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	<title>redes sociais - Portal NDC</title>
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	<title>redes sociais - Portal NDC</title>
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		<title>Maioria do STF vota a favor da responsabilização das redes sociais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/maioria-do-stf-vota-a-favor-da-responsabilizacao-das-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 12:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Placar da votação é de 6 votos a 1 até o momento A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quarta-feira (11) a favor da responsabilização das plataformas que operam as redes sociais pelas postagens ilegais feitas por seus usuários. Até o momento, o placar da votação é de 6 votos a 1 para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3079740321" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Placar da votação é de 6 votos a 1 até o momento</p>
<p><strong>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quarta-feira (11) a favor da responsabilização das plataformas que operam as redes sociais pelas postagens ilegais feitas por seus usuários.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1646456&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1646456&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Até o momento, o placar da votação é de 6 votos a 1 para que as plataformas sejam responsabilizadas civilmente na Justiça pelos conteúdos ilícitos</strong>, como postagens antidemocráticas e contra o sistema eleitoral, discursos de ódio (racismo e homofobia), incitação de crimes contra autoridades e transmissão de lives que induzem ao suicídio e à automutilação de crianças e adolescentes. </p>
<p>Após a formação da maioria, <strong>o julgamento foi suspenso e será retomado nesta quinta-feira (12)</strong>, quando os demais ministros votarão a tese jurídica que vai definir as regras para aplicação da decisão.</p>
<p>A Corte julga a constitucionalidade do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.</p>
<p>De acordo com o dispositivo, &#8220;com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura&#8221;, as plataformas só podem ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo. </p>
<h2>Votos</h2>
<p>Na sessão de hoje,<strong> o ministro Gilmar Mendes considerou que o Artigo 19 é &#8220;ultrapassado&#8221;</strong> e que a regulamentação das redes sociais não representa uma ameaça à liberdade de expressão.</p>
<p>Para o ministro, o &#8220;modelo de irresponsabilidade das plataformas&#8221; não pode ser mantido.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A retórica corporativa tem instrumentalizado a liberdade de expressão para preservar modelos de negócio, mantendo o status quo, no qual decisões com impactos profundos sobre a democracia são tomadas de forma opaca e sem prestação de contas&#8221;, afirmou. </p>
</blockquote>
<p><strong>Cristiano Zanin votou pela inconstitucionalidade do artigo e afirmou que o dispositivo não é adequado para proteger os direitos fundamentais</strong> e impõe aos usuários o ônus de acionar o Judiciário em caso de postagens ofensivas e ilegais.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Essa liberdade de expressão pode estar sendo mal utilizada para atacar o Estado de Direito, a incolumidade física das pessoas, inclusive crianças e adolescentes&#8221;, afirmou Zanin.</p>
</blockquote>
<p>Nas sessões anteriores, <strong>os  ministros Luiz Fux e Dias Toffoli votaram para permitir a exclusão de postagens ilegais por meio de notificações extrajudiciais,</strong> ou seja, pelos próprios atingidos, sem decisão judicial prévia.</p>
<p><strong>Luís Roberto Barroso diz que a ordem judicial é necessária para a remoção somente de postagens de crimes contra a honra</strong> (calúnia, difamação e injúria&#8221;). Nos demais casos, a notificação extrajudicial é suficiente para a remoção de conteúdo, mas cabe às redes o dever de cuidado para avaliar se as mensagens estão em desacordo com as políticas de publicação.</p>
<p><strong>O único voto divergente foi proferido pelo ministro André Mendonça</strong>, que votou pela manutenção das atuais regras que impedem a responsabilização direta das redes.</p>
<h2>Casos julgados</h2>
<p>O STF julga dois casos concretos que envolvem o Marco Civil da Internet e que chegaram à Corte por meio de recursos.</p>
<p>Na ação relatada pelo ministro Dias Toffoli, o tribunal julga a validade da regra que exige ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores por atos ilícitos. O caso trata de um recurso do Facebook para derrubar decisão judicial que condenou a plataforma por danos morais pela criação de perfil falso de um usuário.</p>
<p>No processo relatado pelo ministro Luiz Fux, o STF discute se uma empresa que hospeda um site na internet deve fiscalizar conteúdos ofensivos e retirá-los do ar sem intervenção judicial. O recurso foi protocolado pelo Google. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>STF retoma julgamento sobre responsabilização das redes sociais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-retoma-julgamento-sobre-responsabilizacao-das-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 11:53:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilização]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunal vai definir responsabilidade de plataformas por postagens O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (10), às 10h, o julgamento que vai definir se plataformas que operam as redes sociais podem ser responsabilizadas pelas postagens ilegais feitas por seus usuários. O julgamento foi suspenso na semana passada, após o ministro André Mendonça proferir voto contra a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4233734871" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Tribunal vai definir responsabilidade de plataformas por postagens</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (10), às 10h, o julgamento que vai definir se plataformas que operam as redes sociais podem ser responsabilizadas pelas postagens ilegais feitas por seus usuários.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1646315&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1646315&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O julgamento foi suspenso na semana passada, após o ministro André Mendonça proferir voto contra a responsabilização direta das empresas.</strong></p>
