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	<title>Rio Madeira - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Rio Madeira - Portal NDC</title>
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		<title>Humaitá declara estado de emergência devido a cheia do Rio Madeira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/humaita-declara-estado-de-emergencia-devido-a-cheia-do-rio-madeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 14:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (19), rio atingiu a marca de 23,19 metros no município. O nível é apenas 2,44 metros a menos que a cota máxima registrada na história de Humaitá, em 2014. A Prefeitura de Humaitá decretou situação de emergência devido a enchente do Rio Madeira, que nesta quarta-feira (19) atingiu a marca de 23,19 metros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-303252418" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Nesta quarta-feira (19), rio atingiu a marca de 23,19 metros no município. O nível é apenas 2,44 metros a menos que a cota máxima registrada na história de Humaitá, em 2014.<br /><br />A Prefeitura de Humaitá decretou situação de emergência devido a enchente do Rio Madeira, que nesta quarta-feira (19) atingiu a marca de 23,19 metros no município. O nível é apenas 2,44 metros a menos que a cota máxima registrada na história de Humaitá, em 2014.</p>
<div id="chunk-cg6f9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O decreto foi assinado na segunda-feira (17). A prefeitura considerou vários pontos de agravamento por conta da enchente como:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9hohk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="34" data-block-id="8">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Perdas de grande monta na agricultura</li>
<li>Agravos de saúde</li>
<li>Impossibilidade de acesso às escolas ribeirinhas invadidas pela água</li>
<li>Falta de capacidade financeira do município de Humaitá, de enfrentar sozinho os prejuízos causados pela enchente</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-522a0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com o Decreto Municipal nº. 085/2025, publicado no Diário Oficial dos Municípios nº. 3820, o prazo da emergência é de 180 dias e, nesse período, o município irá em busca de ajuda estadual e federal, para assistir aos afetados, principalmente ações emergenciais como doação de alimentos, colchões, água potável e instalação de abrigos temporários.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>BR-319: colisão não abalou estrutura da ponte sobre rio Madeira, diz Dnit</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/br-319-colisao-nao-abalou-estrutura-da-ponte-sobre-rio-madeira-diz-dnit/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 14:51:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Dnit afirma que embarcação acertou parte que não compromete o tráfego na divisa do Amazonas com Rondônia. Uma embarcação de grande porte colidiu com a ponte sobre o Rio Madeira, na BR-319, estrutura essencial para a ligação entre Porto Velho (RO) e Humaitá (AM). Após uma inspeção minuciosa, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1818991405" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Dnit afirma que embarcação acertou parte que não compromete o tráfego na divisa do Amazonas com Rondônia.<br /><br />Uma embarcação de grande porte colidiu com a ponte sobre o Rio Madeira, na BR-319, estrutura essencial para a ligação entre Porto Velho (RO) e Humaitá (AM). Após uma inspeção minuciosa, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) garantiu que o impacto não comprometeu a segurança da ponte. Dessa forma, o tráfego segue normalmente.</p>
<h3 id="h-avaliacao-e-monitoramento" class="wp-block-heading">Avaliação e Monitoramento</h3>
<p>A colisão ocorreu na noite de quarta-feira (6), quando um empurrador atingiu uma das defensas de proteção da ponte. Diante do incidente, técnicos do DNIT foram imediatamente ao local para avaliar possíveis danos. O laudo técnico concluiu que a estrutura da ponte permanece intacta. Embora tenham sido registradas abrasões superficiais e pequenas deformações nas barreiras de proteção, a integridade da construção não foi comprometida.</p>
<p>“A inspeção confirmou que a ponte continua segura para o tráfego. O impacto foi absorvido pelos elementos de proteção, que funcionaram conforme o projetado”, informou o DNIT em nota oficial.</p>
<p>Além disso, a Defesa Civil entrou em ação e iniciou o monitoramento da ponte para garantir que a situação permaneça sob controle nos próximos dias.</p>
<h3 id="h-importancia-da-ponte-para-a-regiao" class="wp-block-heading">Importância da Ponte para a Região</h3>
