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	<title>seca - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>seca - Portal NDC</title>
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		<title>Campanha ‘Agua é vida, doe vida’ leva 3 mil litros de água a vítimas da seca</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/campanha-agua-e-vida-doe-vida-leva-3-mil-litros-de-agua-a-vitimas-da-seca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 22:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Agua é vida]]></category>
		<category><![CDATA[Atem]]></category>
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		<category><![CDATA[Cáritas]]></category>
		<category><![CDATA[Cáritas Arquidiocesana]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[vitimas]]></category>
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					<description><![CDATA[Atem e Cáritas Arquidiocesana se unem em ação para ajudar comunidades de quatro municípios do Amazonas. No Lago Acajutuba, em Manacapuru, mais de 100 famílias esperam que as chuvas tragam de volta os dias de fartura. Ainda sob os efeitos da vazante histórica de 2024, os ribeirinhos sofrem para garantir a renda mensal, para se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-237868936" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Atem e Cáritas Arquidiocesana se unem em ação para ajudar comunidades de quatro municípios do Amazonas.</p>
<p>No Lago Acajutuba, em Manacapuru, mais de 100 famílias esperam que as chuvas tragam de volta os dias de fartura. Ainda sob os efeitos da vazante histórica de 2024, os ribeirinhos sofrem para garantir a renda mensal, para se locomover e até para ter acesso a água potável.</p>
<p>Uma das famílias impactadas é a do pescador Hermes Aires de Souza Filho, que desde setembro está sem sua principal fonte de renda por conta da vazante, que provoca a escassez de peixes e de água para beber.</p>
<p>Ele mora há 20 anos no Acajatuba, mais especificamente em uma casa flutuante no igarapé da Prainha que, quando está cheio, é a via de acesso de mais de 170 famílias que vivem nas comunidades ribeirinhas Nossa Senhora Perpétuo Socorro, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora Conceição, Santa Maria e São Francisco Bujaru, todas na região do Lago Acajatuba. Mas, desde meados de setembro, o flutuante de Hermes está “encostado” em uma ilhota que se formou com a seca do igarapé e ele não consegue mais pescar por conta da estiagem.<img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-186848" src="https://bncamazonas.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-14-at-18.19.19-1024x681.jpeg" alt="" width="1024" height="681" /></p>
<p><em>“Aqui a gente pega cará, matrinxã, jaraqui… mas este ano a seca chegou mais cedo e o período de pesca acabou antes. Com o igarapé seco, a água que a gente puxa não dá para consumir, é muito suja. Aí, para ter uma água mais limpa, a gente tem que pagar essa contribuição para poder buscar água no poço. É uma dificuldade a mais, ainda mais sem nossas fontes de renda”,</em> relatou Hermes, enquanto carregava nos ombros um pacote de água mineral que deve garantir a ele algumas semanas de tranquilidade – e saúde.</p>
<p>A família dele foi uma das beneficiadas pelas doações da campanha “Água é vida, doe vida”, promovida pela Cáritas Arquidiocesana de Manaus com o apoio da Atem Distribuidora e outros parceiros, que já arrecadou mais de 24 mil litros de água mineral para serem doados para famílias ribeirinhas afetadas pela seca na zona rural dos municípios de Iranduba, Careiro da Várzea, Careiro Castanho e Manaquiri. Quase metade das doações – mais de 10 mil litros – foi feita pela Atem e seus colaboradores.</p>
<p>“Nesse período a gente fica esquecido, ilhado sem o rio. Então, uma doação como essa, neste momento, é muito importante para nós. É um presente grande de Natal antecipado”, disse Hermes.</p>
<p>A coordenadora do Núcleo Paroquial Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, professora Alcione Santos, é a responsável por organizar a distribuição das doações às famílias das cinco comunidades que fazem parte do núcleo. Por conta da estiagem, o porto da Prainha virou uma central de distribuição. Na última quarta (13), o caminhão da Cáritas, carregado com 3 mil litros de água mineral, levou as doações até as margens do igarapé da Prainha, onde os ribeirinhos vão buscar os donativos, em canoas, e levar até suas comunidades, em trajetos que, na cheia, eram feitos em 25 minutos e, hoje, passam de duas horas e meia.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Essa doação é muito importante para essas famílias, pois elas dependem da pesca, do plantio e do artesanato para a renda familiar, atividades que estão escassas devido à seca, que dificulta o plantio e as colheitas, a pesca e até o consumo de água. Porque, como a maioria das comunidades não tem poço, as pessoas dependem da água do rio, que nesta época do ano fica ainda mais imprópria para o consumo”,</em> contou Alcione.</p>
</blockquote>
<h4 id="h-campanha-expandida" class="wp-block-heading"><strong>Campanha expandida</strong></h4>
<p>A campanha “Água é vida, doe vida” foi lançada em 20 de setembro pela Cáritas Arquidiocesana de Manaus em parceria com a Arquidiocese, Atem Distribuidora e outras empresas e instituições.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" class="wp-image-186849" src="https://bncamazonas.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-14-at-18.19.36-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" /></figure>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Essa campanha surgiu para ajudar as comunidades ribeirinhas que estão sofrendo com a seca extrema, precisando do nosso apoio. É uma campanha voltada inicialmente à arrecadação de água, mas que estamos expandindo para doações de alimentos e financeiras, que estão sendo usadas para a aquisição de filtros portáteis de purificação de água”</em>, contou Daniele Silva, secretária executiva na Cáritas Arquidiocesana de Manaus.</p>
</blockquote>
<p>Para o CEO do Grupo Atem, Fernando Aguiar, o sucesso da iniciativa reforça a importância do envolvimento e do apoio da sociedade a ações desse tipo, especialmente durante a vazante dos rios, que afetam não só o deslocamento e a geração de renda das famílias ribeirinhas, mas o acesso à saúde.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" class="wp-image-186852" src="https://bncamazonas.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-14-at-18.19.18-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" /></figure>
