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	<title>Ricardo Lewandowski - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Ricardo Lewandowski - Portal NDC</title>
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		<title>Assassino de Marielle Franco fecha acordo de delação premiada, anuncia ministro da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 02:07:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou, na noite desta terça-feira (19), que o assassino da vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes &#8211; o ex-policial militar Ronnie Lessa -, fechou um acordo de delação premiada, já homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O caso está sendo conduzido na Corte pelo ministro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2673942168" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou, na noite desta terça-feira (19), que o assassino da vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes &#8211; o ex-policial militar Ronnie Lessa -, fechou um acordo de delação premiada, já homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O caso está sendo conduzido na Corte pelo ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>&#8220;Nós sabemos que essa colaboração premiada, que é um meio de obtenção de provas, traz elementos importantíssimos, que nos levam a crer que brevemente nós teremos a solução do assassinato da vereadora Marielle Franco. O processo segue em segredo de justiça, como todos sabem&#8221;, afirmou Lewandowski, em pronunciamento à imprensa, após ter recebido um comunicado oficial de Moraes sobre a homologação da delação.</p>
<p>Os assassinatos de Marielle e do motorista Anderson Gomes completaram seis anos na semana passada. Até o momento, somente os executores do crime foram identificados e presos.</p>
<p>Após o anúncio feito por Lewandowski, o Supremo informou que a delação de Lessa foi homologada após Alexandre de Moraes verificar que as regras da Lei nº 12.850/13 (Lei da Delação) foram cumpridas. Foram avaliados os requisitos de legalidade, adequação dos benefícios e dos resultados da colaboração.</p>
<p>Ontem (18), o gabinete do ministro realizou uma audiência com Ronnie Lessa e confirmou que a delação foi assinada de maneira voluntária.</p>
<p>Com a homologação, o inquérito será devolvido à PF para continuidade das investigações.</p>
<p>O processo que apura quem foram os mandantes do duplo assassinato foi enviado ao STF há poucos dias. A investigação procura saber quem atuou como mandante das mortes. Como o inquérito está em segredo de justiça, ainda não é possível obter detalhes sobre os motivos que levaram a Polícia Federal (PF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde o processo tramitava, a enviar o caso ao Supremo.</p>
<p>Nas questões criminais, cabe ao STF o julgamento de autoridades com foro privilegiado na Corte, como deputados federais e senadores. Dessa forma, uma das justificativas para a remessa da investigação pode ser a citação do nome de alguma autoridade com foro no tribunal. Contudo, o motivo da movimentação da investigação não foi confirmado pela Polícia Federal.</p>
<p>Em outro processo sobre a investigação, o policial militar reformado Ronnie Lessa deve ser levado a júri popular. Ele foi o autor dos disparos. Lessa está preso desde 2019, pelo crime, e foi expulso da PM no ano passado.</p>
<p>As especulações sobre uma delação premiada de Ronnie Lessa já vinham aparecendo no noticiário nos últimos meses, mas eram negadas pela PF. Além dele, o ex-policial militar Élcio de Queiroz, que dirigia o carro usado no crime, tem um acordo de delação premiada fechado com os investigadores, cujos detalhes foram divulgados ainda no ano passado.</p>
<p>Em postagem nas redes sociais, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, irmã de Marielle, demonstrou otimismo com as investigações a partir desta nova delação.</p>
<p>&#8220;As notícias que acabam de sair com os avanços da investigação sobre o caso da minha irmã e do Anderson, nos dão fé e esperança de que finalmente teremos respostas para esse assassinato político, covarde e brutal. O anúncio do Ministro Lewandowski a partir do diálogo com o Ministro Alexandre de Moraes é uma demonstração ao Brasil de que as instituições de Justiça seguem comprometidas com a resolução do caso&#8221;, escreveu.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Justiça demite policial que matou tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu em 2022</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ministerio-da-justica-demite-policial-que-matou-tesoureiro-do-pt-em-foz-do-iguacu-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 22:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[2022]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
