a internet em busca de informações sobre o que os investigadores estavam fazendo. As pesquisas vinculadas às suas contas anônimas incluíram mais de 200 consultas nos últimos 16 meses sobre serial killers em geral e a investigação sobre as vítimas de Gilgo Beach especificamente.</p>
<p>Então, na noite de 13 de julho, detetives de terno e gravata abordaram Heuermann após ele sair de seu prédio comercial. O suspeito, contam os promotores, cobriu metodicamente seus rastros e monitorou de perto a investigação. Mas quando os detetives prenderam Heuermann, diz Tierney, sua reação foi simples e instintiva: &#8220;surpresa genuína&#8221;. Terminava assim, com duas palavras, uma perseguição de 12 anos.</p>
<p>Foto: Johnny Milano / NYT</p>
<p>*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">28821</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Suspeito de ser serial killer teria matado prostituta em GO após ela recusar fantasia sexual: &#8216;Socorro, eu nunca fiz isso&#8217;</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/suspeito-de-ser-serial-killer-teria-matado-prostituta-em-go-apos-ela-recusar-fantasia-sexual-socorro-eu-nunca-fiz-isso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 14:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[serial killer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=18634</guid>

					<description><![CDATA[A delegacia de Abadia de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia (GO), segue atrás dos desdobramentos de um crime bárbaro, ocorrido num motel da cidade, contra a garota de programa Deyselene de Menezes Rocha, torturada e morta com 33 facadas, que pode acabar revelando aos investigadores a trama de um assassino em série de prostitutas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-126240447" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A delegacia de Abadia de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia (GO), segue atrás dos desdobramentos de um crime bárbaro, ocorrido num motel da cidade, contra a garota de programa Deyselene de Menezes Rocha, torturada e morta com 33 facadas, que pode acabar revelando aos investigadores a trama de um assassino em série de prostitutas, que já teria matado, não só no Brasil, como também fora dele, pelo menos no Paraguai. De acordo com o delegado Arthur Fleury, em publicação onde atualiza os detalhes do caso, os policiais têm recebido &#8220;várias denúncias&#8221; sobre a atuação do suspeito, identificado como Leandro Alves da Costa, que foi preso no fim da semana passada em Foz do Iguaçu (PR), possivelmente quando arquitetava uma fuga do país. Questionado, ele não precisou quantas queixas já são investigadas.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="89" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além disso, Fleury revelou ainda detalhes daquela madrugada de 13 de outubro, quando Deyselene foi morta. A polícia teve acesso a uma troca de mensagens entre a vítima e uma colega. Segundo ele, a conversa aconteceu momentos antes de a vítima ter sido assassinada, e mostra que ela morreu depois de ter negado fantasias sexuais pedidas por Leandro. Além dele, estavam também no quarto Wallace Alves Novais, que está preso por suspeita de participação no crime, e uma mulher até agora identificada apenas como Helen, que é procurada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por volta das 7h24 da manhã, a garota de programa revela a uma colega que está no quarto de motel com um homem que quer que ela pratique sexo anal nele, e reage: &#8220;socorro, eu nunca fiz isso&#8221;. A amiga responde com uma risada. Um minuto depois, a vítima volta a escrever: &#8220;socorrooooo&#8221;.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="6">
<div id="banner_materia2" class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload" data-id="banner_materia2">– No intuito de localizar mais vítimas, já que a Polícia Civil está recebendo várias denúncias, duas informação são importantes: como ocorreu na tentativa de estupro e homicídio em 2014 (<em>crimes pelos quais Leandro já respondia</em>), o suspeito pediu para a vítima situações que a mesma se negou, como no print de conversa que Deyselene mandou pouco antes de morrer, e também exigir a prática de sexo sem preservativo, o que o levou a esfaquear as mesmas, torturar e matar, como foi no Brasil e Paraguai – informou Arthur Fleury na publicação.</div>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="8">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/q0ihNJW3oo1iM_F63xQnDkCnHOw=/0x0:1170x1061/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/7/v/ghyrbBQTKALGAaAnwwZw/whatsapp-image-2023-01-12-at-20.56.56.jpeg" alt="Característica pode ajudar vítimas a identificarem Leandro Alves da Costa — Foto: Divulgação / PC-GO" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Característica pode ajudar vítimas a identificarem Leandro Alves da Costa — Foto: Divulgação / PC-GO</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="84" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para facilitar a identificação do suspeito em outros crimes, o delegado revelou ainda que ele não possui dois dedos na mão direita. Por enquanto, a polícia tem conhecimento de três crimes parecidos que teriam sido cometidos por Leandro: além de Deyselene e outro caso ocorrido há nove anos, ele é suspeito de ter assassinado, sob <em>modus operandi </em>semelhante, uma garota de apenas 15 anos, também em um motel, em Ciudad del Este, no Paraguai. Este caso foi confirmado aos investigadores pela polícia local.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="10">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">O caso</span></p>