<figure class="wp-block-pullquote">
<blockquote>
<p>“Além disso, essa campanha contempla o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 da ONU (Organização das Nações Unidas), que visa garantir o acesso universal e equitativo à água potável e ao saneamento básico. Mais que saúde, é uma ação que leva dignidade para centenas de famílias.”</p>
</blockquote>
</figure>
<h4 id="h-sobre-a-atem" class="wp-block-heading"><strong>Sobre a Atem</strong></h4>
<p>O Grupo Atem, com 29 anos de fundação, é composto por diversas empresas no ramo de combustíveis, logística rodoviária e fluvial, construção naval e refino de petróleo, entre outras, e está presente em 13 estados do Brasil. A Distribuidora Atem atende a cerca de 400 postos bandeirados e possui 9 bases próprias, 8 bases administrativas de distribuição ativas e milhares de clientes ativos, além de capacidade de movimentação de 9 bilhões de litros de combustíveis por ano.</p>
<p>Foto: Divulgação </p>
<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
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		<item>
		<title>Bacia de jacarés&#8217;: Vídeo mostra rio lotado de répteis em meio à seca severa no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bacia-de-jacares-video-mostra-rio-lotado-de-repteis-em-meio-a-seca-severa-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Oct 2024 15:36:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Bacia de jacarés]]></category>
		<category><![CDATA[Careiro da Várzea~]]></category>
		<category><![CDATA[jacarés]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[seca severa]]></category>
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					<description><![CDATA[Um vídeo impressionante circula nas redes sociais mostrando uma grande quantidade de jacarés-açu aglomerados em bancos de areia no Lago do Rei, próximo ao município de Careiro da Várzea, a 23 km de Manaus. As imagens foram capturadas por Rainilson Souza, um pescador ribeirinho de 34 anos, que relatou estar acostumado a ver esses animais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3051127063" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Um vídeo impressionante circula nas redes sociais mostrando uma grande quantidade de jacarés-açu aglomerados em bancos de areia no Lago do Rei, próximo ao município de Careiro da Várzea, a 23 km de Manaus. As imagens foram capturadas por Rainilson Souza, um pescador ribeirinho de 34 anos, que relatou estar acostumado a ver esses animais durante os períodos de seca, que são comuns na região.</p>
<p>O Amazonas atravessa uma severa seca este ano, com os níveis dos rios em queda drástica, expondo mais áreas de terra e concentrando os jacarés em espaços menores. Segundo especialistas, os jacarés-açu, que podem atingir até cinco metros de comprimento, não costumam viver aglomerados. O biólogo Ildean Fernandes, especialista em crocodilianos amazônicos, explicou que a espécie é territorialista e normalmente prefere ficar sozinha. Contudo, períodos de seca forçam os répteis a se reunirem em áreas onde há água e alimento disponíveis.</p>
<p>Apesar da tranquilidade com que Rainilson navegou pelo local, ele reconheceu o perigo da situação. O pescador contou que, em outra ocasião, um morador da região foi atacado por um jacaré-açu após sua canoa bater no animal, resultando em ferimentos graves. As imagens registradas por Rainilson ganharam grande repercussão e reforçam os impactos da seca na fauna amazônica.</p>
<p>A seca de 2024 está sendo considerada uma das mais severas em mais de um século, com o Rio Negro em Manaus atingindo níveis históricos de baixa. Mais de 800 mil pessoas em todo o estado do Amazonas estão sendo afetadas por esse fenômeno, que é agravado por queimadas e mudanças climáticas.</p>
<p>As imagens capturadas no Lago do Rei servem como um lembrete visual da força da natureza e dos desafios enfrentados pelas comunidades ribeirinhas e pela fauna local em tempos de crise ambiental.</p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-45233-1" width="480" height="854" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Snapinsta.app_video_8048B698AE70DA4159B1EBAE018D3F83_video_dashinit.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Snapinsta.app_video_8048B698AE70DA4159B1EBAE018D3F83_video_dashinit.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Snapinsta.app_video_8048B698AE70DA4159B1EBAE018D3F83_video_dashinit.mp4</a></video></div>
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		<title>Em meio a seca severa, deputados aprovam perdão de mais de R$ 3 milhões em dívidas de produtores rurais com Afeam</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/em-meio-a-seca-severa-deputados-aprovam-perdao-de-mais-de-r-3-milhoes-em-dividas-de-produtores-rurais-com-afeam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 14:36:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Afeam]]></category>
		<category><![CDATA[Deputados estaduais do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[produtores rurais]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[seca severa]]></category>
		<category><![CDATA[Wilson lima]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto também prevê renegociação de R$ 10 milhões com produtores rurais. Deputados estaduais do Amazonas aprovaram, na quinta-feira (17), um projeto de lei que permite a remissão e a renegociação de dívidas de operações de créditos junto à Agência de Desenvolvimento e Fomento do Estado do Amazonas (Afeam). O PL foi encaminhado pelo governador Wilson [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1266998775" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Projeto também prevê renegociação de R$ 10 milhões com produtores rurais.<br /><br />Deputados estaduais do Amazonas aprovaram, na quinta-feira (17), um projeto de lei que permite a remissão e a renegociação de dívidas de operações de créditos junto à Agência de Desenvolvimento e Fomento do Estado do Amazonas (Afeam). O PL foi encaminhado pelo governador Wilson Lima.<br /><br />Segundo o governo, o projeto beneficia produtores rurais, micro e pequenos empresários e profissionais autônomos de baixa renda afetados pela estiagem no estado.<br /><br />&#8220;É uma das medidas que a gente adotou para diminuir os prejuízos sofridos por quem vem sendo afetado diretamente por essa estiagem severa&#8221;, disse o governador Wilson Lima.<br /><br />Com a aprovação, será possível conceder remissão total de dívidas para produtores rurais, exceto aqueles que atuam em atividades de extrativismo e agroindústrias, que tenham financiamentos concedidos entre 1º de janeiro de 2023 e a promulgação da lei, desde que estejam em dia com suas obrigações junto à Afeam, até 30 de junho de 2024.<br /><br />A estimativa é que sejam perdoados aproximadamente R$ 3,6 milhões em dívida, visando atenuar os impactos da estiagem de 2024.<br /><br />Os setores da indústria, comércio, serviços e os produtores rurais que não se enquadram na remissão total poderão renegociar suas dívidas sem a necessidade de pagamento de valor de entrada, independentemente da data de contratação, desde que não estejam em cobrança judicial. Haverá possibilidade de repactuação dos prazos de pagamento, com previsão de renegociação de cerca de R$ 10 milhões.</p>