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					<description><![CDATA[Demissão foi embasada em uso de recurso material da repartição em atividade particular, prática de ato de improbidade administrativa e incontinência pública O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, divulgou, nesta terça-feira (19), a demissão do policial penal Jorge Guaranho, que matou o tesoureiro do PT e guarda municipal Marcelo Arruda, em julho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2684338642" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Demissão foi embasada em uso de recurso material da repartição em atividade particular, prática de ato de improbidade administrativa e incontinência pública<br /><br />O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, divulgou, nesta terça-feira (19), a demissão do policial penal Jorge Guaranho, que matou o tesoureiro do PT e guarda municipal Marcelo Arruda, em julho de 2022.<br /><br />Lewandowski embasou a demissão nas seguintes infrações disciplinares: uso de recurso material da repartição em atividade particular, prática de ato de improbidade administrativa e incontinência pública.<br /><br />Na ocasião, Arruda comemorava seu aniversário de 50 anos, com uma festa que tinha como tema o Partido dos Trabalhadores.<br /><br />Segundo denúncia do MP, Guaranho teve acesso a imagens que mostravam a festa e foi ao local do evento, onde proferiu palavras em favor de Jair Bolsonaro.</p>
<p>Arruda e sua família teriam discutido com Guaranho do lado de fora do salão de festas. O agente saiu do local, mas ameaçou voltar.</p>
<p>Cerca de 10 minutos depois, Guaranho retorna com uma arma em punho. Do lado de dentro do salão ocorrem disparos que atingiram duas pessoas. Arruda não resistiu aos ferimentos.</p>
<p>Para o ministro, “a conduta violenta e ofensiva à vida é incompatível com a moralidade administrativa, além de afrontar gravemente os valores institucionais da atividade policial. Além disso, Guaranho usou sua arma profissional para cometer o crime”.</p>
<p>O policial penal é acusado de cometer homicídio duplamente qualificado e o processo está na pauta do Tribunal do Júri em 4 de abril.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<item>
		<title>Lewandowski vai a Mossoró acompanhar busca por fugitivos de presídio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lewandowski-vai-a-mossoro-acompanhar-busca-por-fugitivos-de-presidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Feb 2024 12:50:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fuga]]></category>
		<category><![CDATA[Lewandowisk]]></category>
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		<category><![CDATA[Penitenciária Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 300 agentes federais estão mobilizados em operação especial O ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP) Ricardo Lewandowski irá na manhã deste domingo (17) para Mossoró (RN) acompanhar a operação de recaptura de dois fugitivos da Penitenciária Federal de segurança máxima localizada no município. A operação está sendo realizada pela Polícia Federal, Polícia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3090388186" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Cerca de 300 agentes federais estão mobilizados em operação especial</p>
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP) Ricardo Lewandowski irá na manhã deste domingo (17) para Mossoró (RN) acompanhar a operação de recaptura de dois fugitivos da Penitenciária Federal de segurança máxima localizada no município. A operação está sendo realizada pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar do Rio Grande do Norte, e pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco), que congregam as policiais federais e estaduais nas ações de repressão da criminalidade organizada.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1581539&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1581539&amp;o=node" /></p>
<p>O ministro sairá de Brasília às 7h e irá acompanhado do diretor-geral em exercício da Polícia Federal, Gustavo Souza. Lewandowski pretende se reunir com os chefes das equipes que estão à frente das buscas dos dois fugitivos. Ele se encontrará também com o titular da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), André Garcia, que está na cidade potiguar desde quarta-feira (14), data da fuga.</p>
<p>Os dois fugitivos, Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento, foram os primeiros detentos a escapar de um presídio federal, considerado de segurança máxima. O sistema foi criado em 2006. Eles fugiram na última quarta-feira (14). </p>
<p>Os dois fizeram uma família refém na noite desta sexta-feira (16), roubaram celulares e comida. As informações foram confirmadas pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen). De acordo com a pasta, o local fica a três quilômetros, aproximadamente, do presídio federal de Mossoró.</p>
<p>A operação para capturá-los mobiliza cerca de 300 agentes federais, drones e três helicópteros. A forma como ambos escaparam está sendo investigada. Um buraco foi encontrado em uma parede, e suspeita-se que eles tenham usado ferramentas destinadas a uma obra interna.</p>
<h2>Inquéritos</h2>
