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	<title>Seca no Amazonas - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Seca no Amazonas - Portal NDC</title>
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		<title>Empresas cobram até R$ 32 mil para transportar mercadorias para Manaus, que vive seca recorde</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/empresas-cobram-ate-r-32-mil-para-transportar-mercadorias-para-manaus-que-vive-seca-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 12:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[mercadorias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[Seca no Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[A chamada taxa da pouca água é cobrada temporariamente por transportadoras de cargas em contêineres, quando os rios no Amazonas estão extremamente secos e as condições de navegabilidade exigem adaptações. A seca no Amazonas tem feito com que empresários paguem até R$ 32 mil para transportar contêineres com mercadorias até Manaus. O valor é mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2379681259" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A chamada taxa da pouca água é cobrada temporariamente por transportadoras de cargas em contêineres, quando os rios no Amazonas estão extremamente secos e as condições de navegabilidade exigem adaptações.<br /><br />A seca no Amazonas tem feito com que empresários paguem até R$ 32 mil para transportar contêineres com mercadorias até Manaus. O valor é mais que o dobro do montante cobrado durante a seca do ano passado e tem elevado o preço dos produtos comercializados na cidade.<br /><br />Neste ano, o Amazonas vive um cenário ambiental crítico devido à combinação de seca dos rios e queimadas. Todas as calhas dos rios que banham o estado estão em situação crítica de vazante. Só em Manaus, a seca mudou o cenário da cidade, que vive a pior seca do Rio Negro em mais de 120 anos. Além da capital, todos os demais 61 municípios do Amazonas enfrentam um cenário crítico.<br /><br />Em todo o estado, mais de 800 mil pessoas estão sendo impactadas pelo fenômeno.<br /><br />Conhecido por suas águas escuras e com quase 1,7 mil quilômetros de extensão, o Rio Negro é um dos principais afluentes do Rio Amazonas e banha a capital do estado. No final de outubro do ano passado, o rio voltou a encher, mantendo um crescimento lento e constante. No dia 17 de junho deste ano, as águas pararam de subir e começou o período de vazante.<br /><br />Por conta da previsão de mais uma seca recorde em 2024, os dois portos da capital montaram terminais fluviais no meio do Rio Amazonas, em Itacoatiara. Os navios descarregam as mercadorias em balsas que, por serem menores e mais leves, conseguem navegar por trechos críticos do Rio Negro e levar para Manaus alimentos e insumos para indústria.</p>
<div id="chunk-27odm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Mas essa ação tem um custo. A chamada taxa da pouca água é cobrada temporariamente por transportadoras de cargas em contêineres, quando os rios no Amazonas estão extremamente secos e as condições de navegabilidade exigem adaptações.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9uhp2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Durante essa época, as empresas são obrigadas a reduzir o tamanho e o peso dos navios utilizados. A taxa é utilizada pelas empresas para compensar as perdas com a limitação de cargas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-536er">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">No entanto, neste ano, as transportadoras estão cobrando cobrando até R$ 32 mil por contêiner. O valor, segundo os empresários, é praticamente o dobro do cobrado no ano passado &#8211; R$ quase 12 mil reais. Eles também reclamam que o valor começou a ser cobrado antes do previsto.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-el8o4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="81" data-block-id="18">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Essas plataformas foram para a frente de Itacoatiara, que hoje ainda tem um volume muito grande de água. Esses navios com mais de 3000 contêineres estão descarregando em cima de balsas. E as balsas chegando até Manaus. Nós estamos perdendo aí em torno de três a quatro dias a mais de um descarregamento normal, que seria em Manaus. Porém, aconteceu um fato muito ruim que essas empresas resolveram aumentar o preço do contêiner&#8221;, explicou o presidente da CDL Manaus, Ralph Assayag.</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2amo6">