<p>A ponte sobre o Rio Madeira desempenha um papel estratégico no transporte de cargas e passageiros na Amazônia Ocidental. Como principal ligação terrestre entre Porto Velho e Manaus, a BR-319 facilita o escoamento de mercadorias entre Rondônia e o Amazonas.</p>
<p>Entretanto, colisões entre embarcações e estruturas fluviais ocorrem com certa frequência na região, devido à intensa movimentação do transporte hidroviário. Para minimizar riscos, o DNIT revisa constantemente as medidas de segurança e investe em reforços estruturais.</p>
<h3 id="h-medidas-preventivas" class="wp-block-heading">Medidas Preventivas</h3>
<p>Após o acidente, a Marinha do Brasil abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da colisão. As autoridades marítimas inspecionam o empurrador envolvido no incidente e ouvem a tripulação para esclarecer os detalhes do ocorrido.</p>
<p>Enquanto isso, o DNIT já estuda medidas preventivas para evitar novos acidentes. Entre as ações previstas, estão a revisão da sinalização náutica e o reforço das defensas da ponte.</p>
<p>A Defesa Civil também orienta motoristas e usuários da BR-319 a acompanharem os comunicados oficiais e evitarem a disseminação de informações não verificadas.</p>
<p>Para mais informações, motoristas devem acompanhar os canais oficiais do DNIT e da Defesa Civil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: BNC Amazonas</em></p>
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		<item>
		<title>Monitoramento por satélite revela que mais de 130 balsas de garimpo ilegal estão operando em rio do AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/monitoramento-por-satelite-revela-que-mais-de-130-balsas-de-garimpo-ilegal-estao-operando-em-rio-do-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 13:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[rio do AM]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o Greenpeace, as dragas foram detectadas no Rio Madeira após 12 alertas distintos e ocorre meses após a maior operação de combate ao garimpo ilegal realizada no Sul do Amazonas em 2024. Um monitoramento via satélite do Greenpeace Brasil apontou que 130 dragas estão operando ilegalmente em trecho do Rio Madeira no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1054813283" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>De acordo com o Greenpeace, as dragas foram detectadas no Rio Madeira após 12 alertas distintos e ocorre meses após a maior operação de combate ao garimpo ilegal realizada no Sul do Amazonas em 2024.<br /><br />Um monitoramento via satélite do Greenpeace Brasil apontou que 130 dragas estão operando ilegalmente em trecho do Rio Madeira no Amazonas em 2025. A atividade ilegal permanece mesmo após a Operação Prensa, realizada na região em agosto de 2024, destruir cerca de 300 dragas usadas no garimpo ilegal operantes no sul do estado.</p>
<div id="chunk-40jfb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com a ONG, as dragas foram detectadas após 12 alertas distintos do monitoramento via satélite. As atividades ilegais foram registradas em trechos do Rio Madeira localizados entre os municípios de Novo Aripuanã e Humaitá. <span class="highlight highlighted">Foi constatado que:</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7rqbj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="11">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Sete alertas indicaram balsas agregadas em operação</strong></li>
<li><strong>Cinco alertas indicaram balsas em deslocamento ou ancoradas</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-5cudk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Conforme o Greenpeace, o Rio Madeira, um dos principais afluentes do Amazonas, é alvo de uma exploração ilegal de ouro que ameaça o equilíbrio ambiental e social da região há mais de quatro décadas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-85nhg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O <strong>g1 </strong>questionou a Polícia Federal (PF), e as prefeituras de Novo Aripuanã e Humaitá quais medidas estão sendo implementadas no combate do garimpo ilegal na região, mas até a atualização mais recente desta reportagem, não obtivemos resposta.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-26jl8">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="14">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/PzaGrQkSM-NxzajWdUp5zaN1VxE=/0x0:1536x751/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/q/w/XzP4GuSby32vxOAFmNVQ/fc529892-image-3-1536x938.jpg" sizes="(max-width: 1920px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/hMrz8gZHDYEQQydZPKMBSQAa8fE=/0x0:1536x751/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/q/w/XzP4GuSby32vxOAFmNVQ/fc529892-image-3-1536x938.