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	<title>Racismo - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 Apr 2024 01:38:33 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Racismo - Portal NDC</title>
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		<title>Policiais espanhóis agridem imigrantes negros na rua e causa alvoroço nas redes sociais; Vídeo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/policiais-espanhois-agridem-imigrantes-negros-na-rua-e-causa-alvoroco-nas-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 01:28:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[calçada]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes negros]]></category>
		<category><![CDATA[policiais]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Violencia]]></category>
		<category><![CDATA[X]]></category>
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					<description><![CDATA[Policiais Espanhóis espancam imigrantes negros que estavam caminhando pela calçada. Um homem grava o vídeo do ocorrido dentro de um carro. Os policiais derrubam primeiro um dos imigrantes, depois o outro é violentado. Ambas as vítimas fazem gestos corporais de questionamento, sem entender o que estava acontecendo. O vídeo vem causando revolta entre os usuários [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2466097907" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Policiais Espanhóis espancam imigrantes negros que estavam caminhando pela calçada. Um homem grava o vídeo do ocorrido dentro de um carro.</p>
<p>Os policiais derrubam primeiro um dos imigrantes, depois o outro é violentado. Ambas as vítimas fazem gestos corporais de questionamento, sem entender o que estava acontecendo.</p>
<p>O vídeo vem causando revolta entre os usuários do X (antigo twitter), que informaram ser racismo e imprudência a atitude dos oficiais.</p>
<p>Confira as imagens:</p>
<p>https://twitter.com/mspbra/status/1775207945640223172?s=48</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Presidente da Fifa defende derrota automática em casos de racismo: &#8216;Totalmente abominável&#8217;</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/presidente-da-fifa-defende-derrota-automatica-em-casos-de-racismo-totalmente-abominavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 18:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Fifa]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu a derrota automática em caso de manifestações racistas durante as partidas, como as que acontecerem no último sábado (20) em jogos do Campeonato Italiano e da 2ª divisão da Inglaterra. Na Itália, o goleiro Mike Maignan, do Milan, chegou a abandonar o gramado em protesto durante jogo contra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4101988407" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu a derrota automática em caso de manifestações racistas durante as partidas, como as que acontecerem no último sábado (20) em jogos do Campeonato Italiano e da 2ª divisão da Inglaterra.<br /><br />Na Itália, o goleiro Mike Maignan, do Milan, chegou a abandonar o gramado em protesto durante jogo contra a Udinese, após ser repetidamente ofendido pela torcida da equipe da casa.</p>
<p>O arqueiro francês conversou com o árbitro e em seguida foi para os vestiários, sendo acompanhado por seus colegas de equipe. Todos retornaram minutos depois e deram sequência à partida.</p>
<p>Mais cedo, o meio-campista <strong><a href="https://www.espn.com.br/futebol/jogador/_/id/235695/kasey-palmer" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Kasey Palmer</a></strong>, do <strong><a href="https://www.espn.com.br/futebol/time/_/id/388/coventry-city" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Coventry City</a></strong>, alegou ter sido vítima de racismo nos minutos finais da vitória por 2 a 1 sobre o <strong><a href="https://www.espn.com.br/futebol/time/_/id/399/sheffield-wednesday" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Sheffield Wednesday</a></strong>, fora de casa, pela <em><strong><a href="https://www.espn.com.br/futebol/liga/_/nome/eng.2" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Championship</a></strong></em> inglesa.</p>
<p>&#8220;Os eventos que aconteceram em Udine e em Sheffield são totalmente abomináveis e completamente inaceitáveis. Não há espaço para racismo ou qualquer forma de discriminação, seja no futebol ou na sociedade em geral. Os atletas afetados pelos acontecimentos do último sábado têm meu total apoio&#8221;, escreveu Infantino.</p>
<p>&#8220;Além dos três protocolos antirracismo (paralisação da partida, 2ª paralisação e abandono do jogo), nós precisamos forçar a derrota automática para clubes cujos torcedores cometam racismo e forcem o abandono das partidas, assim como aplicar banimentos de estádios a nível mundial e também acusações criminais contra os racistas&#8221;, completou.</p>
<p>Maignan, que já havia sofrido racismo de forma explícita durante jogo entre Milan e Cagliari, há dois anos, pediu para que as punições sejam mais severas.</p>
<p>&#8220;Eles [torcedores da Udinese] fizeram barulhos de macaco o tempo todo. Não é a primeira vez que isso acontece comigo. Eles devem sofrer sanções duras, porque só ficar falando não resolve nada&#8221;, disparou, em entrevista ao <em>DAZN</em>.</p>
<p>Em sua conta no <em>X</em>, Kasey Palmer também desabafou sobre o caso de racismo na 2ª divisão inglesa.</p>
<p>&#8220;Estou muito decepcionado de ter que vir aqui e escrever isso. Racismo é uma desgraça. Não há qualquer espaço para isso no mundo. Sou negro e tenho orgulho disso. Crio meus três filhos exatamente com esse pensamento. E, para ser honesto, parece que as coisas nunca vão mudar, não importa o quanto a gente tente&#8221;, lamentou.</p>
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<p>Fonte: ESPN Brasil</p>
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		<item>
		<title>Intolerância religiosa representa um terço dos processos de racismo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/intolerancia-religiosa-representa-um-terco-dos-processos-de-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 14:56:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Combate à Intolerância Religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[Intolerância Religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A intolerância religiosa representa um terço (33%) dos processos por racismo em tramitação nos tribunais brasileiros, segundo levantamento da startup JusRacial. A organização identificou 176 mil processos por racismo em todo o país. No Supremo Tribunal Federal (STF), a intolerância religiosa corresponde, de acordo com o levantamento, a 43% dos 1,9 mil processos de racismo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1597496337" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A intolerância religiosa representa um terço (33%) dos processos por racismo em tramitação nos tribunais brasileiros, segundo levantamento da startup JusRacial. A organização identificou 176 mil processos por racismo em todo o país.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1577107&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1577107&amp;o=node" /></p>