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<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/35GUTTSOxqXSyXqfBgFwGO799Q0=/0x0:1613x895/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/q/2A1cuVRyqHIkQW6hhKSA/captura-de-tela-2024-10-14-183415.png" sizes="(max-width: 2560px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/WipLOD3F6iYTN5FF2dJt85gEoaQ=/0x0:1613x895/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/q/2A1cuVRyqHIkQW6hhKSA/captura-de-tela-2024-10-14-183415.png 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/35GUTTSOxqXSyXqfBgFwGO799Q0=/0x0:1613x895/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/q/2A1cuVRyqHIkQW6hhKSA/captura-de-tela-2024-10-14-183415.png 984w, https://s2-g1.glbimg.com/QGFHEmEkoMutgXPJZdJczWS7hxo=/0x0:1613x895/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/q/2A1cuVRyqHIkQW6hhKSA/captura-de-tela-2024-10-14-183415.png 640w, https://s2-g1.glbimg.com/3DZknk3XPP97ykUcr-qSI7WeTg8=/0x0:1613x895/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/q/2A1cuVRyqHIkQW6hhKSA/captura-de-tela-2024-10-14-183415.png 600w" alt="Durante essa época, as empresas são obrigadas a reduzir o tamanho e o peso dos navios utilizados. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica" width="647" height="359" /><p class="wp-caption-text">Durante essa época, as empresas são obrigadas a reduzir o tamanho e o peso dos navios utilizados. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica</p></div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-d7jgk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Para o presidente da Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Navegação Interior, Claudiomiro Filho, a cobrança da taxa é inevitável.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-r8ne">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="57" data-block-id="21">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;O navio precisa transbordar a carga lá e tem o serviço lá. Então, o navio reduz sua capacidade para ele chegar até Itacoatiara e as balsas que são mais limitadas com a sua capacidade de carga fazem o serviço. Então não tem como não ter uma sobretaxa. Não tem como não ter um sobrepreço neste período&#8221;, defendeu.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-35vgb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O Ministério Público do Amazonas abriu uma investigação para apurar um possível abuso por parte das transportadoras.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5b2tn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="23">
<div class="content-intertitle">
<h2>Rio Negro volta a subir</h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/gL_lOmY6a1lGXGRuB59ieC007Uw=/0x0:1656x927/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/N/d/aBd3pdSPO19slBK0M39Q/seca-historica.png" sizes="(max-width: 2560px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/3UZp6rucoizL6mZnon5VTdzXHhA=/0x0:1656x927/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/N/d/aBd3pdSPO19slBK0M39Q/seca-historica.png 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/gL_lOmY6a1lGXGRuB59ieC007Uw=/0x0:1656x927/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/N/d/aBd3pdSPO19slBK0M39Q/seca-historica.png 984w, https://s2-g1.glbimg.com/Gg3Mj3DBbWfdL2Sg7A8aib_Npg4=/0x0:1656x927/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/N/d/aBd3pdSPO19slBK0M39Q/seca-historica.png 640w, https://s2-g1.glbimg.com/byBegU_WIkJBushItCGPQO8OI3c=/0x0:1656x927/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/N/d/aBd3pdSPO19slBK0M39Q/seca-historica.png 600w" alt="Seca do Rio Negro em Manaus. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica" width="648" height="362" /><p class="wp-caption-text">Seca do Rio Negro em Manaus. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica</p></div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-13p7d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O Rio Negro, em Manaus, voltou a encher após atingir o recorde histórico de 12,11 metros, sendo o nível mais baixo já registrado desde o início do monitoramento em 1902. Após três dias de estabilidade, o rio apresentou um aumento de dois centímetros, com elevações de um centímetro no domingo (13) e um nesta segunda-feira (14).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b7scs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Entretanto, a repentina subida das águas pode indicar o fenômeno conhecido como &#8220;repiquete&#8221;, um comportamento típico dos rios da região amazônica, em que os níveis oscilam, subindo e descendo, como uma espécie de efeito sanfona.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-81adl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ainda quinta-feira (10), o nível do rio tinha se estabilizado na capital, pela primeira vez, após 104 dias seguidos de descida das águas. Entre quinta (10) e sábado (12), o nível do rio permaneceu em 12,11 metros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9umnv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Nesse intervalo, o Rio Negro o rio atingiu 12,68 metros, em 3 de outubro de 2024, ultrapassando o recorde do nível mais baixo já registrado. De acordo com o Serviço Geológico do Brasil (SGB), a marca se configura como a pior seca da história de Manaus pelo segundo ano consecutivo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aov5o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em 2024, a descida dos rios no Amazonas começou antes do esperado. Em Manaus, o período da seca teve início em 17 de junho, apresentando oscilações até o dia 28, quando iniciou a descida de forma ininterrupta. Historicamente, o fenômeno ocorre entre a última semana de junho e as primeiras semanas de julho.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2osna">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Devido à estiagem, a Prefeitura de Manaus decretou situação de emergência por 180 dias e interditou a Praia da Ponta Negra, após o rio ultrapassar a cota mínima de segurança de 16 metros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1nmn4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="31">
