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	<title>Senado - Portal NDC</title>
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	<title>Senado - Portal NDC</title>
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		<title>Senado aprova projeto que proíbe atletas e influencers em anúncio de bets</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/senado-aprova-projeto-que-proibe-atletas-e-influencers-em-anuncio-de-bets/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 19:11:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado aprovou o projeto de lei (PL 2.985/2023) que proíbe atletas em atividade, artistas, influenciadores e outras figuras públicas de participarem de propagandas de apostas esportivas — as chamadas bets. O texto, que ainda será analisado pela Câmara dos Deputados, também impõe restrições de conteúdo e horário para a veiculação dos anúncios. A proposta foi aprovada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1931668991" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O Senado aprovou o projeto de lei (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/158047" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">PL 2.985/2023</a>) que proíbe atletas em atividade, artistas, influenciadores e outras figuras públicas de participarem de propagandas de apostas esportivas — as chamadas bets.</p>
<p>O texto, que ainda será analisado pela Câmara dos Deputados, também impõe restrições de conteúdo e horário para a veiculação dos anúncios.</p>
<p>A proposta foi aprovada de forma simbólica no plenário após passar pela Comissão de Esportes e ter a urgência votada.</p>
<p>O objetivo, segundo o relator, é proteger especialmente o público jovem da influência de campanhas que associem o jogo a promessas de sucesso, renda fácil ou solução de problemas financeiros.</p>
<p>Ficam permitidas apenas peças publicitárias com ex-atletas que tenham encerrado a carreira há pelo menos cinco anos.</p>
<p>Também estão vetados comerciais que usem linguagem ou recursos visuais atrativos para crianças e adolescentes, como desenhos, mascotes e personagens feitos por inteligência artificial.</p>
<p>Além disso, a publicidade de bets só poderá ir ao ar na TV aberta, por assinatura, rádio, redes sociais e streaming em horários específicos: entre 19h30 e meia-noite na televisão; e entre 9h e 11h e 17h às 19h30 no rádio.</p>
<p>As empresas de apostas também deverão exibir alertas claros sobre os riscos do jogo, com frases como: “Apostas causam dependência e prejuízos a você e à sua família” — modelo semelhante ao usado em embalagens de cigarro.</p>
<p>Outra mudança relevante é a proibição de logomarcas de bets em uniformes de jogadores menores de idade, bem como a venda de roupas de clubes patrocinados por essas empresas para o público infantil.</p>
<p><strong>Confira na íntegra o projeto:</strong></p>
<p><div><iframe class="embed-pdf-viewer" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/05/SF232613499675-1.pdf" height="1000" width="100%" title="SF232613499675 1"></iframe>
<p><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/05/SF232613499675-1.pdf" title="SF232613499675 1">SF232613499675 1</a></p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: RealTime1</em></p>
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		<item>
		<title>Senado aprova PEC que inclui guarda municipal na segurança pública</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/senado-aprova-pec-que-inclui-guarda-municipal-na-seguranca-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 01:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[O Plenário do Senado concluiu nesta terça-feira (27), em primeiro e segundo turnos, a votação da proposta que inclui as guardas municipais e os agentes de trânsito entre os órgãos de segurança pública previstos na Constituição. No primeiro turno, o texto recebeu o voto unânime de 65 senadores. No segundo turno, foram 57 votos. Essa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2623089632" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O Plenário do Senado concluiu nesta terça-feira (27), em primeiro e segundo turnos, a votação da proposta que inclui as guardas municipais e os agentes de trânsito entre os órgãos de segurança pública previstos na Constituição. No primeiro turno, o texto recebeu o voto unânime de 65 senadores. No segundo turno, foram 57 votos.<br /><br />Essa proposta de emenda à Constituição (PEC 37/2022), de autoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), será encaminhada à Câmara dos Deputados para análise.<br /><br />Atualmente, pelo texto constitucional, são considerados como de segurança pública os seguintes órgãos: Polícia Federal; Polícia Rodoviária Federal; Polícia Ferroviária Federal; polícias civis; polícias militares e corpos de bombeiros militares; e polícias penais federal, estaduais e distrital.<br /><br />De acordo com a PEC, os municípios poderão constituir guardas ou polícias municipais, com atribuições de proteção de seus bens, serviços, instalações; policiamento ostensivo local e comunitário; exercício de ações de segurança em seus territórios; e apoio e colaboração com os demais órgãos de segurança pública.<br /><br />A PEC prevê que os municípios serão autorizados a alterar, mediante lei, a nomenclatura de suas guardas para &#8220;polícia municipal&#8221;, &#8220;guarda civil&#8221;, &#8220;guarda civil municipal&#8221;, &#8220;guarda metropolitana&#8221; ou &#8220;guarda civil metropolitana&#8221;.<br /><br />O texto também determina que o preenchimento do quadro de servidores das guardas municipais que optarem pela mudança de nomenclatura será feito, exclusivamente, por meio de concurso público ou da transformação dos cargos isolados ou dos cargos de carreira dos atuais guardas municipais.<br /><br />O relator da matéria, senador Efraim Filho (União-PB), rejeitou destaque apresentado pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), a partir de emenda do senador Marcelo Castro (MDB-PI), que incluía o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) entre os órgãos de segurança pública. A emenda foi rejeitada por 42 votos contra 16.