<p>No Supremo Tribunal Federal (STF), a intolerância religiosa corresponde, de acordo com o levantamento, a 43% dos 1,9 mil processos de racismo em tramitação na corte. Nos tribunais estaduais foram identificados 76,6 mil processos relacionados ao tema, sendo que 29,5 mil envolvem religião.</p>
<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo, com quase 6,5 mil processos, tem o maior número de casos de racismo religioso. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais tem o maior número de casos de racismo &#8211; 14,1 mil -. Desses, 6,3 mil envolvem a espiritualidade de matriz africana. Os tribunais regionais do trabalho reúnem 19,7 mil processos relacionados ao racismo religioso.</p>
<h2>Perda de guarda</h2>
<p>A vendedora Juliana Arcanjo perdeu a guarda da filha, na época com 11 anos, após levar a menina para receber iniciação no candomblé. “O pai dela, não muito contente com a feitura dela, foi no conselho tutelar e me denunciou por violência doméstica por causa das curas do candomblé e cárcere privado por causa do recolhimento”, conta a moradora de Campinas que chegou a enfrentar um processo criminal.</p>
<p>Mesmo absolvida das acusações, Juliana está há praticamente três anos sem poder ver a filha. “Eles não me concederam nenhuma visita assistida. Nada”, conta a mãe, que se sente injustiçada. “Foi preconceito puro. Porque toda mãe, todo pai tem o direito de levar seus filhos onde se cultua a religião. O crente leva o filho na igreja. O católico leva o filho na igreja e batiza a criança. Agora, o candomblecista não pode levar seus filhos ao candomblé”, reclama.</p>
<p>A última audiência a respeito da guarda da adolescente foi há cerca de três meses. Juliana diz que aguarda que a jovem seja ouvida por uma psicóloga para embasar a decisão do juiz sobre as visitas à filha.</p>
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<p>Foto: Eric Ty Odé</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Cantora Ludmilla expõe ataque racista de deputado em festa famosa</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cantora-ludmilla-expoe-ataque-racista-de-deputado-em-festa-famosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 03:22:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Famosos e Tv]]></category>
		<category><![CDATA[Ludmilla]]></category>
		<category><![CDATA[politico]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Gagliasso]]></category>
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					<description><![CDATA[A cantora Ludmilla resolveu expor um ataque racista que sofreu de um deputado do Rio. Segundo ela, o tal político a chamou de &#8220;macaca&#8221; durante uma festa na casa de uma pessoa famosa. &#8220;Primeiramente: ele é racista? Sim. Sim! Sabe o que aconteceu? A gente estava na casa de uma das pessoas mais famosas desse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1101514721" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A cantora Ludmilla resolveu expor um ataque racista que sofreu de um deputado do Rio. Segundo ela, o tal político a chamou de &#8220;macaca&#8221; durante uma festa na casa de uma pessoa famosa.</p>
<p>&#8220;Primeiramente: ele é racista? Sim. Sim! Sabe o que aconteceu? A gente estava na casa de uma das pessoas mais famosas desse país. E aí eu tava acompanhada de um cara. E ele conhecia esse cara. Ele chegou nesse cara, simplesmente, na minha cara e falou: &#8216;Ô mano, tanta mina gata aqui na festa e você tá com essa macaca?'&#8221;, relatou a artista nos stories nesta quinta-feira (23).</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu comecei a discutir com ele. Eu estava com um amigo, que me defendeu na hora e a gente acabou indo embora do evento. Eu fiquei muito mal. Esse foi um dos piores ataques de racismo que eu já sofri na vida&#8221;, completou.</p></blockquote>
<p>Ludmilla conta que um dia reencontrou o deputado em uma outra festa no mesmo lugar e quase perdeu a cabeça</p>
<blockquote><p>&#8220;Foi um dos piores ataques de racismo que eu já sofri na vida&#8221;</p></blockquote>
<p>&#8220;Nunca esqueci aquela situação. Daí um belo dia a gente estava no mesmo lugar, e ele veio me cumprimentar. Eu pedi aos amigos para não deixarem ele chegar perto de mim. Ele insistiu, se enfiou na roda para falar comigo, e eu falei: &#8216;Não fala comigo. Você é racista e eu tenho nojo de você. Se eu pudesse, dava na sua cara agora, sai de perto de mim'&#8221;, relembrou, dizendo que o dono da festa expulsou o político da casa. &#8220;Ele ficava me olhando com um olhar de psicopata, com cara de raiva&#8221;.</p>
<p>A cantora expôs o político após ele votar &#8216;não&#8217; para o recebimento da sua Medalha Tiradentes, uma honraria concedida pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Ludmilla não chegou a citar o nome do deputado, mas deu a entender que está falando de Thiago Gagliasso, deputado estadual pelo Rio de Janeiro e irmão de Bruno Gagliasso. Recentemente, o deputado votou contra a cantora receber a homenagem de &#8220;Cidadania, Direito e Respeito à diversidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu nunca falei nada sobre isso aqui. Porém, hoje eu acordei com um vídeo dele sendo super hipócrita, dizendo que não é racista&#8221;, disse ela.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não tem nada a ver com questão racial&#8221;, posta Thiago Gagliasso</p></blockquote>
<p>Em um vídeo compartilhado nas redes sociais nesta quinta-feira (23), Thiago fez um discurso na Assembléia Legislativa negando ser racista e ainda mandou uma indireta para Ludmilla.</p>
<p>&#8220;Não tem nada a ver com questão racial. E, sim, pela postura que a gente, como conservador, tem que defender: saber de fato cantar o Hino Nacional, saber que não pode vender &#8216;verdinha&#8217; (nome de uma música de Ludmilla). E depois a gente é tachado de racista, homofóbico, um monte de coisa. O Miguelzinho é preto, canta pra caramba, merecia dez medalhas Tiradentes e não vai ganhar a metade. Quem vai ganhar é quem errou o Hino&#8221;, disse Thiago. Ele também fez um post falando do assunto.</p>
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<p>Fonte: Extra</p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">32476</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ofensas a Vinicius Jr. fazem parte de histórico de racismo no futebol</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ofensas-a-vinicius-jr-fazem-parte-de-historico-de-racismo-no-futebol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 11:27:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS JR]]></category>