<div id="chunk-7gh5p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="11">
<div class="content-intertitle">
<h2>Como funciona</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-4u61h">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A Afeam envia uma lista ao instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) com os nomes dos produtores que poderão ser beneficiados pela iniciativa do Governo do Amazonas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8doqb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A partir das informações recebidas, a equipe técnica do Idam realiza uma vistoria na propriedade do produtor e emite um laudo técnico, no qual é confirmado se o solicitante está apto, ou não, a receber o benefício de forma parcial ou integral.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cb80u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Mais informações, e até mesmo a solicitação de vistoria, podem ser solicitadas, também, por meio das Unidades Locais (UnLocs) ou postos avançados do Idam, nos 62 municípios amazonenses, de 8h às 17h. Também é possível entrar em contato pelo WhatsApp: (92) 3655-3047.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Fonte: G1 AM</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Empresas cobram até R$ 32 mil para transportar mercadorias para Manaus, que vive seca recorde</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/empresas-cobram-ate-r-32-mil-para-transportar-mercadorias-para-manaus-que-vive-seca-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 12:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[mercadorias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[Seca no Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[A chamada taxa da pouca água é cobrada temporariamente por transportadoras de cargas em contêineres, quando os rios no Amazonas estão extremamente secos e as condições de navegabilidade exigem adaptações. A seca no Amazonas tem feito com que empresários paguem até R$ 32 mil para transportar contêineres com mercadorias até Manaus. O valor é mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-643725348" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A chamada taxa da pouca água é cobrada temporariamente por transportadoras de cargas em contêineres, quando os rios no Amazonas estão extremamente secos e as condições de navegabilidade exigem adaptações.<br /><br />A seca no Amazonas tem feito com que empresários paguem até R$ 32 mil para transportar contêineres com mercadorias até Manaus. O valor é mais que o dobro do montante cobrado durante a seca do ano passado e tem elevado o preço dos produtos comercializados na cidade.<br /><br />Neste ano, o Amazonas vive um cenário ambiental crítico devido à combinação de seca dos rios e queimadas. Todas as calhas dos rios que banham o estado estão em situação crítica de vazante. Só em Manaus, a seca mudou o cenário da cidade, que vive a pior seca do Rio Negro em mais de 120 anos. Além da capital, todos os demais 61 municípios do Amazonas enfrentam um cenário crítico.<br /><br />Em todo o estado, mais de 800 mil pessoas estão sendo impactadas pelo fenômeno.<br /><br />Conhecido por suas águas escuras e com quase 1,7 mil quilômetros de extensão, o Rio Negro é um dos principais afluentes do Rio Amazonas e banha a capital do estado. No final de outubro do ano passado, o rio voltou a encher, mantendo um crescimento lento e constante. No dia 17 de junho deste ano, as águas pararam de subir e começou o período de vazante.<br /><br />Por conta da previsão de mais uma seca recorde em 2024, os dois portos da capital montaram terminais fluviais no meio do Rio Amazonas, em Itacoatiara. Os navios descarregam as mercadorias em balsas que, por serem menores e mais leves, conseguem navegar por trechos críticos do Rio Negro e levar para Manaus alimentos e insumos para indústria.</p>
<div id="chunk-27odm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Mas essa ação tem um custo. A chamada taxa da pouca água é cobrada temporariamente por transportadoras de cargas em contêineres, quando os rios no Amazonas estão extremamente secos e as condições de navegabilidade exigem adaptações.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9uhp2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Durante essa época, as empresas são obrigadas a reduzir o tamanho e o peso dos navios utilizados. A taxa é utilizada pelas empresas para compensar as perdas com a limitação de cargas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-536er">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">No entanto, neste ano, as transportadoras estão cobrando cobrando até R$ 32 mil por contêiner. O valor, segundo os empresários, é praticamente o dobro do cobrado no ano passado &#8211; R$ quase 12 mil reais. Eles também reclamam que o valor começou a ser cobrado antes do previsto.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-el8o4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="81" data-block-id="18">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Essas plataformas foram para a frente de Itacoatiara, que hoje ainda tem um volume muito grande de água. Esses navios com mais de 3000 contêineres estão descarregando em cima de balsas. E as balsas chegando até Manaus. Nós estamos perdendo aí em torno de três a quatro dias a mais de um descarregamento normal, que seria em Manaus. Porém, aconteceu um fato muito ruim que essas empresas resolveram aumentar o preço do contêiner&#8221;, explicou o presidente da CDL Manaus, Ralph Assayag.