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	<title>região amazônica - Portal NDC</title>
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		<title>Escritor amazonense Márcio Souza morre aos 78 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 14:51:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Márcio Souza é autor de várias obras sobre a região amazônica. O escritor amazonense Márcio Souza morreu na madrugada desta segunda-feira (12), aos 78 anos. Ele deixa um legado na literatura, cujas obras tiveram repercussão no Brasil e exterior. Além disso, Márcio também ocupou cargos públicos. Ele foi presidente da Funarte, no governo Fernando Henrique [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3110197400" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Márcio Souza é autor de várias obras sobre a região amazônica.<br /><br />O escritor amazonense Márcio Souza morreu na madrugada desta segunda-feira (12), aos 78 anos. Ele deixa um legado na literatura, cujas obras tiveram repercussão no Brasil e exterior.<br /><br />Além disso, Márcio também ocupou cargos públicos. Ele foi presidente da Funarte, no governo Fernando Henrique Cardoso. Em Manaus, presidiu o Conselho Municipal de Cultura.<br /><br />Sobretudo, ele é conhecido por falar e escrever com propriedade sobre a Amazônia. Entre suas obras de destaque estão, por exemplo, Mad Maria, Amazônia Indígena e Galvez.<br /><br />Dessa maneira, nascido em Manaus, em 1946, Márcio Souza é autor de várias obras sobre a região amazônica.<br /><br />Filho mais velho de um operário gráfico e de uma dona de casa, desde cedo se mostra apaixonado por literatura, paixão herdada do pai que gostava de ler e incentivava o filho.<br /><br />Tal incentivo foi determinante para que já adolescente, aos 14 anos, escrevesse críticas nos jornais de Manaus e aos 17 anos se mudasse para São Paulo para estudar Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP).<br /><br />Na Faculdade, passou a escrever roteiros e trabalhou como assistente de produção e direção em curtas e médias para a Boca do Lixo. Em 1967, aos 21 anos publicou o primeiro livro: “O mostrador de sombras”.</p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Do Amazonas para o mundo</strong></h4>
<p>Na época, sai do Brasil e viaja por várias cidades do mundo: Nova York, Paris, Londres, Amsterdã, Bogotá e Lima.</p>
<p>A experiência de conhecer outros países foi fundamental para o amadurecimento do jovem que volta ao Brasil em 1973 e passa a dirigir o teatro experimental do SESC.</p>
<p>Assim, produz o filme “Selva” e trabalha ao mesmo tempo na pesquisa e escrita de um livro que se tornaria um sucesso na sua carreira literária: “Galvez, o imperador do Acre”, lançado em 1976.</p>
<p>Depois, escreveu outras obras importantes no cenário nacional e internacional tais como “Mad Maria”, “A ordem do dia” e “A condolência”. </p>
<p>Em mais de 40 anos dedicados à cultura amazonense, Márcio Souza reacende a história de um lugar sagrado por natureza.</p>
<p>Em um de seus livros, “Amazônia Indígena” reverencia os que vivem na terra há séculos, através de seus ancestrais.</p>
<p>Márcio Souza nos mostra as polêmicas ambientais e aponta a força de um povo que vê a Amazônia como vida e tem no território sua casa, no tempo sua história e nas crenças, sua fé.</p>
<p><em>*Com informações da EBC e BNC Amazonas</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lula quer política unificada para a região amazônica</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-quer-politica-unificada-para-a-regiao-amazonica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 11:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[região amazônica]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1116730310" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, neste domingo (21), uma política unificada dos países amazônicos. Em agosto, será realizada, em Belém, a Cúpula da Amazônia, evento que reunirá os chefes de Estado dos oito países que integram a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).<br /><br />Para Lula, é preciso uma política séria, que envolva também os povos indígenas, para evitar o desmatamento na região e, ao mesmo tempo, garanta a sobrevivência das 28 milhões de pessoas que lá vivem. “Eles têm direito de viver, de trabalhar, de comer, de ter acesso a bens materiais que todos nós queremos. E, por isso, precisam explorar não desmatando. Explorar a riqueza da biodiversidade para saber se podemos extrair a possibilidade de desenvolver uma indústria de fármacos, de cosméticos, por exemplo, para gerar empregos limpos”, disse.<br /><br />“Não queremos transformar a Amazônia em um santuário da humanidade”, acrescentou o presidente durante conversa com jornalistas em Hiroshima, no Japão.<br /><br />No país asiático, Lula participou do segmento de engajamento externo da Cúpula do G7, reunião de líderes de sete das maiores economias do mundo: Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá.<br /><br />O presidente cobrou que os países ricos cumpram os compromissos assumidos no âmbito internacional, como a doação de US$ 100 bilhões ao ano para que países em desenvolvimento preservem suas florestas. “Em todas as COPs [Conferências do Clima das Nações Unidas] as pessoas falam que vão doar US$ 100 bilhões. Nós estamos aguardando”, disse.<br /><br />Para Lula, é preciso uma nova governança global mais representativa, com punição para os países que não cumprirem os esforços nas questões climáticas.<br /><br />“Ou todos nós entendemos que o barco é um só, que o planeta é redondo, ou entendemos que uma desgraça que vier vai pegar todo mundo de calça curta. Os cientistas estão nos prevenindo, então é importante termos clareza de que nós seremos os responsáveis de nos salvar ou de nos matar”, disse.<br /><br />As cúpulas do G7 costumam contar com a presença de países convidados. Nesta edição, além do Brasil, foram convidados Austrália, Coreia do Sul, Vietnã, Índia, Indonésia, Comores e Ilhas Cook. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também esteve em Hiroshima e participou da sessão de debates que teve o tema “Rumo a um mundo pacífico, estável e próspero”.<br /><br />Desde a última sexta-feira (19) no país asiático, o presidente também teve uma extensa agenda de encontros bilaterais, com reuniões com 11 chefes de governo e de entidades.<br /><br />“Saio [do Japão] mais otimista do que nunca. A chance do Brasil estabelecer parcerias fortes na área comercial, cultural e política é muito grande”, disse Lula. “As pessoas gostam muito do Brasil, estão muito felizes com a volta da democracia no Brasil e com a volta do Brasil ao cenário internacional”, completou o presidente, citando que ainda este ano tem agendadas duas viagens a países da África e uma viagem à Índia.</p>
<p>Foto: Tv Brasil</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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