<p>A Corte julga a constitucionalidade do artigo 19 do <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Marco Civil da Internet</a> (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 12.965/2014</a>), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.</p>
<p><strong>De acordo com o dispositivo, &#8220;com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura&#8221;, as plataformas só podem ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo.</strong></p>
<p>Mendonça apresentou o primeiro voto divergente sobre a questão. Para o ministro, o artigo 19 não representa imunidade para as plataformas, que têm a condição de intermediárias das mensagens. Segundo ele, de maneira geral, as pessoas que fazem postagens ilegais é que devem ser responsabilizadas.  </p>
<blockquote>
<p>“Excetuados os casos autorizados em lei, as plataformas digitais não podem ser responsabilizadas diretamente pela ausência da remoção de conteúdo veiculado por terceiro, ainda que posteriormente venha o Judiciário determinar a necessidade da remoção, incluídos os ilícitos relacionados à manifestação de opinião ou de pensamento&#8221; afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Os ministros e Luiz Fux e Dias Toffoli votaram para permitir a exclusão de determinadas postagens ilegais por meio de notificações extrajudiciais, ou seja, pelos próprios atingidos, sem decisão judicial prévia.</p>
<p><strong>Luís Roberto Barroso diz que a ordem judicial é necessária para a remoção somente de postagens de crimes contra a honra (calúnia, difamação e injúria&#8221;).</strong> Nos demais casos, a notificação extrajudicial é suficiente para a remoção de conteúdo, mas cabe às redes o cuidado de avaliar as mensagens que estão em desacordo com as políticas de publicação. </p>
<h2>Casos julgados</h2>
<p><strong>O STF julga dois casos concretos que envolvem o Marco Civil da Internet e que chegaram à Corte por meio de recursos.</strong></p>
<p>Na ação relatada pelo ministro Dias Toffoli, o tribunal julga a validade da regra que exige ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores por atos ilícitos. O caso trata de um recurso do Facebook para derrubar decisão judicial que condenou a plataforma por danos morais pela criação de perfil falso de um usuário.</p>
<p>No processo relatado pelo ministro Luiz Fux, o STF discute se uma empresa que hospeda um <em>site</em> na internet deve fiscalizar conteúdos ofensivos e retirá-los do ar sem intervenção judicial. O recurso foi protocolado pelo Google.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula defende regulação das redes sociais: ‘Não é possível que tudo tenha controle menos as empresas de aplicativos’</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-defende-regulacao-das-redes-sociais-nao-e-possivel-que-tudo-tenha-controle-menos-as-empresas-de-aplicativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2025 15:21:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Mandatário anunciou que o governo está elaborando um projeto de lei que será enviado ao Congresso, atribuindo à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) a responsabilidade pela supervisão desse setor O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou seu apoio à regulação das redes sociais, destacando a importância de estabelecer um controle mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1023637817" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Mandatário anunciou que o governo está elaborando um projeto de lei que será enviado ao Congresso, atribuindo à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) a responsabilidade pela supervisão desse setor<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou seu apoio à regulação das redes sociais, destacando a importância de estabelecer um controle mais rigoroso sobre as empresas de aplicativos. ” É preciso que a gente discuta com o Congresso Nacional a responsabilidade de regular o uso das empresas (que operam as redes sociais) neste país. Não é possível que tudo tenha controle menos as empresas de aplicativos”, disse. Em um evento realizado em Mato Grosso, o mandatário anunciou que o governo está elaborando um projeto de lei que será enviado ao Congresso, atribuindo à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) a responsabilidade pela supervisão desse setor. Lula enfatizou a necessidade de debater essa regulação com os parlamentares. O projeto em questão está sendo analisado por nove ministérios e prevê que a ANPD atue como uma espécie de “xerife” das redes sociais. Essa nova função incluirá a capacidade de multar e bloquear plataformas que não cumprirem as ordens de remoção de conteúdos considerados inadequados. A urgência dessa regulação foi acentuada após declarações da primeira-dama sobre o funcionamento do algoritmo do TikTok.<br /><br />Além da regulação das redes sociais, Lula anunciou um investimento de R$ 42,8 milhões em um programa voltado para a recuperação de áreas agrícolas degradadas, com foco na agricultura familiar. O presidente ressaltou que o governo está comprometido em repassar recursos a estados e municípios, independentemente de suas orientações políticas, e criticou a falta de apoio direcionado ao Nordeste durante a gestão anterior. Durante sua fala, Lula também abordou iniciativas populares, como o financiamento para reformas de residências e a ampliação da faixa de isenção do imposto de renda. Ele mencionou ainda a redução dos preços da energia elétrica para famílias de baixa renda e expressou a intenção de aumentar o valor do vale-gás, em resposta aos altos custos do botijão de gás, que têm impactado a população. “Assinei uma medida provisória reduzindo o preço da energia elétrica para o povo brasileiro mais pobre. Porque o rico compra energia no mercado aberto, mais barato, e quem paga cara a energia é o povo pobre que compra no mercado regulado”, falou.<br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo buscará retomar pauta de regulação das redes no Congresso</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-buscara-retomar-pauta-de-regulacao-das-redes-no-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 16:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[João Brandt]]></category>