<br /><br />Efraim Filho explicou que o acatamento da emenda, ao trazer o agente administrativo do Dnit para o arcabouço da segurança pública, provocaria conflito de competência com o patrulhamento rodoviário, feito pela Polícia Rodoviária Federal.<br /><br />Discussão da matéra<br />Durante a discussão da PEC em Plenário, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, defendeu a PEC argumentando que “há verdadeiramente uma sensação de insegurança na sociedade brasileira”.<br /><br />— Esta Presidência [do Senado] foi convencida a pautar a matéria. Foi a insistência dos senadores que moveu a Presidência para colocar o assunto na pauta. Essa matéria foi uma conquista do Colégio de Líderes e do esforço de convencimento que chegou a esta Presidência — afirmou ele.<br /><br />O senador Eduardo Braga (MDB-AM) disse que a PEC mereceu total apoio da bancada de seu partido. Segundo ele, &#8220;o Brasil tem carência de força policial e de prevenção ao crime nas ruas, sobretudo nas regiões mais pobres&#8221;.<br /><br />— A relação efetivo policial versus população é uma relação absolutamente abaixo da média mundial. Não é à toa que o Brasil apresenta índices pavorosos de homicídios. A PEC dará instrumentos aos estados e aos municípios para incrementar a presença do poder público e dar segurança ao cidadão — declarou Braga.<br /><br />O senador Fabiano Contarato (PT-ES) disse que quem ganha com a PEC é a própria população, que contará com mais policiais fazendo o trabalho de policiamento ostensivo e, ressaltou ele, garantindo a premissa constitucional de que a segurança pública é direito de todos e dever do Estado.<br /><br />O senador Jayme Campos (União-MT) ressaltou que a aprovação da proposta representa mais do que uma adequação legislativa: é, segundo ele, o reconhecimento do papel de proteção da população exercido por guardas municipais e agentes de trânsito. Ele enfatizou que a inclusão formal dessas categorias na Constituição é um passo para a sua valorização profissional e para a implementação de políticas de articulação entre órgãos de segurança pública.<br /><br />Para o senador Chico Rodrigues (PSB-RR), a PEC corrige uma lacuna institucional no que se refere às forças de segurança pública do país. Segundo ele, o texto representa um fortalecimento da segurança pública em nível local, considerando que esses profissionais já atuam, na prática, na preservação da ordem pública — faltava, salientou Rodrigues, o reconhecimento constitucional explícito.<br /><br />O senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) afirmou que a segurança pública tem de ser municipalizada.<br /><br />— Esse projeto chegou em boa hora e não vai ter custo nenhum adicional, a não ser que possamos dar condições aos municípios de fazer uma boa guarda municipal, mas com recursos — declarou ele.<br /><br />O senador Sergio Moro (União-PR) argumentou que a PEC promove uma inserção clara dessas entidades como órgãos de segurança pública e um delineamento melhor dos poderes das guardas municipais, além de contemplar a reivindicação antiga dessas categorias de poder usar a designação “polícia municipal”.<br /><br />O senador Rogério Carvalho (PT-SE) disse que a PEC representa “um embrião do que pode vir a ser uma nova polícia no Brasil, uma polícia ostensiva que não é militar, que pode cumprir algumas tarefas, (&#8230;) uma polícia integrada, efetiva e unificada, sem divisões artificiais que aumentam o custo e diminuem a eficácia da ação policial e da segurança pública”.<br /><br />O senador Weverton (PDT-MA) ressaltou que os municípios já atuam há muito tempo na segurança pública de forma direta e indireta. Para ele, os guardas municipais têm papel fundamental porque estão &#8220;na ponta e conhecem mais do que ninguém as suas cidades, mas muitas vezes não podem enfrentar  [os problemas] porque não estão respaldados para enfrentar o crime organizado&#8221;.<br /><br />Ao defender a proposta, a senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) manifestou seu apoio ao trabalho dos agentes de segurança no trânsito. O senador Izalci Lucas (PL-DF) declarou que a PEC combate a insegurança jurídica, tendo em vistas os ajustes contidos na proposta. O senador Wilder morais (PL-GO) afirmou que a iniciativa constitucionaliza o poder de polícia para guardas municipais e agentes de trânsito. E o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) ressaltou que a PEC valoriza categorias que, na prática, já estão inseridas na segurança pública “mais do que nós podemos imaginar”.<br /><br />Fonte: Agência Senado</p>
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		<item>
		<title>Eduardo Braga e Wilson Lima lideram pesquisa ao Senado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/eduardo-braga-e-wilson-lima-lideram-pesquisa-ao-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 12:34:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Braga]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Wilson lima]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa Direto ao Ponto Pesquisas divulgou o resultado nesta terça-feira, dia 29. A empresa Direto ao Ponto Pesquisas divulgou nesta terça-feira (29) a primeira pesquisa de 2025 dopara o Senado, com Eduardo Braga e Wilson Lima na liderança pelas duas vagas que estarão em disputa em 2026. Além deles, na terceira colocação, aparece o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4203106241" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A empresa Direto ao Ponto Pesquisas divulgou o resultado nesta terça-feira, dia 29.<br /><br />A empresa Direto ao Ponto Pesquisas divulgou nesta terça-feira (29) a primeira pesquisa de 2025 dopara o Senado, com Eduardo Braga e Wilson Lima na liderança pelas duas vagas que estarão em disputa em 2026.<br /><br />Além deles, na terceira colocação, aparece o Capitão Alberto Neto. Segundo a Direto ao Ponto, foram testados seis nomes para o Senado.<br /><br />Sobretudo, na eleição, o eleitor poderá votar duas vezes — ou seja, escolher dois candidatos.</p>