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/PzaGrQkSM-NxzajWdUp5zaN1VxE=/0x0:1536x751/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/q/w/XzP4GuSby32vxOAFmNVQ/fc529892-image-3-1536x938.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/zF14qgBQgAzRQzfdwWhrN_eD5sY=/0x0:1536x751/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/q/w/XzP4GuSby32vxOAFmNVQ/fc529892-image-3-1536x938.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/7GXP-v6skocxxVjr9a1_du2q8nU=/0x0:1536x751/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/q/w/XzP4GuSby32vxOAFmNVQ/fc529892-image-3-1536x938.jpg 600w" alt="Imagem de satélite encontrou balsas espalhadas em trecho do Rio Madeira. — Foto: Divulgação/Greenpeace Brasil" width="647" height="316" /><p class="wp-caption-text">Imagem de satélite encontrou balsas espalhadas em trecho do Rio Madeira. — Foto: Divulgação/Greenpeace Brasil</p></div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-89kks">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>Expansão descontrolada do garimpo</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-bcq1u">
<div class="bs-video-block mc-column   content-media content-video" data-block-type="backstage-video" data-block-id="17">
<div class="content-media__container">
<p class="content-media__description">Polícia Federal e Ibama elaboram operação contra garimpeiros ilegais no Rio Madeira</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-49e7e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com o MapBiomas, a área de garimpo terrestre na bacia do Madeira saltou de 3.753 hectares em 2007, para 9.660 hectares em 2020, um aumento de 5.907 hectares &#8211; área equivalente a mais de 8.200 campos de futebol.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ci23e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A Amazônia concentra 94% da área garimpada do Brasil e mais de 50% das operações ocorrem ilegalmente em Terras Indígenas e Unidades de Conservação. O garimpo no bioma cresceu 10 vezes nas últimas três décadas, com aumentos de 301% em Unidades de Conservação e 495% em Terras Indígenas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-818a1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2>Ação de enfrentamento</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-fdj6l">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="22">
<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/PcqRBCkV8gTk2zyNuCqeY58PmiA=/0x0:768x432/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/I/t/iOtFuRQQ2hLCiHACOFAw/operacao-garimpo-am1.jpeg" sizes="auto, (max-width: 1920px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/0A0tA-A42rFIDKFpYCSO2i9-DP8=/0x0:768x432/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/I/t/iOtFuRQQ2hLCiHACOFAw/operacao-garimpo-am1.jpeg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/PcqRBCkV8gTk2zyNuCqeY58PmiA=/0x0:768x432/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/I/t/iOtFuRQQ2hLCiHACOFAw/operacao-garimpo-am1.jpeg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/1UW0Vp0gC7YpA6KnVO2TaNwlu7Q=/0x0:768x432/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/I/t/iOtFuRQQ2hLCiHACOFAw/operacao-garimpo-am1.jpeg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/R4QONjXcHsxj38AMTDUmBIeAmL4=/0x0:768x432/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/I/t/iOtFuRQQ2hLCiHACOFAw/operacao-garimpo-am1.jpeg 600w" alt="Dragas de garimpo ilegal destruídas em operação da PF no Amazonas — Foto: Divulgação/PF" width="647" height="364" /><p class="wp-caption-text">Dragas de garimpo ilegal destruídas em operação da PF no Amazonas — Foto: Divulgação/PF</p></div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-8ihle">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em agosto de 2024, a PF em parceria com apoio do Ibama e da Funai, destruiu 303 dragas, naquela que foi considerada a maior operação de combate a atividade ilegal.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6pi78">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Devido a ação, os garimpeiros reagiram e atacaram policiais federais enquanto as equipes tentavam atracar suas embarcações em um porto de Humaitá.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ai982">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Posteriormente, os garimpeiros tentaram invadir o prédio da Prefeitura de Humaitá, o que levou ao início de um confronto com a Polícia Militar. Cerca de 16 pessoas foram presas.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Homem é atacado por jacaré enquanto pescava no Rio Madeira e expõe dificuldades da região</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/homem-e-atacado-por-jacare-enquanto-pescava-no-rio-madeira-e-expoe-dificuldades-da-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 13:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=48867</guid>