		<category><![CDATA[PL das Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Principal projeto sobre o tema, PL das Fake News está parado na Câmara O governo federal vai tentar uma nova aproximação com o Congresso nas próximas semanas para que o tema da regulação das plataformas digitais volte à agenda dos legisladores, afirmou o Secretário de Politicas Digitais da Presidência da República, João Brant. &#8220;O governo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1264574792" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Principal projeto sobre o tema, PL das Fake News está parado na Câmara</p>
<p>O governo federal vai tentar uma nova aproximação com o Congresso nas próximas semanas para que o tema da regulação das plataformas digitais volte à agenda dos legisladores, afirmou o Secretário de Politicas Digitais da Presidência da República, João Brant.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1638714&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1638714&amp;o=node" /></p>
<p>&#8220;O governo está terminando de definir sua posição de mérito e de estratégia. Nossa compreensão é que essa regulação precisa equilibrar três coisas: primeiro, a responsabilidade civil das plataformas; segundo, o que a gente chama de dever de prevenção e precaução, que significa a necessidade de atuar preventivamente para que não haja disseminação de conteúdos ilegais e danosos a indivíduos ou a coletividades; e terceiro, que elas atuem na mitigação dos riscos sistêmicos da sua atividade&#8221;, defendeu Brant na última semana, em palestra na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>A principal proposta de regulação das plataformas digitais, o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2256735&amp;fichaAmigavel=nao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei 2.630 de 2020</a>, conhecido como PL das <em>Fake News</em>, já foi aprovado pelo Senado e está em análise na Câmara dos Deputados. A falta de um acordo, porém, impede que ele avance desde o ano passado.</p>
<p>Atualmente, essas empresas respondem ao <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Marco Civil da Internet</a>, aprovado em 2014. No seu Artigo 19, a lei diz que que as redes sociais só podem ser responsabilizadas por conteúdo ofensivo ou danoso postado por usuários caso descumpram uma ordem judicial de remoção, à exceção de conteúdo sexuais não autorizado ou casos que violam direitos autorais.</p>
<p>No dia-a-dia, a moderação dos conteúdos cabe às plataformas, que têm políticas próprias para decidir sobre a exclusão de conteúdos violentos ou mentirosos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Quando você vai discutir regulação ambiental, por exemplo, o tempo inteiro você olha para os riscos sistêmicos, aqueles riscos que são inerentes à atividade, que afetam direitos fundamentais ou outros marcos legais relevantes. E é preciso mitigar esses efeitos, impor responsabilidades e custos. E o que a gente tem é uma distorção do ambiente digital, sem que as plataformas assumam qualquer responsabilidade&#8221;, argumentou o secretário.</p>
</blockquote>
<p>O uso das redes sociais para cometer crimes continua no centro do debate público em meio às denúncias de violências cometidas contra crianças e adolescentes, e tem reacendido a discussão sobre a regulação das chamadas <em>big techs</em>, as empresas que controlam essas plataformas.</p>
<p>O coordenador do Centro de Referência para o Ensino do Combate à Desinformação da Universidade Federal Fluminense, Afonso Albuquerque, concorda que a regulação das redes se tornou uma questão fundamental e é preciso mais do que responsabilizar as plataformas por esses conteúdos.</p>
<p>&#8220;É preciso ter regras relativas ao financiamento dessas plataformas que, de alguma forma, estabeleçam princípios de transparência algorítmica. Nós temos um agente que tem uma capacidade imensa de intervir nos debates nacionais e, hoje, efetivamente, nós operamos no terreno da mais pura ilegalidade&#8221;</p>
<p>No entanto, ele não vê um cenário favorável a essa discussão, no Congresso Nacional, a princípio. Mas uma ajuda indireta e imprevista pode vir dos efeitos do governo de Donald Trump, nos Estados Unidos: &#8220;Nós estamos vivendo um momento muito caótico, no qual não é possível fazer análises muito claras. Algumas semanas atrás, nós tínhamos uma situação de fechamento das plataformas com os interesses do governo Trump. Mas, agora que as tarifas estão afetando o bolso dos bilionários que apoiaram o Trump, esse não é um cenário tão transparente assim&#8221;.</p>
<p>Para Afonso Albuquerque, <strong>as ações de Donald Trump também têm colocado os Estados Unidos em oposição a muitos países, incitando em muitos deles a necessidade de defender sua soberania em diversos campos, inclusive contra a influência das plataformas digitais americanas</strong>.</p>
<p>&#8220;Ele e os personagens envolvidos, particularmente o Elon Musk, mas o [Mark] Zuckerberg também, demonstraram pouca sutileza no seu interesse de intervir em assuntos internos de outros países, particularmente do Brasil. E, ao fazer isso, eles levantam a agenda da soberania. Eu acho que essa ameaça está presente desde que as plataformas existem, mas o comportamento agressivo dos integrantes do governo Trump, particularmente sua aliança com os setores da extrema direita anti-institucional do Brasil, tornam muito visível essa ameaça&#8221;, explica o especialista.</p>
<p>O Secretário de Politicas Digitais da Presidência da República, João Brant, acrescenta que os resultados dos embates entre Musk e o Supremo Tribunal Federal criaram um precedente positivo não só para o Brasil:</p>
