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	<title>seca do Rio - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>seca do Rio - Portal NDC</title>
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		<title>Rio Negro volta a subir, muda paisagens e reaquece economia de Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rio-negro-volta-a-subir-muda-paisagens-e-reaquece-economia-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 13:31:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[seca do Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Após registrar a maior seca dos últimos 121 anos, que mudou o cenário no Amazonas, isolou comunidades, e fechou escolas na área rural de Manaus, o Rio Negro voltou a subir na capital amazonense. Com isso, setores da economia do estado, que dependem de atividades como transporte fluvial e turismo, reaqueceram. O processo de cheia já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-289721942" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Após registrar a maior seca dos últimos 121 anos, que mudou o cenário no Amazonas, isolou comunidades, e fechou escolas na área rural de Manaus, o Rio Negro voltou a subir na capital amazonense. Com isso, setores da economia do estado, que dependem de atividades como transporte fluvial e turismo, reaqueceram. <strong>O processo de cheia já alcança os principais rios do Amazonas, que seguem apresentando níveis dentro da normalidade para o período</strong>, conforme o Serviço Geológico do Brasil (SGB).</p>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-1b32i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Nesta terça-feira (6), o nível do Rio Negro atingiu 21,46 metros, quase o dobro do nível mais baixo registrado no dia 26 de outubro de 2023</strong>, quando alcançou a cota histórica de 12,70 metros, segundo o Porto de Manaus, que mede o nível das águas na capital do estado desde 1902. </p>
<div id="chunk-3q94p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Apesar da melhora no nível do rio Negro e de outros rios do Amazonas, a situação no estado ainda não está totalmente normalizada, e os 62 municípios do estado ainda estão em situação de emergência por conta da seca (<strong><em>veja mais abaixo</em></strong>).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7hlkj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para quem vive do rio, como o marinheiro Misael Oliveira, de 36 anos, que trabalha na Marina do Davi, na Zona Oeste de Manaus, a situação melhorou, mas a movimentação de clientes ainda é tímida.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4ka6j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Lago do Puraquequara, na Zona Leste da capital, os visitantes voltaram a frequentar os estabelecimentos flutuantes, mas a vegetação que cresceu na seca agora cobre as águas, formando uma camada de capim que dificulta o acesso.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8t92f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Lago Tefé, no interior do estado, onde mais de 200 botos morreram &#8211; um dos símbolos da crise que o Amazonas enfrentou na seca &#8211; o cenário agora é de normalidade. No entanto, a causa da morte dos animais ainda segue sendo investigada, informou o Instituto Mamirauá.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fl5lv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Conforme Jussara Cury, pesquisadora de geociências do SGB, após a vazante severa que atingiu o estado, os níveis dos rios ficaram baixos e precisam de tempo para se recuperar, mas eles ainda estão sendo impactados pela pouca quantidade de chuvas durante o <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/el-nino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">El Niño.</a></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2ipv9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O fenômeno afeta no acumulado de chuvas, que está abaixo do normal para o período. No momento Tabatinga, no Alto Solimões, está apresentando oscilações e até descidas. O mesmo ocorre na parte norte da bacia, como Alto Rio Negro e rio Branco, em Roraima, que estão em recessão e no caso de Boa Vista [capital de Roraima] com níveis baixos para o período&#8221;, explicou Cury.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1co7s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda conforme a pesquisadora, o SGB precisa analisar as cotas dos rios nos meses de março, abril e maio para poder apontar uma projeção de como os níveis irão se comportar neste ano.</p>
<div id="chunk-5prvu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em relação aos níveis para estação do Porto de Manaus, que mede o nível do Rio Negro, o SGB considera:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cu661">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="22" data-block-id="31">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Seca: 15,80 metros</li>
<li>Seca severa: 14, 23 metros</li>
<li>Alerta de cheia: 27 metros</li>
<li>Cota de inundação: 27,50 metros</li>
<li>Inundação severa: 29 metros.</li>
</ul>