<p>Segundo o MJSP, há duas investigações em curso. Uma delas, de caráter administrativo,  liderada pelo Senappen, apura as responsabilidades da fuga e pode levar a um processo administrativo. Também há um inquérito no âmbito da Polícia Federal para apurar eventuais responsabilidades de natureza criminal das pessoas que, eventualmente, facilitaram a fuga dos dois detentos da penitenciária.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">35768</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Novo ministro da Justiça, Lewandowski cita infiltração do crime em órgãos públicos e fala em aprofundar aliança com estados e municípios</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/novo-ministro-da-justica-lewandowski-cita-infiltracao-do-crime-em-orgaos-publicos-e-fala-em-aprofundar-alianca-com-estados-e-municipios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 17:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerimônia de posse aconteceu nesta quinta-feira (1º), em Brasília; presidente Lula e ex-ministro Flávio Dino também discursaramDurante cerimônia de posse nesta quinta-feira (1º), em Brasília, o novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, citou a infiltração do crime organizado em órgãos públicos e defendeu aliança entre os entes federativos como uma das soluções [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-652129811" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Cerimônia de posse aconteceu nesta quinta-feira (1º), em Brasília; presidente Lula e ex-ministro Flávio Dino também discursaram<br />Durante cerimônia de posse nesta quinta-feira (1º), em Brasília, o novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, citou a infiltração do crime organizado em órgãos públicos e defendeu aliança entre os entes federativos como uma das soluções a serem adotadas por sua gestão.</p>
<p>“Já há notícias de que, tal como ocorre em outras nações, o crime organizado começa a infiltrar-se em órgãos públicos, especialmente naqueles ligados à segurança e a multiplicar empresas de fachada para branquear recursos obtidos de forma ilícita. Isso lhes permite expandir a sua ação deletéria sob territórios cada vez maiores, dificultando o seu controle por parte das autoridades estatais”, afirmou.</p>
<p>O ministro dedicou boa parte de seu discurso falando sobre ações relacionados à segurança pública — classificada por ele como “uma das maiores preocupações da cidadania” atualmente — e o combate às organizações criminosas.</p>
<p>Lewandowski salientou que “não há soluções fáceis para tais problemas”, mas defendeu ação conjunta com estados e municípios.</p>
<p>“É preciso aprofundar as alianças com estados e municípios, que, constitucionalmente, detém a responsabilidade primária pela segurança pública nas respectivas jurisdições. É preciso superar a fragmentação federativa e estabelecer um esforço nacional conjunto para neutralizar as lideranças das organizações criminosas e confiscar os seus ativos, porque elas não podem sobreviver sem recursos”, disse.</p>
<div data-google-query-id="CNW3-JHXioQDFXgYuQYdYG4CbA">
<p>Na avaliação do novo chefe da pasta, o “combate à criminalidade e à violência, para ter êxito, precisa ir além de uma permanente e enérgica repressão policial, demandando a execução de políticas públicas que permitam superar esse verdadeiro <em>apartheid</em> social que continua segregando boa parte da população brasileira”.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro da Justiça Flávio Dino também discursaram no evento. Outras autoridades, como o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, compuseram a mesa.</p>
<h2>Quem é Ricardo Lewandowski</h2>
<p><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/quem-e-ricardo-lewandowski-novo-ministro-da-justica-de-lula/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Enrique Ricardo Lewandowski</a> tem 75 anos e é natural da cidade do Rio de Janeiro. Formou-se em ciências políticas e sociais pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) em 1971. Dois anos mais tarde, graduou-se em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC).</p>
<p>É mestre (1980), doutor (1982) e livre-docente em direito de Estado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (1994). Obteve ainda o título de Master of Arts, na área de relações internacionais, pela Fletcher School of Law and Diplomacy, da Tufts University, nos Estados Unidos.</p>
<p>Lewandowski exerceu a advocacia entre 1974 e 1990, tendo sido conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo entre 1989 e 1990. Ele ocupou também os cargos de Secretário de Governo e de Assuntos Jurídicos de São Bernardo do Campo – entre 1984 e 1988 – e também de presidente da Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo (Emplasa) no biênio 1988-1989.</p>
<p>O novo ministro da Justiça ingressou na magistratura como juiz do Tribunal de Alçada Criminal do Estado de São Paulo, pelo Quinto Constitucional da classe dos advogados (1990 a 1997). Foi promovido desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), por merecimento, onde integrou, sucessivamente, a Seção de Direito Privado, a Seção de Direito Público e o Órgão Especial (1997 a 2006). Foi eleito e exerceu o cargo de vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) entre 1993 e 1995.</p>
<p>Em 2006, foi indicado ao STF por Lula para substituir o ministro Carlos Velloso, cargo que ocupou até abril de 2023. No Supremo, Lewandowski foi revisor da Ação Penal 470, popularmente conhecida como “Mensalão”. Exerceu a Presidência da Corte entre os anos de 2014 e 2016, tendo inclusive liderado o julgamento do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff no Senado Federal.</p>