</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/35GUTTSOxqXSyXqfBgFwGO799Q0=/0x0:1613x895/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/q/2A1cuVRyqHIkQW6hhKSA/captura-de-tela-2024-10-14-183415.png" sizes="auto, (max-width: 2560px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/WipLOD3F6iYTN5FF2dJt85gEoaQ=/0x0:1613x895/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/q/2A1cuVRyqHIkQW6hhKSA/captura-de-tela-2024-10-14-183415.png 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/35GUTTSOxqXSyXqfBgFwGO799Q0=/0x0:1613x895/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/q/2A1cuVRyqHIkQW6hhKSA/captura-de-tela-2024-10-14-183415.png 984w, https://s2-g1.glbimg.com/QGFHEmEkoMutgXPJZdJczWS7hxo=/0x0:1613x895/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/q/2A1cuVRyqHIkQW6hhKSA/captura-de-tela-2024-10-14-183415.png 640w, https://s2-g1.glbimg.com/3DZknk3XPP97ykUcr-qSI7WeTg8=/0x0:1613x895/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/q/2A1cuVRyqHIkQW6hhKSA/captura-de-tela-2024-10-14-183415.png 600w" alt="Durante essa época, as empresas são obrigadas a reduzir o tamanho e o peso dos navios utilizados. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica" width="647" height="359" /><p class="wp-caption-text">Durante essa época, as empresas são obrigadas a reduzir o tamanho e o peso dos navios utilizados. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica</p></div>
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<div id="chunk-d7jgk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Para o presidente da Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Navegação Interior, Claudiomiro Filho, a cobrança da taxa é inevitável.</p>
</div>
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<div id="chunk-r8ne">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="57" data-block-id="21">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;O navio precisa transbordar a carga lá e tem o serviço lá. Então, o navio reduz sua capacidade para ele chegar até Itacoatiara e as balsas que são mais limitadas com a sua capacidade de carga fazem o serviço. Então não tem como não ter uma sobretaxa. Não tem como não ter um sobrepreço neste período&#8221;, defendeu.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-35vgb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O Ministério Público do Amazonas abriu uma investigação para apurar um possível abuso por parte das transportadoras.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="23">
<div class="content-intertitle">
<h2>Rio Negro volta a subir</h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="24">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
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<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/gL_lOmY6a1lGXGRuB59ieC007Uw=/0x0:1656x927/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/N/d/aBd3pdSPO19slBK0M39Q/seca-historica.png" sizes="auto, (max-width: 2560px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/3UZp6rucoizL6mZnon5VTdzXHhA=/0x0:1656x927/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/N/d/aBd3pdSPO19slBK0M39Q/seca-historica.png 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/gL_lOmY6a1lGXGRuB59ieC007Uw=/0x0:1656x927/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/N/d/aBd3pdSPO19slBK0M39Q/seca-historica.png 984w, https://s2-g1.glbimg.com/Gg3Mj3DBbWfdL2Sg7A8aib_Npg4=/0x0:1656x927/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/N/d/aBd3pdSPO19slBK0M39Q/seca-historica.png 640w, https://s2-g1.glbimg.com/byBegU_WIkJBushItCGPQO8OI3c=/0x0:1656x927/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/N/d/aBd3pdSPO19slBK0M39Q/seca-historica.png 600w" alt="Seca do Rio Negro em Manaus. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica" width="648" height="362" /><p class="wp-caption-text">Seca do Rio Negro em Manaus. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica</p></div>
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</div>
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<div id="chunk-13p7d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O Rio Negro, em Manaus, voltou a encher após atingir o recorde histórico de 12,11 metros, sendo o nível mais baixo já registrado desde o início do monitoramento em 1902. Após três dias de estabilidade, o rio apresentou um aumento de dois centímetros, com elevações de um centímetro no domingo (13) e um nesta segunda-feira (14).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b7scs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Entretanto, a repentina subida das águas pode indicar o fenômeno conhecido como &#8220;repiquete&#8221;, um comportamento típico dos rios da região amazônica, em que os níveis oscilam, subindo e descendo, como uma espécie de efeito sanfona.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-81adl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ainda quinta-feira (10), o nível do rio tinha se estabilizado na capital, pela primeira vez, após 104 dias seguidos de descida das águas. Entre quinta (10) e sábado (12), o nível do rio permaneceu em 12,11 metros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9umnv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Nesse intervalo, o Rio Negro o rio atingiu 12,68 metros, em 3 de outubro de 2024, ultrapassando o recorde do nível mais baixo já registrado. De acordo com o Serviço Geológico do Brasil (SGB), a marca se configura como a pior seca da história de Manaus pelo segundo ano consecutivo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aov5o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em 2024, a descida dos rios no Amazonas começou antes do esperado. Em Manaus, o período da seca teve início em 17 de junho, apresentando oscilações até o dia 28, quando iniciou a descida de forma ininterrupta. Historicamente, o fenômeno ocorre entre a última semana de junho e as primeiras semanas de julho.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2osna">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Devido à estiagem, a Prefeitura de Manaus decretou situação de emergência por 180 dias e interditou a Praia da Ponta Negra, após o rio ultrapassar a cota mínima de segurança de 16 metros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1nmn4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="31">
<div class="content-intertitle">