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					<description><![CDATA[A repercussão dos ataques racistas direcionados ao atacante Vinicius Júnior, do Real Madrid, no duelo com o Valência pelo Campeonato Espanhol no último domingo (21), mostra que este não é um fato isolado. Nos últimos anos, foram vários os casos de racismo contra atletas brasileiros no futebol europeu, dentro e fora de campo, mas que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3085550978" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A repercussão dos ataques racistas direcionados ao atacante Vinicius Júnior, do Real Madrid, no duelo com o Valência pelo Campeonato Espanhol no último domingo (21), mostra que este não é um fato isolado. Nos últimos anos, foram vários os casos de racismo contra atletas brasileiros no futebol europeu, dentro e fora de campo, mas que não se limitam ao Velho Continente. Eles também avançaram no Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1535187&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1535187&amp;o=node" /></p>
<p>Daniel Alves, Taison, Dentinho, Neymar, Roberto Carlos, Malcom, Richarlison, Hulk. Todos eles já foram vítimas de racismo na Europa, de bananas atiradas no gramado a sons que imitam os de um macaco nas arquibancadas. A mesma Espanha na qual Vinicius Júnior tem sofrido com manifestações racistas e de ódio foi palco de boa parte destes ataques.</p>
<h2>Confira a linha do tempo:</h2>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arte/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/KvEzPmAnNai6Kphq8rLnLMqiwos=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/racismo_futebol_internacional_1.png?itok=-GG8eCcR" alt="racismo no futebol " /></div>
</div>
</div>
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<p>“Isso [repetição de ataques a Vinicius Júnior] reflete anos e anos de leniência das autoridades espanholas com o racismo. Especialmente nos campos de futebol, não é apenas Vinícius Júnior que tem sofrido, mas outros jogadores pela Europa também, como o [atacante belga Romelu] Lukaku, vítima de racismo em abril e expulso por reagir contra os xingamentos racistas [na Itália, onde defende a Inter de Milão]. Existe um histórico [de racismo], com mais de 20 anos, com jogadores negros brasileiros e de outros países”, destacou Jorge Santana, professor de História e mestre em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), em depoimento ao programa <strong>Stadium</strong>, da <strong>TV Brasil</strong>.</p>
<blockquote>
<p><em>“O Vinícius tem sido uma voz quase isolada na luta contra o racismo no Campeonato Espanhol. As instituições espanholas fazem olhos de mercadores e não tomam atitudes e políticas duras contra o racismo. Das dez denúncias feitas pelo Vinicius [desde 2021], três foram arquivadas pela liga espanhola. Isso faz com que a liga seja uma aliada do racismo na Espanha&#8221;, completou Santana, que é autor do livro &#8220;Desculpas, meu ídolo Barbosa&#8221;.</em></p>
</blockquote>
<h2>Brasil </h2>
<p>O racismo no esporte mais popular do mundo, porém, não se limita à Europa. No Brasil, a prática avança de maneira preocupante. Segundo levantamento do Observatório da Discriminação Racial do Futebol, foram registrados 90 casos de ofensas raciais em 2022, contra 64 em 2021. Um aumento de 40%.</p>
<p>Em janeiro deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.532, que tipifica a injúria racial como crime de racismo, que já era considerado delito no país, pela Lei 7.716, de 1989. O Regulamento Geral de Competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para 2023 indica punição a casos de discriminação, que pode variar de uma advertência até a perda de pontos.</p>
<p>No país, um dos casos mais marcantes ocorreu em 2014, envolvendo o hoje ex-goleiro Aranha. À época no Santos, ele foi alvo de ofensas racistas de torcedores do Grêmio na partida de ida do confronto pelas oitavas de final da Copa do Brasil, na Arena do time gaúcho, em Porto Alegre. Os xingamentos, inicialmente, não constaram na súmula do árbitro Wilton Pereira Sampaio, sendo feito um adendo ao documento, enfim citando a ocorrência. <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-09/stjd-exclui-gremio-da-copa-do-brasil-por-racismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Em decisão inédita, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (SJTD) excluiu o Tricolor do torneio nacional antes mesmo do jogo de volta</a>.</p>
<p>De lá para cá, apesar do aumento dos casos, não houve igual punição. Em agosto de 2021, o Brusque chegou a perder três pontos durante a Série B do Campeonato Brasileiro, por causa de ofensas racistas de um dirigente ao atacante Celsinho, do Londrina, em duelo no Estádio Augusto Bauer, em Brusque (SC). <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2021-11/stjd-volta-atras-e-devolve-pontos-do-brusque-em-caso-de-racismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Em novembro, porém, o STJD acabou devolvendo os pontos ao clube de Santa Catarina</a>.</p>
<p>“Na minha opinião, deveria constar no regulamento dos campeonatos que quaisquer manifestações preconceituosas implicariam na perda imediata dos pontos daquela partida, sendo passível de rebaixamento caso se repitam. Já está passando a hora de a Fifa [Federação Internacional de Futebol] se manifestar seriamente. É muito bonito fazer campanha e dizer que todos são iguais no futebol, quando esses casos acontecem tantas e tantas vezes”, analisou o jornalista Cláudio Nogueira, responsável por livros como “Futebol Brasil Memória” e “Esporte: Usina de Sonhos e Milhões”, também ao <strong>Stadium</strong>.</p>
<p>Em nível continental, a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) ampliou, no ano passado, as punições por racismo em jogos dos torneios que organiza. As alterações foram motivadas por ofensas sequenciais a torcedores e atletas brasileiros em partidas fora de casa durante o primeiro semestre. A multa mínima passou de R$ 150 mil para R$ 500 mil, com possibilidade de o time enquadrado ter de atuar com parte das arquibancadas fechadas ou sem público.</p>
<h2>Patrocínios</h2>
<p>Se dentro de campo as punições dependem das entidades desportivas, fora dele há o entendimento de que as marcas que cedem os nomes aos clubes e eventos devem pressionar por ações contra o preconceito. Após o caso envolvendo Vinicius Júnior, a organização <em>Sleeping Giants</em> <em>Brasil</em> acionou os 20 patrocinadores da liga espanhola nas redes sociais.</p>
<p>Segundo o diretor executivo da organização, Leonardo Leal, somente dois (Santander e Puma) se manifestaram até a publicação desta reportagem.</p>