<p>Deyselene de Menezes Rocha foi vítima de uma trama ainda misteriosa, em Abadia de Goiás, município da Região Metropolitana de Goiânia, em outubro. Seu corpo foi encontrado numa área rural, carbonizado, com a marca de 33 facadas e com uma arame envolto ao pescoço. Ela trabalhava como garota de programa naquela região de motéis à beira da BR-153. Em depoimento à polícia, a irmã afirmou que Deyselene foi vista pela última vez por volta das 4h da manhã do dia 12, quando deixou seus filhos com ela.</p>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="13">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/ZcP5sckYQVNzoABPc85mNfZU4DE=/0x0:1104x919/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/e/o/QHIvJVQAiCVaKnONFSLQ/whatsapp-image-2023-01-10-at-15.47.52-1-.jpeg" alt="Deyselane foi encontrada morta com sinais de tortura em Abadia de Goiás — Foto: Reprodução" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Deyselane foi encontrada morta com sinais de tortura em Abadia de Goiás — Foto: Reprodução</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="74" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As imagens de câmeras de segurança do motel obtidas pela Polícia Civil mostram o momento em que um Peugeot preto entra no estabelecimento naquela noite. Leandro dirige o carro e Deyselene aparece no banco do carona. Logo depois, um outro casal chega a pé ao local e se dirige ao mesmo quarto. Eles são Wallace Alves Novais e uma mulher até agora identificada apenas como Helen; eles também são suspeitos de participação no crime.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já na manhã do dia 13, eles deixam o motel. Helen sai andando, enquanto Leandro e Wallace saem do estabelecimento no automóvel preto, o que chamou atenção dos investigadores. Deyselane não é mais vista. Para o delegado Arthur Fleury, à frente do inquérito, os indícios dão conta de que o corpo da vítima estava sendo levado no banco de trás.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="78" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Ao observar as câmeras de segurança, verifica-se que no banco de trás do veículo há alguma coisa encoberta por um pano. Percebe-se também que o referido objeto ou pessoa ocupa o banco todo, tanto que não cabe a outra mulher (Helen), que teve que sair a pé do local. Na conta paga no motel por Leandro, há a cobrança de um lençol e um travesseiro, levados por eles — disse o delegado, através de sua rede social.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="17">
<div id="banner_materia__ca04e552-3871-4b96-8d5f-3a5ff9000817" class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia__ca04e552-3871-4b96-8d5f-3a5ff9000817 tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" data-id="banner_materia__ca04e552-3871-4b96-8d5f-3a5ff9000817" data-google-query-id="CPSyvuXcxPwCFWcCuQYd1wYMRw" data-cid="138365528894" data-lid="5798835291">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="18">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/oFCB67v4LiEm2J5T--OkXKmmJOM=/0x0:591x393/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/7/X/Vdil7KTcab14ONE0arrg/peugeotpreto.png" alt="Momento em que os dois homens deixam o motel no Peugeot preto, mas sem a vítima — Foto: Reprodução" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Momento em que os dois homens deixam o motel no Peugeot preto, mas sem a vítima — Foto: Reprodução</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O corpo de Deyselane seria encontrado horas depois em um matagal. Após o crime, Leandro Alves da Costa, que era monitorado por uma tornozeleira eletrônica, porque já respondia por homicídio, estupro e porte ilegal de arma de fogo, rompeu o dispositivo e fugiu. Wallace foi imediatamente preso e, em sede policial, negou participação no crime. Helen ainda não foi encontrada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="20">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Assassinato com menos de 1 mês de intervalo</span></p>
<p>No último dia 6 de de janeiro, Leandro foi encontrado e preso em Foz do Iguaçu. Através de cooperação internacional com a polícia paraguaia, os investigadores da Polícia Civil de Goiás descobriram que Leandro é suspeito de ter matado, dias depois, uma adolescente de 15 anos, também encontrada com sinais de tortura em um motel, em Ciudad del Este, no Paraguai. O crime aconteceu no dia 3 de novembro, menos de 1 mês depois da morte de Deyselene.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Leandro estava com dois mandados de prisão em aberto no Brasil e provavelmente atravessaria a tríplice fronteira para se esquivar das polícias brasileira e paraguaia, já que estava com difusão vermelha na Interpol — informou Fleury. — A polícia acredita que ele pode ter matado mais vítimas no Brasil e no Paraguai, não podendo precisar ainda o número exato.</p>
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/QizpB-hQyNVgC5uZIXG9iA-V_Qk=/0x0:1170x1013/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/A/Z/xGMtDWSHePefbMsbZ5Wg/whatsapp-image-2023-01-10-at-15.47.52.jpeg" alt="Leandro já respondia por estupro, homicídio e posse ilegal de arma de fogo — Foto: Reprodução" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Leandro já respondia por estupro, homicídio e posse ilegal de arma de fogo — Foto: Reprodução</p>
<p>*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">18634</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