<p>&#8220;É um momento em que se testa, se esgarça essa relação com os estados nacionais. O mundo inteiro fica olhando para ver o que que o Brasil vai fazer, e o Brasil toma uma decisão de suspender o serviço enquanto não cumprisse as ordens judiciais.</p>
<blockquote>
<p>O melhor dessa história é que ela termina com o Musk tendo que sucumbir ao Estado brasileiro, topando cumprir as regras para voltar ao ar. &#8220;Eu diria que ali foi um momento de virada em que vários países entenderam que a gente não pode lidar com naturalidade com o fato de que eles escolhem quais regras vão cumprir.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Brant também acredita que duas situações frequentes podem contribuir para que a população pressione os legisladores em direção à regulação: &#8220;A própria proteção de crianças e adolescentes, que eu acho que é um tema chave, em que fica mais explícito o problema, e também a quantidade de golpes e fraudes no ambiente digital, e uma parte das plataformas é inclusive sócia desses golpes, porque recebe dinheiro para veicular conteúdo fraudulento.&#8221;</p>
<p>Já o coordenador do Centro de Referência para o Ensino do Combate à Desinformação da UFF, Afonso Albuquerque, defende que <strong>é preciso ir além das regulações nacionais, com a criação de mecanismos transnacionais pactuados e instituições de governança que estabeleçam e fiscalizem o cumprimento de regras globais.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Proibição de celular na escola é bem-vinda, mas não é suficiente</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/proibicao-de-celular-na-escola-e-bem-vinda-mas-nao-e-suficiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 14:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[celular nas escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[proibição de celular nas escolas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Escola também deve discutir desafios relacionados a novas tecnologias A vida escolar de cerca de 47 milhões de estudantes do ensino fundamental e do ensino médio mudou radicalmente no ano letivo que acabou de iniciar. Conforme a Lei nº 15.100/2025, eles estão proibidos de usar “aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante a aula, o recreio ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1686314924" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Escola também deve discutir desafios relacionados a novas tecnologias</p>
<p>A vida escolar de cerca de 47 milhões de estudantes do ensino fundamental e do ensino médio mudou radicalmente no ano letivo que acabou de iniciar. Conforme a Lei nº 15.100/2025, eles estão proibidos de usar “aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante a aula, o recreio ou intervalos entre as aulas, para todas as etapas da educação básica”.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1630579&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1630579&amp;o=node" /></p>
<p>Para Danilo Cabral, 16 anos, estudante do 2º ano do ensino médio do Colégio Galois em Brasília, a medida exige mudança de comportamento. Vai alterar, por exemplo, a comunicação com a mãe ou com o pai. “Às vezes, no meio da manhã, eu decido que vou almoçar na escola, e fica um pouco mais difícil avisar aos meus pais.”</p>
<p>Apesar do empecilho, Danilo acha que “é só uma questão de adaptação mesmo” e que vai ser “muito benéfico”, porque “para prestar atenção nas aulas, a gente não pode mexer no celular”, admite cerca de dez dias depois da volta às aulas.</p>
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<div style="width: 473px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agênci" src="https://imagens.ebc.com.br/LBU2_gsQIHRanWyXtfG9b9H8YmM=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/02/14/pzzb9039.jpg?itok=bd0OsjzR" alt="Brasília (DF) 14/02/2025 - Proibição do uso de celulares nas escolas. A aluna do colégio Galois, Joana Chiaretto. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" width="463" height="309" /><p class="wp-caption-text">Brasília (DF) 14/02/2025 &#8211; Proibição do uso de celulares nas escolas. A aluna do colégio Galois, Joana Chiaretto. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil &#8211; Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil </p></div>
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<p>Joana Chiaretto, da mesma turma que Danilo e também com 16 anos, percebe “mudanças muito positivas” no pátio da escola. “Antes, a gente via todo mundo no próprio celular. Sem conversar, nem nada, os grupinhos separados. Agora a gente vê um grupão de meninas jogando carta. A gente vê as pessoas conversando mais. Aqui na escola todo mundo está trazendo jogos”, conta com entusiasmo.</p>
<p>Para ela, “as pessoas são muito viciadas no celular.” E, entre os mais jovens, “é muito difícil. Chega a dar aquela angústia, de querer pegar o celular, de ligar pra alguém ou mandar uma mensagem.”</p>
<h2>Sem fotos do quadro </h2>
<p>A visão crítica dos dois adolescentes sobre o uso de celular no colégio e os benefícios da proibição são compartilhados por seus professores. “Melhorou muito no quesito entrosamento dos alunos. Eles têm que conviver juntos de novo”, ressalta Victor Maciel, professor de biologia do ensino médio.</p>
<p>O professor observa que, sem o celular, “os alunos não tiram mais fotos do quadro” e, mais atentos, perguntam mais, tiram dúvidas e aprendem mais. “Eles têm que estar mais focados agora. A aula fica mais interessante para eles. Porque sabem que não vão ter tanta facilidade depois para conseguir aquele conteúdo.”</p>
<p>Patrícia Belezia, coordenadora do ensino médio no Galois, também apoia a decisão. Ela se recorda de que, em ano anterior, a escola flagrou alunos jogando no celular inclusive em plataforma de apostas, “muitos viciados no jogo do tigrinho e em pôquer eletrônico. Eles faziam apostas entre eles.” Como o exemplo é uma forma de educar, a coordenadora destaca que a restrição aos celulares na escola é para todos. Se estende aos funcionários e aos professores.</p>