<p>“Quando [patrocinadores] associam uma marca ao evento, eles também, querendo ou não, associam-se aos casos de racismo que acabam acontecendo. Como a liga não toma providências, pedimos ajuda desses patrocinadores, que têm muito poder na instituição, inclusive financiam o campeonato, para que deem voz às denúncias de racismo e a liga, finalmente, tome providências. Ficamos aguardando o posicionamento proativo delas no último domingo, dia que aconteceu o caso e o debate tomou as redes. Quando consumimos uma empresa, não consumimos apenas seu produto, mas também a ideia, a visão dessa empresa para o mundo”, declarou Leal à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>“Acho que uma analogia que cabe muito é em relação às plataformas [redes sociais]. Elas acabam não agindo sobre conteúdos de ódio e desinformação, por isso acionamos os patrocinadores, já que a principal entidade não se move. Com a liga espanhola é o mesmo caso. Isso demonstra que se não for pelo follow the money [siga o dinheiro, na tradução literal do inglês], por pressionar quem financia jogos, campeonatos ou qualquer organização que acabe promovendo discurso racista ou odioso, não vemos muitas escapatórias ou mesmo responsabilizações desses agentes odiosos”, concluiu o diretor da <em>Sleeping Giants</em>.</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Lula acusa Carrefour de racismo e cita casos na rede de mercados</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-acusa-carrefour-de-racismo-e-cita-casos-na-rede-de-mercados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 11:59:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carrefour]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou publicamente o Carrefour nesta segunda-feira (10), pelos casos de racismo registrados em unidades da rede de hipermercados. De acordo com o chefe do Executivo, o Carrefour cometeu o crime e isso não será admitido no país. – O Carrefour cometeu mais um crime de racismo. Mais um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2304350171" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou publicamente o Carrefour nesta segunda-feira (10), pelos casos de racismo registrados em unidades da rede de hipermercados. De acordo com o chefe do Executivo, o Carrefour cometeu o crime e isso não será admitido no país.<br /><br />– O Carrefour cometeu mais um crime de racismo. Mais um crime. Um fiscal do Carrefour acompanhou uma moça negra, que ia fazer compra, achando que ela ia roubar, ela teve que ficar só de calcinha e sutiã para provar que ela não ia roubar. Se eles querem fazer isso no país de origem deles, que façam, mas não iremos permitir que eles ajam assim aqui – acrescentou.</p>
<p>Na semana passada, a professora Isabel Oliveira, em forma de protesto, ficou de roupas íntimas em Curitiba em uma unidade do Atacadão, que pertence ao grupo Carrefour, após dizer ter sido perseguida por um segurança.</p>
<p>Além disso, no último sábado, Vinícius de Paula, marido de Fabiana Claudino, bicampeã olímpica de vôlei, postou um vídeo nas redes sociais no qual afirma que não foi atendido em um caixa preferencial do Carrefour em Alphaville, em São Paulo, mas viu uma mulher branca receber o atendimento em seguida.</p>
<p><span class="name">Foto: Ricardo Stuckert/PR</span></p>
<p>*Pleno.News</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>&#8216;Macaca&#8217; e símbolos nazistas: professora negra de SP sofre ofensa racista em lista de alunos e acha suástica e SS em escola municipal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/macaca-e-simbolos-nazistas-professora-negra-de-sp-sofre-ofensa-racista-em-lista-de-alunos-e-acha-suastica-e-ss-em-escola-municipal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 13:07:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[professora]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Macaca&#8221;. Esta palavra foi o que uma professora negra encontrou, no último dia 24 de outubro, no lugar em que deveria estar escrito o seu nome na lista de presença de alunos de uma escola municipal da Zona Sul de São Paulo. Ela também viu em 1º de novembro fotos tiradas por alunos de uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2044698836" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>&#8220;Macaca&#8221;. Esta palavra foi o que uma professora negra encontrou, no último dia 24 de outubro, no lugar em que deveria estar escrito o seu nome na lista de presença de alunos de uma escola municipal da Zona Sul de São Paulo.<br /><br />Ela também viu em 1º de novembro fotos tiradas por alunos de uma carteira estudantil com desenhos de uma suástica e das letras &#8220;SS&#8221;, abreviação de Schutzstaffel, o &#8220;esquadrão de proteção&#8221; (numa tradução para o português) de Adolf Hitler e do Partido Nazista na Alemanha dos anos de 1930 (saiba mais abaixo).<br /><br />Em 26 de outubro, a educadora Ana Paula Pereira Gomes, a Ana Koteban, de 41 anos, procurou a Polícia Civil com a cópia da lista com a palavra &#8220;macaca&#8221; no lugar de seu nome para pedir que fosse investigado quem cometeu a ofensa racista contra ela. A professora também pretende levar fotos das inscrições de cunho neonazista à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) para que a nova denúncia seja apurada.</p>
<div id="chunk-7l3p4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os dois casos ocorreram dentro da <strong>Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio Professor Linneu Prestes</strong>, em Santo Amaro, onde ela dá aulas de sociologia. Lá estudam adolescentes de 15, 16 e 17 anos, geralmente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-66kcj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <strong>g1 </strong>entrou em contato com a <strong>Secretaria Municipal da Educação (SME)</strong> de São Paulo, que informou, por meio de nota, que &#8220;repudia qualquer ato de discriminação e racismo&#8221; <strong><em>(leia abaixo a íntegra do comunicado)</em></strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f0e9t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O caso no qual ela foi xingada de &#8220;macaca&#8221; foi registrado na Decradi como <strong>injúria racial</strong>, que é ofender alguém com alguma palavra preconceituosa, como em razão da cor da pele dessa pessoa. A pena para quem for condenado por esse crime é de 1 ano a 3 anos de prisão. O crime de racismo se dá quando ocorre contra duas ou mais pessoas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d67nh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Até a última atualização desta reportagem, o responsável pelo ataque racista à professora não havia sido identificado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="48" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><span class="highlight highlighted">&#8220;Nesse espaço onde está escrito ‘macaca’ é onde eu escreveria meu nome”</span>, disse a educadora nesta terça-feira (8) ao <strong>g1</strong>. “A pessoa escreveu na lista de presença exatamente na coluna onde eu escreveria meu nome porque ela pretendia que eu visse. Demonstra uma ousadia e confiança na impunidade.”</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>Sem suspeitos pelo crime</h2>