<h2>Números da seca no Amazonas</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-10ppn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Além da capital, os 61 municípios do Amazonas também enfrentam uma situação de emergência devido à seca. Segundo a Defesa Civil, todas as calhas de rios do estado estão em estado crítico de vazante.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2miik">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em Manacapuru, o Rio Solimões enfrenta a pior seca de sua história. Na cidade, as águas chegaram a marcar 2,06 metros no sábado (12). Embora o rio tenha subido um centímetro no domingo (13), se manteve estável nesta segunda (14) com a marca de 2,07 metros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-30ot5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Já no Alto Solimões, em Tabatinga, a situação foi ainda pior, com o rio registrando uma cota negativa. No dia 26 de setembro, o Solimões atingiu a marca histórica de -2,54 metros.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Fonte: G1 AM</p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">44990</post-id>	</item>
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		<title>Imagens de satélites mostram antes e depois da seca em rios da Amazônia; confira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/imagens-de-satelites-mostram-antes-e-depois-da-seca-em-rios-da-amazonia-confira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 16:08:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>
		<category><![CDATA[satélites]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagens mostram situação da seca nos rios da Amazônia entre julho e outubro deste ano O rio Negro, um dos principais da Amazônia passa por uma baixa histórica no nível da água, afetando a vida de milhares de pessoas que vivem na região. Nesta terça-feira, 8, ele atingiu 12,17 metros em Manaus, em meio à seca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3261691345" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Imagens mostram situação da seca nos rios da Amazônia entre julho e outubro deste ano<br /><br />O <strong>rio Negro</strong>, um dos principais da Amazônia passa por uma baixa histórica no nível da água, afetando a vida de milhares de pessoas que vivem na região. Nesta terça-feira, 8, ele atingiu 12,17 metros em Manaus, em meio à seca extrema que afeta o Norte do Brasil. Imagens de satélite mostram a situação do rio entre julho e outubro de 2024.<br /><br />A marca foi a menor registrada em 122 anos desde o começo da medição. Os dados são do Serviço Geológico do Brasil, obtidos a partir da medição do nível do rio no Porto de Manaus.<br /><br />A seca do rio é a pior da história de Manaus, pelo segundo ano consecutivo. No ano passado, o rio Negro registrou 12,7 metros em Manaus, mas nesta terça, o rio superou a baixa 20 dias antes do recorde anterior. Isso mostra que a estiagem chegou mais cedo na região amazônica. <br /><br />Imagens de satélites cedidas ao Terra mostram os impactos da seca nos rios da Amazônia, entre julho e outubro deste ano. É possível ver trechos do rio Negro em 8 de agosto e 2 de outubro, e do Solimões, em 17 de julho e 21 de setembro. As imagens exibem bancos de areia e áreas secas por onde antes passava a água.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-44758" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Captura-de-tela-2024-10-09-120733.webp" alt="" width="766" height="630" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-44759" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Captura-de-tela-2024-10-09-120746.webp" alt="" width="759" height="626" /></p>
<p>As imagens são do programa Brasil MAIS, que divulga registros de um satélite da constelação da empresa estadunidense Planet, por meio de contrato entre a Polícia Federal e a SCCON, responsável pela plataforma.</p>
<p><strong>Seca extrema</strong></p>
<p>A baixa do nível do rio Negro acontece em meio à seca extrema que atinge o Brasil, principalmente na região Norte. De acordo com o Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden), dados de setembro mostram que o país passa pela maior seca da história recente.</p>
<p>Com exceção do Rio Grande do Sul, todos os estados brasileiros enfrentaram falta de chuvas com muita frequência nos últimos meses.</p>
<p>Além de ser a mais extensa, a seca também é a mais severa, comparada aos outros anos, desde 1950, segundo o Cemaden.</p>
<p>O fenômeno climático El Niño é um dos fatores que contribuiu para a situação climática do Brasil. Ele durou de 2023 até o meio de 2024, e também foi agravado pelo aquecimento do oceano Atlântico Tropical Norte. Os dois eventos aconteceram em momentos diferentes, mas se complementaram para causar a seca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Terra</p>
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		<item>
		<title>Amazonas tem prejuízo de R$ 620 milhões em 2024 na pior seca da história, diz Defesa Civil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-tem-prejuizo-de-r-620-milhoes-em-2024-na-pior-seca-da-historia-diz-defesa-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Oct 2024 15:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[pior seca da história]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[Os danos acumulados até esta quinta-feira (3) de 2024 já superam os registros de 2023, que até então era considerada a estiagem mais grave a atingir o estado. A seca de 2024 no Amazonas é considerada a pior da história em termos de impactos econômicos e sociais. A Defesa Civil estadual confirmou a informação com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2464987637" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Os danos acumulados até esta quinta-feira (3) de 2024 já superam os registros de 2023, que até então era considerada a estiagem mais grave a atingir o estado.<br /><br />A seca de 2024 no Amazonas é considerada a pior da história em termos de impactos econômicos e sociais. A Defesa Civil estadual confirmou a informação com exclusividade à Expedição Amazonas, da GloboNews. Até quinta-feira (3), os danos acumulados já superaram os números de 2023, que até então era reconhecida como a estiagem mais grave do estado.<br /><br />Segundo a Defesa Civil, quase 770 mil pessoas estão sendo afetadas pela seca, que levou todas as cidades do estado a decretarem situação de emergência. Os prejuízos públicos e privados , que em 2023 totalizaram cerca de R$ 472 milhões, já ultrapassam R$ 620 milhões em 2024, e o cenário pode piorar à medida que a seca persiste.<br /><br />O órgão esclareceu que a análise comparativa considera fatores hidrológicos, sociais e econômicos. Informações fornecidas pelas prefeituras sobre os impactos na agricultura, comércio, indústria, pecuária e fornecimento de serviços básicos, além dos danos a estruturas públicas, confirmam que os índices deste ano são os mais graves já registrados.</p>