					<description><![CDATA[Um pescador do distrito de Calama, em Porto Velho (RO), viveu momentos de desespero no último domingo (5) ao ser atacado por um jacaré no Rio Madeira, próximo à região do Baixo Madeira, a cerca de 140 km da capital rondoniense. De acordo com relatos, o ataque ocorreu quando o homem acidentalmente pisou na cabeça [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1896148614" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Um pescador do distrito de Calama, em Porto Velho (RO), viveu momentos de desespero no último domingo (5) ao ser atacado por um jacaré no Rio Madeira, próximo à região do Baixo Madeira, a cerca de 140 km da capital rondoniense.</p>
<p>De acordo com relatos, o ataque ocorreu quando o homem acidentalmente pisou na cabeça do animal, que reagiu mordendo sua perna. Apesar do ferimento, o pescador conseguiu escapar e iniciou uma longa e exaustiva viagem de cerca de quatro horas até o município de Humaitá (AM) para receber atendimento médico.</p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-48867-1" width="480" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IZPmADvr4dpy.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IZPmADvr4dpy.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IZPmADvr4dpy.mp4</a></video></div>
<h3><strong>Falta de infraestrutura na região</strong></h3>
<p>O caso também trouxe à tona as dificuldades enfrentadas pelos moradores do distrito de Calama. Durante o trajeto, o homem gravou um vídeo onde denunciou a precariedade dos serviços de saúde e a falta de infraestrutura local.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Estou em uma situação difícil, sendo levado para Humaitá. São quatro horas de viagem para atravessar o rio Madeira. Isso é a situação de Calama&#8221;, desabafou ele no vídeo.</p>
</blockquote>
<h3><strong>Riscos para a população local</strong></h3>
<p>Incidentes envolvendo animais selvagens, como jacarés, são comuns na região do Baixo Madeira, onde a população muitas vezes depende do rio para sustento e transporte. Entretanto, a distância de centros médicos e a falta de suporte emergencial agravam os riscos para os moradores.</p>
<p>A situação reforça a necessidade de investimentos em infraestrutura básica e serviços de saúde para atender comunidades ribeirinhas isoladas, como Calama, reduzindo o tempo de resposta em emergências e oferecendo maior segurança à população.</p>
]]></content:encoded>
					
		
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		<title>Rio Madeira volta a subir e duas das maiores hidrelétricas do Brasil voltam a operar com metade da capacidade</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rio-madeira-volta-a-subir-e-duas-das-maiores-hidreletricas-do-brasil-voltam-a-operar-com-metade-da-capacidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 16:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Em setembro, as hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio precisaram reduzir a capacidade em razão da seca extrema. Rio Madeira bateu nível mínimo de 19 centímetros em outubro e atualmente está em 6 metros. Com o nível do Rio Madeira subindo gradativamente, as hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio voltaram a funcionar com pelo menos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3722806686" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em setembro, as hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio precisaram reduzir a capacidade em razão da seca extrema. Rio Madeira bateu nível mínimo de 19 centímetros em outubro e atualmente está em 6 metros.<br /><br />Com o nível do Rio Madeira subindo gradativamente, as hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio voltaram a funcionar com pelo menos metade das unidades geradoras. Em setembro, as duas precisaram reduzir a capacidade em razão da seca extrema na região.<br /><br />🔎Com mais de 3 mil km² de extensão &#8211; se destacando como um dos maiores do mundo &#8211; o rio Madeira abriga duas das maiores usinas hidrelétricas do Brasil: Jirau e Santo Antônio. As duas fazem parte do Sistema Interligado Nacional (SIN) e geram energia para todo país.<br /><br />🔎No dia 11 de outubro de 2024, o Madeira atingiu a um nível nunca observado, desde que começou a ser monitorado em 1967: 19 centímetros. Nesta sexta-feira (29), o rio chegou a 5,50 metros. Ainda assim, o nível está abaixo da média, que é 6,16 para este período.