<div class="content-intertitle">
<h2>Números da seca no Amazonas</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-10ppn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Além da capital, os 61 municípios do Amazonas também enfrentam uma situação de emergência devido à seca. Segundo a Defesa Civil, todas as calhas de rios do estado estão em estado crítico de vazante.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2miik">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em Manacapuru, o Rio Solimões enfrenta a pior seca de sua história. Na cidade, as águas chegaram a marcar 2,06 metros no sábado (12). Embora o rio tenha subido um centímetro no domingo (13), se manteve estável nesta segunda (14) com a marca de 2,07 metros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-30ot5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Já no Alto Solimões, em Tabatinga, a situação foi ainda pior, com o rio registrando uma cota negativa. No dia 26 de setembro, o Solimões atingiu a marca histórica de -2,54 metros.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Fonte: G1 AM</p>
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		<title>Em Itacoatiara, Rio Amazonas atinge o menor nível já registrado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/em-itacoatiara-rio-amazonas-atinge-o-menor-nivel-ja-registrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Oct 2024 02:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Itacoatiara]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Seca no Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Nível do rio é monitorado no município pelo Serviço Geológico do Brasil desde 1998, e nunca havia chega a um nível tão baixo. O Rio Amazonas chegou a 32 centímetros no município Itacoatiara, no Amazonas. Nesta sexta-feira (4), o nível das águas secou 9 centímetros, e o rio já registra a pior seca da cidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-67728522" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Nível do rio é monitorado no município pelo Serviço Geológico do Brasil desde 1998, e nunca havia chega a um nível tão baixo.<br /><br />O Rio Amazonas chegou a 32 centímetros no município Itacoatiara, no Amazonas. Nesta sexta-feira (4), o nível das águas secou 9 centímetros, e o rio já registra a pior seca da cidade em 26 anos de medição.<br /><br />O nível das águas é monitorado no município pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) desde 1998, e nunca havia chega a um nível tão baixo. A cota recorde superou a seca do ano passado, quando o rio atingiu 36 centímetros, no dia 26 de outubro de 2023.<br /><br />A estiagem no município já afeta mais de 28 mil pessoas, cerca de 7 mil famílias, de acordo com o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID).<br /><br />Segundo a Coordenadoria da Defesa Civil de Itacoatiara, mais de 100 comunidades estão isoladas devido a seca histórica. Os moradores enfrentam dificuldades para se locomover, e principalmente ter acesso a água potável.</p>
<div id="chunk-51uii">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="12">
<div class="content-intertitle">
<h2>Seca no Amazonas</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-6m06s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Além de Itacoatiara, a seca também atingiu níveis históricos em Manaus. Na quinta-feira (3), o Rio Negro bateu o recorde ao ultrapassar a cota mínima de 12,70 metros, registrada em 2023. Na manhã desta sexta-feira, o rio marcou 12,66 metros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-41dt1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em Tabatinga, na região do Alto Solimões, o Rio Solimões está em -1,98 metros. O registro é de quinta-feira (3). Dados da Defesa Civil apontam que o rio tem descido, em média, 5 centímetros por dia, no último mês. A cidade vive sua pior seca da história.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b5pni">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Na cidade de Coari, na região do Médio Amazonas, o rio mede 1,54 metros. O registro é do dia 17 de setembro, última atualização da Defesa Civil do local.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em Parintins, no Baixo Amazonas, o Rio Amazonas está em -2,05 metros. O cenário também é crítico na região, segundo o estado.</p>