<div id="chunk-39tev">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o SGB, durante a seca, o Rio Negro parou de subir em junho do ano passado. Desde então, foram quase 50 dias de vazante, isto é, de descida do rio, até outubro, quando as águas alcançaram a marca de 12,70 metros, a mais baixa registrada até então. A partir daí, o rio voltou a subir gradativamente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-38q40">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mesmo com a subida das águas, todos os 62 municípios do Amazonas se mantêm, desde novembro de 2023, sob decretos de situação de emergência por causa da estiagem, com durabilidade de 180 dias. Segundo dados da Defesa Civil, o estado tem 637 mil pessoas afetadas até o momento pela seca severa, ou 159 mil famílias, conforme o último boletim da estiagem, divulgado pelo órgão.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Nossos rios já estão em recuperação, isso já permite que comunidades saiam do isolamento. Porém, os fortes impactos causados pela estiagem ainda persistem, por essa razão os 62 municípios estão estão com seus decretos vigentes, mas muito e breve toda a normalidade social será reestabelecida&#8221;, informou o Francisco Máximo, secretário executivo da Defesa Civil do Amazonas.</p>
<div id="chunk-4qip0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="37">
<div class="content-intertitle">
<h2>O Rio Negro</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-f2mlq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="38">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a nascente na Colômbia, o Rio Negro é conhecido pelas suas águas escuras. Ele tem um percurso 2.500 km de extensão e é o terceiro maior da Amazônia, em tamanho.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ds63c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="39">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com uma fauna diversa, o Rio Negro é lar de mamíferos, aves, botos e mais de 1, 1 mil espécies de peixes que compartilham o espaço com uma extensa flora.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-51u90">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="40">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além disso, a bacia banha Manaus, a capital do Amazonas, e exerce um importante papel para a navegação no estado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9ofj3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="41">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em outubro do ano passado, o g1 visitou lugares da orla de Manaus que foram atingidos pela estiagem severa do Rio Negro. Na ocasião, o cenário era de deserto. O rio havia &#8220;sumido&#8221; e dado lugar a bancos de areia e pequenos filetes de água.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1p4v8">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="43">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure">
<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/kjv6Udhe_0RsBrylHcm9LV4YeZU=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/A/M/QZlHEqRjugeIzVOzSwHA/whatsapp-image-2024-02-02-at-15.28.05.jpeg" alt="Ponta Negra durante o mês de janeiro, em Manaus. — Foto: Matheus Castro/g1" width="647" height="485" /><p class="wp-caption-text">Ponta Negra durante o mês de janeiro, em Manaus. — Foto: Matheus Castro/g1</p></div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-evrj2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="44">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Três meses depois, a situação é bem diferente. <span class="highlight highlighted">A reportagem voltou aos lugares visitados na seca e encontrou uma paisagem mudada pela subida das águas.</span> Na orla da Ponta Negra, principal balneário da cidade, o rio voltou a ser ponto de encontro e de diversão para turistas e moradores.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na Marina do Davi, o estirão de terra batida já não existe mais e deu lugar às águas que ainda sobem em ritmo considerado lento. Para quem vive do rio, a situação ainda não melhorou completamente e há um receio de que o cenário ainda continue difícil.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O rio encheu, mas as pessoas ainda não voltaram por completo. No fim de semana, o movimento é bom, mas na semana ainda tá bem fraco. A clientela sumiu. E com isso, a gente não consegue mais viver só do serviço. É preciso arrumar outra fonte de renda &#8220;, disse o marinheiro Misael Oliveira, de 36 anos, que trabalha há 8 no local.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já no Lago do Puraquequara, na Zona Leste de Manaus, a situação é bem diferente. Os comerciantes do local dizem que, com o fim da estiagem severa, os clientes voltaram a &#8220;invadir&#8221; o local e movimentar a economia.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Não encheu 100% ainda, mas a água tá subindo aos poucos. E aí a clientela voltou. Estamos recebendo turistas e gente de todas as classes que vêm aos fins de semana. [Final de semana] isso aqui lota. O rio é o ponto turístico e as pessoas vem pra ver ele. Quando o rio encher mais vai ficar ainda melhor&#8221;, contou o comerciante Erick Santos, de 29 anos.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas o lago também vive outro problema. É que com a seca, a vegetação cresceu e, com a subida das águas, ela se soltou da terra formando placas de capim, conhecidas como &#8220;<a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2024/01/04/canaranas-saiba-o-que-sao-as-ilhas-de-vegetacao-que-surgiram-em-manaus-apos-seca-historica.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">canaranas</a>&#8220;. O problema tem afetado quem trabalha no local todos os dias, porque prejudica a navegação.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Quando secou, o capim cresceu e agora ele começou a soltar e foram se formando blocos de capim, que ficam se movimentando. Com isso, é difícil navegar porque é muito capim. O lago fechou. Ninguém entra e ninguém sai&#8221;, disse o sucateiro Izael Santos.</p>