<p>O levantamento ouviu 2.002 eleitores, presencialmente, em Manaus e em 15 municípios do interior, abrangendo todas as regiões do estado.</p>
<p>Foram testados seis nomes para o Senado. Lembrando que, na eleição, o eleitor poderá votar duas vezes — ou seja, escolher dois candidatos.</p>
<p>Dessa forma, o resultado foi o seguinte:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>– Eduardo Braga lidera com 44% das intenções de voto.</li>
<li>– Wilson Lima vem em seguida, com 38%.</li>
<li>– Capitão Alberto Neto aparece logo com 37%.</li>
<li>– Plínio Valério registra 18%.</li>
<li>– Marcelo Ramos tem 16%.</li>
<li>– Marcos Rotta aparece com 12%.</li>
<li>– Branco/Nulo: 19%</li>
<li>– Não souberam ou não responderam: 16%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: BNC Amazonas</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Senado aprova tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/senado-aprova-tornozeleira-eletronica-para-agressores-de-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 15:44:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[agressores de mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[tornozeleira eletrônica]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida faz parte das ações previstas na Lei Maria da Penha, que visa proteger as vítimas de violência doméstica e familiar; agora, projeto aguarda sanção do presidente Lula para ser implementado em todo o país Na última quarta-feira (26), o Senado Federal deu um passo significativo na proteção das mulheres ao aprovar um projeto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2076994459" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Medida faz parte das ações previstas na Lei Maria da Penha, que visa proteger as vítimas de violência doméstica e familiar; agora, projeto aguarda sanção do presidente Lula para ser implementado em todo o país<br /><br />Na última quarta-feira (26), o Senado Federal deu um passo significativo na proteção das mulheres ao aprovar um projeto de lei que autoriza o uso de tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores. Esta medida faz parte das ações previstas na Lei Maria da Penha, que visa proteger as vítimas de violência doméstica. Com a aprovação no Congresso Nacional, o projeto aguarda agora a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser implementado em todo o país. A legislação atual já prevê medidas protetivas, mas a nova proposta oferece alternativas adicionais para garantir a segurança das vítimas.<br /><br />Com a implementação do projeto, os agressores serão monitorados por meio de tornozeleiras eletrônicas, e as vítimas terão um dispositivo de alerta que as avisará caso o agressor se aproxime. Esta inovação substitui a ideia inicial de enviar mensagens SMS para o celular da vítima, optando por um sistema de alerta mais direto e eficaz. Estados como São Paulo e Rio Grande do Sul já adotaram programas semelhantes em 2023, demonstrando a eficácia do monitoramento eletrônico na proteção das vítimas.<br /><br />Em São Paulo, a aplicação da tornozeleira é determinada por decisão judicial, e a Polícia Militar é encarregada de intervir se o agressor violar as regras de aproximação. Até agosto de 2023, 30 homens foram presos no estado por desrespeitarem essas restrições. No Rio Grande do Sul, a responsabilidade pelo monitoramento é da Polícia Civil, também sob decisão judicial. Esses exemplos estaduais servem como modelo para a implementação nacional, que busca reforçar a segurança das vítimas e assegurar o cumprimento das medidas protetivas.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<item>
		<title>&#8220;Sou amigo dos dois&#8221;, diz Lula sobre novos presidentes do Legislativo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/sou-amigo-dos-dois-diz-lula-sobre-novos-presidentes-do-legislativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 17:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[davi alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Eleitos neste fim de semana estiveram no Palácio do Planalto hoje O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (3), que os novos presidentes das casas legislativas “não terão problema” na relação política com o Poder Executivo. Lula esteve reunido com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o presidente do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2592129743" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Eleitos neste fim de semana estiveram no Palácio do Planalto hoje</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (3), que os novos presidentes das casas legislativas “não terão problema” na relação política com o Poder Executivo. Lula esteve reunido com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), ambos eleitos no último sábado (1°) para um mandato de dois anos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1628893&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1628893&amp;o=node" /></p>
<p>“Eu sou amigo dos dois, tenho conhecimento do compromisso democrático que os dois têm e eu quero dizer para eles que eles não terão problema na relação política com o Poder Executivo”, disse Lula em declaração à imprensa após o encontro, no Palácio do Planalto.</p>
<p>O presidente afirmou que manterá o diálogo com as lideranças e que não enviará projetos de interesse pessoal ou de partidos políticos, apenas projetos “de interesse vital para o povo brasileiro”. “Jamais eu mandarei um projeto para a Câmara dos Deputados ou o Senado sem antes ouvir a liderança dos partidos políticos, que é os que vão brigar, lá dentro, para aprovar esses projetos. Jamais nós iremos mandar um projeto sem que haja anuência daqueles que trabalham para que as coisas deem certo no Brasil”, declarou.</p>