</div>
</div>
<div id="chunk-bbv30">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="14">
<div class="column medium-22 large-20 medium-centered content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/9HbRFE2O0UXFOC8jPcLkVz1Jxrg=/0x0:1185x531/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/0/f/AUOhhdSDifb0ikxPlbYQ/ana-koteban-fotos-sequencia.jpg" alt="A professora de sociologia Ana Koteban foi chamada de 'macaca' na ficha de presença de alunos e depois viu símbolos nazistas numa carteira da Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio (EMEFM) Professor Linneu Prestes, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo — Foto: Reprodução/Divulgação/Google Maps" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">A professora de sociologia Ana Koteban foi chamada de &#8216;macaca&#8217; na ficha de presença de alunos e depois viu símbolos nazistas numa carteira da Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio (EMEFM) Professor Linneu Prestes, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo — Foto: Reprodução/Divulgação/Google Maps</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-c66in">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ana Koteban, que adota esse segundo nome de maneira artística em homenagem ao grupo de balé africano onde dança, disse ao <strong>g1</strong> que não tem suspeitas de quem possa ter sido racista com ela. A professora está na escola desde 2017.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aeptf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nesse período ela comenta que nunca sofreu racismo na escola. No entanto, se recorda de ter recebido reclamações de pais de alunos e às vezes ter notado até alguns estudantes demonstrarem descontentamento com os assuntos que aborda em classes.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="73" data-block-id="17">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><span class="highlight highlighted">&#8220;Sou professora, mulher negra, que dá aula de sociologia e trabalha temáticas não só ligadas ao racismo e à diversidade como um todo, mas a direitos humanos</span> também”, afirmou Ana. “A relação com alunos é muito respeitosa de maneira geral, mas <span class="highlight highlighted">existe uma resistência sobretudo a essa temática</span>. É uma tendência que se reflete não só em estudantes como de familiares. De pais que ligam para reclamar que professora está dando tal assunto.”</blockquote>
</div>
<div id="chunk-1a2k6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A lista de presença na qual ela foi ofendida com o termo &#8220;macaca&#8221; conta com os números de chamada dos alunos e um espaço no alto onde cada professor escreve o seu nome no dia respectivo em que dará a aula.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2ngip">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O documento costuma sair da sala dos professores e ir direto para uma classe específica, ficando lá até que todos os professores anotem seus nomes nos respectivos espaços junto com as presenças ou faltas dos estudantes. Depois, a ficha retorna ao mesmo local de onde veio.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="21">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">&#8216;Macaca&#8217; na lista de presença</span></p>
</div>
<div id="chunk-4ors">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="22">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/iEIcli8QMH0QUsspKK8rEFPW6iU=/0x6:399x297/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/W/t/XQLBKPTUSVmI2B1QNYZg/macaca-ficha-foto-2.jpg" alt="No dia 24 de outubro alguém escreveu 'macaca' no lugar onde a professora Ana Koteban iria escrever seu nome na lista de presença dos alunos — Foto: Reprodução" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">No dia 24 de outubro alguém escreveu &#8216;macaca&#8217; no lugar onde a professora Ana Koteban iria escrever seu nome na lista de presença dos alunos — Foto: Reprodução</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-fdmgf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A palavra &#8220;macaca&#8221; havia sido colocada um dia antes de Ana dar aula.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-drsto">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quem viu a ofensa racista primeiro foram outros dois educadores da escola. Um deles levou a folha para a diretoria. Ana contou que só soube do caso depois, pelos colegas. E que se sentiu desamparada quando procurou a direção, que, segundo ela, foi omissa no início.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="26">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“<span class="highlight highlighted">A direção da escola respondeu que não havia como identificar quem fez</span>”, disse Ana, pois a alegação da direção seria de que não há câmeras nas salas de aula.</blockquote>
<p>Depois disso, ela resolveu postar a denúncia no seu Instagram, com foto da fachada da escola e vídeos comentando o que houve. “Esperei do dia 24 ao dia 27 para a escola fazer alguma ação coletiva e a escola sequer registrou que isso aconteceu, nem documentou.”</p>
</div>
<div id="chunk-e77ad">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="28">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/EDJFtgs746i11E21PmLwvHuEWnk=/0x0:767x466/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/g/v/Bxm57XSSa7DuU75hizxg/video-denuncia-escola.jpg" alt="Ana Koteban chegou a gravar alguns vídeos na sua rede social e escrever mensagens para denunciar o ataque racista que sofreu na escola — Foto: Reprodução/Instagram" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Ana Koteban chegou a gravar alguns vídeos na sua rede social e escrever mensagens para denunciar o ataque racista que sofreu na escola — Foto: Reprodução/Instagram</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-20hgh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A partir disso, Ana parou de dar aulas como forma de protesto pelo ataque racista que sofreu e decidiu usar o tempo de seu trabalho para conscientizar outros educadores e alunos sobre a gravidade do que ocorreu.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="65" data-block-id="31">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><span class="highlight highlighted">&#8220;Desde que ocorreu isso eu tenho cobrado dos estudantes que se posicionem</span>. Cobro da direção que se posicione. É inaceitável e criminoso tratar violência como brincadeira. É preciso dar a isso o peso que isso tem. <span class="highlight highlighted">Reconhecer a gravidade e desnaturalizar a violência</span>”, falou a professora, que voltou a lecionar nesta última terça, quando, segundo ela, a direção passou a discutir o racismo na escola.</blockquote>