<p>Foi também ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2006 e 2012, presidindo a Corte de 2010 a 2012, ocasião em que coordenou as eleições presidenciais de 2010, nas quais defendeu a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Com informações de Lucas Schroeder, da CNN</em></p>
</div>
<p>Na avaliação do novo chefe da pasta, o “combate à criminalidade e à violência, para ter êxito, precisa ir além de uma permanente e enérgica repressão policial, demandando a execução de políticas públicas que permitam superar esse verdadeiro <em>apartheid</em> social que continua segregando boa parte da população brasileira”.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro da Justiça Flávio Dino também discursaram no evento. Outras autoridades, como o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, compuseram a mesa.</p>
<h2>Quem é Ricardo Lewandowski</h2>
<p>Enrique Ricardo Lewandowski tem 75 anos e é natural da cidade do Rio de Janeiro. Formou-se em ciências políticas e sociais pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) em 1971. Dois anos mais tarde, graduou-se em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC).</p>
<p>É mestre (1980), doutor (1982) e livre-docente em direito de Estado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (1994). Obteve ainda o título de Master of Arts, na área de relações internacionais, pela Fletcher School of Law and Diplomacy, da Tufts University, nos Estados Unidos.</p>
<p>Lewandowski exerceu a advocacia entre 1974 e 1990, tendo sido conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo entre 1989 e 1990. Ele ocupou também os cargos de Secretário de Governo e de Assuntos Jurídicos de São Bernardo do Campo – entre 1984 e 1988 – e também de presidente da Empresa Metropolitana de Planejamento da Grande São Paulo (Emplasa) no biênio 1988-1989.</p>
<p>O novo ministro da Justiça ingressou na magistratura como juiz do Tribunal de Alçada Criminal do Estado de São Paulo, pelo Quinto Constitucional da classe dos advogados (1990 a 1997). Foi promovido desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), por merecimento, onde integrou, sucessivamente, a Seção de Direito Privado, a Seção de Direito Público e o Órgão Especial (1997 a 2006). Foi eleito e exerceu o cargo de vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) entre 1993 e 1995.</p>
<p>Em 2006, foi indicado ao STF por Lula para substituir o ministro Carlos Velloso, cargo que ocupou até abril de 2023. No Supremo, Lewandowski foi revisor da Ação Penal 470, popularmente conhecida como “Mensalão”. Exerceu a Presidência da Corte entre os anos de 2014 e 2016, tendo inclusive liderado o julgamento do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff no Senado Federal.</p>
<p>Foi também ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2006 e 2012, presidindo a Corte de 2010 a 2012, ocasião em que coordenou as eleições presidenciais de 2010, nas quais defendeu a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa.</p>
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<p><em>*Com informações de Lucas Schroeder, da CNN</em></p>
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		<item>
		<title>Ricardo Lewandowski deixa o Supremo Tribunal Federal após 17 anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ricardo-lewandowski-deixa-o-supremo-tribunal-federal-apos-17-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 11:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixa hoje (11) o cargo, após ter antecipado em um mês sua aposentadoria. Ele completa 75 anos em 11 de maio, data em que seria aposentado compulsoriamente. Lewandowski deixa o gabinete com um acervo de 780 processos, que devem ser herdados por seu sucessor. A partir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-825684416" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixa hoje (11) o cargo, após ter antecipado em um mês sua aposentadoria. Ele completa 75 anos em 11 de maio, data em que seria aposentado compulsoriamente.</p>
<p>Lewandowski deixa o gabinete com um acervo de 780 processos, que devem ser herdados por seu sucessor. A partir desta terça-feira (11), cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicar um novo nome para a cadeira do ministro. Quando anunciou sua aposentadoria, o ministro disse não ter feito indicações a Lula.</p>
<p>Não há prazo para a nova indicação. Lula embarca nesta terça para a China, de onde retorna no próximo domingo (16). Em café da manhã com jornalistas no início do mês, o presidente disse “não ter pressa” para fazer a indicação. “A escolha do substituto dele [Lewandowski] será feita por mim no momento que eu achar que tenha que fazer”, afirmou.</p>
<p>Até o momento, o único nome citado publicamente por Lula foi o do advogado Cristiano Zanin, que o defendeu nos processos da Operação Lava Jato. Nas últimas semanas, intensificaram-se as pressões e campanhas por outros cotados, em especial uma mulher, preferencialmente negra. Lula, contudo, tem rejeitado assumir qualquer compromisso sobre o perfil do indicado.</p>
<p>Antes de assumir, o indicado pelo presidente deverá ser sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e depois ser aprovado no plenário da Casa, por maioria absoluta (41 votos).</p>
<h2>Carreira</h2>
<p>Com a saída do Supremo, Lewandowski deverá voltar a advogar e focar na carreira acadêmica, segundo contou a jornalistas. Ele é formado pela Universidade de São Paulo (USP), mesma instituição pela qual se tornou mestre e doutor e na qual leciona desde 1978.</p>