<br /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47194" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Captura-de-tela-2024-12-01-125019.webp" alt="" width="711" height="500" /><br />➡️Por causa da baixa vazão, Jirau passou a operar com 20% das turbinas, enquanto Santo Antônio também paralisou parte das máquinas e ficou apenas com 14% da capacidade.<br /><br />Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), até a última quarta-feira (27) a Jirau estava operando com 25 Unidades Geradoras e geração média de 1.000 Megawatts, enquanto Santo Antônio tinha ativas 28 máquinas, com geração média de 1.700 Megawatts.<br /><br />Segundo a Santo Antônio, nesta sexta-feira (29), a quantidade de máquinas em funcionamento aumentou para 30. As condições mudam conforme a afluência do rio Madeira. Quanto maior a vazão, a possibilidade de mais unidades funcionarem sem danos também é maior. As turbinas da usina foram projetadas para operar com uma queda líquida entre 10 e 20 metros: se a queda for maior ou menor que isso, pode comprometer o funcionamento das máquinas e causar a paralisação.<br /><br /></p>
<div id="chunk-6euop">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="15">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/7_kPgM97up5te8mDHc9mqrZ_4CM=/0x0:4000x2250/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/X/n/b0Y2XoQbqiSm5o3ANx8A/uhe-jirau.jpg" sizes="auto, (max-width: 1536px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/VDtpGmekMioSt1b3AHqksiGBxXU=/0x0:4000x2250/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/X/n/b0Y2XoQbqiSm5o3ANx8A/uhe-jirau.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/7_kPgM97up5te8mDHc9mqrZ_4CM=/0x0:4000x2250/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/X/n/b0Y2XoQbqiSm5o3ANx8A/uhe-jirau.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/peXiQrWQEug7CKHbexwsik260Gc=/0x0:4000x2250/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/X/n/b0Y2XoQbqiSm5o3ANx8A/uhe-jirau.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/9eTpRcvBvjeIBs6hSJk-axgICfc=/0x0:4000x2250/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/X/n/b0Y2XoQbqiSm5o3ANx8A/uhe-jirau.jpg 600w" alt="Usina Hidrelétrica Jirau; foto de arquivo  — Foto: Usina Hidrelétrica Jirau/Divulgação" width="647" height="364" /><p class="wp-caption-text">Usina Hidrelétrica Jirau; foto de arquivo — Foto: Usina Hidrelétrica Jirau/Divulgação</p></div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O Madeira passou meses em seca extrema e cenários nunca observados. Ribeirinhos e moradores de distritos enfrentaram a falta de água e os pescadores viram os peixes desaparecer, assim como o próprio sustento.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8pt0b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">➡️ Contexto: a região amazônica enfrentou um período de seca extrema e dois fatores inibem a formação de nuvens e chuvas: Oceano Atlântico Norte mais aquecido que o normal e mais quente que o Atlântico Sul, e o fenômeno El Niño, que causa atrasos no início da estação chuvosa e enfraquecimento das chuvas iniciais do período.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-97ot9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">A imensidão de água desapareceu e no lugar estão montanhas de pedras e bancos de areia que afetam a navegabilidade.</p>
</div>
</div>
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/PV6cLzUm2JJpSb4p6s41nAySITI=/0x0:4000x2691/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/3/L/NSRhZRSVu2YFX7LFYpew/ap24255825259399-1-.jpg" sizes="auto, (max-width: 1536px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/A3QHZOhf6e3k4uiXHt2Xy_gQr_0=/0x0:4000x2691/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/3/L/NSRhZRSVu2YFX7LFYpew/ap24255825259399-1-.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/PV6cLzUm2JJpSb4p6s41nAySITI=/0x0:4000x2691/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/3/L/NSRhZRSVu2YFX7LFYpew/ap24255825259399-1-.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/Sr0b7Xs8vHrcAcJnZeeTzDoGWZQ=/0x0:4000x2691/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/3/L/NSRhZRSVu2YFX7LFYpew/ap24255825259399-1-.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/SMSOIVEXoozcFFLkBqBFbs8mUSA=/0x0:4000x2691/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/3/L/NSRhZRSVu2YFX7LFYpew/ap24255825259399-1-.jpg 600w" alt="Moradores observam o Rio Madeira durante a estação seca em Humaitá, no Amazonas, no dia 7 de setembro de 2024. — Foto: Edmar Barros/AP" width="647" height="435" /><p class="wp-caption-text">Moradores observam o Rio Madeira durante a estação seca em Humaitá, no Amazonas, no dia 7 de setembro de 2024. — Foto: Edmar Barros/AP</p></div>