<p>&#8220;Voltei a dar aula ontem, com esta ação e com o compromisso formal do Conselho de Escola de reconhecer por escrito que se trata de racismo institucional e não de um episódio pontual. E também o compromisso da gestão e da escola como um todo, por meio do conselho, de tornar o enfrentamento ao racismo e à cultura de violência na escola o &#8216;carro chefe&#8217; do projeto pedagógico, nas aspas do diretor&#8221;, comentou Ana.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="33">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Símbolos nazistas em carteiras</span></p>
</div>
<div id="chunk-e1aim">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="34">
<div class="column medium-22 large-20 medium-centered content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/ruZ0YsLB71HgF91JgpRFENNwi44=/0x0:1068x464/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/d/I/kZ1aByQLWIs2ZdEmGikw/escola-linneu-e-simbolos-nazistas-foto.jpg" alt="Alunos encontraram carteira com símbolos nazistas em escola municipal da Zona Sul de São Paulo — Foto: Reprodução/Google Maps/Arquivo pessoal" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Alunos encontraram carteira com símbolos nazistas em escola municipal da Zona Sul de São Paulo — Foto: Reprodução/Google Maps/Arquivo pessoal</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-8ebm9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na última terça, integrantes do grêmio estudantil resolveram fazer um ato dentro da escola para orientar alunos e cobrar da direção que o racismo fosse debatido para deixar de existir dentro do meio acadêmico. Foi quando eles encontraram uma carteira com desenhos da suástica nazista e das letras SS.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="42" data-block-id="37">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><span class="highlight highlighted">&#8220;Eles encontraram essa carteira em sala de aula com esses desenhos nazistas</span>. Levaram a carteira à direção e me informaram disso”, afirmou Ana. &#8220;Essa carteira estava numa sala de aula em que eu dou aula porque dou aula em todas as salas.&#8221;</blockquote>
<p>Os estudantes tiraram fotos da carteira e depois a levaram à direção para que tomasse providências. A professora viu as fotografias e contou ter pedido um esclarecimento à escola.</p>
</div>
<div id="chunk-afu80">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Precisávamos de plano de enfrentamento [contra o racismo e o nazismo] que têm de ser institucional. Isso pode sugerir que temos estudantes vinculados a grupos neonazistas. Se não tivermos estudantes que são membros de grupos de neonazistas, talvez que estejam sob influência dessa ideologia, seja por internet ou família.”</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8jlar">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com Ana, a situação na escola chegou a um ponto em que muitas pessoas podem se tornar alvos de quem é intolerante.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="39" data-block-id="41">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Pais de estudantes negros, LGBTs e pessoas com deficiência são vítimas desse ódio, eles têm direito de ser informados que isso pode representar <span class="highlight highlighted">risco para a segurança dos filhos deles</span>”, alertou a educadora. “Minha segurança está em risco também.”</blockquote>
</div>
<div id="chunk-ar55n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="43">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo Ana, somente depois de ter ido às redes sociais e pedido providências é que a diretoria da escola passou a atender algumas das suas propostas para tentar combater a intolerância.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9umhv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="44">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“A escola aceitou se propor a mudar a postura e hoje [nesta terça] fez a primeira ação coletiva de combate ao racismo com todos os professores ao mesmo tempo&#8221;, afirmou a professora. &#8220;<span class="highlight highlighted">É insuficiente, lento e tardio. Mas tenho que reconhecer que foi feito</span>.”</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="45">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">&#8216;Custo emocional é imenso&#8217;</span></p>
</div>
<div id="chunk-3h8p6">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="46">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/kxcySJRriHXlgUVe5CIAmBs2cxc=/0x0:530x525/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/F/7/9F19OkTdKgB8FQva7gPw/ana-koteban-foto-1.jpg" alt="Ana Koteban com seus alunos — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Ana Koteban com seus alunos — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-83lmq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="47">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A educadora comentou que ainda se sente abalada emocionalmente com o que aconteceu.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4o4tm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="81" data-block-id="48">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O custo emocional é imenso, e o dano causado sobre nosso emocional é profundo e invisibilizado. Muitos dizem: &#8216;Para quê tanto barulho?&#8217; <span class="highlight highlighted">Desprezam nossa dor</span>. Vivemos num país que é educado para desprezar nossa humanidade. E isso é pesado. É inaceitável. <span class="highlight highlighted">O ambiente escolar é insalubre para pessoas negras.</span> Prejudica a nossa saúde mental e gera problemas não só de desempenho escolar e ascensão na carreira, mas gera problema de saúde física. Por isso dizemos: o racismo mata&#8221;, falou Ana.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="67" data-block-id="50">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">A técnica de enfermagem Silvia Letícia, de 44 anos, é mãe de um aluno de 18 anos que estuda na escola. &#8220;<span class="highlight highlighted">Eu sou mãe de um menino aluno, menino trans, que também já sofreu preconceito nessa escola.</span> E a <span class="highlight highlighted">Ana intermediou o assunto com todo carinho e respeito</span>. Meu filho se sentiu amparado e eu também. Então eu acho injusto o que estão fazendo com ela&#8221;, disse.</blockquote>
<p>Silvia suspeita que os ataques racistas contra a professora possam ter sido feitos por alguns estudantes. &#8220;Tem de ser feito algo emergencial para que esses alunos entendam que estão errados, que eles não estão indo à escola para ficar apontando o dedo e humilhando o próximo.&#8221;</p>
</div>