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<div id="chunk-fuge2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em Itacoatiara, o mesmo Rio Amazonas está medindo 0,41 centímetros. A cidade recebeu um porto flutuante, onde os navios cargueiros, que atendem as empresas do Polo Industrial de Manaus, transferem suas mercadorias para balsas que ainda conseguem chegar na capital amazonense.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-713lt">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">No município de Humaitá, o Rio Madeira segue em 8,20 metros. O rio desceu uma média de -4 centímetros por dia.</p>
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<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Fonte: G1 AM</p>
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		<title>Seca no Amazonas: pescador idoso é resgatado após ficar 3 dias encalhado em buraco de lama no Rio Solimões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/seca-no-amazonas-pescador-idoso-e-resgatado-apos-ficar-3-dias-encalhado-em-buraco-de-lama-no-rio-solimoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 13:57:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Buraco]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[encalhado]]></category>
		<category><![CDATA[Idoso]]></category>
		<category><![CDATA[Interior do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[pescador]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Solimões]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo de Olivença]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[Seca no Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Belmiro Tavares, de 85 anos, ficou preso em uma área de praia onde o Rio Solimões está seco; ele foi resgatado pela Defesa Civil, que usou drones nas buscas, e está internado. Um pescador de 85 anos foi resgatado após ficar três dias atolado em um buraco de lama em um trecho do Rio Solimões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1590265500" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Belmiro Tavares, de 85 anos, ficou preso em uma área de praia onde o Rio Solimões está seco; ele foi resgatado pela Defesa Civil, que usou drones nas buscas, e está internado.<br /><br />Um pescador de 85 anos foi resgatado após ficar três dias atolado em um buraco de lama em um trecho do Rio Solimões que está seco, no município de São Paulo de Olivença, no interior do Amazonas. Um vídeo, feito pela Defesa Civil, mostra o momento em que Belmiro Tavares foi foi encontrado e resgatado, na última segunda-feira (29)<br /><br />Morador do distrito de Santa Rita do Well, a cerca de 1.040 km da capital Manaus, o idoso saiu para pescar no dia 23 de julho, mas não retornou como esperado pela família. Preocupados com Belmiro, os parentes então procuraram as autoridades locais para mobilizar buscas pelo pescador.<br /><br />Após dois dias de procura, na quinta-feira (25), chegaram informações de que ele havia sido visto pela última vez em uma região conhecida como &#8220;Barro Preto&#8221;, banhada pelo Rio Solimões. A localidade fica a aproximadamente sete quilômetros de distância do distrito em que o pescador mora.<br /><br />Segundo a Defesa Civil de São Paulo de Olivença, as buscas se intensificaram no domingo (28), e incluíram até uso de drone. O uso da tecnologia acabou dando resultado: na manhã da segunda-feira (29), a equipe de busca localizou a canoa de Belmiro Tavares em uma área de praia onde o rio tinha secado consideravelmente.<br /><br />Para a surpresa de todos, ao descer o drone, o pescador foi avistado dentro da canoa em um buraco de lama. Nas imagens, é possível ver que o idoso, ao ser resgatado, estava fora da canoa, completamente coberto por barro e com a lama até a altura das axilas.<br /><br />&#8220;[Ele] foi encontrado dentro de uma ressaca, que é o que nós chamamos aqui na região por conta da baixa diária do rio. Esse senhor entrou em uma ressaca e em menos de 24h ficou preso no local&#8221;, contou o secretário de Defesa Civil de São Paulo de Olivença, Glacimar da Rocha.</p>
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure">
<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/blOP3k4JSAg8ipKzAhD4gewJSUU=/0x0:1080x597/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/E/j/GYYj3ER8aOUFBjSJ52Pg/whatsapp-image-2024-08-01-at-08.33.56.jpeg" alt="Imagem mostra pescador idoso ser resgatado após ficar 3 dias encalhado em buraco de lama no Rio Solimões. — Foto: Bruce Kevin" width="648" height="358" /><p class="wp-caption-text">Imagem mostra pescador idoso ser resgatado após ficar 3 dias encalhado em buraco de lama no Rio Solimões. — Foto: Bruce Kevin</p></div>
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<div id="chunk-fctdq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O órgão explicou que a rápida descida do Rio Solimões deixou o local seco, impedindo que o pescador usasse a canoa para sair da praia. Pelo segundo ano consecutivo, o Amazonas enfrenta uma estiagem severa. 20 das 62 cidades do estado, incluindo a capital, estão em situação de emergência por conta da estiagem.</p>