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</div>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">As atividades no Porto Organizado de Porto Velho foram suspensas pela 1ª vez na história. Armadores e operadores portuários pararam as atividades por causa das condições de navegabilidade no Rio Madeira.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6plc1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">No início de novembro, o cenário começou a mudar e o rio ficou acima de 1 metro depois de passar mais de um mês batendo recordes de mínimas históricas. As chuvas nas cabeceiras na Bolívia e no Peru, responsáveis por 70% da vazão do rio Madeira, contribuíram para a recuperação gradual do nível das águas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cmbgr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Durante um evento realizado na quinta-feira (28) pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) foi apresentado o prognóstico para os próximos meses e o ano de 2024. A previsão é que as chuvas no estado permaneçam na média.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-qhvr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="5" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto"><strong>Entenda como funcionam as hidrelétricas:</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3cdtb">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="24">
<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/x_DDWnebLkqJi3p5BrrgeUkaGPY=/0x0:1200x5324/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/T/B/AajRZQSSyHcqg0kwAnsA/20240729-rondonia2.jpg" sizes="auto, (max-width: 1536px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/jAhhRrO5p36nlr9PSoMtXK9wgp0=/0x0:1200x5324/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/T/B/AajRZQSSyHcqg0kwAnsA/20240729-rondonia2.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/x_DDWnebLkqJi3p5BrrgeUkaGPY=/0x0:1200x5324/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/T/B/AajRZQSSyHcqg0kwAnsA/20240729-rondonia2.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/GMry3yEljyX-EiMc8QpXo0_gWQI=/0x0:1200x5324/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/T/B/AajRZQSSyHcqg0kwAnsA/20240729-rondonia2.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/heq_L9EB5OfwWNvzqq66uP43-kQ=/0x0:1200x5324/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/T/B/AajRZQSSyHcqg0kwAnsA/20240729-rondonia2.jpg 600w" alt="Seca hidrelétricas rondônia — Foto: Arte g1" width="647" height="2875" /><p class="wp-caption-text">Seca hidrelétricas rondônia — Foto: Arte g1</p></div>
</figure>
</div>
</div>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1 </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">47189</post-id>	</item>
		<item>
		<title>VÍDEOS: embarcações enfrentam seca e risco de encalhar no rio Madeira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/videos-embarcacoes-enfrentam-seca-e-risco-de-encalhar-no-rio-madeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 15:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[embarcações]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=43998</guid>

					<description><![CDATA[É possível perceber que as embarcações navegam bem devagar com a linha da água quase no limite Amazonas – Começou a circular nas redes sociais vídeos que mostram duas embarcações precisando efrentar a seca que já atinge o rio Madeira, que banha os estados de Rondônia e do Amazonas. De acordo com as informações, as embarcações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-399657749" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>É possível perceber que as embarcações navegam bem devagar com a linha da água quase no limite<br /><br /><strong>Amazonas</strong> – Começou a circular nas redes sociais vídeos que mostram duas embarcações precisando efrentar a seca que já atinge o rio Madeira, que banha os estados de Rondônia e do Amazonas.<br /><br />De acordo com as informações, as embarcações seriam N/M Marelene Coimbra e N/M Voyage IV. É possível perceber que as embarcações navegam bem devagar com a linha da água quase no limite.<br /><br />Nas redes sociais, muitos internautas indicaram que as embarcações estavam ainda com um excesso de peso de carga o que dificultaria ainda mais a navegação.<br /><br />No dia 28 de agosto de 2024, o Comitê de Enfrentamento à Estiagem decretou Situação de Emergência em 62 municípios do Amazonas por conta dos efeitos da estiagem que atinge o estado.<br /><br />A profundidade do rio Madeira está 3 metros abaixo do padrão considerado normal para esta época do ano. Depois de bater o recorde histórico ao registrar uma altura de 41 cm no trecho que atravessa Porto Velho (RO) no sábado (14), a projeção do Serviço Geológico do Brasil (SGB) é que o cenário deve se agravar até outubro e bater novos recordes.</p>