<div id="chunk-8ln2u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="52">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um dos estudantes que se mobilizou para protestar contra os atos racistas e desenhos nazistas dentro da escola foi uma aluna de 17 anos do grêmio estudantil ouvida pela reportagem, com a autorização de seus pais.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="89" data-block-id="53">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Para mim, como estudante foi muito chocante. Eu não esperava isso dos alunos. Não esperava que alguém poderia fazer isso com a professora&#8221;, disse a adolescente. &#8220;Não consigo acreditar que exista gente que faça isso até hoje. É uma falta de respeito. <span class="highlight highlighted">Eu fiquei muito triste e chorei </span>até na frente dela [Ana] quando ela começou a falar. <span class="highlight highlighted">Como eu sou uma menina negra também, eu senti que eu deveria me posicionar.</span> Por que não é só sobre o que ocorreu com ela, mas <span class="highlight highlighted">é sobre esse pensamento racista</span>&#8220;</blockquote>
</div>
<div id="chunk-5a89m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="55">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A <strong>Rede de Proteção e Resistência Contra o Genocídio</strong> acompanha o caso de Ana. &#8220;A violência estrutural do racismo atinge todos os setores da sociedade. <span class="highlight highlighted">Precisamos de uma ação conjunta e efetiva de toda comunidade escolar</span> para que isso não se repita&#8221;, disse <strong>Marcio Berhing Silva</strong>, articulador da rede na Zona Sul.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="56">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">O que diz a pasta da Educação</span></p>
</div>
<div id="chunk-5ph29">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="57">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/DKPwWaMEYmnPWlAHhIXW4B_vPc0=/0x0:871x536/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/F/F/YR5lBWT9e5HByYzkZCrQ/ana-koteban-depoimento.jpg" alt="Ana Koteban usou suas redes sociais para denunciar ter sido vítima de racismo na escola onde dá aulas de sociologia — Foto: Reprodução/Instagram" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Ana Koteban usou suas redes sociais para denunciar ter sido vítima de racismo na escola onde dá aulas de sociologia — Foto: Reprodução/Instagram</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-bimfm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="58">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Procurada para comentar as denúncias de racismo e neonazismo cometidas dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio Professor Linneu Prestes, a Secretaria Municipal da Educação encaminhou a seguinte nota ao <strong>g1</strong>:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5opjh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="59">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>&#8220;A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Educação (SME), repudia qualquer ato de discriminação e racismo. </em><span class="highlight highlighted"><em>Tão logo ficou sabendo do episódio, a Diretoria Regional de Ensino instaurou apuração interna</em></span><em>, já em andamento, e está à disposição para colaborar com qualquer investigação oficial em curso.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c202k">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="61">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>O Núcleo de Apoio e Acompanhamento para a Aprendizagem </em><span class="highlight highlighted"><em>(NAAPA),</em></span><em> que conta com psicopedagogos e psicólogos, </em><span class="highlight highlighted"><em>acompanha o caso e prestará todo o apoio necessário durante o processo.</em></span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-biij2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="62">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>A </em><span class="highlight highlighted"><em>EMEFM Professor Linneu Prestes promove ações constantes com a temática antirracista</em></span><em>, como rodas de conversa, apresentação de vídeos para discussão e elaboração de textos e, ainda neste mês, há na programação um seminário, onde alunos e professores irão participar.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ei1un">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="63">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>A SME possui o Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais (NEER), com base nos princípios de Equidade, Educação Inclusiva e Educação Integral, com o objetivo central de fomentar e promover práticas antirracistas, inclusivas e acolhedoras a todas e todos. </em><span class="highlight highlighted"><em>Formar profissionais atentos às desigualdades </em></span><em>e comprometidos para sua superação perpassa os fazeres deste núcleo.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-af0sj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="64">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Neste ano, a Prefeitura de São Paulo adquiriu 741.333 livros literários sobre a temática étnico-racial para compor os acervos das escolas municipais e serem distribuídos entre os estudantes por meio do programa Minha Biblioteca. A compra faz parte do programa “São Paulo Farol Antirracista”, realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Relações Internacionais com intuito de </em><span class="highlight highlighted"><em>promover ações de combate ao racismo</em></span><em>.&#8221;</em></p>
</div>
</div>
<p>g1</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">13879</post-id>	</item>
		<item>
		<title>&#8216;Mamãe, um dia eu vou ficar branco?&#8217;, pergunta criança negra chamada de &#8216;cocô&#8217; por colegas de escola em SP</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mamae-um-dia-eu-vou-ficar-branco-pergunta-crianca-negra-chamada-de-coco-por-colegas-de-escola-em-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2022 22:35:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=9714</guid>