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<div style="width: 473px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agênci" src="https://imagens.ebc.com.br/XPaMfIkX4iMwsoJ868SS3GJg53w=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/02/14/pzzb9334.jpg?itok=bjOrU-j1" alt="Brasília (DF) 14/02/2025 - Proibição do uso de celulares nas escolas. A diretora do colégio Galois, Dulcinéia Marques. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" width="463" height="309" /><p class="wp-caption-text"> A diretora do colégio Galois, Dulcinéia Marques. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</p></div>
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<p>Dulcineia Marques, sócia fundadora do colégio, acha que “ganhou um presentão” com a lei aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República. Para ela, o aparelho celular pode ser um marcador de desigualdades sociais em função do modelo e do pacote de dados.</p>
<p>Ao seu ver, essas distinções distorcem o espírito das escolas que exigem o uso de uniforme igual para todos, que tem um propósito. “É o jeito de educar esses meninos. É assim para igualar as crianças e adolescentes. Para não trazer para dentro da escola o poder aquisitivo que os diferenciam pelos tênis e marcas de roupa.”</p>
<h2>Projeto pedagógico </h2>
<p>A escola de Dulcineia Marques, no Plano Piloto, atende a 1.198 meninos e meninas das quatro séries finais do ensino fundamental e dos três anos do ensino médio. A 32 quilômetros dali, em Ceilândia, no Centro Educacional n° 11, o diretor Francisco Gadelha atende a 1.512 estudantes dessas séries e também homens e mulheres de 18 a 60 anos do ensino de jovens e adultos (EJA). O diretor também faz elogios à proibição dos celulares.</p>
<p>“No começo, eu era contrário à lei, por entender que o celular é uma ferramenta tecnológica. Mas agora estou observando em poucos dias como está sendo benéfico inclusive no comportamento. A gente está tendo menos brigas, menos situações de bullying.”</p>
<p>Gadelha está aproveitando a entrada em vigor da Lei nº 15.100/2025 para provocar a reflexão dos alunos e dos professores. Na preparação do ano letivo, a escola adotou o livro “A geração ansiosa: como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais”, do psicólogo social Jonathan Haidt, como referência para a criação de um projeto pedagógico em andamento.</p>
<p>Segundo ele, os três primeiros dias de aula no período diurno foram “cansativos” porque teve de guardar na escola 15 celulares que os alunos trouxeram de casa. Os aparelhos foram devolvidos aos responsáveis pelos estudantes. Apesar da escola retirar o telefone dos alunos, apenas um pai reclamou. “Em regra, os pais estão gostando muito”, avalia o diretor.</p>
<p>Além da direção da escola durante o dia, Francisco Gadelha ainda leciona para adultos no período noturno. De acordo com ele, a proibição do celular “é mais difícil no EJA, porque os adultos estão mais viciados do que as crianças.” Com eles, a escola propõe um termo colaborativo para manter os aparelhos longe das salas de aula.”</p>
<h2>Uso consciente </h2>
<p>Para Luiz Fernando Dimarzio, analista pedagógico da Ctrl+Play, uma escola de tecnologia para crianças e adolescentes em cidades do Estado de São Paulo, a lei que proíbe celulares é “polêmica”, pois “a questão do permitir ou proibir é acabar indo muito nos extremos.”</p>
<p>Dimarzio opina que é preciso buscar “como que a gente pode utilizar isso de forma saudável, e ensinar o uso consciente da coisa. Eu fico pensando, será que, de repente, definir momentos específicos para uso? Para uma pesquisa, tem inúmeros aplicativos educacionais, né? Será que, de repente, definir momentos específicos para o uso não seria mais interessante?”,</p>
<p>Em suas indagações, o analista pedagógico lembra que a lei faculta o uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula “para fins estritamente pedagógicos ou didáticos, conforme orientação dos profissionais de educação”.</p>
<p>Victor Freitas Vicente, coordenador de educação do Instituto Felipe Neto, avalia que havia um clamor no país pela adoção da lei contra os celulares nas escolas “e que a proibição pode ser um passo importante no contexto de ambientes digitais cada vez mais tóxicos.”</p>
<blockquote>
<p>Ele, no entanto, pondera que “a escola não é um jardim murado. Ela é um polo conectado com os desafios da sociedade” e, nesse sentido, “precisa preparar as novas gerações para os desafios que as tecnologias digitais estão colocando, não só em relação ao comportamento, mas em relação a uma nova ordem econômica, a inteligência artificial.”</p>
</blockquote>
<p>O coordenador também defende os resultados da proibição do celular sejam avaliados em pesquisas sobre aprendizagem, e que seja implantada a Política Nacional de Atenção Psicossocial nas comunidades escolares, que ainda não têm regulamentação definindo as regras práticas para adoção nos diferentes sistemas de educação brasileiros. Além disso, ele é a favor de que o Congresso Nacional retome a elaboração da lei sobre funcionamento das redes sociais.</p>
<h2>Redes sociais </h2>
<p>Thessa Guimarães, presidenta do Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal (CRP-DF) considera “fundamental tirar da gaveta projetos de lei que contribuam para a regulação das redes sociais, compreendendo que hoje a nossa vida atravessa as redes sociais”. Ela ressalta que, por causa das redes sociais, “um dispositivo eletrônico é uma porta aberta a toda a produção humana que existe, inclusive a produção de discursos de ódio, a produção de difusão de métodos de auto-lesão e de suicídio.”</p>
<p>Raquel Guzzo, pesquisadora e professora titular de Psicologia na PUC de Campinas, considera que as redes sociais, acessadas principalmente por meio de celulares, “têm um impacto significativo na autoestima e na percepção de si mesmos entre adolescentes, que podem se sentir pressionados a corresponder a padrões irreais de comportamento e estética.”</p>
<p>Ela lembra que as redes sociais “são projetadas para maximizar o tempo que os usuários passam nelas, utilizando algoritmos que promovem o engajamento contínuo.” No entanto, “outros recursos do celular, como jogos e aplicativos, também podem contribuir para a dependência, especialmente quando usados excessivamente.”</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><img decoding="async" title="Arte/EBC" src="https://imagens.ebc.com.br/BOMcD57v-9kJ-FvJoAC1Hj-amvo=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/02/14/arte_celular_saude_mental.png?itok=r9l6xJ75" alt="arte_celular_saude_mental" /></div>