<div id="chunk-f66g9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="11">
<div class="content-intertitle">
<h2>Seca nos rios no estado</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-1ns5o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">No contexto hidrológico, as calhas dos rios Alto, Médio e Baixo Solimões, Médio e Baixo Amazonas, Madeira, Purus e Rio Negro apresentam níveis críticos. Estações fluviométricas, como Tabatinga, Fonte Boa e Manacapuru, registram cotas mínimas históricas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5j26m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="193" data-block-id="13">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>Na sexta-feira (4), o <strong>Rio Negro</strong> atingiu a marca de 12,66 metros, fazendo com que Manaus enfrente a pior seca da história pelo segundo ano consecutivo.</li>
<li>Em Tabatinga, na região do Alto Solimões, o<strong> Rio Solimões</strong> está com -1,99 metros. O registro é desta sexta-feira (4). Dados da Defesa Civil apontam que o rio tem descido, em média, 5 centímetros por dia no último mês. A cidade vive a pior seca da história.</li>
<li>💧 Na cidade de Coari, na região do Médio Amazonas, o <strong>Rio Amazonas</strong> registrou a cota de 1,21 metros nesta sexta-feira, segundo medição da Defesa Civil do município.</li>
<li>💧 Em Parintins, no Baixo Amazonas, o Rio Amazonas está em -2,05 metros. O cenário também é crítico na região, segundo o governo do estado.</li>
<li>💧 No município de Itacoatiara, o mesmo Rio Amazonas está medindo 0,41 centímetros nesta sexta-feira. A cidade recebeu um porto flutuante, onde os navios cargueiros, que atendem as empresas do Polo Industrial de Manaus, transferem suas mercadorias para balsas que ainda conseguem chegar na capital amazonense.</li>
<li>💧 Em Humaitá, o<strong> Rio Madeira </strong>registra 8,20 metros nesta sexta-feira. O rio desceu uma média de 4 centímetros por dia.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-96qp7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Na capital, a prefeitura já fechou a praia da Ponta Negra, o principal balneário da cidade. No porto, o surgimento de bancos de areia tem afastado as embarcações e alterado a rotina de quem depende do rio para viver. Até o Encontro das Águas se tornou mais difícil de observar devido a essa situação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c46t1">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="15">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/EFIwKY1dP1KRI7awzVkX98UZohc=/0x0:2000x1333/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/S/WtKzuMTgmyVla5WyvO3w/2024-09-08t164009z-124770905-rc2bw9a2nxup-rtrmadp-3-brazil-environment-amazon.jpg" sizes="auto, (max-width: 2049px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/Oi8jaT6C7DZDjxK8VIdMkxHWh08=/0x0:2000x1333/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/S/WtKzuMTgmyVla5WyvO3w/2024-09-08t164009z-124770905-rc2bw9a2nxup-rtrmadp-3-brazil-environment-amazon.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/EFIwKY1dP1KRI7awzVkX98UZohc=/0x0:2000x1333/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/S/WtKzuMTgmyVla5WyvO3w/2024-09-08t164009z-124770905-rc2bw9a2nxup-rtrmadp-3-brazil-environment-amazon.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/EztbhuGLJbHB_sAIZumVxsFmh1I=/0x0:2000x1333/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/S/WtKzuMTgmyVla5WyvO3w/2024-09-08t164009z-124770905-rc2bw9a2nxup-rtrmadp-3-brazil-environment-amazon.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/WIhpXPlc_Pw57nYzzTuoGY8Uc18=/0x0:2000x1333/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/S/WtKzuMTgmyVla5WyvO3w/2024-09-08t164009z-124770905-rc2bw9a2nxup-rtrmadp-3-brazil-environment-amazon.jpg 600w" alt="Ribeirinhos carregam galões de água enquanto atravessam bancos de areia do rio Madeira até a comunidade Paraizinho, em meio à pior seca da história. Humaitá, Amazonas (10 de setembro) — Foto: Bruno Kelly/Reuters" width="647" height="431" /><p class="wp-caption-text">Ribeirinhos carregam galões de água enquanto atravessam bancos de areia do rio Madeira até a comunidade Paraizinho, em meio à pior seca da história. Humaitá, Amazonas (10 de setembro) — Foto: Bruno Kelly/Reuters</p></div>
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<div id="chunk-bq6m0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Na capital, a prefeitura fechou a praia da Ponta Negra, o principal balneário da cidade. No porto, o aparecimento de bancos de areia tem afastado as embarcações, alterando a rotina de quem depende do rio para viver. Além disso, a visualização do Encontro das Águas se tornou mais difícil devido a essa situação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-40n0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Desde o início do ano, o governo estadual tem se empenhado em antecipar ações para combater a estiagem. Como parte dessas iniciativas, informou que já enviou <strong>202,1 toneladas</strong> de medicamentos e insumos para os municípios afetados pela seca severa deste ano.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Veja Mais <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2024/10/05/amazonas-tem-prejuizo-de-r-620-milhoes-em-2024-na-pior-seca-da-historia-diz-defesa-civil.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">G1 AM</a></p>
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		<item>
		<title>VÍDEOS: embarcações enfrentam seca e risco de encalhar no rio Madeira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/videos-embarcacoes-enfrentam-seca-e-risco-de-encalhar-no-rio-madeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 15:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[embarcações]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[É possível perceber que as embarcações navegam bem devagar com a linha da água quase no limite Amazonas – Começou a circular nas redes sociais vídeos que mostram duas embarcações precisando efrentar a seca que já atinge o rio Madeira, que banha os estados de Rondônia e do Amazonas. De acordo com as informações, as embarcações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4016067074" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>É possível perceber que as embarcações navegam bem devagar com a linha da água quase no limite<br /><br /><strong>Amazonas</strong> – Começou a circular nas redes sociais vídeos que mostram duas embarcações precisando efrentar a seca que já atinge o rio Madeira, que banha os estados de Rondônia e do Amazonas.