<p>Sua passagem pelo Supremo, onde chegou em 2006 por indicação do próprio Lula, ficou marcada pelo chamado garantismo, corrente que tende a dar maior peso aos direitos e garantias dos réus em processos.</p>
<p>Ele votou, por exemplo, durante o julgamento do mensalão, do qual foi revisor, pela absolvição dos ex-ministros de Estado José Dirceu e José Genoíno, no que foi vencido. Na ocasião, chamou a denúncia contra os dois de “vagas”, pois estariam baseadas sobretudo em declarações.</p>
<p>O julgamento do mensalão rendeu discussões acaloradas em plenário, com o relator da ação penal e presidente do Supremo à época, Joaquim Barbosa, chegando a acusar Lewandowski de fazer “chicana” por querer adiar uma das sessões plenárias. O ministro exigiu retratação imediata do colega, e a confusão levou à suspensão da análise do caso.</p>
<p>Lewandowski foi o primeiro ministro do Supremo a apontar desvios na atuação da Lava Jato e depois viria a ser relator da apelidada “Vaza Jato”, caso que revelou trocas de mensagens entre o juiz Sergio Moro e procuradores responsáveis pela Lava Jato. As conversas depois levaram à anulação da condenação de Lula no caso, como também à suspensão das ações relativas a diversos outros réus.  </p>
<p>O ministro suspendeu pessoalmente diversos processos da operação, o mais recente em meados de março, quando mandou parar uma ação baseada em informações repassadas pela Odebrecht, provas que depois foram consideradas imprestáveis pelo Supremo. Entre os beneficiados estavam o ex-ministro e ex-senador Edson Lobão, o advogado Rodrigo Tacla Duran, que trabalhou para a empreiteira, e o vice-almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclar.</p>
<h2>Decisões importantes</h2>
<p>Outras decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) ficaram associadas ao nome de Lewandowski, por ter sido o relator dos temas na Corte. Ele foi o responsável, por exemplo, por <em>habeas corpus</em> coletivo para conceder <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2018-02/stf-concede-prisao-domiciliar-presas-gravidas-ou-com-filhos-de-ate" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">prisão domiciliar</a> a milhares de presas grávidas ou mães de menores de até 12 anos. A decisão foi depois confirmada pela Segunda Turma do Supremo. </p>
<p>Ele também foi relator da ação em que o Supremo julgou, por unanimidade, serem constitucionais as <a href="https://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2012-04-26/cotas-raciais-em-universidades-sao-consideradas-constitucionais-por-unanimidade-no-supremo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">cotas para candidatos negros</a> em universidades públicas. Devido a essa decisão, o ministro da Educação, Camilo Santana, marcou uma homenagem para Lewandowski nesta manhã, na sede do ministério. </p>
<p>Mais recentemente, durante a pandemia de covid-19, Lewandowski foi relator de uma ação no Supremo em que determinou ao governo acelerar e apresentar um plano de vacinação da população contra a doença, com cronogramas de aquisição e distribuição dos imunizantes. A liminar seria depois confirmada por unanimidade em plenário.</p>
<h2>Presidências</h2>
<p>O ministro presidiu o Supremo Tribunal Federal entre 2014 e 2016, ano em que presidiu também o <em>impeachment</em> da presidente Dilma Rousseff, entre maio e agosto, no Senado, conforme previsão constitucional.</p>
<p>Uma de suas decisões na ocasião foi a de permitir uma votação fatiada, com os parlamentares decidindo primeiro sobre o afastamento da mandatária e somente depois as sanções que seriam impostas. Com isso, ela acabou não se tornando inelegível após deixar o cargo.</p>
<p>Ele foi também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2010 e 2012. No cargo, esteve à frente da aplicação da Lei da Ficha Limpa, que havia sido aprovada em 2010. Como presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), assinou a adoção em todo o país das audiências de custódia – em que qualquer preso deve ser apresentado à Justiça em 24 horas.</p>
<p>Foto: Fernando Frazão</p>
<p>*Agência Brasil</p>
</div>
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		<title>Por que a saída antecipada de Lewandowski é uma boa notícia para Bolsonaro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/por-que-a-saida-antecipada-de-lewandowski-e-uma-boa-noticia-para-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 11:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[O anúncio do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), de que vai se aposentar no dia 11 de abril, não apenas movimentou a disputa já sangrenta nos bastidores quanto à sucessão pela sua cadeira, como também produziu reflexos em outra Corte onde ele também atua, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Atual vice-presidente do TSE, Lewandowski [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-542877212" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O anúncio do ministro <a class="" href="http://oglobo.globo.com/tudo-sobre/personalidade/ricardo-lewandowski/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Ricardo Lewandowski</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a class="" href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/instituicao-governamental/stf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">STF</a>), de que vai se aposentar no dia 11 de abril, não apenas movimentou <a class="" href="https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2023/02/disputa-por-vaga-no-supremo-se-acirra-com-ataques-nos-bastidores.