<p>Para o presidente, as questões partidárias e ideológicas, “que dividiam [os candidatos] durante as eleições”, ficam secundarizadas. “Eu tenho certeza que a nossa convivência será um exemplo de fortalecimento da democracia brasileira”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“A normalidade de um país é a convivência tranquila e pacífica entre os poderes. O Poder Executivo, o Poder Legislativo e o Poder Judiciário, cada um sabendo a tarefa que tem”, concluiu Lula.</p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/jOrIFIa_0MfyluwiiDyBVKgvhLo=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/02/03/pzzb8413a.jpg?itok=IZpONKHp" alt="Brasília, 02/02/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (c) reunido com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (d), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (e) 
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Brasília, 02/02/2025 &#8211; O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (c) reunido com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (d), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (e) &#8211; Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>Após a reunião, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse que o governo deve apresentar aos parlamentares, na próxima semana, os projetos prioritários do Executivo para os próximos dois anos.</p>
<p>Segundo ele, entre as prioridades estão propostas de estímulo ao micro e pequeno empreendedor, a isenção de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil, projetos da área da educação, como o novo plano nacional de educação, e de enfrentamento às mudanças climáticas, além de propostas de combate a crimes digitais.</p>
<h2>Senado</h2>
<p>O senador Davi Alcolumbre foi eleito com 73 dos 81 votos dos senadores, concorrendo com os senadores Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE). O presidente do Senado é também o chefe do Poder Legislativo e, portanto, é ele quem preside o Congresso Nacional. Alcolumbre já ocupou a mesma função entre 2019 e 2021.</p>
<p>Hoje, ele afirmou que quer fazer um Poder Legislativo forte, altivo, equilibrado e que possa verdadeiramente dar as respostas à sociedade brasileira em parceria com o Poder Executivo.</p>
<p>Para Alcolumbre, o encontro com o presidente do país, logo após as eleições das mesas do Congresso, Senado e Câmara é um gesto de maturidade institucional. “A gente não tem tempo de criar crise aonde não existe, porque o nosso tempo tem que ser aproveitado integralmente para entregar para as pessoas”, disse.</p>
<p>“Nós precisamos entregar enquanto Poder Legislativo, precisamos apoiar a agenda do governo, precisamos debater na Casa do Povo, no Congresso Nacional, aprimorar todas essas agendas importantes que são prioritárias para o governo, inclusive participar mais propondo mais iniciativas a partir do parlamento”, acrescentou.</p>
<h2>Câmara</h2>
<p>Já o deputado federal Hugo Motta foi eleito como presidente da Câmara com 444 votos dos 513 deputados, concorrendo com Marcel van Hattem (Novo-RS) e Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ). Aos 35 anos, Motta será o mais jovem presidente da Casa desde a redemocratização do país.</p>
<p>Após o encontro com Lula, ele afirmou que estará à disposição para construir uma pauta positiva para o país. “Essa harmonia, penso eu, que é o que o Brasil precisa”, disse.</p>
<p>“Que nós tenhamos a capacidade de tratarmos as pautas que serão enviadas pelo Executivo, tratarmos as pautas que serão propostas [pelos parlamentares], sempre buscando termos uma agenda que seja produtiva, que temas importantes possam ser tratados e que essa harmonia, esse diálogo entre os poderes possa perseverar”, acrescentou.</p>
<p>Nesta segunda-feira (3), tem início os trabalhos legislativos. Sessão do Congresso Nacional já está convocada para às 16h. Entre as primeiras missões dos parlamentares está a de definir presidentes e vices das comissões temáticas permanentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Davi Alcolumbre é eleito presidente do Senado com 73 votos e volta ao posto após quatro anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/davi-alcolumbre-e-eleito-presidente-do-senado-com-73-votos-e-volta-ao-posto-apos-quatro-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2025 18:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[davi alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Senador era tido como favorito desde 2024 e reuniu maioria ampla de apoios. Alcolumbre é visto como &#8216;conciliador&#8217; – o que também pode significar mais espaço para a oposição a Lula. O senador Davi Alcolumbre (União-AP), de 47 anos, se elegeu mais uma vez presidente do Senado neste sábado (1º). O número mínimo, de 41 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1686866757" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Senador era tido como favorito desde 2024 e reuniu maioria ampla de apoios. Alcolumbre é visto como &#8216;conciliador&#8217; – o que também pode significar mais espaço para a oposição a Lula.<br /><br />O senador Davi Alcolumbre (União-AP), de 47 anos, se elegeu mais uma vez presidente do Senado neste sábado (1º).<br /><br />O número mínimo, de 41 votos, foi atingido às 15h12 – e o resultado, proclamado às 15h19. Todos os 81 senadores votaram.</p>
<div id="chunk-eumor">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="4" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>O placar final foi:</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ajljc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="18" data-block-id="14">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Davi Alcolumbre (União-AP):</strong> 73 votos – <strong><span class="highlight highlighted">eleito</span></strong></li>
<li><strong>Astronauta Marcos Pontes (PL-SP):</strong> 4 votos</li>