<br /><br />De acordo com as informações, as embarcações seriam N/M Marelene Coimbra e N/M Voyage IV. É possível perceber que as embarcações navegam bem devagar com a linha da água quase no limite.<br /><br />Nas redes sociais, muitos internautas indicaram que as embarcações estavam ainda com um excesso de peso de carga o que dificultaria ainda mais a navegação.<br /><br />No dia 28 de agosto de 2024, o Comitê de Enfrentamento à Estiagem decretou Situação de Emergência em 62 municípios do Amazonas por conta dos efeitos da estiagem que atinge o estado.<br /><br />A profundidade do rio Madeira está 3 metros abaixo do padrão considerado normal para esta época do ano. Depois de bater o recorde histórico ao registrar uma altura de 41 cm no trecho que atravessa Porto Velho (RO) no sábado (14), a projeção do Serviço Geológico do Brasil (SGB) é que o cenário deve se agravar até outubro e bater novos recordes.</p>

<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/embarcacao-amazonas3.mp4'>embarcacao-amazonas3</a>


<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/embarcacao-amazonas2.mp4'>embarcacao-amazonas2</a>

<p><br /><br /><br /><br />Fonte: D24am</p>
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		<title>Mais de 110 mil pessoas já são afetadas por seca dos rios no AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mais-de-110-mil-pessoas-ja-sao-afetadas-por-seca-dos-rios-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 21:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[seca dos rios]]></category>
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					<description><![CDATA[Até o momento 20 cidades estão em estado de emergência A seca dos rios já deixa em situação de emergência 20 cidades do Amazonas, afetando 111,9 mil pessoas, conforme a Defesa Civil do Estado. No âmbito da assistência humanitária, 226 toneladas de alimentos foram distribuídas para as regiões mais afetadas. Após a seca recorde do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2000261719" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Até o momento 20 cidades estão em estado de emergência<br /><br />A seca dos rios já deixa em situação de emergência 20 cidades do Amazonas, afetando 111,9 mil pessoas, conforme a Defesa Civil do Estado. No âmbito da assistência humanitária, 226 toneladas de alimentos foram distribuídas para as regiões mais afetadas. <br /><br />Após a seca recorde do ano passado, quando o nível dos rios chegou ao menor nível em um século, há expectativa de que a estiagem seja ainda mais severa, o que causa preocupação com o isolamento de cidades inteiras e maior dificuldade com o escoamento de mercadorias para atender às empresas do comércio e indústria.<br /><br />Em nota, o governo estadual destacou o atendimento humanitário. Disse que já instalou 24 purificadores de água, sendo 10 deles direcionados para a calha do Alto Solimões, além de enviar 100 caixas d’água para melhorar o acesso à água potável.<br /><br /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Segundo a Segundo</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Unicef alerta sobre qualidade do ar insalubre em cidades do Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/unicef-alerta-sobre-qualidade-do-ar-insalubre-em-cidades-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 13:07:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[meteorologia]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do ar]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[Unicef]]></category>
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					<description><![CDATA[Há quatro dias a fumaça de queimadas deixa Manaus encoberta O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou um alerta, nesta segunda-feira (12), aos municípios do Amazonas atingidos pela fumaça das queimadas durante o período de seca. Há três dias, a capital do estado, Manaus, mantém áreas encobertas voltando a registrar imagens semelhantes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2749532626" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Há quatro dias a fumaça de queimadas deixa Manaus encoberta</p>
<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou um alerta, nesta segunda-feira (12), aos municípios do Amazonas atingidos pela fumaça das queimadas durante o período de seca.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1607577&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1607577&amp;o=node" /></p>
<p>Há três dias, a capital do estado, Manaus, mantém áreas encobertas voltando a registrar imagens semelhantes as de outubro de 2023, quando em um único dia, havia 1,6 mil focos de incêndio ativos no estado.</p>
<p>De acordo com a plataforma que mede o Índice de Qualidade do Ar (AQI) em tempo real da fundação IQAir, a cidade de Manaus registra atualmente qualidade insalubre para pessoas sensíveis, com alerta laranja para impactos como desconforto respiratório para crianças e idosos, e pessoas acometidas por doenças pulmonares e cardíacas.</p>
<p>O alerta considera a concentração dos oito principais poluentes no ar e os efeitos associados à saúde, em uma escala de seis níveis, sendo o laranja o quarto mais grave.</p>
<p>A nutricionista e consultora do Unicef em Manaus nas áreas de emergência, saúde e nutrição, Neideana Ribeiro, orienta que o cuidado com as crianças nessas cidades precisa ser redobrado.</p>
<blockquote>
<p>“É melhor evitar a exposição fora de casa, ao ar livre, e esperar a melhoria da qualidade do ar para que a criança tenha a possibilidade de sair e brincar fora”, explica.</p>
</blockquote>
<p>De acordo com a profissional, também é necessário aumentar a hidratação e fazer o uso de máscara nos momentos de maior exposição. Para pessoas com problemas respiratórios, como asma, é necessário manter em casa medicamentos para alívio dos sintomas, conforme a orientação médica.</p>
<p>A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas (SES-AM), foi acionada pela reportagem da Agência Brasil, mas até o momento da publicação da matéria não houve resposta.</p>
<h2>Fogo</h2>
<p>Com o início do período de estiagem e o alerta da Defesa Civil do estado de baixos níveis da Bacia do Amazonas, o governo estadual decretou situação de emergência em Manaus e outras 22 cidades.</p>