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<h2>Linguagem comprometida </h2>
<p>A psicopedagoga Gabriela de Martin, especialista em saúde mental pela UFRJ, avalia que a linguagem utilizada pelos mais jovens e os recursos para a escrita nos celulares também são comprometedores da linguagem e podem gerar barreiras quando forem buscar trabalho.</p>
<p>Gabriela de Martin tem experiência com a colocação profissional de jovens aprendizes (14 a 18 anos) no mercado de trabalho, mas enfrenta, no entanto, “imensa dificuldade, porque os meninos nessa faixa etária estão analfabetos.”</p>
<blockquote>
<p>“Temos uma linguagem usada nos aplicativos de mensagem que não têm palavras por inteiro, cheia de erros de pontuação. Muitas vezes é o próprio teclado que vai criando o texto. Eu já vi muita gente que chega com 16, 17 anos sem capacidade de formular uma resposta”, lamenta Gabriela.</p>
</blockquote>
<p>Totalmente favorável à proibição dos celulares nas escolas, a presidenta do CRP-DF, Thessa Guimarães, alerta para os riscos de crise de abstinência pela ausência do celular, com efeitos físicos e psíquicos, que pode acontecer “na ausência de qualquer droga, lícita ou ilícita, na ausência de um companheiro amado a partir de uma separação, ou na ausência de um dispositivo que se tornou a centralidade da vida daquela criança e daquele adolescente.”</p>
<p>Em caso de síndrome, Thessa Guimarães recomenda apoio familiar e busca de profissional qualificado para atendimento psicológico e “naturalmente, a substituição progressiva da centralidade daquele dispositivo por mais comunhão familiar e participação em atividades paradidáticas, extracurriculares.”</p>
<p>“É preciso povoar a vida dessa criança e desse adolescente de novos interesses e de novas aberturas, para que ela possa se recuperar do vício e explorar outras potencialidades.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>VÍDEO: ribeirinhos arriscam a vida por likes nas redes sociais; VEJA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/video-ribeirinhos-arriscam-a-vida-por-likes-nas-redes-sociais-veja-fonte-d24am-leia-mais-em-https-d24am-com-amazonas-video-ribeirinhos-arriscam-a-vida-por-likes-nas-redes-sociais-veja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 15:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[ribeirinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os jovens cruzam a frente da embarcação de grande porte várias vezes e parecem surfar na ‘onda’ do navio Manaus – Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra dois ribeirinhos em um motor rabeta navegando a menos de 10 metros de um navio porta-container. A dupla faz manobras arriscadas, grava tudo e parece se divertir, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2234387739" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Os jovens cruzam a frente da embarcação de grande porte várias vezes e parecem surfar na ‘onda’ do navio</p>
<p><strong>Manaus</strong> – Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra dois ribeirinhos em um motor rabeta navegando a menos de 10 metros de um navio porta-container. A dupla faz manobras arriscadas, grava tudo e parece se divertir, ignorando os riscos.</p>
<div style="width: 478px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-48574-1" width="478" height="850" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ribeirinhos.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ribeirinhos.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ribeirinhos.mp4</a></video></div>
<p>Os jovens cruzam a frente da embarcação de grande porte várias vezes e parecem surfar na ‘onda’ do navio.Nas imagens não é possível identificar o dia e a hora que foi gravado o vídeo, mas de acordo com relatos dos usuários dos grupos de mensagem onde as imagens foram postadas é comum a realização dessas manobras na região do Rio Amazonas.</p>
<p>Perigo sobre as águas</p>
<p>Manobras como essa infringem as regras de navegação pelos rios da Amazônia, alem de colocar em risco as vidas das pessoas, existe a possibilidade de uma falha no motor ou ainda o navio ‘atropelar’ (sem a possibilidade de desvio) os ocupantes da embarcação menor. Além disso, com o alto índice de pirataria nos rios da Amazônia, navegar desta forma, próximo a navios ou embarcações que tranportam carga d alto valor, também pode ocasionar reações mais violentas da tripulação.</p>
<p><em>Fonte: D24am</em></p>
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		<title>Saiba o que é VPN, recurso limitado por decisão que suspendeu X</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/saiba-o-que-e-vpn-recurso-limitado-por-decisao-que-suspendeu-x/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 22:38:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
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					<description><![CDATA[STF estipulou multa para quem acessar plataforma via redes privadas VPN é uma sigla para Rede Virtual Privada (em inglês, Virtual Private Network) recurso que permite que um ou mais dispositivos se comuniquem de maneira privada e criptografada dentro de uma infraestrutura pública de comunicação, como a internet. Ou seja, a tecnologia permite acessar conteúdos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1049737618" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>STF estipulou multa para quem acessar plataforma via redes privadas<br /><br />VPN é uma sigla para Rede Virtual Privada (em inglês, Virtual Private Network) recurso que permite que um ou mais dispositivos se comuniquem de maneira privada e criptografada dentro de uma infraestrutura pública de comunicação, como a internet. Ou seja, a tecnologia permite acessar conteúdos online de forma mais privativa, dificultando interceptações.<br /><br />A sigla vem sendo citada nas manchetes jornalísticas desde a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que suspendeu o acesso à rede social X no território brasileiro depois que o dono da plataforma, que mora nos Estados Unidos, se recusou a cumprir ordens da justiça brasileira.