<div id="chunk-f786n">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="56">
<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/elGkDzCRShC7Abn-cprSn7zltIk=/0x0:1600x1200/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/B/u/uJLF85QrWZgOLqv6jK5g/whatsapp-image-2024-02-02-at-15.28.07.jpeg" alt="Lago do Puraquequara enfrenta 'onda' de capim, que impede a navegação. — Foto: Matheus Castro/g1" width="647" height="485" /><p class="wp-caption-text">Lago do Puraquequara enfrenta &#8216;onda&#8217; de capim, que impede a navegação. — Foto: Matheus Castro/g1</p></div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-2epcd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="57">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O trabalhador também reclamou da falta de solução por parte das autoridades para resolver o problema. &#8220;Até o momento não veio ninguém aqui pra ver essa situação, porque prejudica o nosso trabalho, já que as pessoas não estão desembarcando aqui no lago, e nem as pessoas que moram perto conseguem chegar até aqui. É uma situação difícil&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1c06q">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="58">
<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/gV0SnSMoNpQKva6mjf84Sann168=/0x0:1600x1200/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/S/9/IXFLnKRh2eBlfvCGmBeg/whatsapp-image-2024-02-02-at-15.28.43-1-.jpeg" alt="Com rio enchendo, Manaus voltou a receber cruzeiros. — Foto: Matheus Castro/g1" width="647" height="485" /><p class="wp-caption-text">Com rio enchendo, Manaus voltou a receber cruzeiros. — Foto: Matheus Castro/g1</p></div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="59">
<div class="content-intertitle">
<h2>Lago Tefé de volta à normalidade</h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/x9uu6KX4xY5pTWy5QZ3Yi1DEjoY=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/4/v/jjbT44QnaiNHzw7DB8Og/whatsapp-image-2024-02-05-at-15.10.48.jpeg" alt="Lago Tefé de volta à normalidade. — Foto: Miriam Marmontel/Instituto Mamirauá" width="647" height="485" /><p class="wp-caption-text">Lago Tefé de volta à normalidade. — Foto: Miriam Marmontel/Instituto Mamirauá</p></div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-fsip8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="61">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outro cenário que também mudou com o início da cheia dos rios é o Lago Tefé, no interior do Amazonas. No local, a vazante causou a morte de mais de 200 botos e transformou em estrada o rio que interliga as cidades de Tefé e Alvarães.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f0ma0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="62">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a pesquisadora Miriam Marmontel, do Instituto Mamirauá, hoje o cenário é de normalidade no lago. &#8220;É um momento bem diferente daquele que vivemos de setembro a novembro de 2023. As águas subiram bastante, enchendo até bem mais rápido do que o esperado&#8221;, explicou.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-91k37">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="63">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Apesar do cenário ser mais tranquilo, o instituto ainda estuda o que causou a morte dos animais e os verdadeiros motivos da mortandade:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4g5kt">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="64">
<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/3SUfmby2RGPAO7qIdqO6gKha5dE=/0x0:640x426/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/z/Y/VyTwOnRjOfdCb2jRrIxw/bbc-2.jpg" alt="Pesquisadores fazem medição e coleta de tecidos de botos mortos em lago no município de Tefé. — Foto: MIGUEL MONTEIRO/INSTITUTO MAMIRAUÁ" width="647" height="431" /><p class="wp-caption-text">Pesquisadores fazem medição e coleta de tecidos de botos mortos em lago no município de Tefé. — Foto: MIGUEL MONTEIRO/INSTITUTO MAMIRAUÁ</p></div>
</figure>
</div>
<p class="content-media__description  ">&#8220;Ao todo foram 219 botos mortos e nós conseguimos necropsiar a maior parte deles. Alguns desses perdemos, mas nós conseguimos estudar a maioria. A causa da morte ainda não está esclarecida oficialmente, temos análises em processamento com alguns parceiros, mas temos componentes que podem ter contribuído para isso, como, as altas temperaturas e a baixa profundidade em função das mudanças climáticas globais&#8221;, disse</p>
<div id="chunk-3k2bo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="67">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda segundo a pesquisadora, outros fatores também podem ter influenciado na mortandade dos animais, como, comorbidades, baixa umidade, qualidade péssima do ar, queimadas e até algas que, até então, não tinham sido detectadas no lago.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2jb1p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="68">
<div class="content-intertitle">