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><strong>a disputa já sangrenta nos bastidores quanto à sucessão pela sua cadeira</strong></a>, como também produziu reflexos em outra Corte onde ele também atua, o Tribunal Superior Eleitoral (<a class="" href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/instituicao-governamental/tse" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">TSE</a>).</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Atual vice-presidente do TSE, Lewandowski ficará <a class="" href="https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2023/01/o-raio-x-das-acoes-que-podem-afastar-bolsonaro-das-proximas-eleicoes.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><strong>de fora dos julgamentos das 16 ações que podem levar à condenação de Jair Bolsonaro</strong></a> e à sua inelegibilidade, o que foi comemorado por aliados do ex-presidente.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na prática, é como se sumisse do mapa um “voto em potencial” para punir Bolsonaro por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Isso porque, mesmo sendo um ministro de perfil garantista, Lewandowski havia sinalizado nos bastidores que <a class="" href="https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2023/01/ministro-do-tse-inclui-minuta-golpista-em-acao-contra-bolsonaro.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><strong>a inclusão da minuta golpista na ação que trata dos sucessivos ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral </strong></a>agravava a sobrevivência política do ex-ocupante do Palácio do Planalto.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Hoje, o atual presidente do TSE, <a class="" href="http://oglobo.globo.com/tudo-sobre/personalidade/alexandre-de-moraes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Alexandre de Moraes</a>, conta com uma maioria no plenário do TSE formada por Lewandowski, <a class="" href="http://oglobo.globo.com/tudo-sobre/personalidade/carmen-lucia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Cármen Lúcia</a> e o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, <a class="" href="http://oglobo.globo.com/tudo-sobre/personalidade/benedito-goncalves/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Benedito Gonçalves</a>. A saída de Lewandowski mexe com a correlação de forças dentro da Corte.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Das 16 ações que investigam a fracassada campanha de Bolsonaro à reeleição, a mais avançada de todas é a que trata justamente da reunião do então presidente da República com embaixadores, em que ele fez diversos ataques infundados ao sistema eleitoral.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mesmo adiantada, com a realização de uma série de depoimentos – <a class="" href="https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2023/03/em-depoimento-ao-tse-anderson-torres-evita-incriminar-bolsonaro.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><strong>inclusive o do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, em cuja casa a minuta golpista foi achada</strong></a> –, a ação movida pelo <a class="" href="http://oglobo.globo.com/tudo-sobre/partido-politico/pdt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">PDT</a> ainda não foi liberada para julgamento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A participação de Lewandowski nesse julgamento nunca foi uma certeza, mas com a antecipação da aposentadoria para logo depois da Páscoa ela acaba de ser sepultada.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O TSE é um tribunal híbrido, formado por três ministros titulares oriundos do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outros dois juristas, escolhidos mediante lista tríplice encaminhada à Presidência da República. A mesma proporção é seguida na composição dos ministros substitutos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a saída de Lewandowski, um ministro substituto do Supremo deve ser efetivado para ocupar a vaga. Pela tradição, essa cadeira deve ficar com <a class="" href="http://oglobo.globo.com/tudo-sobre/personalidade/kassio-nunes-marques/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Kassio Nunes Marques</a>, indicado ao STF por <a class="" href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/politico/jair-messias-bolsonaro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Jair Bolsonaro</a> em outubro de 2020.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a confirmação da troca de Lewandowski por Kassio Nunes Marques, integrantes do PL avaliam que Jair Bolsonaro vai “virar um voto” na Corte Eleitoral, trocando um potencial voto pela condenação por um possível voto pela absolvição.