<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/embarcacao-amazonas3.mp4'>embarcacao-amazonas3</a>


<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/09/embarcacao-amazonas2.mp4'>embarcacao-amazonas2</a>

<p><br /><br /><br /><br />Fonte: D24am</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">43998</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Vazante aperta no Amazonas e rios Purus e Madeira entram em situação crítica</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/vazante-aperta-no-amazonas-e-rios-purus-e-madeira-entram-em-situacao-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 13:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Águas e Saneamento]]></category>
		<category><![CDATA[ANA]]></category>
		<category><![CDATA[hidrelétricas]]></category>
		<category><![CDATA[Purus]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[vazante]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=42475</guid>

					<description><![CDATA[A região do rio Madeira abriga duas das maiores usinas hidrelétricas do país A Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) declarou nesta segunda-feira (29) “situação crítica” de escassez de recursos hídricos no rio Madeira até 30 de novembro. A região do rio Madeira abriga duas das maiores usinas hidrelétricas do país: Jirau e Santo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3192910918" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A região do rio Madeira abriga duas das maiores usinas hidrelétricas do país<br /><br />A Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) declarou nesta segunda-feira (29) “situação crítica” de escassez de recursos hídricos no rio Madeira até 30 de novembro.<br /><br />A região do rio Madeira abriga duas das maiores usinas hidrelétricas do país: Jirau e Santo Antônio, o que representa cerca de 7% da capacidade de geração do sistema elétrico brasileiro.<br /><br />O superintendente adjunto da ANA, Patrick Thadeu Thomas, alertou que a usina de Santo Antônio pode ser paralisada por conta da falta de chuvas e baixa vazão de água no rio Madeira.</p>
<p>“Nesse ano, em função dos níveis que estamos observando, nós acreditamos que poderá haver uma nova paralisação da usina de Santo Antônio, porque, como falei, os níveis já estão mais baixos que o histórico e a tendência é que atinjamos níveis ainda menores que os do ano passado”, declarou.</p>
<p>Da mesma maneira, o rio Purus e seus afluentes, Acre e Iaco, também foram considerados em “situação crítica” pelo mesmo período.</p>
<p>Localizados no Acre e Amazonas, estes rios são usados principalmente para navegação e abastecimento público.</p>
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<p>Leia mais no <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2024/07/29/seca-no-norte-agencia-nacional-de-aguas-declara-situacao-critica-no-rio-madeira.ghtml?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=share-bar-mobile&amp;utm_campaign=materias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">G1</a>.</p>
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		<title>Rio Negro começa vazante que pode ser a maior em um século</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rio-negro-comeca-vazante-que-pode-ser-a-maior-em-um-seculo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 11:54:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Solimões]]></category>
		<category><![CDATA[vazante]]></category>
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					<description><![CDATA[Rio Negro começa maior vazante em um século após nível d&#8217;água estagnar abaixo de 27 metros, prevendo seca severa. O dia 23 de junho de 2024, um domingo, pode marcar a maior vazante do rio Negro em mais de um século de medição do nível da água pela régua do porto privatizado de Manaus. Depois [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2456346988" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Rio Negro começa maior vazante em um século após nível d&#8217;água estagnar abaixo de 27 metros, prevendo seca severa.<br /><br />O dia 23 de junho de 2024, um domingo, pode marcar a maior vazante do rio Negro em mais de um século de medição do nível da água pela régua do porto privatizado de Manaus.