<li><strong>Eduardo Girão (Novo-CE): </strong>4 votos</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-21kge">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Logo após a proclamação, as imagens feitas no plenário no Senado mostraram os senadores Randolfe Rodrigues (PT-AP) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) repassando ligações ao recém-eleito Alcolumbre.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cqv6n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Os parlamentares confirmaram à GloboNews que as ligações eram de Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, respectivamente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8emgs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Com o resultado, Davi Alcolumbre será presidente da Casa pela segunda vez. Ele já ocupou o cargo no biênio 2019-2020.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6655j">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="18">
<div class="column medium-22 large-20 medium-centered   content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure">
<div style="width: 1018px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/FxO9oNCHlIhjbDMoTTJkv4LvYEY=/0x0:3741x2494/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/R/q/06tl2VRFe9irJrmXip9Q/54211391868-6a4ed4bac2-o.jpg" srcset="" alt="Senador Davi Alcolumbre (União-AP) — Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado" width="1008" height="672" /><p class="wp-caption-text">Senador Davi Alcolumbre (União-AP) — Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado</p></div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-6t2e0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ainda em 2024, o novo presidente do Senado já havia formado um arco de alianças praticamente impossível de ser derrotado, com partidos tanto da base do governo quanto da oposição.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5lj33">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ele conseguiu reunir legendas que somam 73 congressistas: PSD (15), PL (14), MDB (11), PT (9), União (7), PP (6), PSB (4), Republicanos (4) e PDT (3), além de três senadores do Podemos e um do PSDB.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-80v52">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong><span class="highlight highlighted">Ou seja: 76 parlamentares, o equivalente a 94% do Senado, já estavam fechados com o então candidato.</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b5uaf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A primeira gestão de Alcolumbre foi de 2019 a 2021. Nesta primeira ocasião, o parlamentar venceu após a desistência de Renan Calheiros (MDB-AL) – que já tinha comandado quatro vezes a Casa.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9ej6j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A disputa naquele momento foi muito tumultuada e teve até voto fantasma. Na contagem final, 82 votos foram registrados, embora o Senado seja composto por 81 senadores.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5ues">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A suspeita de fraude não foi esclarecida até hoje pelo Senado. Na época, imagens feitas pela TV Globo revelaram que os votos dessas duas cédulas sem envelopes eram para Calheiros. </p>
<div id="chunk-7j3tj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="26">
<div class="content-intertitle">
<h2><strong>Sem reeleição, mas com prestígio</strong></h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-ao54k">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong><span class="highlight highlighted">Uma regra prevista na Constituição e reforçada por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) impediu Alcolumbre de se candidatar à reeleição em 2020.</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-988k7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Essa norma diz que os presidentes da Câmara e do Senado podem buscar a reeleição logo após uma eleição geral – ou seja, quando houver posse de novos deputados e senadores. Mas não podem ser reeleitos na eleição que acontece durante a legislatura (no meio do mandato).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-89rjj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Alcolumbre, então, ajudou a eleger Rodrigo Pacheco (PSD-MG) como seu sucessor. Pacheco, sim, pôde disputar a reeleição e ficou no cargo entre 2021 e 2025.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e03to">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Nos últimos quatro anos, Alcolumbre exerceu a Presidência da comissão mais importante da Casa, a de Constituição e Justiça (CCJ).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f0t39">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ele seguiu com papel de protagonismo na Casa, foi a espécie de um &#8220;primeiro-ministro&#8221; – o braço direito de Pacheco – ao conseguir influenciar quais projetos seriam pautados e ao coordenar a distribuição de emendas parlamentares.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dfbob">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">As emendas são gastos que deputados e senadores indicam em suas bases eleitorais, na forma de projetos e obras.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bj5mb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Alcolumbre assume o Senado num momento em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino cobra mais transparência no processo dessas indicações, especialmente em relação às emendas de comissão, derivadas do chamado &#8220;orçamento secreto&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-64rv7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em sua primeira gestão, Alcolumbre trabalhou para turbinar o montante das emendas e para que o Congresso tivesse poder sobre uma fatia maior do orçamento federal.