</div>
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<div id="chunk-a44h4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O nível do Rio Solimões na região atingiu a marca de 3.05 m nesta quinta-feira (1), segundo a Agência Nacional de Águas, índice bem abaixo da média para o período, que é 6.51m.</p>
<div id="chunk-6gn8d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A Defesa Civil também relatou que uma das filhas de Belmiro contou, por telefone, que o pai, com sede, teve que beber a água do buraco para sobreviver durante os três dias em que ficou preso.</p>
</div>
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<div id="chunk-76vfn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ao ser resgatado, Belmiro Tavares foi levado para o Hospital Robert Paul Backsmann, localizado em São Paulo de Olivença. Já na unidade, ele teve que passar por uma lavagem gástrica. Ele continua internado em condição estável.</p>
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<div id="chunk-d9vdq">
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<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/NKHDXrmOg-TGPLqF64as4CzX6zc=/0x0:1272x717/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/7/V/KhqaibSnWLBVfreAH2Kg/resgate-de-pescador-amazonense-atolado-em-lama-foto-bruce-kevin.png" alt="Resgate de pescador amazonense atolado em lama — Foto: Bruce Kevin" width="648" height="365" /><p class="wp-caption-text">Resgate de pescador amazonense atolado em lama — Foto: Bruce Kevin</p></div>
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<p>Fonte: G1 AM</p>
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		<title>Água desaparece no interior do AM e dificulta aulas e abastecimento</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/agua-desaparece-no-interior-do-am-e-dificulta-aulas-e-abastecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Oct 2022 13:52:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Seca no Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[MANAUS – A seca dos rios muda a rotina de moradores e a economia em municípios do Amazonas. Tefé, na região central do estado e a 532 quilômetros de Manaus, é um dos mais afetados. A água desapareceu da orla e de bairros com acesso pelo rio, como Abial, Colônia Ventura, Beira Rio, Santa Rosa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3339359716" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>MANAUS – A seca dos rios muda a rotina de moradores e a economia em municípios do Amazonas. Tefé, na região central do estado e a 532 quilômetros de Manaus, é um dos mais afetados. A água desapareceu da orla e de bairros com acesso pelo rio, como Abial, Colônia Ventura, Beira Rio, Santa Rosa e Centro, na área histórica conhecida como Muralha. Aulas foram suspensas e o abastecimento de alimentos é precário.<br /><br />Na aldeia Porto Praia, na ilha do Tarará, no igarapé Xidarini e no lago de Tefé o que restou de água é apenas um fio de córrego. Uma extensa faixa de areia predomina na paisagem. Municípios vizinhos, como Alvarães e Uarini, também sentem os efeitos da vazante.</p>
<p>Em vídeo institucional nas redes sociais da Prefeitura de Tefé, o coordenador da Defesa Civil, Edvilson Braga, expõe as dificuldades enfrentadas pelos moradores.</p>
<p>“Este cenário vem ocasionando dificuldades ao acesso às cidades banhadas pelo rio Solimões e também às comunidades. São 70% das comunidades sem acesso a insumos, água potável e interrupção do acesso dos alunos à escola”, diz Braga.</p>
<p>Anildo Silva, cacique da aldeia Porto Praia, área atingida pela seca, também relata obstáculos impostos pela escassez de água. “Estamos passando por dificuldades devido [a demora] ao transporte até chegar na nossa comunidade. A gente não tem mais água”.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-491321 entered lazyloaded" src="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Parana-de-Tefe-e-um-dos-lugares-afetado-pela-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao-768x533.jpg" alt="Paraná de Tefé é um dos lugares afetado pela seca (Foto: Prefeitura de Tefé/Divulgação)" width="768" height="533" data-lazy-srcset="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Parana-de-Tefe-e-um-dos-lugares-afetado-pela-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao-768x533.jpg 768w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Parana-de-Tefe-e-um-dos-lugares-afetado-pela-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao-432x300.jpg 432w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Parana-de-Tefe-e-um-dos-lugares-afetado-pela-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao-146x101.jpg 146w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Parana-de-Tefe-e-um-dos-lugares-afetado-pela-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao.jpg 800w" data-lazy-sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" data-lazy-src="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Parana-de-Tefe-e-um-dos-lugares-afetado-pela-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao-768x533.jpg" data-ll-status="loaded" />