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mesmo assim, nos cálculos de integrantes do PL, Bolsonaro perderia no TSE por 5 a 2, contando a seu lado com os votos de Kassio Nunes Marques e de <a class="" href="http://oglobo.globo.com/tudo-sobre/personalidade/raul-araujo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Raul Araújo</a>.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A expectativa com o voto da dupla se baseia no perfil conservador dos ministros – e no histórico de decisões dos dois.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em uma polêmica decisão que foi interpretada como censura, Raul Araújo proibiu a manifestação política de artistas no Lollapalooza no ano passado, o que foi duramente reprovado pelos colegas e por entidades da sociedade civil.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele também deu o único voto contra aplicar a multa de R$ 22,9 milhões imposta por Moraes contra o PL após a sigla pedir a anulação de parte dos votos no segundo turno. Araújo considerou o valor exagerado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos bastidores, integrantes do Supremo vêm especulando ao longo dos últimos meses sobre a possibilidade de não efetivar Nunes Marques na vaga de titular. Seria um movimento inédito, uma vez que até hoje os ministros- substitutos indicados pelo STF vem sendo efetivados automaticamente no TSE, à medida que as vagas são abertas.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas ministros ouvidos reservadamente pela equipe da coluna têm dúvidas se a maioria do Supremo estaria disposta a quebrar uma tradição, em um momento em que o tribunal tenta se reerguer após os atentados terroristas de 8 de janeiro.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">24155</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ministro do STF defende urna eletrônica e a Zona Franca de Manaus durante homenagem na Aleam</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ministro-do-stf-defende-urna-eletronica-e-a-zona-franca-de-manaus-durante-homenagem-na-aleam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2022 03:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro do STF]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu a medalha Ruy Araújo durante homenagem na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta sexta-feira (19). Recém-empossado vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lewandowski defendeu as urnas eletrônicas e a importância da Zona Franca de Manaus (ZFM). A medalha foi preposta pelo deputado estadual Roberto Cidade, presidente da Aleam. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4004330272" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu a medalha Ruy Araújo durante homenagem na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta sexta-feira (19). <a href="https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2022/noticia/2022/08/16/alexandre-de-moraes-tse.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Recém-empossado vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)</a>, Lewandowski defendeu as urnas eletrônicas e a importância da Zona Franca de <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/cidade/manaus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Manaus</a> (ZFM).</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A medalha foi preposta pelo deputado estadual Roberto Cidade, presidente da Aleam.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Durante discurso na Sessão Especial, o magistrado destacou o papel da Justiça Eleitoral em garantir o direito da soberania popular e expressão pelo voto do povo brasileiro.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="35" data-block-id="6">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Podem ter certeza que nós teremos eleições limpas, imparciais, seguras, e como já foi dito aqui, nossas urnas são absolutamente invulneráveis, e traduzem com maior fidelidade possível a vontade do eleitor brasileiro&#8221;, afirmou o ministro.</p></blockquote>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ministro do supremo também destacou a importância da Zona Franca de Manaus para o país e o papel do STF em algumas decisões que beneficiaram o Amazonas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="56" data-block-id="9">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Eu quero dizer, não apenas por meio da minha pessoa, mas o STF está permanentemente de olhos voltados para o Estado do Amazonas para a sua população, sofrida, mas corajosa. Em defesa da Zona Franca, que é realmente um patrimônio nacional, mais do que um patrimônio do estado. O STF não lhes faltará&#8221;, disse o ministro.</p></blockquote>
<p>A declaração ocorre em meio à expectativa de que o governo federal publique um novo decreto cortando em 35% as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A medida atinge a competitividade da Zona Franca de Manaus.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ministro Ricardo Lewandowski segue em compromissos na capital amazonense, e vai participar do encerramento do Fórum Internacional de Controle, evento que reúne nomes do direito nacional e internacional em Manaus.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>*Com informações de Ricardo Chaves, da Rádio CBN Amazônia.</em></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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