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fjla1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="35">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No ano passado, a pedido de Dino, a Controladoria-Geral da União (CGU) mostrou que, entre 2020 e 2023, cinco das dez cidades mais beneficiadas por emendas parlamentares estão localizadas no Amapá, estado de Alcolumbre. O levantamento é um cálculo feito levando em conta a proporção do número de habitantes.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">49843</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Projeto de Lei visa retomar obrigatoriedade de extintores de incêndio em veículos no Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/projeto-de-lei-visa-retomar-obrigatoriedade-de-extintores-de-incendio-em-veiculos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 13:58:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado já está pronto para votar o Projeto de Lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro, mas os parlamentares ainda não entraram em consenso sobre a volta da obrigatoriedade. Depois de quase uma década, os extintores de incêndio podem se tornar novamente obrigatórios para veículos, no Brasil. O projeto de lei 159/2017 está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1938185403" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O Senado já está pronto para votar o Projeto de Lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro, mas os parlamentares ainda não entraram em consenso sobre a volta da obrigatoriedade.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Depois de quase uma década, os extintores de incêndio podem se tornar novamente obrigatórios para veículos, no Brasil. O projeto de lei 159/2017 está pronto para entrar em votação no Senado, mas os parlamentares ainda não chegaram a um acordo entre os prós e contras da obrigatoriedade.  </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O advogado Fabrício Menezes dirige pelas ruas de Manaus há 15 anos e desde que comprou o carro próprio se preocupou em adquirir também o extintor de incêndio. Embora nunca tenha precisado utilizar, ele conhece pessoas que já tiveram grandes prejuízos pela falta do item e usou dessas “experiências adquiridas” para se previnir. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Eu já vi um amigo perder o carro justamente por não ter o extintor, uma pane elétrica acabou com o veículo, que era novinho, e isso foi há dois anos; acredito que deveria ser item obrigatório”, disse.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O motorista por aplicativo Washington Roberto também fez a compra do extintor e reconhece que ele pode ser muito útil em um incidente, mas diz que o valor pago foi muito alto e não entende como algo que pode salvar vidas e garantir a segurança dos ocupantes do veículo não é acessível. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Foi um pouco salgado, R$ 780, isso porque a gente iria para estrada e ele é um modelo específico para o Jeep, um tipo extendido. O valor varia muito, mas nunca diminui, sempre bem acima”, comentou.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O Senado já está pronto para votar o Projeto de Lei Complementar que altera o Código de Trânsito Brasileiro e torna o extintor obrigatório novamente, assim como era até 2015. Embora a tramitação esteja em andamento, sido inclusive examinada em dois colegiados, os parlamentares não entraram em consenso sobre a volta da obrigatoriedade. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Quando o texto foi aprovado na Comissão de Fiscalização e Controle, o relator da pasta, senador Eduardo Braga (MDB-AM)  disse que o item é essencial para a segurança nos veículos e também que os valores podem sim ser acessíveis, com algumas unidades disponíveis no mercado a partir de R$ 80. Outro ponto apontado por Braga foi a quantidade de carros que passam por recall por problemas técnicos que podem causar incêndios, o percentual divulgado pelo parlamentar foi de 17%. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Por outro lado, na Comissão de Assuntos Econômicos, o texto foi rejeitado sob o parecer do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), que aceitou a argumentação de colegas sobre uma possível articulação de um lobby da indústria de extintores para a aprovação do projeto de lei. O parlamentar também disse que não há comprovação sobre eficácia da obrigatoriedade do uso do extintor ou estatísticas, como o cinto de segurança, o airbag e o encosto de cabeça, que têm. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h4 class="styled__HeadingFour-sc-fdx3oi-3 ilXYMe">Parecer do Corpo de Bombeiros</h4>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em meio aos prós e contras, o tenente-coronel Rodrigo Freitas, do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, esclareceu à Agência Senado que o item pode ser um grande trunfo positivo para evitar que pequenos incêndios se transformem em grandes sinistros, mas é necessário que os motoristas saiam precisamente como e quando fazer o uso dos extintores. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Um ponto a ser pensado é a falta de treinamento adequado e suficiente. Há situações em que o cidadão não domina a prática do uso de extintor e pode provocar uma situação de maior risco ao tentar utilizá-lo quando ocorre o princípio de incêndio veicular” explicou.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Outra questão importante é a validade do produto, que muitas das vezes é ignorada pelos proprietários. Quando ele não está dentro do período adequado para ser usado, a eficácia diminui consideravelmente. Além disso, mesmo quando em perfeitas condições, não deve ser usado para combater o fogo de um incêndio de grandes proporções. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h4 class="styled__HeadingFour-sc-fdx3oi-3 ilXYMe">Seguranca no Trânsito </h4>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Os extintores, do tipo ABC, contém um pó químico e são indicados para combater incêndios de classe A (materiais sólidos, como plástico, madeira e tecido), classe B (líquidos inflamáveis, como gasolina e álcool) e classe C (equipamentos elétricos energizados, como bateria e fio elétrico). Hoje em dia eles continuam como item obrigatório para veículos grandes, como caminhões e ônibus. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O especialista em trânsito, Manoel Paiva, é a favor da volta de obrigatoriedade para os “veículos individuais” como é o caso dos carros de pequeno porte que são o alvo do projeto de lei que está no Senado. No entanto, ele também relembra que uma das principais causas de acidentes e mortes nas vias é o resultado da soma entre imprudência e alta velocidade. Para Paiva, além dos esforços atuais, as autoridades deveriam também pensar em outras alternativas que também garantam maior segurança para pedestres e motoristas. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Desde 2015 a frota de veículos já aumentou muito, hoje, só em em Manaus são mais de um milhão; é preciso que se crie um clima de segurança no trânsito como por exemplo através do uso de radares de fiscalização de velocidade”, disse.</cite></div>
<div> </div>
<div> </div>
<div><em>Fonte: A Crítica </em></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">49675</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária em 2025 e o desafio do Senado em validar o Comitê Gestor do novo imposto</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/reforma-tributaria-em-2025-e-o-desafio-do-senado-em-validar-o-comite-gestor-do-novo-imposto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jan 2025 12:27:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[ISS]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
		<category><![CDATA[regulamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=48670</guid>

					<description><![CDATA[A regulamentação da reforma tributária, iniciada em 2024, enfrenta novos desafios em 2025, com o Senado tendo a responsabilidade de aprovar o projeto de lei complementar (PLP) 108/2024, essencial para a estruturação do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Esse imposto, que substituirá o ICMS e o ISS, é parte central da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1600131302" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A regulamentação da reforma tributária, iniciada em 2024, enfrenta novos desafios em 2025, com o Senado tendo a responsabilidade de aprovar o projeto de lei complementar (PLP) 108/2024, essencial para a estruturação do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).</p>
<p>Esse imposto, que substituirá o ICMS e o ISS, é parte central da Reforma Tributária sobre o consumo, aprovada pela Emenda Constitucional 132.</p>
<p>O Comitê Gestor do IBS será responsável por coordenar a arrecadação, fiscalização, cobrança e distribuição do novo imposto.</p>
<p>Contudo, para que ele esteja funcional até 2026, início do período-teste de cobrança, o Senado precisa validar a proposta a tempo de permitir a criação do regulamento infralegal, a indicação dos membros pelos entes federados e a adequação tecnológica. A demora pode gerar atrasos no cronograma e insegurança jurídica.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Detalhes do Comitê Gestor</strong></h2>
<p>O Comitê Gestor do IBS será uma entidade pública independente, com sede em Brasília, dotada de autonomia técnica, financeira e orçamentária.</p>
<p>Sua instância máxima será o Conselho Superior, composto por 54 membros e suplentes, sendo 27 representantes dos estados e do Distrito Federal, e 27 representantes dos municípios.</p>
<p>O Conselho tomará decisões por maioria absoluta dos membros, com regras específicas para estados e DF, que precisam representar mais de 50% da população do país para validação.</p>
<p>O representante dos estados deverá ser um secretário de Fazenda ou equivalente, enquanto nos municípios poderá ser um secretário de Fazenda, um profissional com dez anos de experiência em administração tributária, ou alguém com quatro anos em cargos de direção superior na área.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ação provisória e tecnologia</strong></h2>
<p>Para evitar atrasos, o relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), criou um Comitê Gestor temporário, que funcionará até o fim de 2025.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É preciso que se tenha um CNPJ para colocar recursos orçamentários e desenvolver sistemas”, destacou Braga.</p>
</blockquote>
<p>O Comitê provisório não terá poder de arrecadar impostos ou decidir controvérsias, mas será responsável por criar o regulamento inicial do IBS.</p>
<p>A tecnologia necessária para implementar o novo imposto já existe em parte, mas precisa ser uniformizada e coordenada.</p>
<p>Muitos municípios ainda carecem de ferramentas básicas, como sistemas para emissão de notas fiscais eletrônicas, o que exige investimentos rápidos para cumprir o cronograma da reforma.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Próximos passos no Senado</strong></h2>
<p>O PLP 108/2024, já aprovado pela Câmara em outubro de 2024, ainda não tem comissões definidas no Senado, mas é provável que seja encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), como ocorreu com o PLP 68/2024.</p>
<p>O texto detalha as atribuições do Comitê Gestor, incluindo a metodologia e o cálculo da alíquota do IBS, e mantém as atividades de fiscalização e cobrança sob responsabilidade dos estados, DF e municípios.</p>
<p>A validação do projeto é vista como fundamental para consolidar a Reforma Tributária e garantir o início do período-teste em 2026, proporcionando maior segurança jurídica e eficiência na administração tributária do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: RealTime1</em></p>