<p>Também foi proibida a prática de atear fogo, com ou sem uso de técnicas de queima controlada nas cidades de Apuí; Novo Aripuanã; Manicoré; Humaitá; Canutama; Lábrea; Boca do Acre; Tapauá; Maués; Manaus; Iranduba; Novo Airão; Careiro da Várzea; Rio Preto da Eva; Itacoatiara; Presidente Figueiredo; Manacapuru; Careiro Castanho; Autazes; Silves; Itapiranga; e Manaquiri.</p>
<p>Desde o início do mês de agosto, o estado registrou pouco mais de 3 mil alertas para focos de incêndio, segundo o Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os municípios mais atingidos são Apuí, Novo Aripuanã e Lábrea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Seca no Amazonas: pescador idoso é resgatado após ficar 3 dias encalhado em buraco de lama no Rio Solimões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/seca-no-amazonas-pescador-idoso-e-resgatado-apos-ficar-3-dias-encalhado-em-buraco-de-lama-no-rio-solimoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 13:57:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Buraco]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[encalhado]]></category>
		<category><![CDATA[Idoso]]></category>
		<category><![CDATA[Interior do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[pescador]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Solimões]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo de Olivença]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[Seca no Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Belmiro Tavares, de 85 anos, ficou preso em uma área de praia onde o Rio Solimões está seco; ele foi resgatado pela Defesa Civil, que usou drones nas buscas, e está internado. Um pescador de 85 anos foi resgatado após ficar três dias atolado em um buraco de lama em um trecho do Rio Solimões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1226739677" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Belmiro Tavares, de 85 anos, ficou preso em uma área de praia onde o Rio Solimões está seco; ele foi resgatado pela Defesa Civil, que usou drones nas buscas, e está internado.<br /><br />Um pescador de 85 anos foi resgatado após ficar três dias atolado em um buraco de lama em um trecho do Rio Solimões que está seco, no município de São Paulo de Olivença, no interior do Amazonas. Um vídeo, feito pela Defesa Civil, mostra o momento em que Belmiro Tavares foi foi encontrado e resgatado, na última segunda-feira (29)<br /><br />Morador do distrito de Santa Rita do Well, a cerca de 1.040 km da capital Manaus, o idoso saiu para pescar no dia 23 de julho, mas não retornou como esperado pela família. Preocupados com Belmiro, os parentes então procuraram as autoridades locais para mobilizar buscas pelo pescador.<br /><br />Após dois dias de procura, na quinta-feira (25), chegaram informações de que ele havia sido visto pela última vez em uma região conhecida como &#8220;Barro Preto&#8221;, banhada pelo Rio Solimões. A localidade fica a aproximadamente sete quilômetros de distância do distrito em que o pescador mora.<br /><br />Segundo a Defesa Civil de São Paulo de Olivença, as buscas se intensificaram no domingo (28), e incluíram até uso de drone. O uso da tecnologia acabou dando resultado: na manhã da segunda-feira (29), a equipe de busca localizou a canoa de Belmiro Tavares em uma área de praia onde o rio tinha secado consideravelmente.<br /><br />Para a surpresa de todos, ao descer o drone, o pescador foi avistado dentro da canoa em um buraco de lama. Nas imagens, é possível ver que o idoso, ao ser resgatado, estava fora da canoa, completamente coberto por barro e com a lama até a altura das axilas.<br /><br />&#8220;[Ele] foi encontrado dentro de uma ressaca, que é o que nós chamamos aqui na região por conta da baixa diária do rio. Esse senhor entrou em uma ressaca e em menos de 24h ficou preso no local&#8221;, contou o secretário de Defesa Civil de São Paulo de Olivença, Glacimar da Rocha.</p>
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure">
<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/blOP3k4JSAg8ipKzAhD4gewJSUU=/0x0:1080x597/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/E/j/GYYj3ER8aOUFBjSJ52Pg/whatsapp-image-2024-08-01-at-08.33.56.jpeg" alt="Imagem mostra pescador idoso ser resgatado após ficar 3 dias encalhado em buraco de lama no Rio Solimões. — Foto: Bruce Kevin" width="648" height="358" /><p class="wp-caption-text">Imagem mostra pescador idoso ser resgatado após ficar 3 dias encalhado em buraco de lama no Rio Solimões. — Foto: Bruce Kevin</p></div>
</figure>
</div>
<div id="chunk-fctdq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O órgão explicou que a rápida descida do Rio Solimões deixou o local seco, impedindo que o pescador usasse a canoa para sair da praia. Pelo segundo ano consecutivo, o Amazonas enfrenta uma estiagem severa. 20 das 62 cidades do estado, incluindo a capital, estão em situação de emergência por conta da estiagem.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a44h4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O nível do Rio Solimões na região atingiu a marca de 3.05 m nesta quinta-feira (1), segundo a Agência Nacional de Águas, índice bem abaixo da média para o período, que é 6.51m.</p>
<div id="chunk-6gn8d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A Defesa Civil também relatou que uma das filhas de Belmiro contou, por telefone, que o pai, com sede, teve que beber a água do buraco para sobreviver durante os três dias em que ficou preso.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-76vfn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ao ser resgatado, Belmiro Tavares foi levado para o Hospital Robert Paul Backsmann, localizado em São Paulo de Olivença. Já na unidade, ele teve que passar por uma lavagem gástrica. Ele continua internado em condição estável.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d9vdq">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="23">
<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/NKHDXrmOg-TGPLqF64as4CzX6zc=/0x0:1272x717/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/V/KhqaibSnWLBVfreAH2Kg/resgate-de-pescador-amazonense-atolado-em-lama-foto-bruce-kevin.png" alt="Resgate de pescador amazonense atolado em lama — Foto: Bruce Kevin" width="648" height="365" /><p class="wp-caption-text">Resgate de pescador amazonense atolado em lama — Foto: Bruce Kevin</p></div>
</figure>
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</div>
<p class="content-media__description  "> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1 AM</p>
<div id="chunk-a44h4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="19">
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