<br /><br />Depois de passar seis dias parado na cota de 26,85 metros, o nível da água começou a baixar neste dia. Antes, o rio esteve assim:<br /><br /><strong>– Dia 15,⁠ ⁠subiu 1 cm</strong><br /><br /><strong>– Dia 16, ⁠subiu 1 cm</strong><br /><br /><strong>– Dia 17, ⁠parou de encher</strong><br /><br />O movimento ainda é tímido, de apenas 1 centímetro. Contudo, é altamente significativo para a vida do amazonense, do social à economia. Afinal, no Amazonas é pelos rios que o mundo gira.<br /><br />Dessa forma, o rio registrou uma enchente aquém do seu nível mínimo considerado normal, de 27 metros.<br /><br />A vazante é a forte sinalização de que os problemas sofridos pelo Amazonas em 2023, que já foi a maior seca do rio Negro em mais de cem anos, podem se acentuar agora.<br /><br />Como resultado, a situação do rio Negro se junta ao processo de seca que já começou nos principais rios do estado, o Amazonas, Solimões e Madeira.</p>
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<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
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		<title>Operação conjunta da PF e Ibama destrói 52 dragas de garimpo ilegal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/operacao-conjunta-da-pf-e-ibama-destroi-52-dragas-de-garimpo-ilegal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2024 01:50:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[destruição de dragas]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[GPI]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma operação conjunta da Polícia Federal e o Ibama, destruiu 52 dragas usadas por garimpeiros ilegais no Rio Madeira e na Lagoa Paraíso, situada nas proximidades do município de Humaitá, interior do Amazonas. De acordo com a PF, durante a Operação Febre de Fogo III, foram inutilizadas as dragas e balsas empregadas exclusivamente na atividade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4138914924" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Uma operação conjunta da Polícia Federal e o Ibama, destruiu 52 dragas usadas por garimpeiros ilegais no Rio Madeira e na Lagoa Paraíso, situada nas proximidades do município de Humaitá, interior do Amazonas.</p>
<p>De acordo com a PF, durante a Operação Febre de Fogo III, foram inutilizadas as dragas e balsas empregadas exclusivamente na atividade criminosa de extração de ouro no leito do rio. Ainda conforme a PF, foram utilizadas quatro embarcações táticas, além do efetivo de 24 policiais federais, dentre explosivistas, pilotos de embarcação e Grupo de Pronta Intervenção (GPI).</p>
<p>A prática criminosa de extração ilegal de minério, com a utilização de materiais tóxicos despejados nos rios, afeta diretamente a saúde humana, a fauna e a flora de toda a localidade.</p>
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<p>Fonte: Mix de Notícias</p>
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		<item>
		<title>Barco cargueiro afunda e fica preso em banco de areia no AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/barco-cargueiro-afunda-e-fica-preso-em-banco-de-areia-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 02:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[afunda]]></category>
		<category><![CDATA[banco de areia]]></category>
		<category><![CDATA[embarcação]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Manicoré]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Madeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma embarcação afundou após ficar preso em banco de areia no rio Marmelo, no interior do Amazonas, nesta quinta-feira (28). O barco cargueiro estava com carga de açúcar e teria batido no pedral do rio, situado na comunidade de Santa Helena, nas proximidades de Manicoré. Imagens divulgadas em grupos de WhatsApp mostram o momento em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1680758990" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Uma embarcação afundou após ficar preso em banco de areia no rio Marmelo, no interior do Amazonas, nesta quinta-feira (28).</p>
<p>O barco cargueiro estava com carga de açúcar e teria batido no pedral do rio, situado na comunidade de Santa Helena, nas proximidades de Manicoré.</p>
<p>Imagens divulgadas em grupos de WhatsApp mostram o momento em que populares se aproximam da embarcação para saquear a carga.</p>
<p>O nível das águas na hidrovia do Rio Madeira preocupa proprietários de embarcações, cargueiras e de passageiros, que já enfrentam restrições da Marinha do Brasil sobre navegação durante a noite.</p>
<p>A Prefeitura de Manicoré informou, por meio da Defesa Civil, que não atuou na ocorrência devido à distância.</p>
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<p>Fonte: Portal Norte</p>
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