<h2>Mudanças climáticas impactam biodiversidade</h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="69">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/WzAGba495TfcTiCQ4wSd3rC7uSI=/0x0:5472x3078/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/c/s/b4lalDQF6BKqU0HRk0aw/porto-de-manaus-e-manaus-moderna-em-16-de-outubro-de-2023-data-em-que-o-rio-negro-atingiu-a-maior-seca-em-121-anos-foto-william-duarte-rede-amazonica.jpg" alt="Porto de Manaus e Manaus Moderna em 16 de outubro de 2023, data em que o Rio Negro atingiu a maior seca em 121 anos. — Foto: William Duarte/Rede Amazônica" width="647" height="364" /><p class="wp-caption-text">Porto de Manaus e Manaus Moderna em 16 de outubro de 2023, data em que o Rio Negro atingiu a maior seca em 121 anos. — Foto: William Duarte/Rede Amazônica</p></div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="70">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o ambientalista Erivaldo Cavalcanti, da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), os eventos climáticos que estão ocorrendo com mais frequência, como a seca extrema que atingiu o estado em 2023, pode impactar o ecossistema, ameaçando, assim, a biodiversidade do planeta.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="71">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Na nossa região esse é o maior impacto, pois esses eventos afetam diretamente o El Niño, que altera toda a nossa biodiversidade com extremos hídricos, seja pela seca prolongada, como ocorreu no ano passado, ou com cheias incomuns que podem acontecer&#8221;, avaliou.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="72">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O pesquisador também apontou que as mudanças climáticas ocasionadas pela ação humana, atreladas ao El Niño, foram fundamentais para potencializar o fenômeno da seca severa: &#8220;Esse binômio de El Niño mais ação humana representa o principal motivo desse fenômeno vivido no estado&#8221;.</p>
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/ZF1LhgJxCouzJI1VELzzlZ6Lc_c=/0x0:1600x1067/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/B/b/pNH7GRSqWzQhhFO54ZZQ/rio-amazonas-atinge-pior-seca-em-25-anos-em-itacoatiara-no-amazonas-foto-liam-cavalcante-rede-amazonica.jpeg" alt="Seca em Itacoatiara, no interior do estado, também foi recorde.  — Foto: Liam Cavalcante/Rede Amazônica" width="647" height="431" /><p class="wp-caption-text">Seca em Itacoatiara, no interior do estado, também foi recorde. — Foto: Liam Cavalcante/Rede Amazônica</p></div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ambientalista também disse que para ajudar a evitar novos episódios extremos, é preciso combater a poluição e o uso excessivo de recursos naturais:</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Temos aí também a expansão da fronteira agrícola em detrimento dos <em>habitats </em>naturais e a expansão urbana, e tudo isso coloca em xeque as espécies animais e vegetais. E aí podemos agregar os impactos futuros em virtude do ciclo reprodutivo na biota, além da quantidade brutal de carbono que ao ser jogado na atmosfera, intensifica ainda mais o aquecimento global que já está em estado crítico, um exemplo muito nítido se faz presente nos regimes hídricos da região&#8221;, finalizou.</p>
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<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: G1 AM</p>
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		<title>Rio Negro retoma processo de cheia atingindo 17 metros a mais d&#8217;água desde o período da seca</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rio-negro-retoma-processo-de-cheia-atingindo-17-metros-a-mais-dagua-desde-o-periodo-da-seca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 21:24:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[cheia]]></category>
		<category><![CDATA[CPRM]]></category>
		<category><![CDATA[seca do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[SGB]]></category>
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					<description><![CDATA[Após atingir uma seca histórica, o Rio Negro começou o processo de cheia em Manaus no fim de novembro e já está acima dos 17 metros nesta quinta-feira (21). A medição é feita pelo Porto de Manaus. Segundo o Porto de Manaus, o nível do Rio Negro atingiu a marca de 17,14 metros nesta quinta. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-709784531" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Após atingir uma seca histórica, o Rio Negro começou o processo de cheia em Manaus no fim de novembro e já está acima dos 17 metros nesta quinta-feira (21). A medição é feita pelo Porto de Manaus.</p>
<p>Segundo o Porto de Manaus, o nível do Rio Negro atingiu a marca de 17,14 metros nesta quinta. As águas estavam abaixo desta medida desde o dia 25 de setembro, quando estava em ritmo de descida.</p>
<p>Após atingir a seca histórica, o Rio Negro começou o processo de cheia em Manaus, segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), antigo CPRM, no dia 24 de novembro. Na ocasião, a cota se estabilizou em 13,65 metros e começou a subir.</p>
<h3>Seca história</h3>
<p>O Rio Negro atingiu uma seca histórica no dia 16 de outubro de 2023, ao atingir 13,59 metros. As águas continuaram baixando até que, pela primeira vez em 121 anos, ficaram abaixo dos 13 metros.</p>
<p>Com seca histórica, no Centro e na Zona Oeste de Manaus, o Rio Negro se afastou da cidade.</p>
<p>Na Zona Leste, dois lagos secaram totalmente.</p>
<p>A navegação chegou a ser afetada desde setembro. Com a subida do rio, os navios retomaram a rota na semana passada.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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