<figcaption>Paraná de Tefé é um dos lugares afetado pela seca (Foto: Prefeitura de Tefé/Divulgação)</figcaption>
</figure>
<p>Professor de Geografia na rede pública de Tefé, Ricardo Meza disse que a a economia da região foi impactada pela seca e a população sente a alta de preços de alguns produtos, principalmente alimentos.</p>
<p>“A economia de Tefé e cidades vizinhas sentiu os efeitos da seca. As embarcações não conseguem chegar às cidades. Em razão disso a cobrança dos valores para cobrir o trajeto e dos gêneros alimentícios estão mais caros”, diz o professor. Meza afirma que esta seca superou a de 2010, a maior até então no município.</p>
<p>A cidade de Tefé exerce influência econômica sobre municípios vizinhos como Alvarães, Uarini, Fonte Boa, Maraã, Jutaí, Carauari, Eirunepé, São Paulo de Olivença, Santo Antônio do Içá e Tabatinga.</p>
<h5>Comércio e aulas</h5>
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-491316 entered lazyloaded" src="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Seca-prejudica-moradores-de-comunidades-em-Uarini-Foto-Francenildo-Lopes-711x533.jpg" alt="" width="800" height="600" data-lazy-srcset="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Seca-prejudica-moradores-de-comunidades-em-Uarini-Foto-Francenildo-Lopes-711x533.jpg 711w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Seca-prejudica-moradores-de-comunidades-em-Uarini-Foto-Francenildo-Lopes-400x300.jpg 400w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Seca-prejudica-moradores-de-comunidades-em-Uarini-Foto-Francenildo-Lopes-135x101.jpg 135w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Seca-prejudica-moradores-de-comunidades-em-Uarini-Foto-Francenildo-Lopes-768x576.jpg 768w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Seca-prejudica-moradores-de-comunidades-em-Uarini-Foto-Francenildo-Lopes-860x645.jpg 860w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Seca-prejudica-moradores-de-comunidades-em-Uarini-Foto-Francenildo-Lopes.jpg 1280w" data-lazy-sizes="(max-width: 711px) 100vw, 711px" data-lazy-src="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Seca-prejudica-moradores-de-comunidades-em-Uarini-Foto-Francenildo-Lopes-711x533.jpg" data-ll-status="loaded" />
<figcaption>Seca prejudica e isola moradores em Uarini (Foto: Francenildo Lopes)</figcaption>
</figure>
<p>Em Uarini, distante 56 quilômetros de Tefé em linha reta, há dificuldade de deslocamento entre a cidade e o porto. “O pessoal tem que caminhar mais de 3,5 quilômetros. Mesmo usando moto ou carro” entre as embarcações e a terra firme”, diz Francenildo Mamédio dos Santos Lopes, professor da Escola Municipal Santiago Canayo Peres.</p>
<p>“Isso quando não chove. Aí fica intrafegável devido a lama que se transforma”, completa Francenildo. “Se continuar essa seca corremos o risco de ficar sem alimentos devido à dificuldade dos barcos entrarem no município”, alerta.</p>
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-491313 entered lazyloaded" src="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Comerciantes-em-Uarini-passam-por-dificuldades-no-transporte-de-produtos-para-as-comunidades-Foto-Francenildo-Lopes-711x533.jpg" alt="Comerciantes em Uarini passam por dificuldades no transporte de produtos para as comunidades (Foto: Francenildo Lopes)" width="800" height="600" data-lazy-srcset="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Comerciantes-em-Uarini-passam-por-dificuldades-no-transporte-de-produtos-para-as-comunidades-Foto-Francenildo-Lopes-711x533.jpg 711w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Comerciantes-em-Uarini-passam-por-dificuldades-no-transporte-de-produtos-para-as-comunidades-Foto-Francenildo-Lopes-400x300.jpg 400w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Comerciantes-em-Uarini-passam-por-dificuldades-no-transporte-de-produtos-para-as-comunidades-Foto-Francenildo-Lopes-135x101.jpg 135w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Comerciantes-em-Uarini-passam-por-dificuldades-no-transporte-de-produtos-para-as-comunidades-Foto-Francenildo-Lopes-768x576.jpg 768w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Comerciantes-em-Uarini-passam-por-dificuldades-no-transporte-de-produtos-para-as-comunidades-Foto-Francenildo-Lopes-860x645.jpg 860w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Comerciantes-em-Uarini-passam-por-dificuldades-no-transporte-de-produtos-para-as-comunidades-Foto-Francenildo-Lopes.jpg 1040w" data-lazy-sizes="(max-width: 711px) 100vw, 711px" data-lazy-src="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Comerciantes-em-Uarini-passam-por-dificuldades-no-transporte-de-produtos-para-as-comunidades-Foto-Francenildo-Lopes-711x533.jpg" data-ll-status="loaded" />
<figcaption>Comerciantes em Uarini passam por dificuldades no transporte de produtos para as comunidades (Foto: Francenildo Lopes)</figcaption>
</figure>