<br /><br />Além de suspender a rede social, o ministro determinou a aplicação de multa diária de R$ 50 mil para pessoas físicas e jurídicas que utilizarem uma VPN para burlar a suspensão e acessar a plataforma. Em um primeiro momento, Moraes chegou a bloquear também os aplicativos de VPN, mas voltou atrás e decidiu manter apenas a multa aos usuários que recorrerem ao recurso para driblar a suspensão do X.<br /><br />&#8220;Em face, porém, do caráter cautelar da decisão e da possibilidade da própria empresa X Brasil Internet LTDA ou de Elon Musk, ao serem intimados, efetivarem o integral cumprimento das decisões judiciais, suspendo a execução até que haja manifestação das partes nos autos, evitando eventuais transtornos desnecessários e reversíveis a terceiras empresas&#8221;, afirmou o ministro. <br /><br />A utilização da rede virtual privada não é ilegal no Brasil, mas não isenta o usuário de responsabilidade em caso de prática de atos ilícitos no ambiente online. <br /><br />A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) informou que vai acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para rever a aplicação de multas aos usuários. Em nota, a OAB detalhou que vai apresentar uma petição ao STF solicitando a revisão ou o esclarecimento do trecho da decisão de Moraes que determina a aplicação de multa no valor de R$ 50 mil a todos os cidadãos que utilizarem VPN ou outros mecanismos para acessar a plataforma X.<br /><br />“A aplicação de multa ou de qualquer sanção só pode ocorrer após assegurados o contraditório e a ampla defesa – jamais de forma prévia e sumária”, destacou a entidade.<br /><br />Usado por empresas<br />Um caso comum de uso de VPN se dá, por exemplo, no teletrabalho ou homeoffice, quando pode ser necessário que o funcionário acesse arquivos confidenciais da empresa a partir de sua residência. Nesse caso, a equipe de informática pode configurar a VPN no computador do trabalhador e somente o tráfego direcionado aos servidores da empresa passa pela rede privada, criando um caminho seguro até os arquivos armazenados.<br /><br />Outro uso recorrente se dá pelo fato que nem sempre conteúdos da internet são acessíveis a partir de qualquer lugar e há serviços e sites que só podem ser acessados em determinados países. Então, quando o acesso a determinados sites ou serviços é bloqueado em um país, uma VPN também permite contornar essas restrições.<br /><br />Há diversos provedores que fornecem o serviço de forma paga ou gratuita a usuários online. Ao usar essa conexão, os dados são enviados para um servidor da VPN antes de chegarem ao seu destino final. Nesse servidor, os dados são criptografados (com código secretos) e o endereço IP (a identidade do computador) é substituído pelo IP do servidor da VPN. Em seguida, os dados criptografados são enviados para o seu destino e, ao retornarem, passam novamente pelo servidor da VPN para serem descriptografados.<br /><br />Esse processo dificulta que alguém rastreie as atividades online daquele dispositivo e protege o usuário contra ataques ou roubo de informações. Imagine a internet como uma grande rodovia, por onde todos os carros (que são os dados dos usuários) trafegam. Uma VPN seria como um túnel secreto nessa rodovia, onde os dados dos usuários são colocados, criptografados e protegidos.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Empresária desmente boatos de câmera escondida em quarto de motel em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/empresaria-desmente-boatos-de-camera-escondida-em-quarto-de-motel-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2024 15:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[câmera]]></category>
		<category><![CDATA[câmera escondida]]></category>
		<category><![CDATA[empresária]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Em vídeos compartilhados nas redes sociais, um cliente afirma ter encontrado câmeras escondidas no quarto do estabelecimento Manaus – Uma empresária usou as redes sociais nesta sexta-feira (22), para desmentir boatos de que câmeras de vigilância tenham sido instaladas nas dependências de um motel, localizado na avenida Buriti, Distrito Industrial, zona leste da capital. “Não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3394170916" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em vídeos compartilhados nas redes sociais, um cliente afirma ter encontrado câmeras escondidas no quarto do estabelecimento<br /><br /><strong>Manaus</strong> – Uma empresária usou as redes sociais nesta sexta-feira (22), para desmentir boatos de que câmeras de vigilância tenham sido instaladas nas dependências de um motel, localizado na avenida Buriti, Distrito Industrial, zona leste da capital. “Não tem nada a ver com câmera ou algo específico, isso é um led infravermelho do controle da tv”, diz a mulher.<br /><br />Conforme vídeos que circulam nas redes sociais, a mulher explica que os pontos apontados por um homem que gravou imagens dentro do quarto afirmando serem câmeras de vigilâncias, eram na verdade led infravermelho do controle da televisão. O homem também mostra um ponto na torneira do torneira do banheiro, onde afirma ser também uma câmera, nesse caso, a empresária desmente e diz se tratar de um parafuso.<br /><br />O caso<br /><br />Em vídeos que começaram a circular nas redes sociais, nesta sexta-feira (21), um homem mostra o momento que um  supostamente encontra câmeras de vigilância acopladas na cabeceira da cama e na torneira do banheiro de um dos quartos do estabelecimento.<br /><br />Nos registros, o homem afirma ter encontrado ao menos duas câmeras escondidas no quarto da Pousada. Conforme as imagens, ele indica câmeras acopladas na torneira do banheiro e outra na cabeceira da cama no quarto do estabelecimento.<br /><br />Veja os vídeos:</p>

<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Video-2024-06-22-at-09.13.44.mp4'>WhatsApp-Video-2024-06-22-at-09.13.44</a>


<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Video-2024-06-22-at-09.14.04.mp4'>WhatsApp-Video-2024-06-22-at-09.14.04</a>