					<description><![CDATA[&#8220;Mamãe, um dia eu vou ficar branco?&#8221; A pergunta foi feita por Mathew, de 5 anos, à mãe, a estilista Claudete Alphonsus, após o menino ser alvo de xingamentos por outros alunos de uma escola na Zona Sul de São Paulo. A mãe contou que vinha observando o desânimo do filho em ir para as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-349281619" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>&#8220;Mamãe, um dia eu vou ficar branco?&#8221;<br /><br />A pergunta foi feita por Mathew, de 5 anos, à mãe, a estilista Claudete Alphonsus, após o menino ser alvo de xingamentos por outros alunos de uma escola na Zona Sul de São Paulo.<br /><br />A mãe contou que vinha observando o desânimo do filho em ir para as aulas e resolveu conversar com a criança.<br /><br />Em uma sequência de stories publicada na última sexta-feira (16), ela compartilhou imagens de Mathew chorando e relatando ser chamado de &#8220;cocô&#8221; pelos colegas por causa da cor de sua pele.<br /><br />&#8220;Foi a coisa mais dolorosa de ouvir. Eu senti meu coração dilacerar e partir em pedacinhos. Sofri e chorei com ele. Peço a todos que tomem conta do mental de seus filhos pretos e não permitam que machuquem e nem permitam que eles façam seus filhos acharem que é feio por ser marrom! Ele tem 5 anos e já sofre o peso da cor… Não passarão…&#8221;, desabafou a mãe.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mathew, que vive com os pais e a irmã mais velha na região do <span class="highlight highlighted">Campo Limpo,</span> também na Zona Sul, estuda desde 2021 na escola particular onde vinha acontecendo a situação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo Claudete, ela esteve em reunião com a instituição nesta segunda-feira (19) que a informou que a direção vai averiguar todo ocorrido para apresentar uma resposta.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Hoje pela manhã realizamos uma reunião extensa com a escola do meu filho que nos informou que ira averiguar todo o ocorrido para nos trazer uma resposta. Por enquanto entendemos que há um caminho longo para que possamos superar essa situação&#8221;, contou.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="2" data-block-id="12"> </div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="23" data-block-id="13">
<p>A mãe disse ainda estar contando com uma assessoria jurídica para tomar as medidas necessárias sobre o caso.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Inicialmente pedimos a assessoria jurídica para averiguarmos todas as questões antes de tomarmos as medidas necessárias&#8221;, disse.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>VÍDEO: Personagem de parque nos EUA se recusa a tocar em crianças negras e mãe denuncia racismo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/video-personagem-de-parque-nos-eua-se-recusa-a-tocar-em-criancas-negras-e-mae-denuncia-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 17:03:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Personagem de parque]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma mãe acusou um parque de diversões licenciado da Vila Sésamo, na Filadélfia, nos Estados Unidos, de racismo. Um vídeo publicado por ela nas redes sociais mostrou o momento em que sua filha e uma sobrinha, que são negras, tentam interagir com um personagem. No entanto, o funcionário que dava vida ao boneco se recusou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4084701299" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Uma mãe acusou um parque de diversões licenciado da Vila Sésamo, na Filadélfia, nos Estados Unidos, de racismo. Um vídeo publicado por ela nas redes sociais mostrou o momento em que sua filha e uma sobrinha, que são negras, tentam interagir com um personagem. No entanto, o funcionário que dava vida ao boneco se recusou a tocar e abraçar as crianças (veja abaixo). Após a repercussão do caso, o estabelecimento se desculpou.</p>
<p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/CgGAHtyFoHg/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CgGAHtyFoHg/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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<p class="default__StyledText-xb1qmn-0 hOzITE body-paragraph">A denúncia foi feita por Jodi Brown, que esteve no parque com a filha e a sobrinha no último dia 16. Na ocasião, as meninas estavam animadas ao ver os personagens durante um desfile e se aproximaram para tentar tocar em um dos bonecos. No entanto, ele se recusou, fez sinal negativo e passou direto. Antes disso, o mesmo ator tinha sido filmado cumprimentando adultos e crianças brancas.</p>
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<p class="default__StyledText-xb1qmn-0 hOzITE body-paragraph _114560">Nas redes sociais, Jodi falou que chegou a reclamar com a administração do parque, mas não obteve sucesso. &#8221; Ele [ator] disse ‘não’ descaradamente às nossas crianças para então abraçar uma garotinha branca que estava do nosso lado. Fui reclamar e eles me olharam como se eu fosse louca”, contou.</p>
<h2 class="heading__StyledHeading-sc-5jxglz-0 ceraWg">Desculpas</h2>
<p class="default__StyledText-xb1qmn-0 hOzITE body-paragraph">Após a repercussão do caso, o parque divulgou um comunicado pedindo desculpas a família e convidou as meninas para uma sessão especial de cumprimentos e abraços.</p>
<p>“Nós pedimos desculpas sinceras para a família(&#8230;) O ator que interpretava a Rosita confirmou que o gesto de ‘não’ que ele fez não foi direcionado especificamente para ninguém, mas para uma série de pedidos de uma pessoa que queria que ele segurasse uma criança para uma foto, o que não é permitido. O ator não ignorou as meninas intencionalmente e está devastado com o mal-entendido”, alegou o parque em uma publicação no Instagram.</p>
<p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CgInXl6uy4T/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CgInXl6uy4T/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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<p>No entanto, o posicionamento não agradou os internautas, que passaram a repercutir o assunto nas redes sociais. Assim, o parque fez um novo pronunciamento, desta vez dizendo que vai treinar seus atores para evitar que situações semelhantes aconteçam novamente.</p>
<p>“Realizaremos treinamento para nossos funcionários para que eles entendam melhor, reconheçam e proporcionem uma experiência inclusiva, equitativa e divertida aos nossos visitantes. Há mais de 40 anos a Sesame Place trabalha para defender os valores de respeito, inclusão e pertencimento. Estamos comprometidos em fazer um trabalho melhor, fazendo com que crianças e famílias se sintam especiais, vistas e incluídas quando vêm aos nossos parques”, destacou o comunicado.</p>
<p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CgLBV9mOC0q/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CgLBV9mOC0q/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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<h2 class="heading__StyledHeading-sc-5jxglz-0 ceraWg">Processo</h2>
<p class="default__StyledText-xb1qmn-0 hOzITE body-paragraph">De acordo com o<a href="https://www.tmz.com/2022/07/19/sesame-place-family-black-girl-lawyer-ignore-rosita/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><b> site “TMZ”</b></a>, os pais das meninas contrataram o advogado B´lvory LaMarr. Eles avaliam processar o parque pelo crime de racismo.</p>
<p class="default__StyledText-xb1qmn-0 hOzITE body-paragraph">“Embora odiemos apressar o julgamento para considerar a ‘raça’ como o fator motivador para explicar as ações do artista, tais ações antes e depois do pedido da jovem levam apenas a uma conclusão”, declarou o defensor.</p>
<p>Foto: Reprodução/Redes sociais</p>
<p>Fonte: Metro</p>
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