<p>“Uma outra dificuldade que estamos enfrentando é o deslocamento dos alunos até a cidade e o seu retorno à sua comunidade”, diz o professor.</p>
<h6>Aumento de preços</h6>
<p>Em Alvarães, a 14 quilômetros de Tefé, o deslocamento também está prejudicado.</p>
<p>“O percurso Nogueira/Tefé/Nogueira, comunidade mais próxima de Tefé, que durava 15 minutos e custava R$ 30, agora demora uma hora e dez minutos e custa R$ 80”, afirma um funcionário público e morador da cidade, que pediu para não ter o nome revelado.</p>
<p>“Não tem como chegar [com facilidade] a Alvarães, que fornece tudo a todas as comunidades”, diz.</p>
<p>Em Tefé, a prefeitura decretou Situação de Emergência, conforme decreto nº 0132, de 11 de outubro de 2022.</p>
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-491329 entered lazyloaded" src="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/A-entrada-da-cidade-de-Tefe-tem-area-de-terra-firme-maior-como-consequencia-da-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao.jpg" alt="Entrada da cidade de Tefé tem área de terra firme maior como consequência da seca (Foto: Prefeitura de Tefé/Divulgação)" width="800" height="487" data-lazy-srcset="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/A-entrada-da-cidade-de-Tefe-tem-area-de-terra-firme-maior-como-consequencia-da-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao.jpg 800w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/A-entrada-da-cidade-de-Tefe-tem-area-de-terra-firme-maior-como-consequencia-da-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao-450x274.jpg 450w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/A-entrada-da-cidade-de-Tefe-tem-area-de-terra-firme-maior-como-consequencia-da-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao-166x101.jpg 166w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/A-entrada-da-cidade-de-Tefe-tem-area-de-terra-firme-maior-como-consequencia-da-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao-768x468.jpg 768w" data-lazy-sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" data-lazy-src="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/A-entrada-da-cidade-de-Tefe-tem-area-de-terra-firme-maior-como-consequencia-da-seca-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Divulgacao.jpg" data-ll-status="loaded" />
<figcaption>Entrada da cidade de Tefé tem área de terra firme maior como consequência da seca (Foto: Prefeitura de Tefé/Divulgação)</figcaption>
</figure>
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-491331 entered lazyloaded" src="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Ilha-do-Tarara-tambem-sofre-as-consequencias-da-cheia-em-Tefe-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Reproducao.jpg" alt="" width="800" height="512" data-lazy-srcset="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Ilha-do-Tarara-tambem-sofre-as-consequencias-da-cheia-em-Tefe-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Reproducao.jpg 800w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Ilha-do-Tarara-tambem-sofre-as-consequencias-da-cheia-em-Tefe-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Reproducao-450x288.jpg 450w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Ilha-do-Tarara-tambem-sofre-as-consequencias-da-cheia-em-Tefe-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Reproducao-158x101.jpg 158w, https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Ilha-do-Tarara-tambem-sofre-as-consequencias-da-cheia-em-Tefe-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Reproducao-768x492.jpg 768w" data-lazy-sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" data-lazy-src="https://amazonasatual.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Ilha-do-Tarara-tambem-sofre-as-consequencias-da-cheia-em-Tefe-Foto-Prefeitura-de-Tefe-Reproducao.jpg" data-ll-status="loaded" />
<figcaption>Ilha do Tarará também sofre as consequências da cheia em Tefé (Foto: Prefeitura de Tefé/Reprodução)</figcaption>
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<h5>La Niña</h5>
<p>A estiagem severa que ocorre principalmente no oeste do Amazonas está relacionada ao fenômeno La Niña (variabilidade climática ligado ao resfriamento das águas do Oceano Pacífico Tropical), explica o geólogo Naziano Pantoja Filizola Júnior, especialista em Hidrologia da Amazônia e professor do Departamento de Geologia da Ufam (Universidade Federal do Amazonas).</p>
<p>Segundo Naziano, o fenômeno ocorre desde a primavera de 2020. “Portanto, o período de 2020-2022 está sendo caracterizado por três ocorrências de La Niña consecutivas. Em geral, e muitos trabalhos científicos dão conta disso, a ocorrência de eventos climáticos desse tipo estão relacionadas a uma tendência de estiagem na porção mais a oeste da Amazônia e às vezes no sudoeste também”, afirmou.</p>
<p>Não é possível estimar a duração da estiagem, mas a tendência é que moradores de áreas afetadas vão ficar muito tempo sem ver água nos lagos e paranás.</p>
<p>*Amazonas Atual</p>
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