<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Video-2024-06-22-at-09.17.43.mp4'>WhatsApp-Video-2024-06-22-at-09.17.43</a>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: D24am</p>
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		<item>
		<title>Homem cria perfil falso na internet para atrair e estuprar criança de 12 anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/homem-cria-perfil-falso-na-internet-para-atrair-e-estuprar-crianca-de-12-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 15:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[município]]></category>
		<category><![CDATA[perfil falso]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Preto da Eva]]></category>
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					<description><![CDATA[Criminoso de 54 anos se passava por adolescente de 14 anos; ele ganhou a confiança da menina e foi até a casa da adolescente para cometer o crime Francisco Hedilberto Santos de Oliveira, 54, foi preso nesta quinta-feira (18) por estuprar uma criança de 12 anos. O autor fingiu ser um adolescente de 14 anos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2006161126" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Criminoso de 54 anos se passava por adolescente de 14 anos; ele ganhou a confiança da menina e foi até a casa da adolescente para cometer o crime<br /><br />Francisco Hedilberto Santos de Oliveira, 54, foi preso nesta quinta-feira (18) por estuprar uma criança de 12 anos. O autor fingiu ser um adolescente de 14 anos, por meio de um perfil falso nas redes sociais, para abordar a vítima e conseguir a sua confiança e informações pessoais sobre ela. O crime ocorreu no município de Rio Preto da Eva (a 57 quilômetros a nordeste de Manaus).<br /><br />De acordo com o delegado Antônio Rondon, titular da 36ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Rio Preto da Eva, em um determinado dia, o homem foi até a casa da vítima, onde também funciona um bar, e conseguiu atrai-la – ainda se passando pelo adolescente – para o banheiro do estabelecimento, onde praticou o abuso sexual contra ela.</p>

<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Video-2024-04-18-at-09.41.21-1.mp4'>WhatsApp-Video-2024-04-18-at-09.41.21-1</a>

<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br />Fonte: D24am</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Regulamentação de redes sociais no Brasil é inevitável, diz Pacheco</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/regulamentacao-de-redes-sociais-no-brasil-e-inevitavel-diz-pacheco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 11:34:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2292450709" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Declaração de presidente do Senado ocorre após falas de Elon Musk<br /><br />O presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (8) que a regulamentação das redes sociais no país é inevitável para que não haja discricionariedade por parte das plataformas. <br /><br />“O que podemos contribuir para efetivação da solução desse debate que se travou nos últimos dias é entregar marcos legislativos que sejam inteligentes e eficientes para poder disciplinar o uso dessas redes sociais no país”, disse o senador, em entrevista coletiva, após manifestações do empresário Elon Musk, dono da rede X, sobre decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. <br /><br />Segundo Pacheco, é preciso ter uma disciplina legal sobre o tema, inclusive para evitar que o Poder Judiciário tenha que decidir sobre questões relativas ao uso das redes sociais sem que haja uma lei que discipline o assunto. <br /><br />“Isso acaba gerando controvérsias como essa que nós vimos de o Poder Judiciário precisar agir em relação a atos antidemocráticos, a violações de direitos, atentado à democracia e isso ser interpretado como algum tipo de censura ou inibição da liberdade de expressão”. <br /><br />Pacheco citou o projeto de lei sobre a regulação das plataformas digitais, que foi aprovado em 2020 no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados.<br /><br />“Considero isso fundamental, não é censura, não é limitação da liberdade de expressão, são regras para o uso dessas plataformas digitais para que não haja captura de mentes de forma indiscriminada e que possa manipular desinformações, disseminar ódio, violência, ataques a instituições. Há um papel cívico que deve ser exercido pelas plataformas digitais de não permitir que esse ambiente seja um ambiente de vale tudo vale tudo”. <br /><br />Outra proposta em debate no Congresso é a que prevê um marco regulatório sobre o uso da tecnologia de inteligência artificial (IA) no país, de autoria do próprio senador Rodrigo Pacheco.<br /><br />O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, considerou “inadmissíveis” os ataques de Musk ao STF. Ele também ressaltou a necessidade de aprovação da legislação sobre inteligência artificial, e disse que o governo apoia a proposta, que está sendo relatada pelo senador de oposição, Eduardo Gomes (PL-TO). <br /><br />“A melhor resposta que o Brasil pode dar a esse que eu considero um ataque inadmissível à Suprema Corte e à própria soberania brasileira é a resposta político-institucional. De um lado, todo apoio ao trabalho do Judiciário pelos instrumentos de apuração de quem utiliza as redes sociais para atos criminosos. E ao mesmo tempo, o debate político que o Congresso Nacional vem fazendo”<br /><br />Nos últimos dias, Elon Musk publicou uma uma série de postagens criticando o ministro Alexandre de Moraes e o STF. No sábado (6), ele usou o espaço para comentários do perfil do próprio ministro no X para atacá-lo. Na noite de domingo, Moraes determinou a inclusão de Musk entre os investigados do chamado Inquérito das Milícias Digitais (Inq. 4.874), que apura a atuação criminosa de grupos suspeitos de disseminar notícias falsas em redes sociais para influenciar processos políticos. Na mesma decisão, o ministro ordena a instauração de um “inquérito por prevenção” para apurar as condutas de Musk.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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