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		<title>Prosai Parintins: Senado autoriza governo a emprestar US$ 70 milhões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/prosai-parintins-senado-autoriza-governo-a-emprestar-us-70-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 18:39:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Interamericano de Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Com isso, Amazonas pode fazer contrato com o Banco Interamericano de Desenvolvimento. O Senado aprovou o pedido do Governo do Amazonas para tomar empréstimo de US$ 70 milhões no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para aplicar no Programa de Saneamento Integrado (Prosai) de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus). Como contrapartida, o governo estadual deve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1062486495" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Com isso, Amazonas pode fazer contrato com o Banco Interamericano de Desenvolvimento.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-510fa7c6e7f17226175270e2fbb12e34">O Senado aprovou o pedido do Governo do Amazonas para tomar empréstimo de US$ 70 milhões no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para aplicar no Programa de Saneamento Integrado (Prosai) de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus).</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b1d66db2032b813187e16cc06c462b81">Como contrapartida, o governo estadual deve investir US$ 17,5 milhões no programa.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2a3c4bffea34bcfc9c9114aeaa400e65">Conforme o governo, o Prosai vai atingir o entorno da lagoa da Francesa, abrangendo os bairros Castanheiras, Francesa, Palmares, Santa Clara e Santa Rita de Cássia.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-07268b815efb41d6c58ca69272fa948b">O governador Wilson Lima disse que as obras do novo sistema de abastecimento de água e esgotamento sanitário já se iniciaram com recursos do estado.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c1567cd588e384028a9a3097e119e9ee">“É o maior investimento já feito no interior do Amazonas. Esse recurso aprovado será fundamental para darmos continuidade ao Prosai no município de Parintins, resolvendo problemas históricos do município, como a questão da água, e acima de tudo, dando mais dignidade aos moradores”.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-24d90d8f0af529e32dec05e82b28e6fc">A União, que já havia aprovado o financiamento a ser pago com recursos da fonte estadual, é avalista do empréstimo.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-e44a0581909514d385ae896f583730a8">De acordo com o titular da Sedurb, Marcellus Campelo, o Senado foi a última instância de aprovação, antes da assinatura do contrato com o <a href="https://www.iadb.org/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">BID</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: BNC Amazonas </p>
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		<title>Senado aprova projeto para restringir uso de celular em escolas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/senado-aprova-projeto-para-restringir-uso-de-celular-em-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 12:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[plenário do Senado Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Senado Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto vai à sanção presidencial e deve valer para o próximo ano O plenário do Senado Federal aprovou, em votação simbólica, na noite desta quarta-feira (18), o Projeto de Lei 104/2015, que restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis, sobretudo de telefones celulares, nas salas de aula dos estabelecimentos públicos e privados de ensino infantil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1795968171" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Texto vai à sanção presidencial e deve valer para o próximo ano<br /><br />O plenário do <strong>Senado Federal</strong> aprovou, em votação simbólica, na noite desta quarta-feira (18), o Projeto de Lei 104/2015, que restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis, sobretudo de telefones celulares, nas salas de aula dos estabelecimentos públicos e privados de ensino infantil e médio de todo o país.<br /><br />O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, na semana passada, em votação terminativa na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Apoiado pelo governo federal e por especialistas, o texto também teve rápida tramitação no Senado, indo direto para votação em plenário. Com a aprovação no Congresso, o projeto segue para sanção presidencial e poderá valer já para o ano letivo de 2025.<br /><br />Países como França, Espanha, Grécia, Dinamarca, Itália e Holanda já possuem legislações que restringem uso de celular em escolas.<br /><br />De acordo com o relator do PL no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), a medida não traz punições, mas &#8220;orienta uma política pública educacional&#8221;.<br /><br />&#8220;Entre o início do período de aula até o final, o uso de celular está proibido, salvo questão de necessidade, como saúde. A regra é que o aluno deixe esse celular desligado, mutado, na sua mochila ou no estabelecimento que tiver espaço, e ele tenha concentração total na aula. É um projeto muito simples, ele quer resgatar a atenção do aluno, levar esse aluno a prestar atenção na aula&#8221;, argumentou o senador, durante a sessão de debates.<br /><br />Apesar de ter obtido unanimidade entre os senadores, duas emendas chegaram a ser apresentadas. Uma delas, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), visava estabelecer a obrigatoriedade apenas no ensino infantil e fundamental, do 1º ao 9º ano, excluindo o ensino médio. O argumento do parlamentar era aplicar a política de forma gradual. A emenda acabou sendo rejeitada.<br /><br />Uma outra emenda, de autoria do senador Eduardo Girão (Novo-CE), chegou a ser apresentada, para obrigar a instalação de câmeras em salas de aula, mas, após os debates, o parlamentar retirou a proposta, para reapresentá-la na form<br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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